Chopin tem 25 anos e é o favorito dos salões parisienses e do Rei da França. Embora a tuberculose esteja lhe tirando o frescor da vida, ele continua compondo peças geniais, dando suas aulas e descobrindo novos talentos no ramo da música. Ele compõe uma obra atrás da outra. Seu apelido é Fritz
São peças revolucionárias, numa delas ele mescla com o polonaise. Mesmo morando em Paris, Chopin não se esquece da sua terra Natal, a Polônia. As peças são maravilhosas. O filme é falado todo em francês mas tem uma parte que Chopin fala polonês com alguns amigos.
Ele tenta se casar para formar uma família, mas sua noiva se casa com outro pois quer um marido saudável. Ele fica extremamente decepcionado, mas sabe que está sendo consumido pela tuberculose. Os escarros de sangue passam a ser mais frequentes.
O filme tem uma fotografia belíssima, bem dirigido e de fácil compreensão. Chopin tem muita interação com outro músico, Lizt. Entre eles há uma profunda amizade. Um analisa a peça do outro.
Eryk Kulm dá vida a Chopin de forma magnífica. Eu amo Chopin e a Polônia e fiquei encantada com o filme. Chopin pede, quase no fim do filme, que seu coração seja levado para Varsóvia onde de fato está até hoje. Seu restos mortais ficaram em Paris no cemitério Pere Lachaise.
Vale muito a pena ver esse filme formidável e de extrema sensibilidade. Para os amantes da música clássica
Estreia no Brasil em 28 de maio.
4/5 poltronas.
