
A volta de Barrados no Baile
Hoje faz sete anos que perdemos Luke Perry, de AVC, o Dylan de Barrados no Baile. Lembro que as adolescentes e pós-adolescentes gostavam do estilo bad boy dele. Eu preferia o Brandon: mauricinho, certinho, batalhador. Ele foi vivido pelo ator canadense Jason Priestley.
Barrados no Baile foi a primeira série televisiva que eu acompanhei até o fim. Eu ainda vi os episódios gravados em videocassete pela minha amiga Renatinha Souto. Era uma febre. E eu nem era, nem sou americanófila.
Agora Barrados no Baile está na Netflix desde o dia 17 de abril. As quatro primeiras temporadas. E comecei a maratonar. Algumas curiosidades: a mãe da Kelly era diferente, o Dylan só aparece no terceiro episódio e a música de abertura icônica também. Também não me lembrava da primeira vez do Brandon com uma namorada de Minnesota.
Eu torcia muito para Brandon e Andrea que nutria por ele um amor platônico e depois meu casal favorito virou Donna e David. A Brenda vivida por Shannen Doherty TB falecida por complicações de câncer de mama era odiada nos Estados Unidos. Mas aqui eu tinha raiva da Kelly. Ainda mais que lá pra frente o Brandon se apaixona por ela. Brandon foi meu primeiro crush televisivo.
A primeira aula que apareceu foi de Espanhol o que eu amei. E o Brandon falando Espanhol ficou mais lindo ainda. Barrados no Baile traz de volta aquela nostalgia dos anos 90. Eu já estava na faculdade de Medicina mas minha alma estava muito presa ao colégio e às amizades de escola. Já vi oito episódios. E cada um é melhor que o outro.
Obrigada, Netflix. Vocês me fizeram muito feliz. Liberem mais temporadas de Beverly Hills 90210.