Oscar 2019: Conheça todos os indicados

Oscar 2019: Conheça todos os indicados

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta terça-feira a lista completa de todos os indicados ao Oscar 2019. A 91ª acontecerá em 24 de fevereiro, em Los Angeles, no Teatro Dolby. Os filmes ‘Roma’ e ‘A favorita’ lideram com 10 indicações, seguidos por ‘Nasce uma estrela’, ‘Pantera Negra’ e ‘Vice’.

Veja abaixo a listagem completa:

Melhor Filme

Pantera Negra
Infiltrado na Klan
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Green Book: O Guia
Roma
Nasce Uma Estrela
Vice

Melhor Atriz

Yalitza Aparicio (Roma)
Glenn Close (A Esposa)
Olivia Colman (A Favorita)
Lady Gaga (Nasce Uma Estrela)
Melissa McCarthy (Poderia Me Perdoar?)

Melhor Ator

Christian Bale (Vice)
Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela)
Willem Dafoe (No Portal da Eternidade)
Rami Malek (Bohemian Rhapsody)
Viggo Mortensen (Green Book: O Guia)

Melhor Atriz Coadjuvante

Amy Adams (Vice)
Marina De Tavira (Roma)
Regina King (Se a Rua Beale Falasse)
Emma Stone (A Favorita)
Rachel Weisz (A Favorita)

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali (Green Book: O Guia)
Adam Driver (Infiltrado na Klan)
Sam Elliott (Nasce uma Estrela)
Richard E. Grant (Poderia Me Perdoar?)
Sam Rockwell (Vice)

Melhor Direção

Spike Lee (Infiltrado na Klan)
Pawel Pawlikowski (Guerra Fria)
Yorgos Lanthimos (A Favorita)
Alfonso Cuarón (Roma)
Adam McKay (Vice)

Melhor Roteiro Original

A Favorita
First Reformed
Green Book: O Guia
Roma
Vice

Melhor Roteiro Adaptado

The Ballad of Buster Scruggs
Infiltrado na Klan
Poderia Me Perdoar?
Se a Rua Beale Falasse
Nasce Uma Estrela

Melhor Figurino

The Ballad of Buster Scruggs
Pantera Negra
A Favorita
O Retorno de Mary Poppins
Duas Rainhas

Melhor Cabelo

Border
Duas Rainhas
Vice

Melhor Direção de Arte/Design de Produção

Pantera Negra
A Favorita
O Primeiro Homem
O Retorno de Mary Poppins
Roma

Melhor Trilha Sonora Original

Pantera Negra
Infiltrado na Klan
Se a Rua Beale Falasse
Ilha dos Cachorros
O Retorno de Mary Poppins

Melhor Canção Original

All the Stars – Pantera Negra
I’ll Fight – RBG
The Place Where Lost Things Go – O Retorno de Mary Poppins
Shallow – Nasce Uma Estrela
When A Cowboy Trades His Spurs For Wings – Ballad of Buster Scruggs

Melhor Fotografia

Guerra Fria
A Favorita
Never Look Away
Roma
Nasce Uma Estrela

Melhor Edição

Infiltrado na Klan
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Green Book: O Guia
Vice

Melhor Edição de Som

Pantera Negra
Bohemian Rhapsody
O Primeiro Homem
Um Lugar Silencioso
Roma

Melhor Mixagem de Som

Pantera Negra
Bohemian Rhapsody
O Primeiro Homem
Roma
Nasce Uma Estrela

Melhores Efeitos Visuais

Vingadores: Guerra Infinita
Christopher Robin
O Primeiro Homem
Jogador N°1
Han Solo: Uma História Star Wars

Melhor Documentário

Free Solo
Hale County This Morning, This Evening
Minding the Gap
Of Fathers and Sons
RBG

Melhor Animação

Os Incríveis 2
Ilha de Cachorros
Mirai
Wifi Ralph
Homem-Aranha no Aranhaverso

Melhor Filme Estrangeiro

Capernaum (Líbano)
Guerra Fria (Polônia)
Never Look Away (Alemanha)
Roma (México)
Shoplifters (Japão)

Melhor Curta Animado

Animal Behavior
Bao
Late Afternoon
One Small Step
Weekends

Melhor Curta em Documentário

Black Sheep
End Game
Lifeboat
A Night at the Garden
Period. End of Sentence.

Melhor Curta em Live-Action

Detainment
Fauve
Marguerite
Mother
Skin

Por: Cesar Augusto Mota

Framboesa de Ouro 2019 – os indicados

Framboesa de Ouro 2019 – os indicados

Salve galera.

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Saiu a lista dos indicados ao prêmio mais importante do ano: a Framboesa de Ouro 2019.

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E como sempre, seguem meus palpites e comentários por categoria.

 

PIOR FILME

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Gotti

Crimes em Happytime

Holmes & Watson

Robin Hood – A Origem – apesar da forte concorrência, os remakes vêm fazendo MUITO feio nos últimos anos, e por isso, deve levar o prêmio

A Maldição da Casa Winchester

 

PIOR ATRIZ

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Jennifer Garner (A Justiceira)

Amber Heard (London Fields)

Melissa McCarthy (Crimes em Happytime e Alma da Festa) – se não for em um filme dos Muppets, NUNCA se deve contracenar com um boneco

Helen Mirren (A Maldição da Casa Winchester)

Amanda Seyfried (Espectador Profissional)

 

PIOR ATOR

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Johnny Depp (Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim)

Will Ferrell (Holmes & Watson)

John Travolta (Gotti)

Donald Trump (como ele mesmo em Death of a Nation e Fahrenheit 11/9) – o bom do Trump é que ele não precisa se esforçar muito para ser um canastrão

Bruce Willis (Desejo de Matar)

 

PIOR ATRIZ COADJUVANTE

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Kellyanne Conway (como ela mesma em Fahrenheit 11/9)

Marcia Gay Harden (Cinquenta Tons de Liberdade)

Kelly Preston (Gotti)

Jaz Sinclair (Slender Man – Pesadelo sem Rosto)

Melania Trump (como ela mesma em Fahrenheit 11/9) – mais uma que não precisa fazer força para se destacar como uma péssima atriz

 

PIOR ATOR COADJUVANTE

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Jamie Foxx (Robin Hood – A Origem)

Ludacris (Show Dogs)

Joel McHale (Crimes em Happytime)

John C. Reilly (Holmes & Watson)

Justice Smith (Jurassic World: Reino Ameaçado) – apesar do nome, ele não é parente do Will Smith, o que daria uma boa desculpa para ele ser tão ruim

 

PIOR DUPLA EM TELA

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Quaisquer atores e bonecos, especialmente nas cenas de sexo (Crimes em Happytime)

Johnny Depp e sua carreira em rápida decadência (Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim)

Will Ferrell e John C. Reilly destruindo dois personagens amados da literatura (Holmes & Watson)

Kelly Preston e John Travolta, com críticas dignas de A Reconquista (Gotti)

Donald J. Trump e sua mesquinharia (Death of a Nation e Fahrenheit 11/9) –eu acreditava que contracenar com bonecos é a pior coisa que podia acontecer com um ator até ver o Trump presidente

 

PIOR REFILMAGEM/CÓPIA/SEQUÊNCIA

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Death of a Nation (remake de Os Estados Unidos da Hillary) – com Robin Hood levando o Pior Filme, o Trump fica com o prêmio de Pior Remake

Desejo de Matar

Holmes & Watson

Megatubarão (copiando Tubarão)

Robin Hood – A Origem

 

PIOR DIRETOR

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Etan Cohen (Holmes & Watson)

Kevin Connolly (Gotti)

James Foley (Cinquenta Tons de Liberdade) – já que é para fazer um filme de sexo, deviam colocar o Paulo Cesar Pereio para dirigir

Brian Henson (Crimes em Happytime)

Os irmãos Spierig (A Maldição da Casa Winchester)

 

PIOR ROTEIRO

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Death of a Nation

Cinquenta Tons de Liberdade

Gotti

Crimes em Happytime – Muppets assassinos não fazem um bom filme

A Maldição da Casa Winchester

 

@guimaraesedu

Maratona do Oscar: Poltrona Cabine: Vice/ Cesar Augusto Mota

Maratona do Oscar: Poltrona Cabine: Vice/ Cesar Augusto Mota

Como abordar a política de uma forma bem-humorada e fazê-la se tornar interessante para o público? E como falar de um ex- vice-presidente norte-americano, uma das figuras mais poderosas e também controversas da Terra do Tio Sam, sem ser piegas e que chame a atenção? Adam Mckay, que já dirigiu o bem-sucedido A Grande Aposta (2015), faz um filme autobiográfico de Dick Cheney (Christian Bale), vice-presidente no governo George Bush (2001-2009) e decifra alguns termos políticos que pareceriam complicados para o público, tornando a obra mais didática e compreensível para todos.

Logo de início é abordada a vida difícil e desregrada de Cheney em sua juventude, sendo expulso da faculdade de Yale por se envolver em embriaguez e constantes brigas com outros alunos. E caso não ouvisse os conselhos da esposa Lynne (Ammy Adams), ele não teria trilhado um caminho de sucesso na política, quando conheceu Donald Runsfeld (Steve Carell), um poderoso empresário e Secretário de Defesa no governo Gerald Ford. Essa foi sua porta de entrada para a política, com uma carreira bem-sucedida, antes de ser convidado por George Bush para ser seu vice-presidente. E a partir desse novo mandato, o filme explora de forma contundente sua popularidade (ou falta), além de sua f orte personalidade e escolhas questionáveis, principalmente no que concerne à ideia de família, com posição ultraconservadora, despertando a ira de democratas e republicanos.

Para não tornar o filme monótono e sem graça, com muitas abordagens ideológicas e que beirassem à doutrinação política, McKay opta por escolher interessantes transições entre passado e presente, com o uso de montagens com bonecos, maquetes e também com o auxilio da quebra da quarta parede de Cheney com o espectador, que faz piadas com algumas situações. E o que poderia ser um filme com roupagem de documentário e alfinetadas em famosas emissoras de televisão americanas por mostrar seu viés político, há muito mais, com um certo ar dramático durante momentos históricos do governo Bush e ocasiões de d escontração entre Cheney e imprensa, proferindo até expressões chulas ao justificar determinadas opiniões sobre diretrizes do governo.
Sem dúvida, o atrativo desse filme é Christian Bale, que passa por uma grande transformação física para dar vida a um político de tamanha relevância e influência nos Estados Unidos. Bale já havia demonstrado um grande trabalho em ‘A Grande Aposta’, outro grande filme de McKay, demonstrando certo equilíbrio em sua atuação, apresentando mais momentos sóbrios e de vibração em situações-chave em relação a outros, de maneira linear e sem emoção, o saldo é mais que positivo.

Outro destaque fica também com Amy Adams na pele de Lynne Cheney. Ela não faz mera figuração na história, representa uma importante engrenagem na vida política de Dick, sendo uma forte aliada em sua chegada à Casa Branca, além de tê-lo recuperado em sua vida pessoal. Adams a cada trabalho desempenhado se mostra mais dinâmica e multifacetada, apta a representar todo tipo de papel e nos gêneros mais diversificados. Menções positivas também para Sam Rockell, recente vencedor do Oscar, como George Bush, uma figura mais conhecida do público em comparação ao protagonista da história. Mesmo com poucas aparições, Rockell consegue com competência interpretar o chefe de Estado mais poderoso do planeta, além de ilustrar a forte influência do presidente nos rumos da nação e também um líder que dava as carta s na Casa Branca.

Um filme cheio de atrativos e de boas atuações, além de uma montagem eficiente e atrativa para o público, ‘Vice’ é mais uma produção credenciada à temporada de premiações. E não seria absurdo dizer que Christian Bale vem forte e tem grandes chances de levar uma estatueta para casa. E caso aconteça, será merecido, um papel complexo e cheio de transformações, físicas e psicológicas, e Bale o fez muito bem.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Top 5 Férias

Top 5 Férias

Salve galera.

 

É janeiro!

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Tempo de curtir as férias. Tempo de ir para a praia, para um parque de diversões ou viajar com família ou com seus amigos.

E por isso, vamos ao nosso Top 5 Filme sobre Férias.

 

5 – As Grandes Férias (The Great Outdoors / 1988 – dir. Howard Deutch)

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Estrelado por John Candy, Dan Aykroyd e Annette Bening, o filme conta a história de dois cunhados (Candy e Aykoryd) que não se dão muito bem. Mas por insistência das esposas resolvem juntas suas famílias para passarem as férias em uma cabana no meio de uma floresta.

Entre todas as situações bizarras que as famílias passam, como lutar com um urso careca e um passeio bizarro de esqui aquático no meio de um lago, nada supera a cena de John Candy comendo o Velho 96, um bife de 2,5k de carne.

Clássico absoluto.

 

4 – Curso de Verão (Summer School / 1987 – dir. Carl Reiner)

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Este filme não é exatamente uma aventura de férias, mas sim de um grupo de estudantes que não passa de ano na escola e tem que fazer recuperação de inglês durante as férias. Mas o professor de inglês acaba ganhando na loteria e por isso, o diretor da escola obriga o professor de educação física a dar as aulas de reforço, uma vez que ele acredita que os fracassados da turma não vão passar de ano de qualquer jeito e dessa forma ele poderá demitir o professor.

Na época desconhecidos, o elenco contava com nome como Mark Harmon, Courtney Thorne-Smith e Kirstie Alley.

 

3 – Férias Frustradas de Verão (Adventureland / 2009 – dir. Greg Mottola)

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Após se formar no colégio em 1987, James Brennan (Jesse Eisenberg) descobre que seus pais estão sem dinheiro para financiar sua viagem para a Europa com os colegas de escola. Por isso ele é obrigado a arrumar um emprego. E o único que ele consegue é o de monitor em um parque de diversões chamado Adventureland.

Apesar de Eisenberg fazer sempre o mesmo papel em todos os filmes que participa, este filme é bom. A história é bem simples e a trilha sonora é fantástica. E o elenco tem outros nomes de peso, como Kristen Stewart e Ryan Reynolds.

 

2 – Almôndegas (Meatballs, 1979 / dir. Ivan Reitman)

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Clássico do cinema, é o primeiro filme estrelado por Bill Murray.

O filme conta a história Rudy Gerner (Chris Makepeace) de um adolescente tímido que vai passar as férias em um acampamento North Star, que fica no meio de uma floresta canadense.

Lá ele fica amigo do excêntrico Tripper Harrison (Murray), que o ajuda tanto com sua timidez quanto com sua forma física. Tanto que ele é escolhido para a competição que acontece entre a North Star e o acampamento Mohawk.

 

1 – Férias Frustradas (National Lampoon’s Vacation, 1983 – dir. Harold Ramis)

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Um dos melhores filmes de Chevy Chase, Férias Frustradas conta as aventuras da família Griswold em sua viagem de carro de Chicago até a Califórnia, para visitar o parque Walley World.

Um filme que marcou época, que teve diversas sequencias, mas nenhuma com a mesma qualidade.

 

MENÇÃO HONROSA

O Amor Não Tira Férias (The Holiday / 2006 – dir. Nancy Meyers)

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Comédia romântica bem básica, mas uma boa opção.

Estrelado por Cameron Diaz, Kate Winslet, Jude Law e Jack Black, o fime conta a história de duas mulheres (Diaz e Winslet) que estão cansadas do seus dia a dia e descobrem na internet um site onde elas podem trocar de cada com outras pessoas por um determinado período. E assim elas trocam: Diaz vai para um chalé na Inglaterra enquanto Winslet vai para uma mansão na Califórnia.

E como em qualquer comédia romântica, elas acabam descobrindo o amor longe de casa. Vale pela atuação de Jack Black, que mesmo fazendo algumas piadas no melhor estilo Jack Black, está muito bem no papel.

@guimaraesedu

Poltrona Séries: Você-1ª Temporada/Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Você-1ª Temporada/Cesar Augusto Mota

O amor mexe com a mente e os sentimentos de muita gente, ainda mais quando se tem a certeza de ter encontrado a pessoa amada. Até onde o amor, ou melhor, a obsessão por alguém, pode levar um indivíduo completamente fixado por outrem e antenado em seus passos 24h por dia? Baseado no livro ‘You’, de Caroline Kepnes, a série ‘Você’, lançada recentemente pela Netflix, vem com um drama bem envolvente, para fisgar o espectador logo de início e inseri-lo em uma trama que promete muitas surpresas, intrigas e muitas situações inusitadas e perigosas. Vale a pena?

O público é apresentado a Joe Goldberg, vivido por Penn Badgley (Gossip Girl), um gerente de livraria que logo se vê encantado com a presença de Beck, interpretada por Elizabeth Lail (Once Upon a Time), uma bela jovem aspirante a escritora. A primeira sensação que ele tem é a de que ela é a mulher perfeita para ele e logo começa a seguir seus passos, seja seguindo-a e depois olhando pela janela de sua casa, à distância e do outro lado da rua, ou até mesmo vasculhando suas redes sociais, descobrindo suas tendências, círculos de amizade e potenciais chances de trabalho. Obcecado, Joe está disposto a tudo para conquistar Beck, e não medirá consequências para tirar de seu caminho pessoas que ele veja como pedra no sapato.

A forma de contar a história impressiona logo de cara, é feita sob a perspectiva de Joe, em boa parte das cenas fazendo narração off, em outros momentos com a famosa quebra da quarta parede, e a inserção dele em alguns cenários e sem ser visto. O espectador pode se assustar inicialmente, mas depois compreende que tudo o que Joe faz é por sua amada e tenta realizar tudo da melhor forma possível, mesmo que por métodos dos mais questionáveis e reprováveis. E não só a paixão e a obsessão são temas tratados ao longo dos dez episódios da primeira temporada, como também a sociopatia e os famosos stalkers, no caso, os perseguidores de pessoas em redes sociais.

Na narrativa temos Peach, muito bem desenvolvida por Shay Mitchell (Pretty Little Liers), grande amiga de Beck e ao mesmo tempo obcecada por ela, em todos os sentidos. Não se sabe de começo se ela tem um amor reprimido por ela ou se apenas quer ser como a amiga, mas tudo isso é explicado ao longo dos episódios. Sem dúvida Peach é a melhor personagem secundária da história, além de tantos outros que se apresentam, e o estilo de narrativa utilizado é o mais certeiro para chamar a atenção do público e prender a atenção até o desfecho, que é surpreendente e as histórias são cheias de reviravoltas e com dicas falsas para confundir todos.

Sem dúvida a proposta da série agrada muito, pois nem sempre é fácil controlar os sentimentos, além de estarmos cada vez mais expostos após o advento da internet, dos celulares e das redes sociais. O que pode ser uma simples postagem, pode dizer muita coisa sobre a pessoa e levá-la a um caminho não antes imaginado. Estamos a cada dia sendo mais observados e toda a ideia e atividade divulgada deve ser feita com mais atenção, afinal, vivemos em um autêntico Big Brother, não estamos mais sozinhos. Se você gostou da proposta, assista a ‘Você’, uma série original Netflix e que conquistou a atenção de muitos espectadores no Brasil e no exterior. Uma boa sugestão.

Cotação: 5/5 poltronas.