Livro inédito revela conexão entre Dom Pedro ll e Nova Friburgo a partir de relato histórico raro
Publicação apresenta documento de Ernst Hasenclever sobre a coroação do imperador e reforça laços entre história local e o Império Brasileiro
O Ministério da Cultura, o Instituto Brasileiro de Museus, o Museu Imperial, a Prefeitura de Nova Friburgo e a Fundação D. João VI convidam a imprensa e o público para o lançamento do livro “Entre Nova Friburgo e a Corte: Ernst Hasenclever e a coroação de D. Pedro II”.
A obra traz à luz um relato inédito do alemão Ernst Hasenclever sobre um dos momentos mais emblemáticos do Brasil Imperial: a coroação de D. Pedro II, ocorrida em 18 de julho de 1841, no Rio de Janeiro. Para enriquecer este registro, o livro conta com artigos de Maurício Vicente Ferreira Junior, diretor do Museu Imperial; Eliane Marchesini Zanatta, restauradora do traje majestático do imperador; e Débora Bendocchi Alves, biógrafa de Ernst Hasenclever.
No ano anterior à coroação, Ernst passou uma temporada de dois meses em Nova Friburgo. A menção da cidade no título do livro não faz referência apenas a este fato, mas, também, a D. Pedro II, que teve a oportunidade de visitá-la algumas vezes. Evidenciando esse fato, a historiadora da Fundação D. João VI, Vanessa Cristina Melnixenco, relaciona a figura imperial com a cidade serrana.
Resultado de uma parceria inédita entre a Fundação D. João VI e o Museu Imperial, a publicação integra as comemorações do bicentenário de nascimento de Dom Pedro de Alcântara. A iniciativa promove uma articulação institucional em torno de um conteúdo temático que projeta, para o Brasil e o mundo, as coleções históricas e artísticas preservadas na região serrana fluminense, reforçando o papel dos museus e das instituições culturais na preservação e difusão da história brasileira.
A programação inclui uma roda de conversa com os escritores da obra:
● Eliane Marchesini Zanatta, responsável pela restauração do traje majestático de Dom Pedro II; ● Maurício Vicente Ferreira Júnior, diretor do Museu Imperial; ● Vanessa Cristina Melnixenco, historiadora da Fundação D. João VI e organizadora do livro.
O evento integra a 24ª Semana Nacional de Museus, que neste ano tem como tema “Museus unindo um mundo dividido”, destacando o papel dessas instituições como espaços de diálogo, memória e construção de identidade.
SERVIÇO
Evento: Lançamento do livro Entre Nova Friburgo e a Corte: Ernst Hasenclever e a coroação de D. Pedro II Data: 23 de maio de 2026 (sábado) Horário: 14h Local: Cineteatro do Museu Imperial
A publicação estará disponível na loja do Museu Imperial após o evento de lançamento.
— Os filhotes preferidos das crianças ganharam um novo reforço no elenco. A Paramount Pictures acaba de anunciar Lore Improta no elenco de dublagem de “Patrulha Canina: Uma Aventura Dino”, o terceiro longa dos cãezinhos. “Além de marcar um novo desafio profissional, estou feliz por integrar um projeto que é muito especial para minha filha Liz, fã da franquia”, conta ela.
Na história, a Patrulha Canina vai parar em uma misteriosa ilha de dinossauros após uma tempestade. Lá conhecem Rex, um filhote perdido. Quando a mineração imprudente de Humdinger provoca a erupção de um vulcão, a equipe enfrenta sua maior missão de resgate até o momento para salvar a ilha. Lore Improta vai dar voz à Harper Cutelo uma exploradora da selva contratada por Humdinger para guiá-lo pela ilha dos dinossauros.
Baseado na série de enorme sucesso global, o longa promete encantar as crianças e toda a família. A direção é de Cal Brunker, que também assina o roteiro ao lado de Bob Barlen. O elenco de vozes originais inclui Carter Young, Mckenna Grace, Terry Crews, Meredith MacNeill, Ron Pardo, Jennifer Hudson, Hayden Chemberlen, Fortune Feimster, Jameela Jamil, Rain Janjua, Bill Nye, Paris Hilton e Snoop Dogg, além de introduzir Henry Bolan.
Patrulha Canina: Uma Aventura Dino – Estreia em agosto somente nos cinemas @paramountbrasil #PatrulhaCaninaUmaAventuraDino
EQUIPE BRASILEIRA DE ELEFANTES NA NÉVOA VENCE O PRÊMIO DE MELHOR CRIAÇÃO SONORA POR SEU TRABALHO DE SOM NO FESTIVAL DE CANNES
Dirigida pelo nepalês Abinash Bikram Shah e coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega, a obra teve todo trabalho de som feito por brasileiros
DIRETOR ABINASH BIKRAM SHAH RECEBENDO O PRÊMIO DE MELHOR CRIAÇÃO SONORA POR ELEFANTES NA NÉVOAFOTOS | TRAILER
O longa-metragem ELEFANTES NA NÉVOA acaba de vencer o prêmio de Melhor Criação Sonora no Festival de Cannes. A obra é uma coprodução entre Nepal, Alemanha, França, Noruega e Brasil, que ficou responsável justamente pelo som do filme. As produtoras do audiovisual brasileiro responsáveis por este filme são a Bubbles Project, responsável por títulos como Malu e O Riso e a Faca, e a Enquadramento Produções, que assina obras como Los Silencios e A Febre. O prêmio reforça a potência do cinema brasileiro e o valor das coproduções internacionais, evidenciando, em um dos mais importantes eventos do mundo, como a troca criativa e técnica entre diferentes países contribui para o fortalecimento de cada projeto.
“Estamos muito felizes pelo prêmio, especialmente por ele reconhecer justamente o trabalho que o Brasil desempenhou no som do filme. Além disso, essa conquista evidencia a força das coproduções, que promovem trocas e intercâmbios culturais entre países, enriquecendo ainda mais a obra”, afirma Leonardo Mecchi, sócio-fundador da Enquadramento Produções.
“É incrível recebermos o prêmio de melhor criação sonora no Festival de Cannes porque não apenas destaca o filme entre tantos apresentados no festival, mas também valoriza a potência da colaboração artística das coproduções e reconhece o talento diretor o Abinash e equipe técnica e artística brasileira do filme!”, reforça Tatiana Leite, da Bubbles Project.
O som em ELEFANTES NA NÉVOA foi desenvolvido por profissionais brasileiros com ampla e renomada experiência. Pedro Sá Earp (‘Os Donos do Jogo’ e ‘Gabriel e a Montanha’) foi até o Nepal e trabalhou na captação do áudio durante as filmagens. Já na pós-produção, o diretor Abinash Bikram Shah foi ao Brasil e trabalhou na Confraria de Sons e Charutos com o designer de som Henrique Chiurciu (‘Deserto Particular’ e ‘O Animal Cordial’); o mixador Daniel Turini (‘O Silêncio do Céu’ e ‘Era uma vez Brasília’); e o supervisor de som Fernando Henna (‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’ e ‘O Silêncio do Céu’).
Assista ao trailer
“Nós da Confraria estamos honrados em sermos parte desse prêmio. Esse foi um trabalho repleto de colaboração, confiança e conexões profundas. Foi um enorme prazer trabalhar junto com Abinash para criar o universo sonoro do filme e mostra a consistência e maturidade do trabalho de som que é feito no Brasil”, afirmou Chiurciu no agradecimento lido pelo diretor Abinash Bikram Shah ao receber o prêmio das mãos de Khondker M. Thala, presidente da Conferência Geral da UNESCO.
Ambientado em um vilarejo no Nepal, à beira de uma floresta habitada por elefantes selvagens, o filme acompanha Pirati, líder de uma comunidade Kinnar, que vê sua vida abalada após o desaparecimento de uma de suas filhas. A partir deste evento, a narrativa se desenvolve como uma investigação, atravessada por conflitos íntimos e sociais.
ELEFANTES NA NÉVOA é o primeiro longa-metragem de Abinash Bikram Shah e fez parte da seleção oficial do Un Certain Regard, dedicado a novas vozes e propostas autorais do cinema contemporâneo. O diretor teve seu curta-metragem “Lori” premiado com Menção Especial na competição de curtas de Cannes em 2022 e também assinou o roteiro do longa “Shambhala”, exibido na competição da Berlinale em 2024.
Distribuído no Brasil pela Imovision, a estreia mundial do filme em Cannes posiciona ELEFANTES NA NÉVOA como um dos mais aguardados títulos deste ano, reforçando a presença brasileira no circuito internacional.
Sinopse Em um pequeno vilarejo no Nepal, situado no coração de uma floresta habitada por elefantes selvagens, Pirati é a matriarca de uma comunidade Kinnar. Ela sonha em viver uma vida “normal” ao lado do homem por quem é apaixonada. Mas, quando uma de suas filhas desaparece, ela precisa investigar o que aconteceu e escolher entre o amor e a responsabilidade que tem com sua comunidade.
Ficha técnica Título: Elefantes na Névoa Direção e roteiro: Abinash Bikram Shah Países: Nepal, Alemanha, Brasil, França, Noruega Duração: 105 minutos Idioma: Nepalês Elenco: Pushpa Thing Lama, Deepika Yadav, Jasmin Bishwokarma, Aliz Ghimire Produção: Underground Talkies Nepal, Les Valseurs, Die Gesellschaft DGS Coprodução: Enquadramento Produções, Bubbles Project, Zischlermann Filmproduktion, Storm Films, Jayantii Creations, ZDF/Arte Direção de fotografia: Noé Bach Montagem: Andrew Bird, Paris Bergen Direção de arte: Mausam Agrawal Som: Pedro Sá Earp
SOBRE A ENQUADRAMENTO PRODUÇÕES A Enquadramento Produções é uma produtora cinematográfica sediada em São Paulo, com quase 20 anos de atuação no desenvolvimento e produção de longas-metragens de ficção e documentário, com forte vocação para obras autorais, coproduções internacionais e diversidade de vozes e temas. Em sua filmografia destacam-se títulos como Los Silencios, de Beatriz Seigner, A Febre, de Maya Da-Rin, O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon, e A Transformação de Canuto de Ariel Ortega e Ernesto de Carvalho, entre outros, selecionados e premiados em importantes festivais internacionais, como Cannes, Berlinale, Locarno, Rotterdam, Toronto, San Sebastián e IDFA.
Atualmente, a Enquadramento Produções mantém uma ampla carteira de projetos em desenvolvimento com perfil autoral e internacional e encontra-se em pós-produção dos longas Amanhã, de Leonor Noivo (coprodução com a produtora portuguesa Terratreme) e do documentário Dragões, de Miguel Antunes Ramos, realizado em parceria com o Canal Curta! e em coprodução com a Esquina Filmes. Sua mais recente produção, Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah (coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega), acaba de ser selecionada para o Festival de Cinema de Cannes, na mostra Un Certain Regard.
SOBRE A BUBBLES PROJECT Criada por Tatiana Leite, a Bubbles Project é uma empresa produtora focada em filmes de novos autores e coproduções internacionais. Seu primeiro longa foi Aspirantes (2014), de Ives Rosenfeld, Melhor Filme na Carte Blanche de Locarno, três prêmios no Festival do Rio. Na sequência, produziu Pendular (2017), de Julia Murat, prêmio FIPRESCI da mostra Panorama na Berlinale; e Benzinho (2018), de Gustavo Pizzi, que abriu a World Cinema Competition do Festival de Sundance e foi premiado no Festival de Gramado e no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Com Argentina, Alemanha e Noruega, a Bubbles Project coproduziu Família Submersa (2018) de Maria Alché, selecionado em Locarno e San Sebastián, premiado como Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos. Com Chile, França e Coreia do Sul, fez Nona (2019), de Camila Jose Donoso, que competiu em Rotterdam. Sua coprodução com a França, Regra 34 (2022), de Julia Murat, ganhou o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno.
Seus trabalhos mais recentes são Malu (2024), de Pedro Freire, que estreou em Sundance e recebeu 5 prêmios no Festival do Rio, incluindo Melhor Filme; A Herança (2024), de João Cândido Zacharias (com a Sony Pictures e a Kromaki Filmes); e a produção associada Retrato de um Certo Oriente (2024), de Marcelo Gomes, que estreou em Rotterdam. Outro destaque é Puan (2023), de Maria Alché e Benjamin Naishtat, parceria com Argentina, França, Itália e Alemanha; Melhor Roteiro e Melhor Ator em San Sebastián
Seu próximo lançamento nos cinemas este ano é a coprodução O Riso e a Faca, premiado em Cannes em 2025. Em pós produção, a Bubbles tem Oceânico, de Guilherme Coelho, e Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah, que acaba de ser selecionado para o Festival de Cannes 2026. Está desenvolvendo os longas Selvajaria, de Miguel Gomes (com Portugal e França); Dora & Vera, de Pedro Freire; Meninos Banhando-se no Lago, de Michael Labarca (com Venezuela, França, Chile e Alemanha); Princesa, de Karine Teles (com a Filmes de Plástico); Porco Espinho, de Eva Randolph; Debaixo do Imbondeiro, de Valentina Homem; Os Setes Loucos, de Benjamin Naishtat; e Te Amo e Hoje Tudo É Belo, de Maria Alché.
Toy Story 5 (2026) pode até não ser o último filme da franquia, mas muito provavelmente marcará a despedida de Andrew Stanton como diretor de longas animados.
Falando para a EW, o cineasta disse ter o plano de se aposentar da função após o lançamento do seu mais novo longa. “Não quero piscar, fazer mais um filme e estar perto dos 70. Para mim, pessoalmente, trata-se do desejo de aproveitar ao máximo cada dia, semana e mês. Preciso voltar ao ‘tempo real’ em vez do que chamo de ‘tempo geológico’, onde as cidades surgem e caem, florestas são cortadas e crescem, mas a rocha continua lá. Você vive no tempo geológico quando trabalha com animação. Passei a maior parte da carreira assim.“, declarou.
Andrew Stanton só não garante com toda a certeza que nunca mais dirigirá um filme animado porque já havia prometido parar em Procurando Dory (2016). “Agora estou pagando a língua. Não digo nunca, mas a conta não fecha“, declarou.
O diretor tem hoje 60 anos. Ele começou na Pixar com 24. Segundo ele, o compromisso de tempo para um filme animado equivale a tirar um diploma universitário.
De qualquer forma, Andrew Stanton ainda seguirá na Pixar, mesmo que longe da cadeira de diretor. Ele ocupa o cargo de vice-presidente criativo do estúdio, e seguirá como produtor dos longas do estúdio. “Esta é provavelmente a melhor maneira de deixar minha marca na Pixar: ensinando aos outros como se faz.“, declarou.
Os filmes dirigidos por Stanton na Pixar foram Vida de Inseto (1998), Procurando Nemo (2003), WALL-E (2008) e Procurando Dory (2016). Ele também assinou os roteiros de Toy Story (1995), Toy Story 2 (1999), Monstros S.A. (2001), Toy Story 3 (2010) e Toy Story 4 (2019).
Seu próximo e provável último filme, Toy Story 5 chega aos cinemas em 18 de junho.
Festival do Rio em Cannes: Filme sobre Carolina Maria de Jesus é premiado dentro do Marché du Film
Longa dirigido por Jeferson De, estrelado e produzido por Maria Gal, representou o Brasil no programa Goes to Cannes ao lado de outros quatro projetos nacionais
O programa Goes to Cannes do Marché du Film do Festival de Cannes anunciou ontem, 18 de maio, os vencedores da sua edição 2026 e o projeto brasileiro “Carolina Maria de Jesus”, de Jeferson De, estrelado e produzido por Maria Gal, foi um dos premiados.O Goes to Cannes é a vitrine do Marché du Film para projetos em desenvolvimento, dedicada a promover festivais de cinema em todo o mundo, apoiar talentos promissores e servir como uma plataforma dinâmica para o networking no setor. A edição deste ano incluiu uma novidade: três prêmios oferecidos pela A.H Media Production, Ciné+ OCS e Sideral Cinema.
A ação Rio Goes to Cannes 2026 — uma iniciativa do Festival do Rio com o apoio estratégico da RioFilme — selecionou cinco longas brasileiros ainda em finalização para serem apresentados no Palais des Festivals, na última sexta-feira, para produtores,distribuidores, agentes de vendas e programadores de festivais do mundo todo.
“Carolina Maria de Jesus” foi o vencedor do A.H. Media Production Award, que oferece 10 mil euros aos produtores do filme No anúncio da entrega do prêmio, o júri destacou o protagonismo feminino e negro, elogiando a escolha de contar a história de uma figura tão forte e também a atuação de Maria Gal na interpretação da personagem-título. O filme narra a trajetória visceral da escritora que superou a fome e o racismo estrutural na década de 1950, transformando seus diários no Canindé em um clamor revolucionário que a consagrou como um dos maiores ícones literários do Brasil.
– Quando o Brasil ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962 com o filme “O Pagador de Promessas”, Carolina Maria de Jesus, apesar de ter sido convidada para a comemoração, foi impedida de entrar em um restaurante em São Paulo por ser uma mulher negra – lembra a produtora e intérprete de Carolina, Maria Gal. – Estar hoje em Cannes com um filme sobre sua vida carrega uma dimensão histórica, simbólica e profundamente emocionante para o cinema brasileiro. Estou muito feliz e grata a Jeferson De, Clélia Bessa, Globo Filmes, Elo Studios e a todos os parceiros!
A ação Rio Goes to Cannes integra a estratégia contínua de
Internacionalização do cinema brasileiro, uma iniciativa do Festival do Rio com o apoio estratégico da Rio Filme, que conecta produtores e projetos nacionais ao mercado global no Marché du Film — polo que reúne anualmente mais de 15 mil profissionais de cerca de 140 países.
A exibição de mercado realizada no Marché du Film funciona como um passaporte de circulação, ampliando as oportunidades de coprodução, vendas internacionais e posicionamento desses títulos em grandes festivais ao redor do mundo antes mesmo de suas estreias comerciais.
Conheça os cinco filmes participantes:
Beyond the Edge. Dirigido por Jo Serfaty. Produzido por: Clarissa Guarilha (Arissas), Violeta Kreimer, Valentina Merli (Misia Films), João Medeiros-Moraes (Claroscuro Cine). Brasil, França.
Days of Fire. Dirigido por Maju de Paiva, Bernardo Florim. Produzido por: Gabriel Corrêa e Castro, Sérgio Pedrosa, Juliana Bravo, Danielle Frangelli, Elisa Petry, Rafael Machado (Viralata Produções), Flávia Feffer, Ruben Feffer, Sabrina Nudeliman Wagon (Elo Studios), Telecine e Canal Brasil. Brasil.
Talented. Dirigido por Thais Fujinaga. Produzido por: Jessica Luz, Paola Wink (Vulcana Cinema), Daniel van Hoogstraten (Aurora Content), Letícia Friedrich (Vitrine Filmes).
Carolina Maria de Jesus. Dirigido por Jeferson De. Produzido por: Maria Gal (Move Maria), Clélia Bessa (Raccord Produções) com coprodução de Globo Filmes, Rosane Svartman (RSMTS), Cris Arenas (Buda Filmes), Sara Silveira (Dezenove Som e Imagens) e MACT Productions.
The Character. Dirigido por Fábio Mendonça. Produzido por: Diane Maia, André Novis, Eduardo Nasser (AMAIA Produções), em coprodução com Uno Filmes e Globo Filmes.