| Com sete episódios, a nova temporada, consolida o case de cocriação entre Casa Hunter, Cine Group e Vbrand, garantindo longevidade e visibilidade inédita à causa das Doenças Raras A série documental ‘Viver é Raro’ está no ar com sua terceira temporada. A iniciativa, realizada pela Casa Hunter (Associação Brasileira de Pacientes com Doenças Raras e seus Cuidadores) em coprodução com a Cine Group e Vbrand, consolida-se como um case de sucesso e longevidade no streaming. O projeto está disponível gratuitamente para não assinantes no Globoplay, com tradução para inglês e espanhol, o que amplia significativamente seu alcance e impacto social. A série se destaca por seu posicionamento inédito e pioneiro no cenário audiovisual global. “Não existe, nos principais serviços de streaming globais, um projeto com três temporadas focado em pacientes e liderado por uma instituição como a Casa Hunter”, afirma Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e cofundador da Casa dos Raros. O objetivo da série é amplificar a causa, promover a criação de políticas públicas e garantir o diagnóstico precoce de condições que, no Brasil, afetam cerca de 13 milhões de pessoas. A continuidade do projeto é sustentada por um modelo de “entretenimento de impacto baseado em cocriação”, desenvolvido ao longo de quatro anos. Segundo Fernanda Menegotto, diretora-executiva da série pela Vbrand, projetos de causa costumam nascer potentes, mas raramente conseguem se sustentar. “Em ‘Viver é Raro’, nossa construção foi justamente o oposto: desenhar, ao longo de quatro anos, um modelo de entretenimento de impacto baseado em cocriação, em que narrativa, distribuição e parcerias operam de forma integrada para garantir continuidade, relevância e impacto real”, afirma a cofundadora e diretora-executiva da Vbrand. A Cine Group, coprodutora da série junto com a VBrand, celebra o lançamento da temporada. “Chegar à terceira temporada de ‘Viver é Raro’ é muito especial e motivo de muita alegria para mim e para todo o time da Cine Group. É um projeto que se fortalece a cada temporada, fruto de muito trabalho, dedicação e sensibilidade de todos os envolvidos e que tem na Vbrand, nossa coprodutora, uma parceria fundamental para que essa continuidade fosse possível. Ver a série seguir essa trajetória e alcançar ainda mais pessoas a partir da disponibilização no Globoplay é muito gratificante e reforça o quanto esse projeto é necessário e potente.”, declara Luciana Pires, CEO e Produtora Executiva da Cine Group. Com sete episódios, a nova temporada aprofunda discussões sobre diagnóstico, tratamento, aceitação e, sobretudo, resiliência humana. Sete novos protagonistas compartilham suas jornadas de adaptação e superação, que incluem engajamento em causas sociais, prática esportiva e reinvenção profissional. Entre as histórias que inspiram, a série acompanha a trajetória de Giovanna Boscolo, que lida com Ataxia de Friedreich e conquistou o bronze paralímpico em Paris 2024, utilizando sua formação em Biomedicina para entender e superar os limites do corpo. Outro destaque é Karyn Cerqueira, que convive com Lipodistrofia Congênita Generalizada e usa o Jiu-Jitsu para provar que sua condição não limita sua força e capacidade intelectual, transformando o bullying em plataforma de autoestima. O sucesso e a relevância da produção são reforçados pelo apoio do mercado: ‘Viver é Raro’ conta com o suporte das farmacêuticas Alnylam, AstraZeneca, Azafaros, Biogen, Chiesi, GSK, Novartis, Pzifer e UCB. Com este novo ciclo, a série soma 21 episódios, dando voz e visibilidade à causa das doenças raras no Brasil e no mundo. Terceira Temporada ‘Viver é Raro’ Onde assistir: Globoplay, disponível para não assinantes Site: Link Sobre a Casa Hunter A Casa Hunter, fundada em 2013, é uma instituição dedicada à promoção da dignidade e do respeito às pessoas com doenças raras no Brasil e no mundo. Atua na articulação de políticas públicas e na mobilização da sociedade e do setor privado para ampliar o acesso a diagnóstico, tratamento e cuidado, beneficiando mais de 13 milhões de brasileiros e 300 milhões de pessoas globalmente. Entre seus principais projetos está o Day Hunter, que oferece atendimento multidisciplinar ágil e humanizado e foi vencedor do Prêmio Humanizar a Saúde 2025 na categoria Doenças Raras. Também é idealizadora da Casa dos Raros, centro de referência em diagnóstico e tratamento. Realiza, também, o Prêmio Gente Rara (criado em 2015), que reconhece lideranças, profissionais de saúde e pacientes atuantes na causa. A organização foi eleita ao NGO Branch, o braço das Nações Unidas para as organizações do Terceiro Setor, e também ao Rare Diseases International (RDI). |
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Top 5: Filmes para ver no Dia das Mães
1-Tudo sobre minha mãe (1999)

Sinopse: No dia de seu aniversário, Esteban (Eloy Azorín) ganha de presente da mãe, Manuela (Cecilia Roth), um ingresso para a nova montagem da peça “Um bonde chamado desejo”, estrelada por Huma Rojo (Marisa Paredes). Após o espetáculo, ao tentar pegar um autógrafo de Huma, Esteban é atropelado e morre. Manuela resolve então ir até o pai do menino, que vive em Barcelona, para dar a notícia. No caminho, ela encontra o travesti Agrado (Antonia San Juan), a freira Rosa (Penélope Cruz) e a própria Huma Rojo.
Onde assistir: Globoplay
2-A Sogra (2005)

Sinopse: Em A Sogra, após anos procurando seu príncipe encantado, Charlotte Cantilini (Jennifer Lopez) se apaixona por Kevin Fields (Michael Vartan). O problema é a mãe dele, Viola (Jane Fonda), que foi recentemente demitida do cargo de âncora de um jornal de rede nacional. Após perder o emprego, Viola teme perder também o filho e para evitar isto decide atrapalhar ao máximo os planos do casal.
Onde assistir: HBO Max
3-Que Horas Ela Volta? (2015)

Sinopse: A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.
Onde assistir: Globoplay
4-Adoráveis Mulheres (2019)

Sinopse: As irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Florence Pugh) amadurecem na virada da adolescência para a vida adulta enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras.
Onde assistir: HBO Max
5-Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda (2025)

Sinopse: Após os eventos inusitados de Sexta-Feira Muito Louca, onde Anna (Lindsay Lohan) e Tess (Jamie Lee Curtis), que são mãe e filha, trocaram de corpos e aprenderam lições valiosas, as coisas agora tomam um rumo ainda mais estranho. Anna agora é mãe de uma filha e se prepara para ser madrasta, enquanto Tess, agora avó e ganhadora de um Oscar, também está em um momento de grandes mudanças. Quando suas vidas se cruzam novamente, enfrentando os desafios de duas famílias se unindo, Tess e Anna descobrem que, de algum modo, o raio pode cair duas vezes. Uma nova crise de identidade se aproxima, e as duas terão que aprender mais uma vez a lidar com a transformação de suas vidas de maneira inesperada e cheia de surpresas.
Onde assistir: Disney+
Por: Cesar Augusto Mota
Com narração de Ailton Krenak, doc ‘Pisar suavemente na Terra’ chega à Globoplay dia 9 de agosto
| Filme discute impactos de grandes projetos na Pan-Amazônia a partir da perspectiva de lideranças indígenas que travam luta de “Davi contra Golias” em defesa de seus territórios |
![]() Doc Pisar Suavemente na Terra chega ao streaming – crédito: Marcos Colón |
José Manuyama, indígena Kukama da Amazônia peruana, lida com a contaminação do rio Nanay pelo garimpo e pelo petróleo. Ele luta contra o mercúrio e as doenças. No Oeste do Pará, o cacique Manoel, do povo Munduruku, tem seu território sitiado pela expansão do monocultivo e exportação da soja, intensificada pelo projeto de agronegócio da Cargill. Luta contra o domínio da terra e a tentativa de extinção da biodiversidade. Enquanto a cacica Katia, do povo Akrãntikatêgê, de Marabá (PA), tenta preservar sua cultura em um território devastado pela mineração da Vale S.A anos após ter visto sua família expulsa durante a implantação de uma Usina Hidrelétrica no coração da Amazônia.
Estes são os personagens que o diretor Marcos Colón apresenta em “Pisar Suavemente na Terra”, que estreia na plataforma de streaming Globoplay a partir de 9 de agosto de 2024, sexta-feira, Dia Internacional dos Povos Indígenas. Com tema de Gilberto Gil, a produção conecta as três histórias por meio da narrativa do imortal Ailton Krenak.
Premiado no Festival Cine Periferias (melhor longa), de Portugal, e no carioca Filmambiente, (fotografia), o filme venceu o prêmio de melhor longa no Ecoador – Festival de Cinema Ambiental (Equador). Este documentário de 73 minutos nos conduz numa jornada repleta de “algo mais”.
Colón leva o público com ele para escutar, aprender, registrar e, agora, divulgar as vozes de Kátia, Manoel, José e Ailton, mas também de seus ancestrais e descendentes. Vozes tão poderosas que vivem no limiar do que parece ser real para a maioria de nós.
Mas eles são reais: os arredores de Santarém, Marabá e Tabatinga, no Brasil; Iquitos no Peru e Letícia na Colômbia são os lares desses defensores da Amazônia que enfrentam um verdadeiro embate “Davi vs. Golias”. Eles lutam contra as engrenagens do Estado e das empresas que destroem a vida sob promessas de “desenvolvimento” e que desencadeiam a morte ao impedir a continuidade da vida e da biodiversidade na região.
A coragem e a sabedoria de Kátia, Manoel e José estão conectadas pela consciência e pela voz de Krenak em uma proposta ousada e revolucionária para salvar a Amazônia (e, com ela, o planeta inteiro): reconhecer que somos parte de algo maior.
Costurados por suas perdas e fortalecidos pela certeza de que precisam sobreviver para lutar pela permanência da floresta, cada um deles nos mostra um modo de vida que, inicialmente, os faz parecer extraterrestres. Em um pensar e viver tão diferenciados que parecem não pertencer a este plano/dimensão/realidade até que, frase a frase, olhar a olhar, em cada riso e lágrima, em cada quadro deste documentário, eles nos mostram que não é possível viver na Terra se não nos reconhecermos como parte dela. Que o costume não-indígena propagado pela lógica (limitada e distorcida) de “desenvolvimento” é o verdadeiro invasor, o estrangeiro, o alienígena.
Krenak aponta que é o modo de viver não-indígena quem cria uma dicotomia de um “nós” apartado “deles/outros” e, diz ele, “esse ‘outros’, para além dos outros seres humanos, é tudo o que é vivo. Aquilo que é chamado de natureza – o rio, a floresta, as montanhas – fica excluído dessa humanidade e ganha um amplo sentido de sub-humanidade, que é todo o resto. [E] a tragédia mais gritante [desse processo] é que o ‘resto’ mais visível [dessa exclusão] é feito de humanos”.
Juntos – Kátia, Manoel, José e Ailton – nos levam à necessidade de aprender a “Pisar suavemente na Terra”, de aprender como humanos a vivermos tão integrados à ela que nossa caminhada não deixaria marcas para trás. Aprender a passar pela vida e pela Terra sem ferir o planeta, sem “comer o mundo” onde vivemos, semeando um pouco dele em nós e, assim, garantir sua continuidade para todos os que virão.
Sinopse
No documentário “Pisar Suavemente na Terra”, três lideranças indígenas da Amazônia tentam manter vivas suas formas de estar no mundo. São as histórias de Kátia, cacica do povo Akrãtikatêjê, de Manoel, cacique do povo Munduruku e de José Manuyama, professor de origem Kokama. Os três narram as ameaças aos seus territórios promovidas pela grande mineração, pelo monocultivo, pelo garimpo, pela exploração de petróleo, pela extração de madeira e pela construção de usinas hidrelétricas. Interligadas pela voz e o pensamento ancestral de Ailton Krenak, esses relatos de resistência nos apresentam outras formas de existir e caminhar no mundo.
Sobre Marcos Colón
Marcos Colón é professor de Mídia e Comunidades Indígenas da Southwest Borderlands Initiative na Walter Cronkite School of Journalism and Mass Communication da Arizona State University. Ele também produziu e dirigiu “Beyond Fordlândia” (“Muito Além da Fordlândia”, 2018). Ele é o editor-chefe e fundador da revista ambiental Amazônia Latitude.
Instagram: @pisarsuavementenaterra
Site oficial: pisarsuavementenaterra.com.br/
Trailer 1: youtube.com/watch?v=7KWoq4KE_AE
Trailer 2: youtube.com/watch?v=HmLzXvJ9crg
Ficha técnica
“Pisar Suavemente na Terra” (2022) | Documentário | 73 min
Participações
Kátia Akrãtikatêjê,
Manoel Munduruku,
José Manuyama e
Ailton Krenak
Créditos
Direção & Produção: Marcos Colón
Roteiro: Marcos Colón & Bruno Malheiro
Fotografia: Bruno Erlan & Marcos Colón
Edição & Trilha Original: Diego Orix
Edição De Som & Mixagem: Ricardo Bento
Fotografia Adicional: Francinaldo Damasceno, Alberto Ferreira e Denivaldo Gaia
Produção Executiva: Erik Jennings & Marcos Colón
Produção Local Peru: João Paulo Pires & Marcos Colón
Colorização: Lupércio Bogéa
Design Gráfico: Fabricio Vinhas
Animações: Cristiano Frezza
Som Direto: Marcos Colón & Bruno Erlan
Pós-Produção: Estudiolab & Trix Produções
Tradução para Língua Jê: Lucilvado Costa
Tradução para Inglês: Edward Layland
Revisão em Inglês: Chanelle Dupuis
Revisão em Português: João Paulo Pires
Tradução para Espanhol: José Ángel Quintero Weir & João Paulo Pires
Música: “Refazenda”, de Gilberto Gil
Direitos Autorais da Música: Cortesia de Gege Produções
Novos episódios de Unidade Básica abordam desinformação e tratamento precoce
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Com produção da Gullane, série é exibida no Universal TV aos domingos, 21h30,
e está disponível também na Globoplay
Em sua terceira temporada, a série UNIDADE BÁSICA aborda um episódio da história recente: a pandemia de Covid-19. A trama da temporada se passa desde a descoberta do vírus no Brasil até o início da vacinação, no começo de 2021.
Os próximos 3 episódios – exibidos em 15, 22 e 29/10 – acompanham a evolução da pandemia no Brasil, e tocam em questões como desinformação, medicina humanizada, tratamento precoce e negacionismo.
“Procuramos reproduzir nesta nova temporada como a crise sanitária afetou a atenção primária de saúde e impactou a vida dos profissionais e da população atendida pelo SUS. Mostramos o quão difícil foi o trabalho desses profissionais no começo da pandemia, como enfrentaram as adversidades como verdadeiros guerreiros para defender a população de suas comunidades”, explica Ana Petta, que interpretar a Dra. Laura, um dos personagens principais da série.
O elenco também conta com Carlota Joaquina (de 3%) como a enfermeira Beth; e Vinicius de Oliveira (de Central do Brasil) como o agente de saúde Malaquias. Outros três personagens serão apresentados: Dr. Mariano (Marat Descartes, de Rotas do Ódio), o novo gerente da unidade, enviado pela Secretaria de Saúde; Dr. Waldir (Rodrigo dos Santos, de Onde Está Meu Coração?), médico que trabalha no SAMU e vai para a UBS buscar os pacientes em estado grave; e Gabi (Fernanda Marques, de Um Lugar ao Sol), estagiária hipocondríaca que integra a equipe da UBS.
A direção geral da série é de Suzy Milstein, que também dirige alguns episódios, assim como Ciocler e Cannito. A produção é de Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis.
Os oito episódios inéditos da terceira temporada serão sempre exibidos aos domingos, a partir das 21h30, no Universal TV. E também está disponível na Globoplay para assinantes.
A terceira temporada de Unidade Básica é uma produção Gullane, em coprodução com NBCUniversal International Distribution, com patrocínio NBCUniversal International Networks, Inspirali, UniEduK, Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e apoio da Agência Nacional do Cinema, ANCINE.
Sinopses
Episódio 03
Um acidente de trânsito causado por um ex alcoólatra causa um alvoroço na comunidade com parentes da vítima querendo vingança. Durante o atendimento ao motorista, Paulo tenta descobrir qual foi a causa do acidente. Enquanto isso, Laura atende uma demanda enorme de pacientes desinformados sobre a pandemia e o que isso gera de impacto na comunidade.
Episódio 04
Auge da Pandemia. Laura entra em conflito com Mariano para tentar melhorar a infraestrutura para atender melhor os pacientes. Malaquias e sua mãe pegam COVID. Ele está assintomático, mas Dona Irene apresenta sintomas graves. Paulo precisa definir quem fica com a única vaga disponível: um jovem influencer negacionista, também em estado grave, ou a mãe de seu colega.
Episódio 05
Muitos conflitos e pressão dentro da UBS. Laura e Beth querem a volta dos atendimentos multidisciplinares, Paulo precisa atender mais rapidamente os pacientes para dar conta da demanda. Laura precisa lidar com uma paciente grávida que contraiu diabetes gestacional, enquanto um caso de Paulo revela que Mariano não deixou de usar o tratamento precoce. Laura e Paulo conversam sobre o seu relacionamento.
Ficha Técnica:
Produtora: Gullane
Coprodução: NBCUniversal International Distribution
Produção Associada: Fábrica de Ideias e Clementina
Criadores: Newton Cannito, Helena Petta e Ana Petta
Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis
Direção Geral: Suzy Milstein
Diretores: Suzy Milstein, Caco Ciocler e Newton Cannito
Roteiristas: Newton Cannito, Marcos Takeda e Helena Petta
Produtores Executivos: Ana Saito, Pablo Torrecillas, Isabella Vidal e Marilia Alvarez Melo
Supervisão Artística: André Novis e Caio Gullane
Direção de Fotografia: Diego Garc
Direção de Arte: Coh Amaral
Montagem: Paulo Celestino, Danilo Queiroz e Fernanda Pacheco
Trilha Sonora Original: Diogo Poças e Leonardo Mendes
Direção de Elenco: Alessandra Tosi
Figurino: Cláudia Bezerra e Debora Ceccatto
Maquiagem: Lua Harumi
Som Direto: Marcelo Grell
Direção de Produção: Rafael Dutra
Supervisão de Pós Produção: Beatriz Almeida
Supervisão de Imagem: Dirceu Lustosa
Edição de Som e Mixagem: Estúdio Plug.in
1º Assistente de Direção: André Moreira
Elenco: Caco Ciocler, Ana Petta, Carlota Joaquina, Vinícius de Oliveira, Marat Descartes, Fernanda Marques e Rodrigo de Odé
Sobre o Universal TV
O Universal TV é líder no segmento de séries e top 5 dos canais mais assistidos da TV por assinatura, com as 9 das 10 séries mais vistas pelo público. Com 47 das 50 maiores audiências de séries, exibe franquias de sucesso como Law & Order (Law & Order: SVU e Law & Order), Chicago (Chicago Med, Chicago Fire e Chicago P.D.) e FBI (FBI, FBI: International e FBI: Most Wanted).
O canal faz parte da NBCUniversal, que no Brasil é uma joint venture com o Grupo Globo, e é uma das principais empresas de comunicação e entretenimento do mundo.
O foco da programação reforça o conceito de que os protagonistas das séries, com suas personalidades marcantes, são o ponto central de uma boa história, levando o melhor do entretenimento aos assinantes.
Para além dos ótimos resultados de audiência, os conteúdos do Universal TV têm o poder de inspirar, emocionar e motivar, e mostram que o grande impacto das emoções provocadas pelas histórias gera uma conexão genuína com a marca.
Sobre a Gullane
A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, já soma em seu catálogo mais de 50 filmes lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e 30 séries para televisão e plataformas digitais.
Entre os filmes e séries de destaque estão “Carandiru”, “Bicho de Sete Cabeças”, “A Última Floresta”, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”; a franquia “Até que a Sorte nos Separe”; “Que Horas ela Volta?”, “Como Nossos Pais”, “Bingo – o Rei das Manhãs”; as séries “Alice” e “Hard” (HBO), “Unidade Básica – 1a e 2a temporada” (Universal Canal), “Carcereiros” (Globoplay), “Irmãos Freitas” (Space e Amazon Prime), “Ninguém Tá Olhando” e “Boca a Boca” (Netflix), “O Rei da TV” (Star+). Já coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais de cinema e televisão do Brasil e do mundo como Mostra de Cinema, Festival do Rio, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, MIPTV e Emmy.
Top 5: Filmes para você curtir durante o Natal-parte 1
1-Um Brinde ao Natal (2020)

Em Um Brinde ao Natal, com seu estilo de vida despreocupado em jogo, um homem rico finge ser um ajudante de fazenda para conseguir que um agricultor trabalhador venda as terras de sua família, antes do Natal.
Streaming: Disponível na Netflix
2-Noelle (2019)

Filha do Papai Noel (Jay Brazeau), Noelle (Anna Kendrick) sempre teve que apoiar e encorajar seu irmão Nick (Bill Hader), que está prestes a assumir o papel do pai. Quando Nick desaparece pouco antes do Natal, Noelle embarca em uma jornada divertida e sincera para encontrá-lo, descobrindo, então, o que realmente significa a data.
Streaming: disponível no Disney+
3-Alguém Avisa? (2020)

Encontrar a família da sua namorada pela primeira vez pode ser difícil. Planejar pedir casamento no jantar de Natal da família dela – até você perceber que eles nem sabem que ela é gay – é ainda mais difícil. Alguém Avisa conta a história de Abby (Kristen Stewart), uma mulher que descobre que Harper (Mackenzie Davis), sua namorada, manteve o relacionamento amoroso entre elas em segredo. Por conta disso, Abby começa a questionar a sua amada, a pessoa ela tanto pensava que conhecia.
Streaming: Disponível no Amazon Prime Video
4-Natal no Hotel Plaza (2019)

A historiadora Jessica Cooper é encarregada de uma exposição que traça a história do Natal no Hotel Plaza. Lá ela conhece Nick, o decorador do hotel. Juntos, eles vasculham os arquivos do Hotel em busca de pontas de abeto do século passado. Muito rapidamente, eles se apaixonam, mas Jessica já está em um relacionamento com um professor universitário carreirista. Entre os dois homens, seu coração balança…
Streaming: disponível no Globoplay
5-Uma Invenção de Natal (2022)

Uma Invenção de Natal acompanha o fabricante de brinquedos Jeronicus Jangle (Forest Whitaker) e sua neta Journey (Madalen Mills), que são responsáveis por invenções fantástiscas que dão origem a peças excêntricas e magníficas. Quando sua mais preciosa criação é roubada por seu aprendiz de confiança, a traição deixa Jeronicus improdutivo e recluso, cabendo a sua neta criar uma mágica invenção para salvar o Natal.
Streaming: disponível na Netflix
Bônus: O Grinch (2000)

Um Grinch (Jim Carrey) que odeia o Natal resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade de Quemlândia possam comemorar a data festiva. Para tanto, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal.
Streaming: Disponível na Netflix, Globoplay e Amazon Prime Video
Por: Cesar Augusto Mota

