Poltrona Resenha: O Poder do Rosário/Anna Barros

Poltrona Resenha: O Poder do Rosário/Anna Barros

O Poder do Rosário é um drama brasileiro que acompanha Helena, uma menina muito devota que sofre um grave acidente junto com a mãe a caminho de um reencontro familiar. O trágico evento cruza seus caminhos com o de André, um fotógrafo distante da fé. A partir daí, a oração do Rosário torna-se um elo de esperança, cura e transformação.

A mãe de Helena, Sandra, ao se recuperar do acidente e conhecer a enfermeira Conceição, vivida por Myrian Rios, e o fotógrafo, André, vê sua vida transformada pela fé no rosário e pela mobilização das pessoas. O drama de sua filha, Helena, internada após um grave acidente e que os médicos descobrem que ela tem leucemia, faz Sandra tornar a procurar o pai biológico de Helena para que ele faça o teste HLA para ver se é compatível para a doação de medula.

O fotógrafo André,  viciado em redes sociais, boêmio na horas vagas vê sua vida transformada após o acidente que envolveu Sandra e Helena. Quando ele encontra o terço de Helena no chão e procura ela e a mãe no hospital e se aproxima delas com a ajuda da enfermeira Conceição, também vê sua vida transformar pelo poder da oração. A sua faxineira Delcina cheia de fé e que reza o rosário com frei Gilson também é parte imprescindível nessa mudança.

O filme fala de perdão, reconciliação e fé e é um bálsamo nesses dias difíceis de desesperança e de afastamento das pessoas de Deus. O rosário é um instrumento de fé e de amor.

O final tem uma revelação emocionante. Ótima performance de Myrian Rios e da menina Bella Maria como Helena. Um filme para levar seu grupo de oração ou sua pastoral. Para ver e rever. Se for um grupo de 20 pessoas e comprar o ingresso na hora, as pessoas pagam meia entrada.

O filme estreia em 21 de maio em grande circuito.

Ficha técnica:

Elenco:

Alexandre Machafer como André, Bella Maria Benetti como Helena, Myrian Rios como Conceição, Bárbara Marinho como Sandra,T arcizio Rafael como Roberto.

Direção: Thiago Benetti

Produção: Kolbe Arte

4/5 poltronas

Série ‘Viver é Raro’ chega à terceira temporada no Globoplay e consolida modelo de entretenimento de impacto

Série ‘Viver é Raro’ chega à terceira temporada no Globoplay e consolida modelo de entretenimento de impacto

Com sete episódios, a nova temporada, consolida o case de cocriação entre Casa Hunter, Cine Group e Vbrand, garantindo longevidade e visibilidade inédita à causa das Doenças Raras

 

A série documental ‘Viver é Raro’ está no ar com sua terceira temporada. A iniciativa, realizada pela Casa Hunter (Associação Brasileira de Pacientes com Doenças Raras e seus Cuidadores) em coprodução com a Cine Group e Vbrand, consolida-se como um case de sucesso e longevidade no streaming. O projeto está disponível gratuitamente para não assinantes no Globoplay, com tradução para inglês e espanhol, o que amplia significativamente seu alcance e impacto social.
 
A série se destaca por seu posicionamento inédito e pioneiro no cenário audiovisual global. “Não existe, nos principais serviços de streaming globais, um projeto com três temporadas focado em pacientes e liderado por uma instituição como a Casa Hunter”, afirma Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e cofundador da Casa dos Raros. O objetivo da série é amplificar a causa, promover a criação de políticas públicas e garantir o diagnóstico precoce de condições que, no Brasil, afetam cerca de 13 milhões de pessoas.

 A continuidade do projeto é sustentada por um modelo de “entretenimento de impacto baseado em cocriação”, desenvolvido ao longo de quatro anos. Segundo Fernanda Menegotto, diretora-executiva da série pela Vbrand, projetos de causa costumam nascer potentes, mas raramente conseguem se sustentar. “Em ‘Viver é Raro’, nossa construção foi justamente o oposto: desenhar, ao longo de quatro anos, um modelo de entretenimento de impacto baseado em cocriação, em que narrativa, distribuição e parcerias operam de forma integrada para garantir continuidade, relevância e impacto real”, afirma a cofundadora e diretora-executiva da Vbrand.

 A Cine Group, coprodutora da série junto com a VBrand, celebra o lançamento da temporada. “Chegar à terceira temporada de ‘Viver é Raro’ é muito especial e motivo de muita alegria para mim e para todo o time da Cine Group. É um projeto que se fortalece a cada temporada, fruto de muito trabalho, dedicação e sensibilidade de todos os envolvidos e que tem na Vbrand, nossa coprodutora, uma parceria fundamental para que essa continuidade fosse possível. Ver a série seguir essa trajetória e alcançar ainda mais pessoas a partir da disponibilização no Globoplay é muito gratificante e reforça o quanto esse projeto é necessário e potente.”, declara Luciana Pires, CEO e Produtora Executiva da Cine Group.

 Com sete episódios, a nova temporada aprofunda discussões sobre diagnóstico, tratamento, aceitação e, sobretudo, resiliência humana. Sete novos protagonistas compartilham suas jornadas de adaptação e superação, que incluem engajamento em causas sociais, prática esportiva e reinvenção profissional.

 Entre as histórias que inspiram, a série acompanha a trajetória de Giovanna Boscolo, que lida com Ataxia de Friedreich e conquistou o bronze paralímpico em Paris 2024, utilizando sua formação em Biomedicina para entender e superar os limites do corpo. Outro destaque é Karyn Cerqueira, que convive com Lipodistrofia Congênita Generalizada e usa o Jiu-Jitsu para provar que sua condição não limita sua força e capacidade intelectual, transformando o bullying em plataforma de autoestima.

 O sucesso e a relevância da produção são reforçados pelo apoio do mercado: ‘Viver é Raro’ conta com o suporte das farmacêuticas Alnylam, AstraZeneca, Azafaros, Biogen, Chiesi, GSK, Novartis, Pzifer e UCB. Com este novo ciclo, a série soma 21 episódios, dando voz e visibilidade à causa das doenças raras no Brasil e no mundo.

 Terceira Temporada ‘Viver é Raro’ 

Onde assistir: Globoplay, disponível para não assinantes

Site: Link

 Sobre a Casa Hunter
 
A Casa Hunter, fundada em 2013, é uma instituição dedicada à promoção da dignidade e do respeito às pessoas com doenças raras no Brasil e no mundo. Atua na articulação de políticas públicas e na mobilização da sociedade e do setor privado para ampliar o acesso a diagnóstico, tratamento e cuidado, beneficiando mais de 13 milhões de brasileiros e 300 milhões de pessoas globalmente.
 
Entre seus principais projetos está o Day Hunter, que oferece atendimento multidisciplinar ágil e humanizado e foi vencedor do Prêmio Humanizar a Saúde 2025 na categoria Doenças Raras. Também é idealizadora da Casa dos Raros, centro de referência em diagnóstico e tratamento. Realiza, também, o Prêmio Gente Rara (criado em 2015), que reconhece lideranças, profissionais de saúde e pacientes atuantes na causa. A organização foi eleita ao NGO Branch, o braço das Nações Unidas para as organizações do Terceiro Setor, e também ao Rare Diseases International (RDI).
Poltrona Resenha: O Diabo Veste Prada 2/Anna Barros

Poltrona Resenha: O Diabo Veste Prada 2/Anna Barros

Fui com grande expectativa para ver o filme e me decepcionei muito. A continuação não é de longe tão boa quanto a primeira versão.

Nesse Andy volta a trabalhar com Miranda na revista Runaway após ganhar prêmio de Jornalismo e ter sido demitida. Aliás a única coisa boa do filme foi ter criticado a decadência do Jornalismo e ascensão das redes sociais na apuração dê notícias.

Achei Meryl Strepp como Miranda sem o gás habitual da primeira versão e só gostei de Anne Hathway e Emily Blunt.

O filme se arrasta e Andy tenta recuperar a Runaway e manter Miranda como editora-chefe após o dono ter um ataque do coração fulminante e o filho querer vender.

As paisagens de Milão, a capital da moda, são lindas e só. Confesso que olhei o relógio uma vez para ver que horas acabava. E arrumaram um amor para Andy que não tinha a menor química. Se você já viu Michael e quer se distrair no cinema, vale. Senão aguarde o streaming.

Pelo andar da carruagem vai ter uma sequência.

Foi bem decepcionante e eu fico com a primeira versão que vi inúmeras vezes e é atemporal.

3/5 poltronas

Elle, prelúdio de Legalmente Loira, divulga cartaz e trazer trailer oficial

Elle, prelúdio de Legalmente Loira, divulga cartaz e trazer trailer oficial

Elle, Prelúdio de Legalmente Loira, Divulga Cartaz, Imagens Exclusivas e Teaser Trailer Oficial

Série do Amazon MGM Studios e da Hello Sunshine estreia em 1º de julho  

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO TEASER TRAILER

— O Prime Video divulgou hoje cartaz, imagens exclusivas e o teaser trailer oficial de Elle, a aguardada série prelúdio de Legalmente Loira. A produção, realizada pelo Amazon MGM em parceria com a Hello Sunshine, estreia em mais de 240 países em 1º de julho e será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime. Membros Prime no Brasil desfrutam de economia, conveniência e entretenimento, tudo em uma única assinatura. Antes mesmo do lançamento, o Prime Video já garantiu a renovação de Elle para uma segunda temporada. 

A primeira temporada de Elle acompanha Elle Woods antes de se tornar “um peixe fora d’água” em Harvard. Nós a conhecemos em 1995, tentando navegar pelas águas turbulentas do ensino médio, onde ela enfrenta amizades complicadas, romances proibidos e escolhas de moda questionáveis. Ao longo de tudo isso, Elle usa sua família como alicerce e fortalece ainda mais seu vínculo com a mãe, provando que elas conseguem superar qualquer desafio que a vida lhes apresente, desde que estejam juntas. A cada obstáculo, Elle se aproxima da figura de Elle Woods que conhecemos e amamos hoje.

Criada por Laura Kittrell (High SchoolInsecure), Elle tem Kittrell e Caroline Dries como co-showrunners e produtoras executivas. Reese Witherspoon, Lauren Neustadter, Marc Platt e Amanda Brown também atuam como produtores executivos. Jason Moore (A Escolha Perfeita) dirigiu os dois primeiros episódios da primeira temporada e também é produtor executivo. Bryan J. Raber e Asmita Paranjape são os produtores, com Josie Craven e Jen Regan como produtoras supervisoras.

O elenco da primeira temporada conta com Lexi Minetree como Elle Woods, June Diane Raphael como Eva (mãe de Elle) e Tom Everett Scott como seu pai, Wyatt, além de Jacob Moskovitz, Gabrielle Policano, Chandler Kinney, Zac Looker e Amy Pietz. O elenco recorrente inclui Jessica Belkin, Danielle Chand, Matt Oberg, Chloe Wepper, Logan Shroyer, Sharon Taylor, David Burtka, Brad Harder, Kayla Maisonet, Lisa Yamada e James Van Der Beek.

Por Anna Barros

Festival de Cannes: Elza Catalão está em Cannes para apresentar o projeto O Passeio de Dendiara

Festival de Cannes: Elza Catalão está em Cannes para apresentar o projeto O Passeio de Dendiara

Maria de Medeiros, Elza Cataldo e Juliana Lira

ELZA CATALDO está em Cannes para apresentar o projeto O PASSEIO DE DENDIARA, no Marchè du film

Cineasta brasileira tambémse reuniu com a atriz portuguesa Maria de Medeiros para discutir a finalização do longa MARIA, A RAINHA LOUCA;

O PASSSEIO DE DENDIARA é inspirado na obra homônima da diplomata Ana Beltrame

A cineasta Elza Cataldo está em finalização do seu próximo longa que terá como protagonista a atriz portuguesa Maria de Medeiros (Pulp Fiction – Tempo de ViolênciaCapitães de Abril), no papel de Dona Maria I (1734–1816), a primeira rainha portuguesa. O filme é produzido pela Lira Filmes.

MARIA, A RAINHA LOUCA traz a trajetória da monarca que governou Portugal de 1777 a 1816, período em que destituiu o Marquês de Pombal e mudou-se para o Brasil, falecendo no Rio de Janeiro.

Elza esteve com Maria de Medeiros para discutir detalhes do projeto e, em Cannes, participa do Marchè du Film, onde apresenta O PASSEIO DE DENDIARA, com produção da Persona Filmes e coprodução da Lira Filmes, Pixys, da franco brasileira Boca a Boca produções e da empresa portuguesa Maria Zimbro.

O longa está em fase de pré-produção e é inspirado no livro de ficção homônimo da diplomata Ana Beltrame, publicado em 2021, sobre uma menina que vive na região da fronteira entre o Brasil e Guiana Francesa. A protagonista é uma criação ficcional que reúne recortes da realidade vivenciada de perto pela autora, no período em que foi cônsul-geral do Brasil em Caiena.

 

Sobre Elza Cataldo

Elza Cataldo é diretora, produtora e roteirista. Com curso em Cinematografia pela Universidade de Nanterre e Doutora pela Sorbonne, França, foi também professora e pesquisadora pela Universidade Federal de Minas Gerais.
 Maria de Medeiros caracterizada como Dona Maria I

Em 2023, Elza lançou o longa-metragem As Órfãs da Rainha, que participou de diversos festivais internacionais. No Festival Internacional de Cinema Feminino de Toronto, o filme foi agraciado com o prêmio de Melhor Filme Histórico. Além disso, a produção foi selecionada para o Washington Jewish Film Festival 2023 e ganhou o prêmio de Melhor Narrativa no Los Angeles Independent Women Film Awards. Participou também do Festival de Cinema Judaico de São Paulo e foi selecionado para a mostra competitiva do EnergaCameraImage, na Polônia, o maior festival de cinema dedicado exclusivamente à direção de fotografia.

Entre outros trabalhos de Elza, estão o longa-metragem “Vinho de Rosas” (Prêmio de Melhor Diretora Estreante no Festival Internacional de Batumi – Geórgia 2006 e Prêmios de Melhor Figurino, Melhor Cenografia e Melhor Som Direto no Festival de Maringá 2006); o filme de curta-metragem “O Crime da Atriz” (Prêmio de Melhor Curta Brasileiro do Júri e do Público e Prêmio TeleImage na Mostra Internacional de São Paulo 2007 e Menção Honrosa: Comédia no Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte 2008); o documentário “A Santa Visitação” e os curtas “O Ouro Branco”, “Lunarium” e “A Má Notícia”.

Coprodutora dos longas-metragens “A Luneta do Tempo”, de Alceu Valença, e “Meu Pé de Laranja Lima”, de Marcos Bernstein, Elza Cataldo foi coordenadora do Laboratório CINEPORT de Roteiros, consultora do ISVOR/FIAT sobre o tema Storytelling, palestrante e professora da Fundação Dom Cabral, consultora do Programa Bahia Criativa (Minc/Secult) para desenvolvimento de roteiros, consultora da Casa da Economia Criativa/SEBRAE para projetos audiovisuais e líder do Núcleo Criativo de roteiros da Brokolis do Brasil, e exibidora de cinema em Belo Horizonte.

Dirigiu ainda os documentários de longa-metragem “O Levante de Bela Cruz”, “O Silêncio de Eva” que tem estreia prevista para março de 2026 e “Marianas” disponível na plataforma Globoplay desde novembro de 2025 e está finalizando os longa-metragens de ficção “A Pedra do Sino” e “Maria, a Rainha Louca” e o documentário de longa-metragem “Quem Ama Não Mata: o ato”. Além disso, está preparando o longa-metragem de ficção “O Passeio de Dendiara”.