Premiado KLONDIKE: A GUERRA NA UCRÂNIA estreia nos cinemas nesta quinta

Premiado KLONDIKE: A GUERRA NA UCRÂNIA estreia nos cinemas nesta quinta

Filme de Maryna Er Gorbach tem a região de Donbas como cenário, e aborda o começo da guerra em 2014

KLONDIKE: A GUERRA NA UCRÂNIA, de Maryna Er Gorbach, estreia nas plataformas de streaming. Longa poderá ser visto a partir de 25 de maio no Now e a partir de 3 de junho no Petra Belas Artes à La Carte em Super Lançamentos.

Sobre o filme

Poucos filmes têm tanta atualidade como KLONDIKE: A GUERRA NA UCRÂNIA, de Maryna Er Gorbach, ganhadora do Prêmio de Direção para filmes estrangeiros no Festival de Sundance e que também levou o Prêmio do Júri Ecumênico, no Festival de Berlim deste ano. O filme tem como cenário a fronteira entre Ucrânia e Rússia, e aborda os conflitos na região a partir do ponto de vista dos ucranianos.

Embora a trama seja situada em 2014, seus eventos reverberam até hoje com a guerra na Ucrânia em andamento. No filme, Irka (Oksana Cherkashyna) e Tolik (Sergey Shadrin) vivem em Donetsk, nas proximidades da fronteira entre o país e a Rússia, um território em disputa no começo da Guerra em Donbas. O casal aguarda o nascimento do primeiro filho, quando é abatido por mísseis o avião de um voo civil, que cai na região, matando quase 300 pessoas, o que só fez aumentar a tensão e deixando um rastro de tristeza e luto.

Tolik é pressionado por seus amigos separatistas pró-Rússia a se juntar a eles, enquanto o irmão de Irka suspeita que o casal esteja traindo o próprio país. Enquanto a angústia é crescente, a jovem se nega a deixar sua casa, mesmo quando o vilarejo onde vivem é capturado pelas forças armadas. Tentando reaproximar seu marido e seu irmão, a protagonista pede que eles unam forças para reconstruir sua casa, que foi destruída num bombardeio.

Nascida na Ucrânia e radicada em Istambul, Er Gorbach disse, em entrevista ao jornal alemão Zeit, que se lembra muito bem do fatídico 17 de julho de 2014, dia do ataque ao avião, pois é seu aniversário. “Eu fiquei o tempo todo procurando anúncios oficiais sobre a queda da nave, e ninguém foi responsabilizado pelo lançamento dos mísseis. Passaram-se anos, e, praticamente, nada aconteceu. Foi quando percebi: se algo dessa magnitude não é punido, quem se interessará pelo sofrimento do povo de Donbas?

Ela conta que, em 2014, ninguém esperava uma guerra, e hoje, as pessoas recebem avisos para não sair de casa, e ficar com as janelas fechadas. “A guerra hoje é chamada por seu nome. A imprensa internacional não duvida mais disso. Em meados de fevereiro, era diferente. Falava-se num ‘conflito’ entre a Rússia e a Ucrânia”. 

A diretora, que também assina o roteiro e a montagem, destaca o papel fundamental das mulheres na resistência ao conflito, e, por isso, o longa é dedicado a elas. “O instinto de sobrevivência de Irka é maior na guerra. E essa mensagem me fez dedicar o filme a elas. Num sentido mais amplo, também quer dizer: Não há soldado ou matador sem mãe. Há sempre uma mulher por trás deles. Não creio que nenhum homem lutaria por seus valores, por si mesmo. Os homens que lutam na Ucrânia buscam suas forças no fato de terem mães, esposas, filhas.”

Além dos prêmios em Sundance e Berlim, KLONDIKE: A GUERRA NA UCRÂNIA também foi muito bem recebido pela crítica. A Variety destaca a direção firme de Er Gorbach que não faz concessões. “Conflitos, pessoas e políticos são retratados por uma câmera serena, num filme que traz uma visão da guerra em andamento”. Alissa Wilkinson escreve na revista Vox que o longa “é um lembrete de que mesmo nos tempos mais precários, a coisas da vida precisam seguir em frente – e que o peso de uma guerra na vida das pessoas comuns é incomensurável”. 

Sinopse

Em 2014, no momento em que começa a Guerra em Donbas, o casal de ucranianos Irka e Tolik vive na região da fronteira entre seu país e a Rússia. Ela está grávida, e se recusa a abandonar sua casa, mesmo quando seu vilarejo é tomado pelas forças armadas. Tudo fica ainda mais complicado quando um avião civil é abatido e cai na região.

Ficha Técnica

Direção: Maryna Er Gorbach

Roteiro: Maryna Er Gorbach

Produção:  Svyatoslav Bulakovskiy, Mehmet Bahadir ErMaryna Er Gorbach

Elenco: Oxana Cherkashyna, Sergey Shadrin, Oleg Scherbina, Oleg Shevchuk, Artur Aramyan, Evgenij Efremov

Direção de Fotografia: Svyatoslav Bulakovskiy

Trilha Sonora: Zviad Mgebry 

Montagem: Maryna Er Gorbach

Gênero: drama, guerra

País: Ucrânia, Turquia

Ano: 2022

Duração: 100 min.

Novo filme de François Ozon chega aos cinemas em 02 de junho

Novo filme de François Ozon chega aos cinemas em 02 de junho

ESTÁ TUDO BEM estreou em Cannes, e traz no elenco Sophie Marceau, André Dussollier, Charlotte Rampling e Hanna Schygulla

O cineasta François Ozon teve seus primeiros contatos com a romancista francesa Emmanuèle Bernheim no ano 2000, quando estava tendo problemas com o roteiro de “Swimming Pool – À Beira da Piscina”. Ela o ajudou na reescritura do roteiro e se tornaram grandes amigos. Anos depois ela o enviou o manuscrito de seu livro “Está tudo bem”, ele achou que ali havia um belo filme. “Ela me perguntou seu eu queria adaptar, mas achei uma história pessoal demais, e, naquele momento, eu não conseguia lidar com isso.” Foi só após a morte da escritora, em 2017, que o cineasta voltou a penar numa adaptação.” ESTÁ TUDO BEM chega aos cinemas brasileiros em 02 de junho.

O filme, que fez sua estreia mundial no Festival de Cannes de 2021, traz Sophie Marceau no papel de Emmanuèle, uma escritora cujo pai, depois de sofrer um derrame e ficar no hospital pede ajuda à filha para morrer. O personagem é interpretado por André Dussollier.

Ozon, que também assina o roteiro, conta que, com esse longa, queria honrar a literatura e a experiência pessoal de sua amiga, com quem também trabalhou no roteiro de “Rick” e “O amor em 5 tempos”. “Não é um filme sobre eutanásia. Obviamente, cada um de nós temos nossos próprios sentimentos e questões sobre a morte, mas o que me interessava acima de tudo era o relacionamento entre pais e filhas.”

O cineasta explica que sempre quis trabalhar com Sophie Marceau (“007 – O Mundo Não é o Bastante”), que a convidou para diversos projetos, mas nunca tinha dado certo. “Intuitivamente, achei que esse era o momento certo para fazermos um filme juntos. Enviei o livro para ela, que adorou, e, a partir desse momento, comecei a escrever o roteiro.”

Embora não tivesse intenções de, nas suas palavras, “trair Emmanuèle”, Ozon sabia que precisa tomar a história do livro para si, por isso, acabou fazendo algumas mudanças. “Eu a conhecia muito bem, e sabia que não ficara ofendida com o que está diferente no filme, nem teria me censurado. Ela era muito generosa em sua escrita, e tinha uma tendência a se concentrar na humanidade e na beleza das coisas.”

Em relação a  Dussollier, que faz o pai da protagonista, o diretor confessa sempre ter sido um fã dele, em especial de seus trabalhos com Allain Resnais e Eric Rohmer. “Ele logo se empolgou com a história, e compreendeu muito bem o personagem. Ele trouxe muito humor e sagacidade. Também fizemos muitas pesquisas sobre derrame, e nos reunimos com médicos que pudessem nos falar mais sobre as consequências.”

Outro destaque no filme é veterana atriz alemã Hanna Schygulla, musa de Fassbinder, que aqui faz uma alemã na Suíça. “Eu a conheci num festival em Hamburgo, onde ela me entregou um prêmio, mas sempre a admirei como atriz. No filme, ela deveria fazer uma mulher com sotaque suíço-alemão, mas ela não estava conseguindo. Mudei os planos, e ela fez uma alemã que mora na Suíça. No livro, Emmanuèle abraça uma policial, aqui eu queria que abraçasse uma senhor suíça, uma bela personagem, repleta de uma humanidade misteriosa.”

The Hollywood repórter chamou o filme de “honesto e inteligente, que prende a atenção.” Já a Variety apontou que é “elegantemente escrito, persuasivamente interpretado, e que encontra o sempre imprevisível Ozon na sua forma mais pragmática como cineasta.”

ESTÁ TUDO BEM será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes.



Sinopse

Aos 85 anos, o pai de Emmanuèle está no hospital após sofrer um derrame. Quando ele acorda enfraquecido e dependendo da ajuda de outras pessoas, esse homem cheio de vitalidade e curiosidade que ama a vida pede à sua filha para o ajudar a morrer.

Ficha Técnica

Direção: François Ozon
Roteiro: François Ozon
Produção:  Eric Altmayer, Nicolas Altmayer
Elenco: Sophie Marceau, André Dussollier, Géraldine Pailhas, Charlotte Rampling, Hanna Schygulla, Eric Caravaca
Direção de Fotografia: Hichame Alaouie
Montagem: Laure Gardette 
Gênero: drama, comédia
País: França, Bélgica
Ano: 2021
Duração: 113 min.

Trailer

MENTES EXTRAORDINÁRIAS chega aos cinemas brasileiros nesta quinta

MENTES EXTRAORDINÁRIAS chega aos cinemas brasileiros nesta quinta

Sucesso no Festival Varilux, longa dirigido e protagonizado por Bernard Campan e Alexandre Jollien, rompe com preconceitos sobre paralisia cerebral

Depois de enorme sucesso no Festival Varilux de Cinema Francês, MENTES EXTRAORDINÁRIAS estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 19 de maio, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Brasília e Niterói

Sobre o filme

MENTES EXTRAORDINÁRIAS é um filme de parceria. O ator Bernard Campan (“Os Meninos Que Enganavam Nazistas”) e o filósofo Alexandre Jollien uniram forças para dirigir e protagonizar o longa, no qual interpretam dois homens com histórias de vida e personalidades completamente diferentes viajam juntos num carro funerário para o sul da França, e, durante a jornada, descobrem que não são tão diferentes um do outro como pensam.

Tudo começa com um acidente banal: um motorista bate num homem que guiava um triciclo e ele acaba caindo numa vala. No volante: Louis (Campan), na faixa dos 50 anos, trabalha como agente funerário, e se ocupa dos corpos, dos funerais e cuida do negócio da família, um agência funerária.

O acidentado é Igor (Jollien), que tem paralisia cerebral e é apaixonado por filosofia. Ele ganha a vida entregando verduras orgânicas, e se mantém o mais afastado possível de outras pessoas e de uma vida social, pois prefere a companhia de Socrates, Spinoza e Nietzsche. Ele conhece pouco sobre homens e mulheres, sobre relacionamentos, amizade e sexo.

As circunstâncias da vida obrigam esses dois homens a fazer uma viagem juntos, carregando o corpo de Madeleine para sua última morada. Nessa jornada, algumas surpresas os esperam: mentiras, amizade, perda da virgindade, e oportunidades genuínas de se quebrar preconceitos.

Campan conta, em entrevista à AFP, que MENTES EXTRAORDINÁRIAS começou a partir da amizade dele e Jollien, e caminhou para ficção. A ideia de fazer um filme juntos veio muitos anos atrás. “Levamos muito tempo para desenvolver o longa pois Alexandre queria aceitar o risco de atuar no cinema, mas isso envolve se expor a críticas e julgamentos.”

Os dois diretores são amigos de longa data e sempre quiseram trabalhar juntos. “Quando o Alexandre teve essa ideia, de começar a história sobre nós, sobre o que faz a nossa amizade, disse para mim mesmo: é óbvio. Foi uma descoberta.”

Apesar de estar bastante seguro na tela, Jollien, que também é autor de diversos livros de filosofia, confessa que sua primeira experiência como ator não foi fácil. “Receber instruções, ordens, trouxe memórias da minha infância… Ainda assim, ser guiado por um grande amigo foi uma experiência incrível.

A revista La Femme Actuelle diz que “o filme tem o mérito de oferecer um olhar diferente – sem deixar de ser leve.” Le Figaro classificou-o como “uma comédia delicada”, e Le Journal du Dimanche aponta que “A verve natural e a poesia de Alexandre Jollien toca o coração.”

MENTES EXTRAORDINÁRIAS será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes.

Sinopse

Dois homens dirigem-se de Lausanne para o sul da França num carro funerário. Se conhecem pouco e têm pouco em comum. Ou pelo menos é o que acham.

Ficha Técnica

Direção: Bernard Campan e Alexandre Jollien

Roteiro: Hélène Grémillon, Alexandre Jollien, Bernard Campan

Produção: Philippe Godeau

Elenco: Bernard Campan, Alexandre Jollien, Tiphaine Daviot, Julie-Anne Roth, La Castou

Direção de Fotografia: Christophe Offenstein

Trilha Sonora: Niklas Paschburg

Montagem: Annette Dutertre

Gênero: drama, comédia

País: França, Suíça

Ano: 2020

Duração: 102 min.

Documentário ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM estreia em 09 de junho

Documentário ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM estreia em 09 de junho

Documentário de Natara Ney resgata uma história de amor por meio de cartas escritas nos anos de 1950

Fazendo pesquisas para um outro projeto, na Praça XV, no centro do Rio de Janeiro, a diretora e roteirista Natara Ney se deparou com um maço com 180 cartas, escritas num período entre 1952 e 1953. Nelas, uma história de amor, entre Lúcia e Oswaldo. “Após as ler, colocar em ordem cronológica, fiquei encantada e curiosa. O que havia acontecido com aquele casal apaixonado? Como terminara a história deles? E principalmente encarei como missão devolver aquela preciosidade para os seus verdadeiros donos”, conta a cineasta. Com essas perguntas em mente, ela fez o documentário ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM, que chega aos cinemas em 09 de junho, com distribuição da Embaúba Filmes. A data foi escolhida em função do dia dos namorados (12 de junho, domingo), pois é um filme que fala de amor.

No filme, Natara faz um verdadeiro trabalho de detetive em busca de Lúcia e Oswaldo, sem saber o que encontraria no caminho. No texto das cartas, a apaixonada Lúcia se dirige ao seu amado, enquanto espera-o. Ela, moradora de Campo Grande (MS), Ele, do Rio de Janeiro. Em suas palavras, a jovem fala muito da saudade, da espera e do amor que sente.

Depois de ler o conteúdo senti que elas não me pertenciam que eu tinha que devolver para alguém, ainda não havia uma ideia concreta do que fazer. Só mais tarde pensei em filmar esta investigação, este trajeto que, eu esperava, chegasse até os verdadeiros donos”, explica a diretora.

Ao longo de sete anos, desde a descoberta das cartas até a finalização do longa, Natara filmou em Campo Grande e Rio Janeiro, e colocou ao centro, do documentário, a sua própria história de amor, e, também falou das sociedades e daquela época. “Depois de ler eu tinha um painel completo de como eram as duas cidades, dos costumes daquela época e o cotidiano daquele casal. Estas cartas foram minhas companheiras por muito tempo.

Ao mesmo tempo, a documentarista se coloca no filme em primeira pessoa de maneira pontual. “Eu sou uma mulher negra nordestina, geralmente não me chamam para falar sobre amor. Meu corpo é convidado para falar sobre as minhas dores, sobre militância. Eu precisava falar de amor, precisava colocar minhas emoções em outro lugar.”

Ao longo de ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM diversos trechos das cartas são lidos por pessoas que cruzam o caminho da diretora. “O texto de Lúcia é muito poético, achei desde o início que seria importante conhecer a história do casal através dela, não caberia outro texto se não o das cartas. Então propus que cada entrevistado lesse um trecho das cartas e isso trazia emoção para a entrevista. Quando a pessoa tocava na carta abria gavetas na memória, e isso ajudava a abrir os caminhos para a entrevista.”

Natara destaca também a importância deste documentário no sentido de resgatar memórias, especialmente num país como o Brasil. “Estamos em um momento onde museus estão queimando, memórias afetivas são levadas pela chuva, amores morrem de Covid-19 e descaso, então falar sobre lembranças é fundamental, resgatar o passado na expectativa de que não vamos repetir os mesmos erros.”

Nesse sentido, aponta a diretora que o longa resgata uma história do passado mas também pensa no presente do país. “Sete décadas separam as cartas, neste período passamos por um golpe militar, uma ditadura, mais outro golpe e agora uma pandemia. Sinto que a história segue em ciclos, precisamos aprender com os caminhos percorridos e criar um futuro com possibilidades melhores. Particularmente as cartas me trazem coragem para acreditar nos meus afetos e coragem para falar sobre amor.”

Um dos maiores desafios que a diretora enfrentou foi com material de arquivo para usar no longa, e, para isso, contou com o trabalho de Antonio Venâncio, um dos principais nomes brasileiros na pesquisa de imagens de audiovisual. Além disso, ela destaca, também, o trabalho de montagem feito por Karen Akermam e Mair Tavaresm num processo que durou cerca de 6 meses até encontrar o ritmo do filme, dosar os offs e as trilhas. A equipe artística do filme ainda conta com o diretor de fotografia Felipe Reinheimer (“Pureza”, “SOS Mulheres ao mar). Trilha sonora original composta por Ricco Viana, também versões de clássicos “El día que me quieras”, na voz de Divina Valéria e “Hino ao amor” interpretado por Laila Garin.

ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM será lançado no Brasil pela Embaúba Filmes.

Sinopse

Em janeiro de 2011 um lote com 180 cartas de amor foi encontrado em uma Feira de Antiguidades, todas escritas por uma moradora de Campo Grande/MS para o seu noivo no Rio de Janeiro. Durante 2 anos, 1952/53, ela relata sobre a paixão e a distância. A partir desta descoberta, uma investigação se inicia para localizarmos este casal apaixonado e descobrirmos o desfecho do romance. Uma história sobre amor, tempo e memória.

Ficha Técnica

Direção: Natara Ney

Roteiro: Natara Ney

Produção: Carla Francine, Danielle Villanova, Marilha Assis, Natara Ney

Produção executiva: Carla Francine, Danielle Villanova

Fotografia: Felipe Reinheimer

Som direto: Pedro Saldanha

Montagem: Karen Akerman, Mair Tavares

Produtora local e pesquisa Campo Grande: Rodolfo Ikeda

Trilha original: Ricco Viana, Antônio Van Ahn

Empresas Produtoras: Arrudeia Filmes, MarIlhaProduções

Produtoras Associadas: Casa de Cinema de Olinda, Alameda Produções

Sobre Natara Ney

Formada em jornalismo pela PUC-PE. Concluiu o curso de realização audiovisual do Centro Afrocarioca de Cinema. Participou da Flup em duas edições, em ambas teve contos publicados nas coletâneas Carolinas e Cartas para Esperança. Associada da APAN desde 2019.

Montadora e roteirista como mais de 20 longas-metragens, 5 séries para tv e diversos videoclips.

Assinou o roteiro dos documentários: Mistério do Samba, A Última Abolição, Além Hamlet, Divinas Divas e Cafi. Estreia na direção de longas-metragens com os filmes – Cafi, Espero que Esta te Encontre e que estejas bem e Elza Infinita.

Sobre a Embaúba Filmes

A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 30 títulos, em pouco mais de 4 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.

Com participação de renomados rappers, Histórias e Rimas, de Rodrigo Giannetto estreia em streaming em 19 de maio

Com participação de renomados rappers, Histórias e Rimas, de Rodrigo Giannetto estreia em streaming em 19 de maio

Sucesso de público no festival IN-EDIT de 2021, o filme mergulha em reflexões e trajetórias de diversos artistas da cena hip hop nacional e internacional

No dia 19 de maio, o documentário “Histórias e Rimas”, de Rodrigo Giannetto, chegará ao público nacional e estrangeiro com lançamento nas plataformas nacionais iTune, Google Play, Vivo, Now e Microsoft, e nas internacionais Total Play, iTunes Latam, Google Latam e Microsoft México . Filme mais visto no festival internacional de documentários musicais IN-EDIT do ano passado, o longa traz depoimentos de renomados nomes da cena, como Racionais MC’s, Emicida, Negra Li, Projota, Thaíde, Karol Conká, Projota The Pharcyde, Dexter, Tássia Reis, Black Alien, GOG, entre outros. Na mesma data, acontecerá sua première, no CINEMA BELAS ARTES – São Paulo, em evento fechado com artistas e convidados.

Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais, como o Sacramento Underground Film & Art Festival, o documentário foi premiado no Screen ATX 2021 (Honorable Mention) e Vancouver Independent Film Festival,

O documentário faz um mergulho na intimidade desses artistas que transformam rimas autobiográficas em música. Em busca da reflexão sobre os cenários onde cresceram e se tornaram poetas urbanos, o filme mergulha nas realidades que levaram os rappers a ocupar os espaços hoje ocupados por eles.

Com cenas de São Paulo ao Rio de Janeiro, Los Angeles à Nova York, o diretor mergulha no universo desses artistas que refletem desde o início de suas trajetórias em como essa busca incessante por espaço, em cenários tão desiguais e estigmatizado, os fizeram ter ainda mais resiliência e vontade de aparecer para o mundo. No geral com rimas autobiográficas, esses jovens retratados colecionam fãs e quebraram barreiras sociais ao conquistar desde as periferias onde cresceram aos palcos de grandes festivais.

“Rodrigo Giannetto consegue em seu filme resgatar esse pensamento combativo e de amor pelo povo da periferia que o rap sempre teve. Mostra que sabemos que vivemos em situações precárias, entendemos que a culpa é de um sistema, mas que há orgulho no povo e pelo povo que lá mora, existe e resiste”, diz o site Dialéticas da imagem.

Já o site Vitamina Nerd aponta que o filme “traz a sensação de um “rolê”, você tem a impressão que está ali, junto com [os artistas], trocando uma ideia com os caras.”

O filme estreou no circuito de festivais sendo prestigiado e celebrado no Festival de Vancouver, menção honrosa no SFX – San Francisco Film Festival, e o filme mais visto no Festival Internacional de documentários IN EDIT 2021.

Tags: 

diretor @RodrigoGiannetto

Instagram oficial @HistoriaseRimas

Hashtag #HistoriaseRimasOfilme

Artistas participantes:

André Ramiro, Black Alien (Gustavo), BIG, B Negão, DBS Gordão Chefe, Cappadonna, Dexter, DJ Hum, Dj KL Jay, Don Pachino, Edgard, Edi Rock, Eli Efi, Elly DMN, Emicida, Fernandinho Beat Box, Flora Matos, Gaspar Zafrica, GOG, Helião RZO, Ice Blue, Jr RDG, Kamau, Karol Conka, Kauan MC, Lino Krizz, Lounge LO, Mano Brown, Marcelo D2, Marechal MC, Markão DMN, Max B.O, NDEE Naldinho, Negra Li, Pac Div, The Pharcyde, Power Tongue, Pregador LUO, Preta Rara, Projota, Rafael LDC, Rappin Hood, Johny MC, Rincon Sapiência, Rubia RPW, Sabota Jr , Sandrão RZO, Shame, Sick Jacken, Sophia MC, Sombra MC, SP Funk, Speed, Tassia Reis, Thaíde, W.O RPW, Ylsão Negredo

Serviço

Lançamento 19 de Maio de 2022, nas plataformas nacionais iTune, Google Play, Vivo, Now e Microsoft, e nas internacionais Total Play, iTunes Latam, Google Latam e Microsoft México

O diretor

Rodrigo Giannetto é diretor de conteúdo audiovisual, criativo e diretor de formatos televisivos e cinematográficos. Contribuiu com networks como TV Globo, HBO, MTV, Sony Music, UFC Network, Discovery Channel, National Geographic, Google, Warner, Globosat,   SescTV, Universal Music e produtoras como Real Filmes, Endemol Shine Br, Floresta Produções, Conspiração Filmes, Academia de Filmes, Elo Company entre tantas outras realizando dezenas de séries, programas de tv, branded content, musicais e filmes.

Formatou, dirigiu e co-produziu reality shows, docurealities de sucesso como 200 Graus com o Chef Henrique Fogaça para Discovery Channel H&H. Em 2019 e 2020, dirigiu o primeiro reality show musical do Google/Youtube “O PRÓXIMO NRO 01 VILLA MIX”, um formato Endemol, branded content de Brahma e Villa Mix. O programa bateu vários recordes e venceu em Cannes o  “Branded Content of the Year”, pela CIAwards 2019.   Também criou e dirigiu uma série 06 de filmes documentários longa metragem para Globosat/UFC, chamado “Espírito da Luta” exibidos para mais de 180 países Inaugurou em 2019 o canal francês de conteúdo afro urbano TRACE no Brasil. Atualmente é o diretor geral de uma série com produção Endemol Shine Br para HBO Max,o The Bridge Brasil,  com lançamento para 2022.

Foram mais de 120 shows/produções musicais em DVD, VOD ou programação de TV e mais 60 videoclipes de artistas renomados como Luan Santana, Snoop Dogg, Paula Fernandes, Jorge e Mateus, CPM22, Zezé di Camargo e Luciano, Natiruts, Projota, Edi Rock, entre outros.

Premiações: Venceu em Cannes o  “Branded Content of the Year”, pela CIAwards 2019, VMB Video Music Brasil 2006, 2007, Prêmio Multishow 2005, 2007, Grammy Latino Melhor DVD, 04 Prêmios Qualidade Brasil, Branded Content of the year pela CIAwards 2019.