Poltrona Séries: Dilema-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Dilema-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Vale a pena arriscar o casamento pelo êxito na profissão? Até onde se pode ir para o alcance da glória? Vale todos os riscos? Perguntas interessantes e ao mesmo intrigantes, não é mesmo? Com premissa forte e roupagem novelesca, ‘Dilema’ (What/If), nova série da Netflix, traz Renée Zellweger como estrela principal e um elenco talentoso, mas em uma produção com muitos problemas.

Na trama, o jovem casal Lisa Ruiz Donovan (Jane Levy) e Sean Donavan (Blake Jenner) passa por graves problemas financeiros e cruza o caminho deles uma milionária bem-sucedida, Anne Montgomery (Renée Zellweger). Ela propõe a Lisa que Sean seja cedido por uma noite em troca de um grande investimento e, consequentemente, a recuperação financeira de sua empresa. Cercada pelo medo e incomodada com a proposta, Lisa terá que da uma resposta rápida e seja qual for a escolha, o caminho traçado irá repercutir para sempre em sua vida e na de seu marido.

Dá para notar que a atmosfera da série é semelhante a Revenge, de Mike Kelley, que também assina essa série. O sentimento de remorso, dor e culpa são explorados aqui, há faltam reviravoltas interessantes, e elas acontecem quando aumenta a presença de Anne na trama. O ritmo é demasiadamente lento, mas quem viu Revenge vê intrigas, paranoias, traições e muitos segredos sendo desvendados, o que acontece também em ‘Dilema’. Os conflitos internos ditam a narrativa, e os fãs do gênero drama vão se identificar com as propostas da série, de focar no psicológico dos personagens e na dificuldade que eles têm em controlar seus medos e o temor das possíveis consequências de suas escolhas.

Além de as coisas demorarem a acontecer, as subtramas não funcionam bem. Há dois casais que se cruzam e formam um triângulo amoroso, como Marcos, irmão de Lisa, que namora Lionel, além de Todd e Angela, juntos desde a época em que era. E quando esses casais se entrelaçam, os rumos que tomam são desproporcionais, mas não ganham a devida valorização, muito pelo excesso de ações e pela falta de bons diálogos. O ritmo é quebrado e não há um gancho com a trama principal, de Anne com o casal Lisa e Sean.

Se houve pontos negativos, os positivos estão no embate entre Lisa e Anne e a atuação de Renée Zellweger. As reais motivações de Anne, a vilã, vão aparecendo aos poucos, e elas são suficientes para incomodar o público. A postura da personagem de Zellweger, com frieza, imponência e dissimulação, conquista o público, e na medida em que os episódios vão passando ela se mostra ainda mais perigosa. Zellweger assume muito bem o papel de vilã e entrega tudo o que se espera dela.

Mesmo em meio a altos e baixos, ‘Dilema’ apresenta um bom thriller psicológico, com reflexões acerca das escolhas feitas pelos personagens, mas que peca na execução. Caso haja uma segunda temporada, tem potencial para corrigir esses erros e cumprir com seu propósito, potencial possui, mas precisa ser mais bem trabalhado.

Cotação: 3/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Nova temporada de O Jardim de Bronze estreia em 9 de junho na HBO

Nova temporada de O Jardim de Bronze estreia em 9 de junho na HBO

O JARDIM DE BRONZE, série original da HBO Latin America, estreia em 9 de junho, às 21h, no canal HBO e na HBO GO. Realizada na Argentina, em conjunto com a produtora Pol-Ka, a segunda temporada contará com oito episódios com uma hora de duração cada. Além de toda a América Latina, a produção também vai ao ar nos países da Europa, África, Caribe e nos Estados Unidos.

A história acompanha Fabián Danubio (Joaquín Furriel) após o reencontro com sua filha Moira (Maite Lanata), por quem procurou desesperadamente durante dez anos. Fabián tenta levar uma vida normal e se conectar com a filha, mas a revelação de que Moira não é sua filha biológica deixa a convivência ainda mais difícil.

Enquanto os dois, mesmo em conflito, tentam se reaproximar, um acontecimento inesperado leva Fabián a investigação do sumiço de Martín, que aos 15 anos desaparece sem deixar rastros, no mesmo dia em que seu pai, Daniel Cosme – líder de uma das torcidas organizadas mais populares do futebol argentino –, é assassinado. A mãe de Martín, Andrea Rodríguez (Paola Barrientos), é quem pede a ajuda de Fabián, que contará mais uma vez com o apoio da policial Lidia Branco (Julieta Zylberberg).

A nova trama foi criada por Gustavo Malajovich e Marcos Osorio Vidal, e tem direção de Pablo Fendrik e Hernán Goldfrid. A série conta com produção executiva de Luis F. Peraza, Roberto Rios e Paul Drago, pela HBO Latin America Originals, e de Adrián Suar e Diego Andrasnik, pela Pol-Ka. O JARDIM DE BRONZE é uma produção para a televisão realizada com qualidade cinematográfica, filmada em 4K e contou com as técnicas de pós-produção mais avançadas do setor.

QUEM É QUEM EM O JARDIM DE BRONZE:

FABIÁN DANUBIO (Joaquín Furriel): O reencontro com a filha estava longe de resolver os problemas de Fabián. Agora ele tem que enfrentar a dura verdade da traição e tentar se conectar com uma adolescente profundamente marcada pela experiência do cativeiro. Enquanto isso, o outro caso no qual Doberti estava trabalhando cruza o caminho de Fabián, como uma espécie de herança a seguir.

MOIRA DANUBIO (Maite Lanata): Depois de passar grande parte da vida em cativeiro, Moira Danubio, aos 15 anos, vive mergulhada na leitura e presa às suas recordações e fantasmas. Isolamento, fobias, manias e mutismo são o resultado de dez anos dos quais se sabe muito pouco. Ela tem interesse pelas artes e quer fazer esculturas em bronze, uma herança do seu pai biológico e capturador. A jovem agora tem um mundo para descobrir e isso parece impossível.

ERNESTO DANUBIO (Rodolfo Ranni): O pai de Fabián é um tabelião aposentado e viúvo que vive cercado de livros. Embora seja solitário e pouco afetuoso, é uma das poucas pessoas que consegue se aproximar de Moira. A paixão pelos livros os conecta e se torna uma peça-chave para Fabián.

CÉSAR DOBERTI (Luis Luque): O detetive particular César Doberti adorava seu trabalho – era paciente e perspicaz. Na primeira temporada assumiu o caso de Moira, o que acabou provocando a sua morte. Paralelamente estava fazendo outra investigação: o desaparecimento de um garoto de 15 anos, Martín Cosme, na noite em que seu pai foi assassinado.

JULIA (Fernanda Callejón): A mulher de Doberti adora o marido e aceita sua profissão cheia de altos e baixos. Ela é capaz de enxergar o herói que os demais não percebem. Nesta temporada, veremos a relação dos dois nos meses anteriores à morte do detetive, acompanhando suas investigações e dúvidas, e seu apoio a Fabián no presente, apoiando suas novas investigações.

POLICIAL LIDIA BLANCO (Julieta Zylberberg): Lidia Blanco agora trabalha na assessoria de imprensa da polícia e mantém um relacionamento pessoal com Fabián. Eles se gostam, mas nenhum dos dois assume a relação abertamente. Quando Fabián começa a se envolver novamente em um caso policial, ela o alerta sobre as possíveis consequências e tenta fazer com que ele mude de ideia, mas acaba se aliando nas investigações.

IVÁN RAUCH (Claudio Tolcachir): Filho de Francisco Rauch, ele herdou do pai e do avô a habilidade com o trabalho em bronze. Foi um artista genial, inventor de armas e ferramentas, um criador louco e assassino. É o pai biológico de Moira e irmão de Lila (Cordelia Rauch), por quem tem uma obsessão.

DANIEL COSME (Pablo Mónaco): Integrante e líder de uma das torcidas organizadas mais populares do futebol argentino, do clube Boca Juniors, foi casado com Andrea Rodríguez. Eles tiveram dois filhos: Martín, de 15 anos, e Rolo, de 8. É ele que desencadeia os fatos principais da nova temporada.

ANDREA RODRÍGUEZ (Paola Barrientos): A mãe de Martín e Rolo Cosme, ex-mulher de Daniel Cosme, trabalha no porto de Buenos Aires. Detesta o ex-marido. Quando Martín desaparece, ela começa uma busca desesperada que a leva primeiro ao detetive particular César Doberti e, depois da morte dele, a Fabián Danubio.

MARTÍN COSME (Alejo Ramirez Borella): Filho de Daniel Cosme e Andrea Rodríguez, aos 15 anos ele é um típico adolescente que usa bonés, camisetas de bandas de rock e adora tênis de marca. Martín e seu desaparecimento são duas das grandes incógnitas da história. Ele é uma vítima ou foi cúmplice do assassinato do pai?

CECILIO CARMÍN (Claudio Rissi): Detetive de homicídios encarregado de investigar o assassinato de Daniel Cosme. Esconde sua conexão com as gangues criminosas apoiadas pelo futebol. É hostil com Fabián e Lidia Blanco, e tenta impedir que eles tenham acesso aos dados do caso.

RIGONNI (Marcelo Subiotto): Detetive do Departamento de Buscas, foi encarregado de encontrar Martín Cosme. Ele revela admiração por Fabián Danubio e pela sua perseverança, que acabou o levando a encontrar a filha. Mas preferiria que ele não se envolvesse no seu caso.

HBO divulga teaser de His Dark Materials

HBO divulga teaser de His Dark Materials

A primeira temporada de HIS DARK MATERIALS, adaptação dos livros de Philip Pullman – lançados no Brasil como “Fronteiras do Universo”- acaba de ganhar um teaser. Para ver as primeiras imagens da produção da HBO, clique aqui.

HIS DARK MATERIALS conta a história de Lyra, uma jovem aparentemente comum, mas que vem de outro mundo. Em busca de um amigo desaparecido, ela descobre um complô que envolve crianças roubadas e um fenômeno misterioso chamado Dust. Durante suas viagens por vários mundos, entre eles o nosso, Lyra conhece o valente garoto Will. Juntos, encontram seres extraordinários, descobrem segredos perigosos e terão de decidir o destino dos vivos e dos mortos.

PARA FICAR EM DIA

Todos os episódios das nossas séries estão disponíveis na HBO GO.

Acesse o site http://www.HBOLApress.com para ver novidades e baixar materiais da HBO.

Sobre HBO Latin America
HBO Latin America é a rede de televisão premium por assinatura, líder na região, respeitada pela qualidade e pela diversidade de sua programação, que inclui séries, filmes, documentários e especiais originais e exclusivos. A rede exibe também alguns dos mais recentes blockbusters de Hollywood, antes de qualquer outro canal premium. Os conteúdos são exibidos em HD em mais de 40 países da América Latina e do Caribe por meio dos canais HBO®, HBO2, HBO Signature, HBO Plus, HBO Family, MAX, MAX Prime, MAX UP e o canal básico Cinemax®. A programação é oferecida também por meio de várias plataformas, como a HBO GO® e HBO On Demand®. HBO Latin America é uma joint venture entre Home Box Office, Inc. (subsidiária da Warner Media, LLC) e Ole Communications, Inc.
Poltrona Séries: Disque Amiga para Matar-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Disque Amiga para Matar-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Uma nova comédia regada por um grande suspense e com duas mulheres unidas por um mesmo motivo. ‘Disque Amiga para Matar’ (Dead to Me), dirigida por Liz Feldman (2 Broke Girls), nova série da Netflix e composta por 10 episódios de cerca de 30 minutos, traz Linda Cardellini e Christina Applegate na pele de duas mulheres que juntas vão viver enormes agruras e manterão os espectadores curiosos e agoniados com os desdobramentos dessa primeira temporada.

A produção nos apresenta inicialmente a Jen (Applegate), uma corretora de imóveis que ficou viúva e agora passa a criar seus dois filhos ao mesmo tempo que tem que superar a morte de seu marido, atropelado em uma estrada durante uma madrugada. Em um grupo de autoajuda, ela conhece Judy (Cardellini), uma mulher de grande empatia e ao mesmo tempo fechada, que provoca uma sensação de conforto. Consequentemente, elas se tornam amigas inseparáveis, mas Judy acaba por não revelar tudo sobre seu passado, e ao longo dos dez episódios será descoberto um lado diferente e desconhecido dela.

Os primeiros três episódios possuem um ritmo mais cadenciado e servem para construir o universo das duas personagens e como elas conseguem se manter unidas, para, em seguida, envolver o espectador e prepará-lo para grandes reviravoltas que irão ocorrer adiante. O roteiro é dotado de uma estrutura sólida, com personagens de objetivos bem definidos e com uma dinâmica capaz de manter o público interessado pela história que vai explorar alguns temas, como o luto, o sentimento de culpa, a maternidade e a responsabilidade nas relações profissionais e familiares.

O humor utilizado é o daqueles bem rasgados, com Jen e Judy enfrentando situações hilárias no que concerne à idade delas e o que já vivenciaram na vida, além do encontro de gerações e como elas encaram a forma como os jovens enxergam o mundo de hoje, principalmente Jen na relação com o filho Charlie (Sam McCarthy), de 14 anos. E o suspense também dá o tom, quando vemos um grupo de investigadores em ação na busca pelo autor do homicídio de Ted, marido de Jen. Quem acompanha logo descobre quem é, mas a expectativa fica se os detetives conseguirão chegar perto e enfim prender o criminoso, e uma grande pista vai deixar o público mais ansioso pelo desfecho da investigação.

As atuações das duas atrizes tão são outros atrativos. Christina Applegate, também produtora executiva da série, demonstra uma personagem de grande carga emocional, com descontrole em vários momentos, mas capaz de controlar a raiva, a tristeza e o desejo por justiça. Já Cardellini é seu contraponto, é aquele mulher mais despreocupada, mas no tocante ao seu passado ela se mostra descompassada, acuada e prestes a revelar todos os segredos e mentiras que a circundam. E o elenco de apoio também chama a atenção, com as rebeldias de Charlie e a confusão acerca da fé do pequeno Henry (Luke Rosseler).

Uma produção que possui de tudo um pouco e que brinda o espectador com um humor subversivo e duas protagonistas envolventes, cativantes e com muito a transmitir, além de um pouco de suspense policial, que muita gente aprecia. Uma relevante e interessante experiência.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Coisa Mais Linda-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Coisa Mais Linda-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

É possível notar que as produções brasileiras estão ganhando mais espaço e visibilidade na Netflix, tanto no Brasil, como no exterior. Após a boa recepção de 3% e da polêmica envolvendo mecanismo acerca dos personagens envolvidos e de semelhanças com a Operação Lava-Jato, chega ao serviço de streaming uma obra que busca revisitar a romântica cidade do Rio de Janeiro dos anos 50 e um gênero musical de sucesso, a Bossa Nova, com quatro histórias paralelas de mulheres que tentam se descolar de suas realidades com seus próprios estilos. ‘Coisa Mais Linda’ é assim, uma série brasileira de sete episódios, produção brasileira com roupagem americana, vale a pena?

A primeira temporada mostra de início a trajetória de Maria Luiza (Maria Casadevall), uma jovem paulistana que vive em meio ao luxo, mas sofre após ser abandonada pelo marido, que foge com uma amante e a cheia de dívidas no Rio de Janeiro.  Enfeitiçada pela capital fluminense, ela tenta engrenar um clube de música ao vivo que toca Bossa Nova todas as noites. Lígia (Fernanda Vasconcellos), melhor amiga de Maria Luiza, vive uma vida aparentemente, é casada, rica, mas vive apanhando do marido. Seu sonho sempre foi cantar e se apresentar para grandes platéias, mas seu cônjuge não aceita que ela trabalhe fora de casa, situação que era considerada comum naquela época. Theresa (Mel Lisboa) trabalha como editora e acabou de voltar de Paris, onde aprendeu acerca da revolução feminista na Europa. Para fechar o quarteto, Adélia (Pathy DeJesus) é é uma mulher negra que vive no morro em uma casinha modesta e trabalha como emprega doméstica para sustentar a filha.

As histórias são bem acessíveis, as personagens-centrais são cativantes e suas trajetórias mobilizam o público, afinal, o foco está no dia a dia e na luta dessas mulheres, e não na Bossa Nova e a cultura carioca, que são apenas pano de fundo na obra. Os desafios e os preconceitos enfrentados por elas, o machismo e o racismo exacerbado, que perduram até hoje em menor escala, e a cumplicidade entre elas é o segredo do bom resultado da série em sua primeira temporada. As atuações não são grandiosas, mas a sinceridade e a disposição de todas em cena chamam a atenção, não é fácil mesclar o bom humor e o entusiasmo das noites de Bossa Nova e saber separar dos dramas pessoais que elas vivem, a série acerta em cheio nesses pontos.

A fotografia é um perfeito retrato do Rio de Janeiro doa anos 50, os figurinos são fiéis às roupas da época, e a montagem, aliada à trilha sonora com grandes sucessos da época remetem a um Brasil em ascensão, época de JK, dos 50 anos em 5. Os costumes apresentados também estão alinhados, porém sofrem leves críticas e impulsionam as personagens- centrais, o empoderamento e os ideais feministas passam a ter espaço. Uma produção de época, mas com características que existem na atualidade, outro atrativo da série.

Porém, há pontos negativos na produção, como o aspecto americano que a série apresenta de início, com diálogos forçados e plásticos, além da canção ‘Garota de Ipanema’ cantada em inglês. Esses detalhes podem não fazer diferença, mas para os brasileiros sim, não fica a imagem de ‘produção brasileira’, mas uma série para estrangeiro ver. Além disso, o ritmo na reta final é prejudicado, o último episódio parece ter sido feito às pressas, faltou aprofundamento, e o espírito de brasilidade foi deixado um pouco de lado. O drama de novela ganhou muito espaço, estilo ‘Sessão da Tarde’, e a série se perde em sua proposta, em dados momentos os dramas das protagonistas ficam para escanteio, o que não poderia acontecer. Mas o saldo acaba por ser positivo, com novas propostas, uma série de época e um elenco que se mantém coeso boa parte do tempo.

‘Coisa Mais Linda’ é uma série que apresenta coisas grandiosas, mas que perdeu a mão ao longo dos episódios. Vamos torcer para que uma nova temporada seja lançada e uma história mais aprofundada e ousada seja oferecida aos espectadores. A produção brasileira tem vocação e força para isso, agora é aguardar e torcer.

Cotação: 3/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota