Assim como o Gloob, em 2022, D.P.A. – Detetives do Prédio Azul completa 10 anos no ar e, para celebrar a série infantil mais longeva de todos os tempos, o canal preparou o especial D.P.A. – De Volta Ao Clubinho. O programa reúne pela primeira vez os nove atores que já vestiram a famosa capa dos Detetives do Prédio Azul: Cauê Campos, Letícia Pedro, Caio Manhente, Anderson Lima, Letícia Braga, Pedro Motta, Samuel Minervino, Nathália Costa e Stéfano Agostini, além de receber a novata Emily Puppim, a próxima detetive da capa vermelha. D.P.A. – De Volta Ao Clubinho passeia pelos cenários, mostra curiosidades e relembra cenas marcantes do programa queridinho da criançada. O especial será exibido dia 25 de outubro, às 19h30, e fica disponível no Globoplay + Canais a partir do dia 26 de outubro.
Serviço – D.P.A. – De Volta Ao Clubinho
Exibição: 25/10, às 19h30, no Gloob
Disponível também para assinantes no Globoplay + Canais Ao Vivo
Sobre o Gloob
Um mundo de diversão para crianças, a qualquer hora e em qualquer lugar. Esse é o Gloob, uma marca de entretenimento que oferece conteúdo infantil de alta qualidade nas mais diversas plataformas — TV, VOD, redes sociais, games, aplicativos, streamings de música, eventos e produtos licenciados. Disponível também no Globoplay + Canais, a marca infantil tem DNA 100% brasileiro, investe e acredita em boas histórias e em produções nacionais e internacionais de alta qualidade, nas quais a criança se reconheça como protagonista. O Gloob e seu irmão caçula, o Gloobinho, compõem a oferta de canais infantis pagos da Globo.
DOCUMENTÁRIO EDUCAÇÃO PRESENTE PARA O FUTURO EMOCIONA AO REFLETIR SOBRE O PAPEL DA TECNOLOGIA NAS ESCOLAS
A partir de outubro, o filme de Patricia Travassosserá exibido no Canal Futura e ficará disponível na Globoplay
Como as escolas podem preparar as crianças e adolescentes para os desafios do futuro em um mundo cada vez mais conectado e globalizado? Como a educação formal deve se atualizar diante de tantos avanços tecnológicos? A partir dessas perguntas, a documentarista e especialista em inovação Patricia Travassos, dirige o filme EDUCAÇÃO PRESENTE PARA O FUTURO. A produção, assinada pela Prosa Press, já tem exibição marcada para outubro no Canal Futura, e em seguida, entra para o catálogo da Globoplay.
“Vamos colocar os pingos nos Is e a tecnologia no seu devido lugar: a serviço dos estudantes. Nunca o contrário. Para que não se tornem reféns de dispositivos eletrônicos, eles precisam ser ensinados desde cedo não só a lidar com essas novas ferramentas, como a tirar o melhor proveito delas para ganhar potência”, afirma a diretora do documentário que será lançado no dia 26 de setembro, em sessão especial no Itaú Cultural, em São Paulo.
Diferente das gerações passadas, os jovens de hoje estão conectados com o mundo todo, e o compartilhamento de informações não está mais restrito aos colegas de sala. “Estamos vivendo um momento desafiador de colocar em prática o Novo Ensino Médio brasileiro e o filme reflete sobre uma grande oportunidade para as escolas se transformarem para melhorar a qualidade do aprendizado, engajar os alunos e, consequentemente, reduzir a evasão escolar”, avalia a consultora técnica da produção, Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer, que atua na formação de professores em tecnologia, em todo o Brasil.
Para Patricia Travassos, “além de formarem um repertório gigante de referências, os estudantes hiperconectados são muito estimulados a se engajarem em causas coletivas. E aí, quando atitudes positivas se encontram com a tecnologia, a mágica acontece e os resultados são potentes.”
O filme EDUCAÇÃO PRESENTE PARA O FUTURO conquista o espectador numa narrativa conduzida por seis jovens ativistas que foram reunidos no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, para pensarem juntos sobre o futuro da educação. De 15 a 21 anos, eles foram selecionados pela atuação deles em causas ambientais, de diversidade e de inclusão na educação. Além deles, o documentário reúne também alguns projetos premiados criados em escolas públicas e particulares de norte a sul do país que adotaram metodologias ativas ligadas à tecnologia, colocando o aluno no centro do processo de aprendizagem – tais como gamificação, sala de aula invertida, aprendizado baseado em problemas, educação midiática e empreendedora, entre outras.
“Tínhamos uma grande preocupação de tornar a mensagem do filme capaz de dialogar com escolas nas mais diferentes realidades e geografias. Não nos interessava conversar apenas com escolas que tivessem recursos para investir em super laboratórios maker ou de informática. Recursos são muito bem-vindos, mas o mais importante vem antes disso: a conexão da sala de aula com a realidade do entorno que afeta a qualidade de vida dos alunos e os engaja ao conhecimento em busca de soluções para problemas reais”, conta Patricia.
Nesse sentido, vale destacar a história gravada num povoado, no interior do Maranhão, que mostra a atitude de Erica. Uma menina que decidiu criar uma escola e assumiu o papel de professora para que seus vizinhos não ficassem sem aprender durante a pandemia. Com o uso das redes sociais, ela conquistou apoio financeiro e concretizou o projeto que começou como uma brincadeira de criança.
Os exemplos selecionados para o filme são comoventes, capazes de atrair um público muito além do técnico, com uma linguagem acessível e muita sensibilidade. “A gente pretende que o doc sirva de ferramenta para profissionais de educação junto aos alunos, mas que ele possa gerar discussões saudáveis na mesa de jantar das famílias que se preocupam em acompanhar e melhorar a educação dos filhos”.
SINOPSE:
Ao investigar o impacto da tecnologia na educação, o documentário “Educação presente para o futuro”, dirigido por Patricia Travassos, mostra que a verdadeira conexão, capaz de reduzir a evasão de alunos e aumentar o prazer no aprendizado, se dá entre a sala de aula e os desafios do seu entorno, qualquer que seja a realidade onde a escola está inserida. As instituições de ensino não podem ser uma “redoma” que protege o aluno dos problemas reais que afetam a qualidade de vida dele, da família e de sua comunidade. Convidado a buscar conhecimento para criar soluções, o estudante se engaja, aprende a questionar e se torna um sujeito ativo, protagonista do próprio aprendizado. E, mais do que isso, ele passa a acreditar que pode fazer a diferença. Com exemplos de norte a sul do país, o filme mostra que a tecnologia nas escolas está a serviço dessa atitude, potencializa o ativismo e a capacidade de transformar o presente num futuro mais diverso, mais responsável e mais justo.
Ficha técnica:
Produção executiva: Clovis Travassos
Direção: Patricia Travassos
Assistente de direção: Denise Vieira Pinto
Consultora técnica: Luciana Maria Allan
Pesquisa: Stela Grisotti
Pré-roteiro: Mauro Gracco
Produção: Lyanne Kosaka / Txai Rodrigues
Direção de fotografia: Leo Rudá
Fotografia adicional e Imagens aéreas: José Gomes
Assistente de Câmera / Operador de Áudio: Daniel Vallota
Montagem e Edição: Vitor Lopes
Trilha sonora original: André Mehmari
Mixagem: Eduardo Lehr
Arte: José Sampaio
Pós produção: Rodrigo Dadona
Pesquisa de direitos autorais: Marco Paraná
Colorista: André Riolo
SOBRE OS REALIZADORES
Patricia Travassos: diretora do filme
Especialista em inovação, Patricia cria obras autorais que refletem sobre o impacto das novas tecnologias no comportamento das pessoas, nas relações e decisões que tomamos em todas as fases da vida. Nesse sentido, dirigiu os filmes “Inspira” e “Inovar é um parto” (em fase de finalização), além do “Educação presente para o futuro”.
É fundadora da Prosa Press, um hub de conteúdo especializado em projetos sobre inovação para a internet e para a TV. Tem experiência como Colunista de Inovação na CNN Brasil e na Globonews. Dirigiu as séries Projeto Upload (CNN Brasil) e Fominha (GNT), o documentário Tristezas não pagam Dívidas (Globonews), além do reality Mãe S/A (TV Globo). Esse último inspirou a publicação do livro “Minha mãe é um negócio” (Editora Saraiva).
Antes de seguir carreira como empreendedora independente, atuou ao longo de 15 anos como repórter e apresentadora de programas jornalísticos e culturais em emissoras como Band, TV Cultura e SBT. Participou de coberturas nacionais e internacionais, tais como Festivais Culturais, Jogos Olímpicos e Copa do Mundo.
Prosa Press Produções: empresa produtora
A Prosa foi criada em 2012 depois que a fundadora desenvolveu uma série especial para o programa Fantástico em coprodução com a Rede Globo. Foi o reality Mãe S/A. A partir daí, a equipe cresceu e, atualmente, cria produções audiovisuais autorais que refletem sobre novas tendências tecnológicas e de comportamento que vêm transformando da rotina pessoal à profissional.
Além de “Educação Presente para o Futuro”, a Prosa lança ainda este ano o filme “Inovar é um Parto” (documentário em fase de finalização). A produtora assina ainda outros títulos como o “Projeto Upload” (1ª temporada na CNN Brasil), “Pílulas da Longevidade” (série de branded content lançada em diversos canais), “Fominha” (GNT) e “Tristezas Não Pagam Dívidas” (Globonews).
A expertise da Prosa em inovação nutre também projetos de comunicação corporativa, atraindo clientes de tecnologia, empresas da nova economia e as mais tradicionais que buscam criatividade e consistência para traduzir a transformação digital para o seu público.
O Oscar 2022 acontece neste domingo, 27, transmitido do Teatro Dolby, em Los Angeles, para o resto do mundo. Após um ano bem diferente e recheado de exceções por conta da pandemia de coronavírus, a cerimônia retorna ao seu formato mais tradicional, e promete várias surpresas para a noite deste domingo.
A premiação acontecerá como pré-pandemia, no Teatro Dolby em Los Angeles, com direito a tapete vermelho. O Dolby Theatre, no entanto, terá sua capacidade ligeiramente reduzida para o Oscar 2022, acomodando 2.500 convidados ao invés de 3.300.
Sobre protocolos de segurança, o Oscar também já avisou que os indicados e seus convidados terão que apresentar prova de vacinação, mas os apresentadores do prêmio e convidados musicais não passarão pelo mesmo procedimento.
A maior diferença do Oscar 2022, no entanto, pouco tem a ver com a pandemia: este ano, a Academia decidiu entregar 8 de seus prêmios fora do horário televisionado. Por isso, as categorias de Melhor Montagem, Trilha Sonora, Documentário em curta-metragem, Curta animado, Curta live-action, Som, Maquiagem e Penteados e figurino, ficam de fora da cerimônia principal.
Amy Schumer (Descompensada), Wanda Sykes (Família Upshaw) e Regina Hall (Todo Mundo em Pânico) ficarão responsáveis por apresentar a cerimônia do Oscar 2022.
A transmissão tradicional, na TNT Brasil, acontece normalmente, à partir das 21h. A mudança é que este ano o eventor não será transmitido na TV Globo, apenas pelo serviço de streaming Globoplay. A transmissão será gratuita, para todos os usuários logados, sem necessidade de assinatura. Tanto na TNT quanto no Globoplay o aquecimento para a cerimônia começa às 20h com a transmissão do tapete vermelho.
A 93ª Edição do Oscar se aproxima e será realizada no próximo domingo, dia 25, no Union Station, famosa estação de trem de Los Angeles, que receberá convidados com distanciamento. A cerimônia foi adiada por conta da pandemia do Covid-19, e celebrará os melhores filmes lançados entre 1 de janeiro de 2020 e 28 de fevereiro de 2021. Pela primeira vez, boa parte das obras indicadas foram lançadas diretamente no streaming.
Pelo terceiro ano seguido, a Academia optou por não eleger um anfitrião. Diversos atores, atrizes e cineastas apresentarão o evento. Nomes como Angela Bassett, Halle Berry, Bong Joon Ho, Don Cheadle, Bryan Cranston, Laura Dern, Harrison Ford, Regina King, Marlee Matlin, Rita Moreno, Joaquin Phoenix, Brad Pitt, Reese Witherspoon, Renée Zellweger e Zendaya confirmaram presença.
O Oscar 2021 será transmitido no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 20h, horário em que os convidados começam a chegar ao evento e a passar pelo tapete vermelho. A entrega de troféus deve ocorrer por volta das 22h. Os assinantes do canal também podem acompanhar o evento no serviço de streaming TNT Go. Além do site, está disponível um aplicativo para Android e iOS para quem possui o canal pelas operadoras Vivo, Claro, TVN, Cabo Telecom, Multiplay, Sky, Algar Telecom, Oi e Net.
Na TV aberta, a Globo começa a exibir a festa, por volta das 0h30, após o Big Brother Brasil 21. Seguindo o modelo do último ano, a íntegra do evento deve ser transmitida no Globoplay (com acesso liberado para não-assinantes) e pelo portal G1. Ambas devem começar às 20h. Além disso, o canal E! costuma transmitir a festa bem mais cedo, a partir das 19h, com comentários de críticos especializados. As redes sociais e o canal do YouTube oficiais da Academia também compartilham os vencedores e alguns vídeos curtos da premiação, com discursos de aceitação e curiosidades.
Relembre quem foram os indicados ao Oscar 2021 aqui.
A série em quatro capítulos na Globoplay fala da intolerância religiosa e do desrespeito à liberdade das pessoas. Gilda é uma mulher livre que tem como religião a umbanda e vive numa vila onde a igreja evangélica domina. Quando se nega a deixar que um cartaz a vereador de um rapaz evangélico, Ismael, seja colocado na sua porta, compra briga com a vizinhança principalmente com a mulher dele, Cacilda.
Os problemas começam para ela com o desaparecimento de Ismael pois a cruzada implacável de Cacilda se intensifica. Abrem seu galinheiro, envenenam seu porco e escrevem desaforo e calúnia na sua parede. Nesse ínterim, o terreiro que ela frequenta é destruído e a milícia toma conta da proteção da vila após a morte do soldado da PM que também é amante de Gilda.
Karine Telles mais uma vez se destaca como Gilda, a protagonista. E realmente sobra na turma. Numa série que retrata muito o que é o Brasil hoje: o do fundamentalismo religioso e da hipocrisia. Karine fez a patroa em Que Horas ela volta, Benzinho e Riscado.
A série destaca também o empoderamento feminino, a aceitação do corpo e a onda de conservadorismo. Para ver e rever.
Os Últimos Dias de Gilda” garantiu um feito inédito para o Brasil. A série original do Canal Brasil foi a primeira brasileira a ser selecionada para participar da Berlinale Series, mostra do Festival de Berlim.
A série de quatro episódios de 25 minutos estreou no Canal Brasil em novembro. Ela traz Karine Teles e Julia Stockler como protagonistas, e tem criação e direção de Gustavo Pizzi (Benzinho e “Riscado”).