‘AS HISTÓRIAS DE MEU PAI’ estreia nos cinemas nesta quinta

‘AS HISTÓRIAS DE MEU PAI’ estreia nos cinemas nesta quinta

PROTAGONIZADO POR BENOÎT POELVOORDE, AS HISTÓRIAS DE MEU PAI, ESTREIA NESTA QUINTA, 09 DE FEVEREIRO

Combinando comédia e drama, filme de Jean-Pierre Améris traz como protagonista um pai mitomaníaco pelo olhar de seu filho
Trailer: https://youtu.be/WJW58WdxfpM

Para o pequeno Émile (Jules Lefebvre) seu pai é seu herói. Suas histórias são as melhores do mundo, e suas profissões inigualáveis. Esse é o ponto de partida da comédia AS HISTÓRIAS DE MEU PAI, de Jean-Pierre Améris, que chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 09 de fevereiro, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, Florianópolis e Aracaju, com distribuição da Pandora Filmes.

O roteiro, assinado por Améris e Murielle Magellan, parte do livro de Sorj Chalandon, e traz uma figura peculiar no personagem paterno, André, interpretado pelo celebrado ator Benoît Poelvoorde (Coco antes de Chanel). A trama se passa no começo dos anos de 1960, e André conta ao filho suas grandes peripécias, como campeão de judô, paraquedista, jogador de futebol, espião, e, em especial, Conselheiro de Charles de Gaulle.

Chega o momento da missão mais importante de André, e ele pede ajuda ao seu filho que deverá se arriscar por seu pai. Mas, e se as histórias do pai forem mentirosas?, começa a se questionar Émile. A mitomania do protagonista é vista com ingenuidade e algo de lúdico pelo olhar do filho.

O cineasta conta que o livro é muito mais soturno, mas, para o filme, já no roteiro, ele mudou um pouco o tom, aproximando-se também da comédia. “Eu queria que o filme tivesse uma espécie de fantasia que ecoasse a loucura desse pai. Inventar sua vida, às vezes pode ser mais alegre do que a vida real.

Ele aponta, no entanto, que há um lado bastante dramático, sério no filme, sobre um pai que abusa de seu filho psicologicamente. “O pai não quer destruir seu filho, nem apagá-lo. Ele quer arrastá-la para sua loucura, para um mundo de pura ficção, mas o que acaba sendo perigoso. Tudo isso para não ficar sozinho ali, para ter um amigo. Você precisa de um ouvinte mitomaníaco. Ele aparece como um herói aos olhos de seu filho, que quer fazer de tudo para estar à altura. E a criança não consegue perceber isso, ela não tem as ferramentas.”

Desde o início, Améris conta que tinha Poelvoorde como protagonista de AS HISTÓRIAS DE MEU PAI. “Na verdade existe um medo hoje de fazer o papel de um homem que humilha a esposa e bate no filho. Mas se os atores não estão ali para encarnar a escuridão humana, tudo desmorona.  E Benoît faz isso muito bem, pois  esta também é a nossa humanidade. E Benoît, sem salvá-lo, o torna humano.  O pai é um homem sobrecarregado consigo mesmo e que sobrecarrega aqueles que o cercam. Ele tem medo de não ser ouvido.”

O filme aborda “não apenas o impacto duradouro da Guerra Franco-Argelina e suas consequências, mas também o impacto da saúde mental e do trauma em uma família quando uma (ou ambas) das pessoas que sofrem são pais. É uma área difícil e abrangente de cobrir, mas é feita de uma maneira que ainda há esperança – para aqueles que passaram por isso e para aqueles que ficaram para trás”, diz o site Franco Files UK, sobre o AS HISTÓRIAS DE MEU PAI.

O elenco do filme conta ainda com Audrey Dana, Martine Schambacher e Nicolas Bridet. A produção é assinada por Olivier Delbosc (8 Mulheres). Na equipe artística estão Pierre Milon, na direção de fotografia; Quentin Sirjacq, assina a trilha sonora; e Anne Souriau, a montagem.

AS HISTÓRIAS DE MEU PAI será lançado no Brasil pela Pandora Filmes.

Sinopse

André Choulans é um homem que tem diversas profissões, e é idolatrado por seu filho, especialmente depois de se tornar conselheiro de Charles De Gaulle. Quando acha que foi traído por ele, pede ajuda ao garoto para matar o general.

Ficha Técnica

Direção: Jean-Pierre Améris

Roteiro: Jean-Pierre Améris e Murielle Magellan, do livro de Sorj Chalandon

Produção: Olivier Delbosc

Elenco: Benoît Poelvoorde, Audrey Dana, Jules Lefebvre

Direção de Fotografia: Pierre Milon

Desenho de Produção: Pascaline Pitiot     

Trilha Sonora: Quentin Sirjacq

Montagem: Anne Souriau

Gênero: comédia, drama

País: França

Ano: 2020

Duração: 105 min.

SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

O Grande Mauricinho estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta

O Grande Mauricinho estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta

Baseado em livro de Terry Pratchett, a versão nacional da animação conta com Marcelo Adnet e Sophia Valverde como dubladores
A obra de um dos escritores ingleses mais queridos de fantasia, Terry Prachett, acaba de ganhar uma nova adaptação. O Grande Mauricinho tem como protagonista um gato falante que viaja de cidade em cidade oferecendo seus serviços como exterminador de ratos. Com direção de Toby Genkel, o longa chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 02 de fevereiro, trazendo as vozes de Marcelo Adnet como o gato Mauricinho e Sophia Valverde, interpretando a menina Marina.Com roteiro assinado por Terry Rossio, roteirista de sucessos como Aladdin e Shrek, o filme conta a história do gato viajante e falador, que com ajuda seu parceiro Kinho, um menino que toca flauta muito bem, leva os ratos a marchar para longe da cidade, para o alívio dos habitantes. Mauricinho pega o dinheiro da recompensa e vai até uma distância segura para contar e dividir os ganhos com Kinho… e com os ratos!Assista ao Spot
Esses não são ratos comuns – eles falam, usam roupas e sonham com uma ilha paradisíaca onde ratos e humanos vivem juntos em paz. Tudo vai bem com o “golpe dos ratos”, até que eles chegam à cidade de Bad Blintz, onde conhecem uma garota obcecada por livros, Marina, que os leva em uma aventura para resolver um grande mistério da cidade.Genkel contou em entrevista ao Animation Scoop que, quando foi convidado para dirigir o longa, não pensou duas vezes. “É pura genialidade e uma história incrível, e tudo o que você quer fazer é colocá-la na tela. Logo a seguir, tive oportunidade de ler o roteiro do Terry Rossio. Não é fácil transformar Pratchett em filme, e Rossio fez um ótimo trabalho. Temos que admitir que o nome Pratchett tem um certo peso, mas também é uma grande emoção e honra adaptá-lo”.O cineasta também destaca as personagens, que são tipos aos quais não estamos acostumados. “Eu realmente tentei mantê-los o mais originais possível. Por que mudá-los se eles são perfeitos? Quando eu comecei a ler o romance e o que tem que ter no filme, eu comecei a marcar linhas nas páginas… e você acaba marcando páginas e páginas e páginas porque é muito bom! Estávamos realmente apoiados na obra de um gigante, Terry Pratchett. Mantivemos o espírito dele e de alguma forma tentamos colocá-lo na tela. Maurice é bastante sarcástico e mesquinho.”Assista ao Trailer

O Grande Mauricinho combina imagens geradas por computador e outras em técnicas mais clássicas, desenhadas a mão. Genkel explica que não havia outra forma de fazer o filme, se não fosse dessa mistura. “O estilo foi definido pela história. E foi ótimo abrir o filme em um estilo completamente diferente. Nos primeiros minutos, recebemos três tapas diferentes na cara. Começa com desenho convencional e super romântico, uma doçura tipo a da Disney. E então, de repente, faz Boom! e estamos em um mundo com dimensões e profundidade nesta sala estranha com uma garota que fala muito.”

O filme fez sua estreia mundial em janeiro, no prestigioso Festival de Sundance. Já no Brasil, O Grande Mauricinho será lançado em fevereiro, pela Imagem Filmes.

Sinopse:
Mauricinho (Marcelo Adnet) é um gato muito esperto que inventa um golpe para ganhar dinheiro fácil. Ele faz amizade com um grupo de ratos falantes e passa a viajar de cidade em cidade oferecendo-se para resolver misteriosos problemas de infestação… de ratos! Tudo vai bem com o golpe, até que Mauricinho e os roedores chegam à cidade de Bad Blintz e conhecem Marina (Sophia Valverde), uma menina muito inteligente que pode fazer o plano ir por água abaixo.

Novo filme de Rubens Rewald, ‘SEGUNDO TEMPO’ estreia em março

Novo filme de Rubens Rewald, ‘SEGUNDO TEMPO’ estreia em março

Protagonizado por Kauê Telloli e Priscila Steinman, o premiado longa aborda história e identidade  

A trajetória de uma família é a questão central em SEGUNDO TEMPO, quarto longa ficcional de Rubens Rewald, que também fez Corpo, Super Nada e #eagoraoque; além dos longas documentais, Esperando Telê, Intervenção e Jair Rodrigues – Deixa que Digam. O novo filme coloca ao centro os irmãos Ana (Priscila Steinman) e Carl (Kauê Telloli) em busca de suas verdadeiras identidades depois de uma grande perda. O filme é uma produção Miração Filmes & Confeitaria de Cinema, com distribuição da Pandora Filmes, que o lança nos cinemas em março.

Uma questão crucial no filme é sobre as famílias na cidade, suas histórias atuais e antigas. São Paulo é povoada por inúmeros migrantes e imigrantes, sendo que a identidade da cidade se forma a partir deste caldeirão étnico e cultural. Nesse sentido, há muitas histórias ocultas na cidade sobre pessoas ou famílias que apagaram seus passados para tentar se reinventar em uma nova vida”, explica o diretor, que também assina o roteiro.

Ana e Carl nunca se deram bem. Eles precisam deixar de lado as diferenças na tentativa de encontrar seu lugar no mundo. Os irmãos partem para a Alemanha em busca de suas histórias e identidades. Eles tentam, de alguma forma, descobrir uma narrativa própria para que possam lidar com esse mundo caótico, que parece cada vez mais sem sentido.

Eles são filhos de Helmut (o ator alemão Michael Hanemann), um imigrante alemão que veio ao Brasil em busca de novas histórias. Agora, Ana e Carl fazem o caminho inverso, em busca de respostas.

A história oculta de Helmut é o fio condutor da trama, tal como um filme de investigação. Ana e Carl terão, em sua jornada, a missão de juntar e montar os fragmentos estilhaçados dessa história, tal qual um quebra-cabeças. Serão capazes? “Afinal, em nossa experiência real, as histórias sempre nos chegam incompletas e fragmentadas. Nós somos os únicos capazes de fazer as conexões, sejam elas reais ou imaginárias.”, diz o diretor.

 “É importante ressaltar que eu mesmo venho de uma família de imigrantes. A família de meu pai veio da Alemanha, fugindo da Segunda Guerra Mundial, e a família de minha mãe veio da Hungria e da Turquia, fugindo da guerra entre a Turquia e a Grécia. Todos se conheceram em São Paulo durante a década de 1950, enquanto tentavam iniciar uma nova vida em um novo país. SEGUNDO TEMPO, embora completamente ficcional, carrega uma forte abordagem que deriva de meu imaginário pessoal e familiar.”

Rodado no Brasil e Alemanha, o filme conta com elenco e equipe técnica dos dois países. Além disso, foi exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. No Festival de Cinema Judaico em Punta del Leste, ganhou o prêmio de Melhor Filme Latinoamericano. E também participou dos Festival do Rio, Festival Inffnito de Miami e New York, Festival de Cinema Judaico em Boston.

SEGUNDO TEMPO será lançado no Brasil pela Pandora Filmes.

Sinopse

Ana e Carl são dois jovens irmãos que nunca se deram bem, mas depois de sofrerem uma grande perda familiar, partem em busca de respostas. Os dois tentam encontrar no Brasil e na Alemanha, seus próprios caminhos e identidades, atravessando a história de sua família e do século XX.

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Rubens Rewald

Produção Executiva: Marina Puech Leão & Julia Walker

Elenco: Priscila Steinman, Kaue Telloli, Michael Hanemann, Laura Landauer e Jochen Stern

Fotografia: Humberto Bassanelli & Sergio Roizenblit

Som: Eduardo Santos Mendes

Montagem: Willem Dias

Direção de Arte: Ana Rita Bueno

Música: Claudio Faria

Produção: Miração Filmes & Confeitaria de Cinema

País: Brasil

Gênero: Drama

Ano: 2022

Duração: 107min

Sobre Rubens Rewald

RUBENS REWALD, Professor Doutor da ECA/USP, na área de Dramaturgia Audiovisual, escreveu e dirigiu os longa-metragem exibidos comercialmente SUPER NADA, Premio de Melhor Ator no Festival de Gramado 2012, Premio Especial do Juri e de Melhor filme na Mostra Novos Rumos no Festival do Rio 2012, Premio Fiesp de Melhor Direção e Melhor Ator Coadjuvante, selecionado para vários festivais, como Amiéns, Mar del Plata, Chicago, Pune-India,  Montevideo) e CORPO, co-dirigido com Rossana Foglia, em 2007 (selecionado para vários festivais, como Montreal, Palm Springs, India, Rio, São Paulo, Tiradentes, Premio de melhor filme estrangeiro no Festival de Los Angeles).

Seus mais recentes filmes foram: SEGUNDO TEMPO, que participou do Festival do Rio em 2019, Inffinito de Miami e NY, Cinema Judaico de Boston e Festival do Cine Judaico de Punta del Leste em 2020, onde ganhou o Prêmio de Melhor Filme Latino Americano; JAIR RODRIGUES – DEIXA QUE DIGAM, selecionado para o Festival É Tudo Verdade, In-Edit, Inffinito de NY e Miami e de Cinema Brasileiro em Chicago, onde ganhou o prêmio de melhor filme pelo voto popular; #EAGORAOQUE, em parceria com Jean-Claude Bernardet, exibido na Mostra Internacional de SP, Festival de Cinema latino de Toulouse, ForumDoc BH, Mostra de Tiradentes, entre outros.

Dirigiu também outros documentários de longa-metragem, como INTERVENÇÃO – AMOR NÃO QUER DIZER GRANDE COISA (Festival de Brasília), ESPERANDO TELÊ em 2009 (Festival do Rio, Tiradentes, Cinefoot), ambos em pareceria com Tales Ab’Sáber e os documentários para a TV RAINHA HORTÊNCIA & MAGIC PAULA em 2014 e 800M, em parceria com Aarón Fernandez, em 2016, além dos curtas CÂNTICOS em 1991 e MUTANTE… em 2002 (Festival Internacional de Clermont-Ferrand, prêmio de melhor curta e melhor som na Jornada da Bahia).

Escreveu o roteiro do filme HOJE, de Tata Amaral, prêmio de melhor filme, direção e roteiro no Festival de Brasília em 2011 e do documentário TODAS AS MANHÃS DO MUNDO, de Lawrence Whaba, em 2016.

Sobre a Miração Filmes

Com currículo extenso e variado, incluindo séries de TV, séries educativas, videoclipes, videocenários, instalações e principalmente documentários, a Miração passou a fazer jus a seu codinome Filmes em 2009, quando lançou e distribuiu no circuito de salas de cinema seu primeiro longa-metragem. O Milagre de Santa Luzia, lançado no Festival de Brasília, ficou 17 semanas em cartaz nas principais capitais brasileiras.

Em 2011 a Miração lançou seu segundo longa-metragem, Solidão & Fé, premiado na Mostra de Tiradentes em 2011 com o prêmio do júri popular.

Os novos projetos da produtora focam nas áreas de cinema e televisão, com destaque para abordagens transmídia. Já foram feitos documentários, séries para TV, peças para comunicação institucional e alguns outros trabalhos.

Sobre a Confeitaria de Cinema

A Confeitaria de Cinema é uma produtora de conteúdo audiovisual, para Cinema, TV e outras mídias, fundada em 1988, por alunos egressos do curso de Cinema da ECA – USP (Escola de Comunicações de Artes da Universidade de São Paulo), com uma mesma visão de linguagem, estética e mercado. Já produziu os seguintes longas ficcionais e documentais: CORPO (2007), ESPERANDO TELÊ (2009), SUPER NADA (2012), INTERVENÇÃO – AMOR NÃO QUER DIZER GRANDE COISA (2017), JAIR RODRIGUES – DEIXA QUE DIGAM (2020), #EAGORAOQUEÊ (2020), SEGUNDO TEMPO (2022). Produziu também, para a TV, os docs RAINHA HORTÊNSIA & MAGIC PAULA (2014, nos ESPN), 800M (2016, na ESPN) e a série Á MESA, com estreia prevista em 2023, pelo Cinebrasiltv.

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

Gemini: O Planeta Sombrio recebe nova data de estreia nos cinemas brasileiros

Gemini: O Planeta Sombrio recebe nova data de estreia nos cinemas brasileiros

GEMINI: O PLANETA SOMBRIO ganhou uma nova data de estreia no Brasil. Confira:

Um thriller de ficção-científica sobre uma missão espacial enviada para formar um planeta distante habitável. No entanto, a missão encontra algo desconhecido que tem o seu próprio plano para o planeta.

A produção estreia nos cinemas brasileiros em 02 de fevereiro de 2023.

Isabelle Huppert interpreta uma prefeita em crise no drama BELAS PROMESSAS

Isabelle Huppert interpreta uma prefeita em crise no drama BELAS PROMESSAS

Dirigido por Thomas Kruithof, longa exibido no Festival de Veneza, estreia nos cinemas em 12 de janeiro

As maquinações políticas estão sempre em pauta, e são o tema de BELAS PROMESSAS, dirigido por Thomas Kruithof, e que traz Isabelle Huppert e Reda Kateb. Exibido na mostra Horizonte do Festival de Veneza, o longa estreia no Brasil no dia 12 de janeiro, com distribuição da Pandora Filmes.

Huppert interpreta Clémence Collombet, ex-médica e prefeita de uma cidade empobrecida nos arredores de Paris. Sua carreira está perto do final, logo serão as eleições, e ela espera abandonar a política. Ela é honesta e competente, mas sem grandes ambições. Porém, um convite para integrar um ministério pode mudar seus planos e sua visão de mundo. Já Yazid Jabbi (Reda Kateb) é seu chefe de gabinete, e  começa a bater de frente com ela.

Diretor do filme “Mecânica das Sombras”, Kruithof explica que a política é onde tudo acontece, e, por isso, esse tema o atrai. “Depois das eleições presidenciais de 2017, me interessei pela coragem política, e me pareceu que era ao nível local que ainda podíamos acreditar nela, mesmo que a trama do filme atravesse todos os estratos do espectro político

Ele explica que o foco de seu filme não são, na verdade, as ideologias, mas o cotidiano das figuras políticas e suas ações concretas. “Em vez de contar histórias passadas das personagens, queria que estivéssemos logo com elas, queria as apresentar conforme a narrativa avança. Quando o público descobre o problema que têm de resolver, percebemos por pequenas pistas quem são, de onde vêm, um pouco como na vida quando conhecemos alguém.”

Kruithof assina o roteiro com Jean-Baptiste Delafon (“16 anos… Ou quase”), e aponta que a maioria dos filmes e séries sobre política está mais interessada na disputa de poder, na ascensão, mas em BELAS PROMESSAS, eles buscavam investigar a ação política concreta. “O que é muito difícil em filmes sobre política é a representação das pessoas. Ali queria que víssemos os moradores da cidade empenhados, ativos na defesa dos seus interesses. As cidades suburbanas são as mais jovens da França e a maioria dos filmes rodados ali são sobre essa juventude. Sabíamos que falaríamos menos sobre os jovens, e mais sobre seus pais ou avós.”

Ele afirma também que a escolha de Huppert e Kateb para os papeis centrais foi algo natural, pois há nos estilos de atuações deles algo que parece corresponder aos personagens. “Porque são personagens que nunca falam sobre suas vidas, que guardam suas emoções para si. E a admiração que Yazid pode ter por Clémence é a de qualquer ator por Isabelle Huppert, mesmo um ator do nível de Reda Kateb.”

Os dois gostaram do roteiro, se conheceram, e imediatamente senti uma química entre eles, gostei da música de suas duas vozes. Há muito tempo que os imaginava fisicamente: um filme com Reda muito elegante, com um rosto ligeiramente liso e plácido, e depois Isabelle, a tensão, a autoridade que emana dela, na sua silhueta e no seu caminhar”, conclui.

Gary M. Kramer, na revista Salon.com, define BELAS PROMESSAS como “um retrato fascinante da ambição e lealdade.” Lovia Gyarkye, na Hollywood Reporter, escreve que “esse drama conciso e emocionante consegue dissecar uma série de questões filosóficas sobre integridade e cargos públicos sem perder de vista as histórias constituintes mais silenciosas e específicas que tornam urgente respondê-las.”

BELAS PROMESSAS será lançado no Brasil pela Pandora.

Sinopse

Clémence é a prefeita de uma pequena cidade que trava com Yazid, seu chefe de gabinete, uma dura batalha para salvar o distrito de Bernardins, cidade marcada pela insalubridade e pelos locatários abusivos. Esta será sua última luta antes de passar o cargo na próxima eleição. Mas quando ela é cotada a se tornar ministra, sua ambição põe em risco todos os seus planos. Clémence pode abandonar sua cidade, as pessoas próximas a ela, e renunciar às suas promessas?

Ficha Técnica

Direção: Thomas Kruithof

Roteiro: Thomas Kruithof e Jean-Baptiste Delafon

Produção:  Thibault Gast, Matthias Weber.

Elenco: Isabelle Huppert, Reda Kateb, Naidra Ayadi, Jean-Paul Bordes, Hervé Pierre, Lauren Poitrenaux, Walid Afkir, Soufiane Guerrab, Vincent Garranger, Stefan Crepon

Direção de Fotografia: Alex Lamarque

Trilha Sonora: Grégoire Auger

Montagem:  Jean-Baptiste Beaudoin

Gênero: drama

País: França

Ano: 2021

Duração: 98 min.

SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.