APAIXONADA, COM GIOVANNA ANTONELLI, GANHA NOVA DATA DE LANÇAMENTO EM CINEMA

APAIXONADA, COM GIOVANNA ANTONELLI, GANHA NOVA DATA DE LANÇAMENTO EM CINEMA


Baseada no livro de sucesso de Cris Souza Fontês, a comédia romântica será lançada em cinemas em 07 de março de 2024. A obra traz ainda Danton Mello e Rodrigo Simas no elenco.
A comédia romântica APAIXONADA, de Natalia Warth, ganha nova data de estreia e será lançada nos cinemas em 07 de março de 2024. Uma produção da Bronze Filmes, em coprodução com a Rubi Produtora e distribuição da Imagem Filmes, a obra é inspirada no livro ‘Apaixonada aos 40’, de Cris Souza Fontes. No longa, Giovanna Antonelli vive Beatriz, uma mulher que se descobre sozinha depois de se divorciar e resolve que está na hora de redescobrir a alegria de viver.Com roteiro assinado por Ana Abreu e Sabrina Garcia, e colaboração de Rodrigo Goulart, o longa acompanha o processo de redescoberta de si mesma e do amor, pelo qual Beatriz passa, que a leva a se aproximar de todas as paixões que a vida é capaz de oferecer. O elenco ainda inclui nomes como Danton Mello, como o ex-marido de Beatriz, e Rodrigo Simas, como um novo interesse romântico, além de Polly Marinho, como a melhor amiga da protagonista, Cátia Damasceno e Jonas Bloch, em participações especiais.Assista ao Trailer:

Natalia, que estreia na direção de cinema, conta que o projeto começou quando dirigiu a novela Quanto mais vida melhor!, em 2021, e trabalhou com Giovanna. “Ela leu esse livro, adorou e me procurou dizendo que queria muito fazer algo junto comigo novamente, e achava que tinha de ser dirigido por mim. Houve uma afinidade entre nós, e quando ela se juntou com a produtora Patricia Chamon, fui convidada para dirigir o APAIXONADA”, explica a diretora, que tem no currículo também a série As Five e a novela Mar do Sertão.

Giovanna Antonelli afirma que as mulheres se identificarão muito com a protagonista Bia: “Bia sou eu e a Bia é você, em vários momentos da vida real. Engraçados. Tristes. Românticos. Decisivos e deliciosos. A descoberta da própria paixão”.

A diretora montou uma equipe majoritariamente feminina para o filme, que inclui a diretora de fotografia Luz Guerra; a diretora de arte Priga Costa; as figurinistas Natalia Duran e Júlia Melo; e a diretora de produção Isabella Alves. “Foi um set maravilhoso, cheio de mulheres, pois meu processo é muito colaborativo. Cada uma contribuindo com sua experiência e sensibilidade para contar a história dessa mulher que vai atrás de se apaixonar pela vida.”

Em sua jornada pessoal, Beatriz acaba viajando para a Argentina. Rodar no país sul americano, segundo Natália, trouxe uma riqueza para o filme. “As cenas feitas lá deram um novo ar, que a personagem precisava. Às vezes, a gente só entende nossa vida, quando se desloca fisicamente para outro lugar, e se olhar de fora. Não adianta fugir, os problemas vão junto. Quando você consegue ver de longe, você consegue ver de forma mais clara. O público vai gostar de ver as imagens, a paisagem e o visual são incríveis.”

Para Natalia, Giovanna também foi fundamental para o filme. Além de protagonista, ela assina também como produtora e é uma atriz completa, que transita muito bem entre a comédia, o drama e o romance, elementos que já estavam presentes no filme.

“Não foi tão difícil achar o equilíbrio entre o romance e a comédia. É algo que já havia no livro, e o roteiro é muito bem escrito, então consegui debater muito com a equipe cada passagem, e afinamos uma história que emociona e faz rir – como a vida. É uma comédia divertida, e, às vezes, algo triste até te faz rir.”

Sinopse
Beatriz está no auge dos seus quarenta anos, e, quando sua filha vai estudar fora, ela acha que viverá um recomeço de relacionamento com o marido mas, quando ele pede o divórcio, ela se vê sozinha. Mas esse fim pode ser um novo começo, e ela vai à procura do sentido de se apaixonar.

Elenco

Bia: Giovanna Antonelli
Alfredo: Danton Mello
Dora: Polly Marinho
Jeff: Pedroca Monteiro
Pablo: Rodrigo Simas
Pepe: Nicolás Pauls
Júlia: Rayssa Bratillieri
Virgínia: Natalia Dal Molin
Afonso: Giuliano Laffayette
Thiago: Bruno De Mello
João: Danilo Sacramento
Orlando: Jonas Bloch
Naomi: Claudia Ohana
Ágatha: Samanta Quadrado
Gabi: Lidiane Almeida
Cátia: Cátia Damasceno
Garçom: Gabriel Bulcão
Motorista Da Caminhonete: Hugo Grativol
Homem Do Retiro: Kakau Berredo
Mulher Do Retiro: Gloria Dinniz
Dublê: Danton Melo Douglas Cantudo

Ficha Técnica:
Direção: Natalia Warth
Direção De Arte: Priga Costa
Direção De Fotografia: Luz Guerra
Figurino: Natalia Duran e Júlia Melo
Visagismo: Fernando Torquatto
Produção De Elenco: Diogo Ferreira
Som Direto: Pedro Sá
Trilha Sonora: Marcelo Souza, Rogério Flausino
Roteiro: Ana Abreu E Sabrina Garcia
Colaboração De Roteiro: Rodrigo Goulart
Direção De Produção: Isabella Alves
Produção Executiva: Patricia Chamon
Produtores Associados: Giovanna Antonelli, House Entertainment, Marcos Brandão
Supervisão De Produção: Catarina Chamon
Controller: Arthur Chamon
Coprodução: Claro E Rubi Produtora
Produção: Bronze Filmes
Distribuição: Imagem Filmes

Natalia Warth | Diretora

Natalia Warth se formou em Cinema pela PUC Rio. Trabalha desde 2006 na Rede Globo de televisão onde entrou no programa de estágio e depois se tornou assistente de direção. Em 2010 viajou para a Itália com a novela “Passione”, se apaixonando pela cultura e fazendo amigos no meio cinematográfico italiano. Em 2011 voltou à Itália por dois anos para se dedicar a formação de direção cinematográfica na escola Tracce S.n.c. em Roma. No mesmo período, foi assistente pessoal do ator Franco Nero e escreveu, produziu e dirigiu o curta-metragem “KINO” que teve sua estreia no 14º Festival de Tirana (Albânia) e participou do Festin Lisboa 2012 e do Shortcutz Porto em 2016. Atua como diretora na TV Globo desde 2016 onde estreou na novela das 21:00 “A lei do Amor”, emendando em “Malhação- Vidas Brasileiras” (2018-19) depois estreando no mundo das séries em “As Five” (2020). Logo em seguida dirigiu a novela “Quanto mais vida melhor” (2021) o que lhe rendeu o convite para dirigir seu primeiro longa-metragem estrelado por Giovanna Antonelli, a comédia romântica “Apaixonada”. Dirigiu logo após do filme a novela “Mar do Sertão” (2022) e a segunda temporada da série “Encantado’s” (estreia 2024) e logo em seguida foi chamada para assinar a direção geral da segunda temporada de Rensga Hits (em produção, estreia 2024).

Bronze Filmes | Produtora

A Bronze Filmes É Uma Produtora Nacional Comprometida Com O Cinema, Que Busca Inovar A Cada Produção. Em Atuação Desde 1998, A Empresa Mistura Sua Vasta Experiência Na Área Com O Desejo De Ser Ainda Mais Moderna E Relevante. Com O Objetivo De Se Tornar Referência A Nível Nacional E Conferir Força À Indústria Do Entretenimento, Trabalhamos Para Construir Uma Marca De Confiança Tanto Para O Público Quanto Para Os Realizadores De Cinema No Brasil. Com Base Nisso, A Empresa Tem Como Princípio Básico Somar À Pluralidade Cultural Brasileira, Com Produtos De Qualidade E Que Buscam Atingir Os Mais Variados Públicos, Indo Dos Jovens Moviegoers Aos Cinéfilos Mais Experientes.

Rubi Produtora | Coprodutora

A Rubi Produtora Completou 10 Anos No Mercado Audiovisual Com Os Recente Títulos Produzidos: “Desapega”, Com Glória Pires E Maísa Silva, “Apaixonada” – Protagonizado Por Giovanna Antonelli, Danton Mello E Rodrigo Simas, “Enaldinho E O Mistério Da Lagoa”, Filme Do Fenômeno Do Youtube Enaldinho, “Uma Babá Gloriosa”, Coproduzido Por Cleo Pires, “O Porteiro”, Comédia Que Conta Com A Presença De Nomes Como Maurício Manfrini, Cacau Protásio, Alexandre Lino E Aline Campos, E A Obra “Uma Fada Veio Me Visitar” – Com O Protagonismo Da Rainha Xuxa Meneghel, Marcando O Seu Retorno Às Telas Dos Cinemas. A Última Produção Foi Em Parceria Com Os Estúdios Maurício De Sousa Com O Longa “Turma Da Mônica Jovem – Reflexos Do Medo”. Nosso Olhar É Para A Plural E Significativa Cultura Brasileira. Para 2023 Tem Muito Mais Coisa Boa Vindo.

Imagem Filmes | Distribuidora

Imagem Filmes É Uma Empresa Nacional Que Atua No Mercado De Entretenimento Do País Como Distribuidora De Filmes Independentes. Comprometida Com A Qualidade E Variedade De Produções, A Empresa Trabalha Nos Segmentos De Cinema E Televisão, E É Responsável Pelo Lançamento De Grandes Produções Nacionais, Onde Destacam-Se: “Veneza”, “Ela Disse, Ele Disse”, “Carcereiros: O Filme” E “É Fada!”. Além Das Produções Internacionais, Como O Premiado “Vice” E Sucessos Como “Pinóquio”, “Legado Explosivo”, “Rambo: Até O Fim”, “Amizade Maldita” E “Maria E João: O Conto Das Bruxas”.

PEDÁGIO chega aos cinemas nesta quinta

PEDÁGIO chega aos cinemas nesta quinta

Longa foi o maior vencedor no Festival do Rio 2023, com quatro troféus, além de percorrer renomados festivais internacionais, como os de São Paulo, San Sebastián, Vancouver, Bordeaux, Toronto e Roma, onde conquistou o prêmio de melhor filme
Trailer: https://youtu.be/XfKBMN2RJqg

Produção mais premiada na última edição do Festival do Rio, onde conquistou os prêmios de melhor atriz (Maeve Jinkings), ator (Kauan Alvarenga), atriz coadjuvante (Aline Maria Marta) e direção de arte (Vicente Saldanha), o longa-metragem PEDÁGIO, o segundo da carreira de Carolina Markowicz, chega nacionalmente aos cinemas nesta quinta-feira, 30 de novembro. Além de uma marcante passagem pela Mostra de Cinema de São Paulo, o filme vem também consolidando uma ótima carreira internacional, com exibições nos festivais de San Sebastián, Vancouver, Bordeaux e Toronto – no qual a diretora se tornou o primeiro nome latino-americano da história a receber o prestigiado Tribute Award, na categoria Emerging Talent, ao lado de nomes como Spike Lee, Pedro Almodóvar e Patricia Arquette. No Festival de Roma, PEDÁGIO conquistou o prêmio de melhor filme. A classificação indicativa é 16 anos.

Produzido pela Biônica Filmes e O Som e a Fúria, coproduzido pela Globo Filmes e Paramount Pictures e distribuído pela Paris Filmes, o novo projeto conta a história de uma atendente de pedágio que, inconformada com a orientação sexual do filho, comete delitos na tentativa de financiar uma cura para a sua “doença”. Único longa brasileiro de ficção na programação do festival, PEDÁGIO retrata a opressão e violência sofrida pela população LGBTQIA+, diante das incoerências e atrocidades promovidas – de forma mais explícita nos últimos anos – por alguns setores da sociedade.

“Em pleno 2023 com todos adventos, tecnologias e avanços, chega a ser chocante a preocupação com quem o outro se relaciona sexualmente. O fosso conservador que vivemos nos últimos tempos serviu para deixar bem à vontade cada indivíduo que se achasse no direito de proferir críticas e até agressões à população LGBTQIA+”, analisa Carolina, que também assina o roteiro da produção. “Além da violência, há práticas absurdas e patéticas, como as retratadas pelo filme, que parecem ser ficção, mas estão muito próximas à realidade surreal do brasileiro LGBT, gerando sequelas físicas e emocionais irreparáveis”.

O longa, que a diretora descreve como “um drama permeado por humor ácido”, participou de relevantes laboratórios de apoio ao desenvolvimento audiovisual, como o Tribeca All Access, Torino Film Lab e Berlinale Coproduction Market.

Neste ano, a cineasta conquistou ainda um troféu na última edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, na categoria Primeira Direção, com o seu filme de estreia “Carvão” (2022), que também foi indicado pela Academia de Brasileira de Artes e Ciências Cinematográficas para representar o país na 38ª edição do Goya, na Espanha, uma das mais importantes premiações do cinema europeu.

Sinopse
Suellen, cobradora de pedágio, percebe que pode usar seu trabalho para fazer uma renda extra ilegalmente. Mas tudo por uma causa nobre: financiar a ida de seu filho à caríssima cura gay ministrada por um famoso pastor estrangeiro. 

Ficha Técnica
Direção: 
Carolina Markowicz
Roteiro: Carolina Markowicz
Empresas produtoras: Biônica Filmes, O Som e a Fúria
Empresas coprodutoras: Globo Filmes, Paramount Pictures
Distribuição: Paris Filmes
Produção: Karen Castanho, Luís Urbano, Bianca Villar, Fernando Fraiha, Sandro Aguilar
Produção associada: Jorge Furtado
Coprodução: Carolina Markowicz, Mario Peixoto, Thalita Zaher
Produção Executiva: Chica Mendonça, João Macedo
Direção de Arte: Vicente Saldanha
Direção de Fotografia: Luis Armando Arteaga
Som Direto: André Bellentani
Trilha Sonora: Filipe Derado
Edição: Lautaro Colace, RicardoSaraiva
Figurino: Marcia Nascimento
Elenco e Personagens: Maeve Jinkings (Suelen), Kauan Alvarenga (Tiquinho), Thomás Aquino (Arauto), Aline Marta Maia (Telma), Isac Graça (Pastor Isac)
Classificação Indicativa: 16 anos

Sobre Carolina Markowicz
Carolina Markowicz, roteirista e diretora, escreveu e dirigiu seis curtas-metragens exibidos em cerca de 400 festivais, como Cannes, Locarno, Toronto, SXSW, AFI, com os quais conquistou mais de 80 prêmios. Seu curta-metragem de maior reconhecimento, “O Órfão”, estreou em Cannes, na Quinzena dos Realizadores, e venceu a Queer Palm, sendo o único filme brasileiro a conquistar tal prêmio. Outro destaque em sua carreira é “Edifício Tatuapé Mahal”, que estreou no TIFF – Festival Internacional de Toronto, onde Carolina foi apontada pelo curador Shane Smith como uma das cinco “filmmakers to watch”. O curta obteve mais de 15 prêmios de melhor filme e roteiro, além de ter sido exibido em mais de 200 Festivais pelo mundo. Atualmente online, está entre os “best of the year” pelo Vimeo Staff Picks. Carolina esteve entre os dez jovens cineastas internacionais convidados para o TIFF Talent Lab 2015, com os mentores Wim Wenders e Jim Stark. Também foi selecionada para o Berlianale Talents 2018 e para a Filmmakers Academy – Locarno 2018, onde foi apontada pela Indiewire como uma das “Most Exciting New Filmmakers” da atualidade. Carolina foi convidada a fazer parte da SEE Factory, onde codirigiu e coescreveu o curta-metragem “SPIT”, exibido na abertura da Quinzena dos Realizadores em Cannes 2019. Em 2021 foi convidada para fazer parte da academia votante do Oscar – AMPAS. Em 2022, “Carvão, seu primeiro longa-metragem, estreou na competição oficial “Platform” do Festival de Toronto e teve sua première europeia no Festival de San Sebastian. PEDÁGIO (2023), seu segundo longa, contou com apoio de desenvolvimento de Tribeca All Access, Torino Film Lab e Berlinale Co-Production Market e estreou mundialmente no festival de Toronto, onde Carolina recebeu o Tribute Award, (na categoria “Emerging Talent) ao lado de nomes como Pedro Almodóvar, Patricia Arquette e Spike Lee.

Sobre a Biônica Filmes
A Biônica Filmes foi fundada em 2012 por Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho. Produziu a série para a HBO: “PSI”, indicada ao Emmy Awards 2015 (Melhor Série Dramática); e os longas: “Os Homens São De Marte… E é Pra Lá Que Eu Vou!” (2014), de Marcus Baldini, visto por mais de 1,8 milhões de espectadores e ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2015 (Melhor Comédia); “Reza a Lenda” (2016), de Homero Olivetto, ganhador do Prêmio Especial do Júri no Tallin Black Nights 2016; e “TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva” (2017), de Paulinho Caruso e Teo Poppovic, selecionado para o SXSW 2018. Em 2017, a Biônica foi coprodutora do documentário “Divinas Divas”, de Leandra Leal, vencedor do Prêmio do Público – Global no SXSW e “La Vingança”, de Fernando Fraiha, coprodução Brasil/Argentina, vencedora do prêmio de Diretor Estreante do Brooklyn Film Festival. Em 2018, a produtora lançou “Uma Quase Dupla”, estrelada por Tatá Werneck e Cauã Reymond, que foi vista por mais de 600 mil pessoas nos cinemas. Em 2019, lançou o primeiro live-action baseado nas histórias da Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa, “Turma da Mônica – Laços”, dirigido por Daniel Rezende, que levou mais de 2 milhões de pessoas aos cinemas. Em 2021, lançou “Outubro”, de Maria Ribeiro, documentário sobre a eleição presidencial de 2018; e “Turma da Mônica – Lições”, a sequência do sucesso de “Turma da Mônica – Laços”. Em 2022, lançou a “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, coprodução Brasil/Portugal sobre o retorno de Dom Pedro I a Portugal; a produção internacional Brasil/Argentina: “Bem-Vinda, Violeta!”, dirigida por Fernando Fraiha, baseada no livro “Cordilheira”, de Daniel Galera; “Meu Álbum de Amores”, de Rafael Gomes, comédia romântica musical com trilha-sonora assinada por Arnaldo Antunes, e “Turma da Mônica – A Série”, no Globoplay. A Biônica está em processo de finalização do longa-metragem PEDÁGIO, de Carolina Markowicz, e em montagem do documentário sobre a maior estrela do rock brasileira: Rita Lee.

Sobre a Paramount Pictures
A Paramount Pictures Brasil atua no mercado audiovisual no Brasil desde 1916 com foco no seu conteúdo original, mas também fomenta e apoia o desenvolvimento do cinema brasileiro investindo em conteúdo local. A distribuidora foi responsável pela distribuição de clássicos nacionais, como “Vinicius” (2005), “Tropa de Elite” (2007), “Última Parada 174” (2008), “Homem do Futuro” (2011) e “Raul – O início, o Fim e o Meio” (2012) pra citar alguns. Hoje o estúdio atua como coprodutor de diversas produções nacionais, como “Os Homens São de Marte” (2014), “Loucas pra Casar” (2015), “O Shaolin do Sertão” (2016), “Minha Mãe é uma Peça 2” (2016), “Minha Mãe é uma Peça 3” (2019), “Turma da Mônica – Laços” (2019), “Turma da Mônica – Lições” (2021) entre outros.

Sobre a Globo Filmes
Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras – do cinema à casa de cada um de nós. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998. Com mais de 500 filmes no portfólio, como produtora e coprodutora, o foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no nosso cinema: comédias, romances, infantis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de bilheteria, como “Tropa de Elite 2” e “Minha Mãe é uma Peça 3” – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como “2 Filhos de Francisco”, “Aquarius”, “Que Horas Ela Volta?”, “O Palhaço” e “Carandiru”, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como “Cidade de Deus” – com quatro indicações ao Oscar – e “Bacurau”, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Títulos mais recentes como “Marighella”, “Turma da Mônica: Lições” e “Medida Provisória” fizeram o público voltar às salas pós-pandemia para prestigiar um cinema que fala a nossa língua.

Sobre a Paris Filmes

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013, e “Meia-noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen. A distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Os Três Mosqueteiros”, “Minha Irmã e Eu”, “Tá Escrito”, e as sequências “John Wick 4: Baba Yaga”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma História de Extraordinário”, “Jogos Mortais X”.

Exibido em Cannes e indicado ao César, SOFTIE chega aos cinemas em 7 de dezembro

Exibido em Cannes e indicado ao César, SOFTIE chega aos cinemas em 7 de dezembro

Conduzido pelo premiado Samuel Theis, o filme se baseia em experiências do próprio diretor

Premiado diretor de “Party Girl” (Camera D’or em Cannes 2014), Samuel Theis está de volta com um filme que contempla elementos autobiográficos: SOFTIE. Além de ter sido nomeado ao Prêmio Queer Palm em Cannes, recebeu uma indicação ao César de melhor ator promissor para o protagonista Aliocha Reinert, que interpreta Johnny Jung, um garoto repleto de potencial. O longa chega aos cinemas brasileiros em 7 de dezembro, com distribuição da Pandora Filmes.

O filme é, em grande parte, autobiográfico, embora eu tenha tomado mais liberdades do que em ‘Party Girl’. SOFTIE se baseia na minha infância, mas com espaço para um pouco mais de ficção. Eu não queria estar tão ligado à realidade”, explica Theis, que assina o roteiro com Gaëlle Macé.

Johnny tem 10 anos e se destaca em sua família por sua sagacidade e sensibilidade. Ele observa, entre outras coisas, as dificuldades que sua mãe (Melissa Olexa) enfrenta o criando sozinha. Tudo muda com a chegada de um novo professor, o Sr. Adamski (Antonie Reinartz), que vê no garoto um grande potencial.

Johnny vem de uma família desfavorecida, sofrendo de problemas estruturais e atenção. Adamski pode lhe dar as duas coisas. Ele abre, no garoto, as portas da sensibilidade, bem como da consciência de si mesmo. Não há apenas o surgimento da inteligência de Johnny, mas também a percepção de seu papel social”, explica o cineasta.

Ao contrário de “Party Girl”, cujo elenco era formado por atores não-profissionais, Theis combinou em SOFTIE profissionais experientes com estreantes para, conforme disse, “criar um diálogo entre dois mundos”.

A questão da representação das classes trabalhadoras na tela é importante e, para mim, é difícil reconstituir esse ambiente específico com os atores. Eu sinto uma necessidade de filmar pessoas da região, com aqueles rostos, corpos e maneiras de falar, visando aumentar a visibilidade deles. No filme, os atores profissionais encarnam outra classe social. Achei divertido, numa meta dimensão, a interação em seus diferentes status.

Para encontrar o ator perfeito para o protagonista, Theis conta que fez muitos testes na região de Lorraine, até chegar em Reinert. “Eu queria um garoto com cabelo comprido, e de natureza delicada, já tocado por questões de sexualidade e de gênero. Aliocha apareceu. Ele tinha cabelo comprido, ele fazia balé. Contei aos pais dele o que acontece no filme, pois queria que ficasse claro. E, com muita sabedoria, eles me disseram que seria uma decisão de Aliocha. Ele pediu um tempo para pensar sobre isso, o que achei muito bonito. Ele me ligou alguns dias depois, dizendo que sentia que era capaz de fazer o personagem. (…) Tomar essa decisão foi muito corajoso da parte dele.

A crítica internacional tem destacado os pontos fortes da obra. A Revista Screen Daily escreveu que o filme “captura habilmente a confusão, o medo e a raiva do protagonista enquanto ele tenta lidar tanto com as dificuldades da vida quanto com sua crescente sexualidade”. Já o CineEuropa revelou que “o carisma de Aliocha Reinert desempenha um papel importante no sucesso de um filme que se mostra muito esclarecedor sobre o desejo de emancipação (…), criando uma obra que evita qualquer pensamento simplista em preto ou branco e vibra como se acompanhasse as batidas de um coração aprendendo a se controlar”.

Sinopse
Johnny tem dez anos e só se interessa por histórias adultas. Numa habitação social em Lorraine, ele observa com curiosidade a vida sentimental agitada de sua jovem mãe. No colégio, frequenta a turma do Sr. Adamski, um professor novato que acredita em seu potencial e com quem descobrirá um novo mundo.

Ficha Técnica
Direção: 
SamuelTheis
Roteiro: 
SamuelTheis, Gaëlle Macé
Produção: Caroline Bonmarchand
Elenco: Aliocha Reinert, Antonie Reinartz, Melissa Alexa, Ilia Higelin
Direção de Fotografia: Jacques Girault
Desenho de Produção: Mila Preli
Trilha Sonora: Ulysse Klotz
Montagem: Nicolas Desmaison, Esther Lowe
Gênero: drama
País: França
Ano: 2021
Duração: 93 minutos

Sobre a Pandora Filmes 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

UMA CARTA PARA PAPAI NOEL estreia dia 14 de dezembro

UMA CARTA PARA PAPAI NOEL estreia dia 14 de dezembro

Comédia com José Rubens Chachá e Totia Meirelles acaba de ganhar pôster e promete emoção, aventura e humor em lançamento para todo o Brasil

O aguardado filme de Natal brasileiro, UMA CARTA PARA PAPAI NOEL já tem data de estreia, 14 de dezembro, e chega aos cinemas de todo o país com distribuição da Pandora Filmes. A produção é da Okna Produções. 

No longa, Papai Noel (José Rubens Chachá) recebe uma carta de Jonas (Caetano Rostro Gomes), um menino órfão de 8 anos que vive em uma casa de acolhimento. Na correspondência, Jonas pergunta sobre como é a vida de Noel quando não está entregando presentes e revela que ele e seus amigos nunca receberam presentes no Natal. Emocionado com o interesse do menino e intrigado, Noel viaja ao Brasil para descobrir este mistério. O roteiro é assinado pelo próprio diretor e Gibran Dipp.

Dedicado a entreter toda a família, não apenas as crianças, o longa investe em um universo de aventura e fantasia, mas também busca se aproximar da nossa realidade. Repleto de efeitos especiais, o filme levará às telas um imaginário conhecido de todos, mas em um contexto bem brasileiro, afinal o Papai Noel vem ao Brasil. “De um simples brilho que acompanha um personagem a algo mais complexo, como uma viagem interplanetária, os efeitos especiais realmente são uma marca no filme”, explica o diretor. 

Filmado em estúdio e nas cidades de Porto Alegre, Viamão e Santa Tereza, todas no Rio Grande do Sul, o diretor aponta que o clima alegre durante as filmagens contribuiu para a excelência no resultado. “Por aqui mantemos o astral, fizemos um set divertido para que todos se sintam valorizados e curtam esse momento”, comenta Spolidoro.

O elenco infantil é liderado por Caetano Rostro Gomes, como Jonas, e a preparação das crianças é de Adriano Basegio, que dedicou meses a essa etapa. Os principais personagens infantis são interpretados também por Mariana Lopes, Lívia Borges Meinhardt, Cecilia Guedes e Theo Goulart Up. Já o elenco adulto inclui, além de José Rubens Chachá, as atrizes Totia Meirelles, Polly Marinho, e Elisa Volpatto. A equipe artística conta com nomes como Bruno Polidoro (“A Primeira Morte de Joana”), na direção de fotografia; Tiago Retamal, na direção de arte; Pablo Riera (“A Teoria dos Vidros Quebrados”), na montagem. A produção é de Aletéia Selonk, que também assina a produção executiva com Graziella Ferst, Marlise Aúde e Gina O’Donnell.

A trilha sonora conta com uma música original, composta por Arthur de Farias e Fernanda Takai, escrita especialmente para o filme, que será interpretada por Fernanda. Além disso, UMA CARTA PARA PAPAI NOEL traz uma versão inédita de “Sobre o Tempo”, da banda Pato Fu, da qual Fernanda faz parte. A canção é parte do projeto do grupo voltado para o público infantil, Música de Brinquedo. 

UMA CARTA PARA PAPAI NOEL conta com recursos públicos geridos pela Agência Nacional do Cinema – ANCINE e com investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA administrados pelo BRDE. Ainda na etapa de desenvolvimento o projeto foi um dos dez selecionados para participação no pitching no Mercado de Ideias Audiovisuais – INTERNACIONAL – em 2018, em São Paulo.

Sinopse

Jonas, um menino órfão de 8 anos que vive em uma casa de acolhimento, nunca ganha presente no Natal. Preocupado, ele escreve uma carta para Papai Noel, mesmo que seus amigos Beca, Pri, Alana e Cabeleira debochem da sua ingenuidade: “Só o Jonas pra acreditar que esse ano ia ser diferente”. Ao receber a carta do menino perguntando sobre o que Noel gosta de fazer, de comer e como é sua vida quando não é Natal, Noel se emociona. Jonas conta que nunca recebe presente no Natal e, então, Papai Noel entra em ação para descobrir o motivo. Noel se disfarça de Leon – o Conserta-Tudo e, junto com Maria Noel e com a ajudante Tata, parte para investigar o mistério. Enquanto explora a casa de acolhimento, Noel começa a ser vigiado por Léia, a diretora do lugar. Léia começa a desconfiar de Noel criando dificuldades para ele e a garotada. Noel e as crianças criam um forte laço de amizade, mas a construção dessa cumplicidade será repleta de obstáculos. Nessa jornada, todos irão redescobrir o verdadeiro significado do Natal.

Ficha técnica

Roteiro: Gibran Dipp e Gustavo Spolidoro

Direção: Gustavo Spolidoro

Produção: Aletéia Selonk

Produção Executiva: Aletéia Selonk, Graziella Ferst, Marlise Aúde e Gina O’Donnell

Direção de Produção: Tito Mateo

Direção de Fotografia: Bruno Polidoro

Direção de Arte: Tiago Retamal

Preparação de Elenco: Adriano Basegio

Produção de Elenco Nacional: Andrea Imperatore

Montagem: Pablo Riera

Supervisão de Efeitos Visuais: Pedro de Lima Marques

Trilha Sonora: Arthur de Farias

Edição de Som e Mixagem e Mixagem: Kiko Ferraz, Ricardo Costa e Chrístian Vaisz

Elenco: José Rubens Chachá, Totia Meirelles, Polly Marinho, Elisa Volpatto, Caetano Rostro Gomes, Lívia Borges Meinhardt, Mariana Lopes, Cecilia Guedes, Theo Goulart Up.

Sobre Gustavo Spolidoro

Dirigiu e roteirizou 21 curtas e médias e 5 longas, tendo recebido mais de 70 prêmios no Brasil e exterior e participado de festivais como Berlim, Rotterdam e Sundance. Seu primeiro curta, VELINHAS, participou da Mostra Panorama, no Festival de Berlim (1999). Recebeu duas vezes o GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO (considerado o Oscar do cinema nacional), pelos curtas OUTROS (2000) e DE VOLTA AO QUARTO 666 (2010 –que tem como “ator” o diretor alemão Wim Wenders). Seu curta INÍCIO DO FIM (2005) recebeu 16 prêmios e participou de festivais como Rotterdam e Sundance.

É diretor e roteirista do premiado longa, AINDA ORANGOTANGOS (2007). Desde 2015, seus principais trabalhos são pensados para um público jovem e para a família: a série ERNESTO, O EXTERMINADOR DE SERES MONSTRUOSOS, no ar na TV Brasil; a série A VELHA HISTÓRIA DO MEU AMIGO NOVO, na TV Brasil; e a série FORMIGAS, na TVE. Em 2021, estreou o filme OS DRAGÕES.

Sobre a produtora Aletéia Selonk

Aletéia Selonk é produtora e diretora da Okna Produções e está a frente da realização do projeto Uma Carta para Papai Noel. Fundou a Okna em 2006 e tem em seu currículo importantes produções nacionais como os longas “A Primeira Morte de Joana”, “Mulher do Pai”, “Ponto Zero”, e a animação “As Aventuras do Avião Vermelho”. Jornalista, pós-graduada em Produção Audiovisual e doutora em Comunicação Social pela PUCRS, com passagem pela Sorbonne, Aletéia atua no setor audiovisual desde 1995. É professora de produção audiovisual na PUCRS, onde foi responsável pela implantação do Tecna, um centro de produção audiovisual no RS. É Presidenta do Forcine – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual e integra o + Mulheres Audiovisual.

Sobre a Okna Produções

Produtora de conteúdo dedicada à realização de projetos para cinema, televisão e plataformas digitais. Especializada na produção e produção executiva, realiza não apenas o gerenciamento de projetos mas de talentos criativos. Em 2023, a empresa completa 17 anos de atuação. Em seu catálogo constam mais de 50 obras, sendo 10 longas metragens, 19 médias, 21 curtas e 6 séries de TV. Suas produções foram selecionadas e premiadas em importantes festivais no Brasil e no exterior. São obras que unem características autorais ao potencial de se comunicar com as audiências, trazem uma diversidade de abordagens temáticas dedicadas a diferentes perfis de públicos e foram realizadas a partir de coproduções que valorizam talentos nacionais e internacionais.

QUALIFICADO PARA O OSCAR 2024, INCOMPATÍVEL COM A VIDA ESTREIA EM 16 DE NOVEMBRO

QUALIFICADO PARA O OSCAR 2024, INCOMPATÍVEL COM A VIDA ESTREIA EM 16 DE NOVEMBRO

Vencedor do festival É Tudo Verdade deste ano e publicado pelo NY Times, o documentário longa-metragem de Eliza Capai estreia no Brasil e tem sessões especiais com debates em quatro capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Brasília)
Eleito o Melhor Documentário Brasileiro do É Tudo Verdade 2023, o longa INCOMPATÍVEL COM A VIDA foi um dos destaques da mostra O Estado das Coisas, durante a Première Brasil do Festival do Rio 2023. O filme, escrito e dirigido pela cineasta Eliza Capai, terá estreia em 16 de novembro nos cinemas, pela Descoloniza Filmes.Confira o novo trailer:

Um tabu no Brasil e em vários países ainda, há uma grande dificuldade social em lidar com a morte, ainda mais quando se trata de um bebê ou feto. Receber o diagnóstico de que seu bebê não sobreviveria revirou a vida de Eliza Capai, que, além de filmar todo o seu processo de interrupção de gravidez, virando a câmera para si nos momentos mais difíceis de sua vida, também conversou com mulheres que passaram por situações semelhantes. Incompatível com a vida é um filme sobre vida, morte, luto e políticas públicas que afetam as mulheres. O título “incompatível com a vida” é um termo médico para o diagnóstico pré-natal de malformação congênita de um bebê que não sobreviverá fora do útero. E, embora milhares de mulheres tenham abortos espontâneos ou induzidos no Brasil, quase nenhuma delas se sente acolhida para falar sobre. Portanto, na discussão entre interromper ou não a gestação e as políticas públicas que afetam as mulheres, estão mães que lidam com a dor de uma perda gestacional.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aborto inseguro se caracteriza como um procedimento para interromper uma gravidez indesejada por meninas e mulheres realizado em um ambiente sem condições necessárias e um padrão médico mínimo. Segundo a OMS, cerca de 25 milhões de interrupções inseguras são feitas por ano no mundo, causando a morte de 39 mil mulheres e meninas. No Brasil, o aborto está entre as cinco principais causas de mortalidade materna, responsável por cerca de 5% do total. A legislação brasileira só permite a prática em três casos: gestação decorrente de estupro, anencefalia fetal e quando há risco de vida à mulher ou menina.

O longa qualificado para o Oscar discute o direito de escolha ao aborto no Brasil a partir de experiências de mulheres que interromperam a gravidez ou seguiram a gestação de fetos diagnosticados como incompatíveis com a vida – em todos os casos, as mulheres enfrentaram o luto e a perda de seus filhos. O documentário chamou atenção internacional e foi reeditado como curta-metragem para um artigo de opinião do jornal internacional NY Times, “Dear Supreme Court of Brazil, Use Your Power to Protect Women” (“Querido STF, Use seu poder para proteger as mulheres”).

INCOMPATÍVEL COM A VIDA inicia em novembro a corrida para a shortlist do Oscar de 2024 com sessão no Hollywood Brazilian Film Festival em Los Angeles e sessão em Nova Iorque. Recentemente, o filme também foi agraciado no Festival de Vitória, com o prêmio de Melhor Contribuição Artística. Quem assina a produção do filme é Mariana Genescá, da tva2.doc.

Sobre o filme INCOMPATÍVEL COM A VIDA:

O documentário longa-metragem INCOMPATÍVEL COM A VIDA nasceu da experiência da diretora Eliza Capai, que começou a filmar sua gravidez durante a pandemia, e tudo parecia correr bem, até que veio o diagnóstico: seu bebê tinha uma malformação que o tornava incompatível com a vida, e um aborto seria a melhor solução. A complicada jornada de Eliza é acompanhada de perto na tentativa de poder realizar uma interrupção de gravidez de forma legal em outro país. Ela consegue fazer o procedimento pelo sistema público de saúde de Portugal, com apoio de uma junta médica e da legislação no país. Já no Brasil, realizar uma interrupção de gravidez de um feto incompatível com a vida é inconstitucional. Eliza conversou com outras mulheres que a partir do mesmo diagnóstico de incompatibilidade com a vida no Brasil, viveram diversos desdobramentos, criando um potente coral com diversas opiniões e vivências de luto parental.

Ao passar por esta situação, me dei conta de uma crueldade ainda maior da lei que criminaliza o aborto no Brasil. Que mesmo mulheres que desejavam seus filhos, ao se verem gestando um bebê que infalivelmente morreria nos primeiros minutos ou horas de vida extra uterina, é obrigada a levar a gestação a cabo. Para mim, seria uma forma de tortura, tanto para mim, quanto para o meu filho, levar a gestação a cabo”, conta Eliza.

INCOMPATÍVEL COM A VIDA será lançado no Brasil pela Descoloniza Filmes no dia 16 de novembro nos cinemas.

O filme também está em uma campanha de impacto associada à corrida para o Oscar, liderada pela Taturana Cinema e Impacto Social, que tem como objetivo trazer à tona a urgente necessidade de debater e repensar os direitos reprodutivos das mulheres no Brasil.

Sinopse
A partir do registro de sua gravidez frustrada, a diretora Eliza Capai conversa com outras mulheres que tiveram vivências parecidas à sua, criando um potente e tocante coral de vozes que refletem sobre temas universais: vida, morte, luto e políticas públicas que nos afetam.

Ficha Técnica
Direção:
 Eliza Capai
Roteiro: Eliza Capai
Produção:  Mariana Genescá, tva2.doc
Montagem: Daniel Grinspum
Direção de Fotografia: Janice D’avila
Direção de Fotografia (gravidez da diretora): Eliza Capai, João Pina
Trilha Sonora: Decio7 com participação especial de Juçara Marçal
Gênero: documentário
País: Brasil
Ano: 2023
Duração: 92 minutos

Sobre Eliza Capai
Documentarista de temas relacionados a gênero e sociedade, Eliza assina a direção de séries, longas e curtas, com destaque para a primeira série brasileira true crime original Netflix, “Elize Matsunaga: Era uma vez um crime” (2021), e o longa, “Espero tua (re)volta”, que estreou na Berlinale (2019), com os prêmios da Anistia Internacional e da Paz, além de outros 25 prêmios em +100 festivais.

Sobre a tva2.doc
A tva2.doc é uma produtora brasileira focada em projetos documentais com temáticas sociais. Seu objetivo é trabalhar com narrativas originais que abordem temas sensíveis, apostando no audiovisual como potente ferramenta de reflexão e inclusão social. A empresa é dirigida por sua fundadora, Mariana Genescá, que assina também a produção das obras, que incluem seis longas metragens, todos eles com participações e destaque nos principais festivais de cinema.

Leia a matéria do The New York Times:  Dear Supreme Court of Brazil, Use Your Power to Protect Women.
Acompanhe a Página Oficial do filme: @incompativel_com_a_vida 
Estreia nos cinemas em 16 de novembro