194- Wimbledon, o jogo do amor

194- Wimbledon, o jogo do amor

Por Anna Barros

Amo tênis. Não é nenhuma novidade. Depois de Roland Garros, Wimbledon é o torneio de que mais gosto.

Esse filme fala do encontro de um tenista quase aposentado, Peter Colt, britânico, que conhece uma tenista americana em ascensão e se apaixona por ela enquanto jogam um dos torneios mais tradicionais do Grand Slam. Só que Lizzie reluta porque tem que priorizar a carreira.

Inesperadamente, ele acaba vencendo e dando uma nova visão à sua vida de loser, derrotado. Recebe um apoio do qual não esperava em sua própria terra e leva a sua família para assisti-lo.

O tênis sempre marcará , de um jeito ou de outro, a minha vida.

É uma comédia que vale ser vista porque fala de persistência na busca de um sonho e o medo de amar para não prejudicar a carreira.

Sinopse:

Peter Colt (Paul Bettany) é um tenista que ocupa uma posição bastante baixa no ranking mundial de tenistas. Sem possuir ranking suficiente para participar do torneio de Wimbledon, ele recebe um convite dos organizadores para que possa disputar a que pode ser a última competição de sua carreira. Porém, após se apaixonar por Lizzie Bradbury (Kirsten Dunst), a mais nova estrela do tênis feminino, Colt ganha novo fôlego para disputar o título da competição.

193-Juno

193-Juno

Por Anna Barros

Hoje é dia das Mães. Com esse tema, resolvi escolher uma resenha de um filme que fale de mãe. E falarei de uma mãe não usual,uma menina de 16 anos que engravida do ficante nerd e resolve dar o filho para adoção. O filme tem diálogos inteligentes e conflitos interessantes porque Juno acaba se sentindo atraída pelo pai adotivo de seu filho enquanto tenta se reaproximar do namorado.

Com a sua entrada no meio do casal, ele acaba por se separar e descobrir que o pai não estava preparado para  paternidade, só a mãe.

A família de Juno surpreendente a apoia nessa decisão de dar a criança para a adoção,  o que acaba acontecendo, por mais que desejemos que ela fique como bebê.

A película também discute sutilmente o aborto, porque ela decide não fazê-lo.São temas  polêmicos, mas tratados com suavidade e delicadeza.

A trilha sonora é sensacional e duas músicas foram sugeridas por Ellen Page.

O filme ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original, com Diabo Codly.

Recomendo!

Sinopse: Juno MacGuff (Ellen Page) é uma jovem de 16 anos que acidentalmente engravidou de Paulie Bleeker (Michael Cera), um grande amigo com quem transou apenas uma vez. Inicialmente ela decide fazer um aborto, mas ao chegar na clínica muda de ideia. Junto com sua amiga Leah (Olivia Thirlby) ela passa a procurar em jornais um casal a quem possa entregar o bebê assim que ele nascer, já que não se considera em condições de criá-lo. É assim que conhece Vanessa (Jennifer Garner) e Mark (Jason Bateman), um casal com boas condições financeiras que está disposto a bancar todas as despesas médicas de Juno, além de dar-lhe uma compensação financeira caso ela queira. Juno recusa o dinheiro para si, mas decide que Vanessa e Mark ficarão com seu filho.

O Hobbit

O Hobbit

Por: Gabriel Araújo, @gabriel_araujo1

Sessão de Matinê: “O Hobbit”

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Já comentei meu ódio em relação a “O Hobbit – Uma Jornada Inesperada” em uma coluna sobre o Oscar. Mas não deixei claro para todos o motivo de achar o filme tão ruim. Aprofundarei a produção um pouco mais na “Sessão de Matinê” de hoje, tocando em alguns pontos errôneos explicitados na película. E sem dúvidas serei massacrado pelos fãs de Senhor dos Aneis (em relação ao qual O Hobbit deixa a desejar) e adjacentes, mas sem problemas.

Explico primeiramente o motivo pelo qual o assisti: a revista que assinava enviou quatro convites para o filme. Não perderia a oportunidade, mas já esperava o que encontrar, afinal aventura não é um gênero que me atraia em demasia. Apenas algo normal. Nada contra quem gosta.

Mas sobre a produção em si: o tempo de filme foi algo que me irritou bastante. Sobejo extremo. Cerca de três horas muito cansativas. Principal motivo para criticá-lo. E quando vai chegando em seu ápice, a melhor parte, acaba. Inúmeras voltas para chegar ao assunto mais esperado. Até parece meu professor de Física. Obviamente para amarrar o espectador e (tentar) agradá-lo e cativá-lo para o próximo filme.

A narrativa também é cansativa e Peter Jackson tenta apresentar o máximo de detalhes extraídos do livro.

Devo dizer, porém, que gostei dos efeitos e de parte do enredo, apesar de assemelhar-se e apresentar momentos relacionados a Senhor dos Aneis. Claramente para chamar a atenção dos fãs da saga, de mesmo diretor. Alguma defluência e outra da trama pode não tê-los agradado, mas o saldo com tal público é positivo.

Não foi positivo comigo. Não gostei, é simples. Inclusive só não cochilei porque o cinema é um dos três lugares em que encontro inúmeras dificuldades para dormir. Os outros dois são carros e aviões. Mas após os 195 minutos de imagens na telona, cheguei à conclusão que seria melhor ter cochilado. Ou visto o filme do Pelé.

Sinopse:
Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) vive uma vida pacata no condado, como a maioria dos hobbits. Um dia, aparece em sua porta o mago Gandalf, o cinzento (Ian McKellen), que lhe promete uma aventura como nunca antes vista. Na companhia de vários anões, Bilbo e Gandalf iniciam sua jornada inesperada pela Terra Média. Eles têm por objetivo libertar o reino de Erebor, conquistado há tempos pelo dragão Smaug e que antes pertencia aos anões. No meio do caminho encontram elfos, trolls e, é claro, a criatura Gollum (Andy Serkis) e seu precioso anel.

MTV Movie Awards 2013

MTV Movie Awards 2013

Por Eduardo Guimarães

Admito que comi bola com vocês semana passada e não publiquei o resultado e meus comentários sobre o MTV Movie Awards 2013.

MTV MovieAwards 2013

O que acontece é que, infelizmente, a premiação da MTV está cada vez se tornando mais chata e previsível.

Antigamente tínhamos grandes apresentadores, espetáculos musicais e parodias divertida dos filmes.

Mas o grande problema para mim fica por conta do voto popular. Não é difícil saber quem vai ganhar. Basta ver qual é a moda do momento. Foi assim com Harry Potter e depois com a Saga Crepúsculo. E hoje está sendo com Os Vingadores.

Enfim, vamos aos vencedores e meus comentários. Lembrando que apenas vou comentar sobre os indicados de cada lista, não importa que tivemos filmes ou atuações melhores durante o ano.

FILME DO ANO

Os Vingadores – The Avengers;

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge;

Django Livre;

O Lado Bom da Vida;

Ted;

– Apesar de ter adorado os Vingadores, acho que O Lado Bom da Vida e Batman têm histórias melhores.

MELHOR PERFORMANCE MASCULINA

Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida);

Ben Affleck (Argo);

Daniel Day-Lewis (Lincoln);

Jamie Foxx (Django Livre);

Channing Tatum (Magic Mike);

– A atuação de Daniel Day-Lewis é de tirar o fôlego, mas o prêmio está em boas mãos com Bradley Cooper.

MELHOR PERFORMANCE FEMININA

Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida);

Rebel Wilson (A Escolha Perfeita);

Anne Hathaway (Os Miseráveis);

Mila Kunis (Ted);

Emma Watson (As Vantagens de Ser Invisível);

– A melhor atuação levou o prêmio.

MELHOR REVELAÇÃO

Rebel Wilson (A Escolha Perfeita);

Ezra Miller (As Vantagens de Ser Invisível);

Eddie Redmayne (Os Miseráveis);

Suraj Sharma (As Aventuras de Pi);

Quvenzhané Wallis (Indomável Sonhadora);

– É difícil escolher uma revelação, mas acho que o prêmio está de bom tamanho para Wilson.

MELHOR DUPLA EM CENA

Mark Wahlberg e Seth MacFarlane, como Ted (Ted);

Leonardo DiCaprio e Samuel L. Jackson (Django Livre);

Bradley Cooper e Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida);

Robert Downey Jr. e Mark Ruffalo (Os Vingadores);

Will Ferrell e Zach Galifianakis (Os Candidatos);

– DiCaprio E Jackson tiveram uma química perfeita em cena, muito melhor do que Wahlberg e Ted.

MELHOR PERFORMANCE SEM CAMISA

Taylor Lautner (A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2);

Christian Bale (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge);

Daniel Craig (007 – Operação Skyfall);

Seth “Ted” MacFarlane (Ted);

Channing Tatum (Magic Mike);

– Não pretendo fazer comentários nesta categoria.

MELHOR LUTA

Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson e Jeremy Renner X Tom Hiddleston (Os Vingadores);

Mark Wahlberg X Seth “Ted” MacFarlane (Ted);

Daniel Craig X Ola Rapace (007 – Operação Skyfall);

Christian Bale X Tom Hardy (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge);

Jamie Foxx X Capangas de Calvin Candie (Django Livre);

– A cena entre Batman e Bane é perfeita, mas admito que foi lindo ver Os Vingadores em ação nas ruas de NY.

MELHOR ATUAÇÃO CAGANDO DE MEDO

Suraj Sharma (As Aventuras de Pi);

Jessica Chastain (A Hora Mais Escura);

Alexandra Daddario (O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua);

Martin Freeman (O Hobbit: Uma Jornada Inesperada);

Jennifer Lawrence (A Última Casa da Rua);

– Essa é uma daquelas categorias que não entendo, mas admito que Sharma soube passar seu medo para quem assistia ao filme.

MELHOR BEIJO

Bradley Cooper e Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida);

Kerry Washington e Jamie Foxx (Django Livre);

Kara Hayward e Jared Gilman (Moonrise Kingdom);

Mila Kunis e Mark Wahlberg (Ted);

Emma Watson e Logan Lerman (As Vantagens de Ser Invisível);

– Outra categoria sem sentido, mas como adorei O Lado Bom da Vida, vou ficar com esse mesmo.

MELHOR MOMENTO “WTF”

Jamie Foxx e Samuel L. Jackson (Django Livre);

Denzel Washington (O Voo);

Anna Camp (A Escolha Perfeita);

Javier Bardem (007 – Operação Skyfall);

Seth “Ted” MacFarlane (Ted);

– Acho que não tem nada mais WTF do que um urso de pelúcia que anda, fala e usa drogas.

MELHOR VILÃO

Tom Hiddleston (Os Vingadores);

Javier Bardem (007 – Operação Skyfall);

Leonardo DiCaprio (Django Livre);

Marion Cotillard (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge );

Tom Hardy (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge );

– Tom Hardy estava perfeito como Bane e merecia o prêmio.

MELHOR MOMENTO MUSICAL

Anna Kendrick, Rebel Wilson, Anna Camp, Brittany Snow, Alexis Knapp, Ester Dean e Hana Mae Lee (A Escolha Perfeita);

Anne Hathaway (Os Miseráveis);

Channing Tatum, Matt Bomer, Joe Manganiello, Kevin Nash e Adam Rodriguez (Magic Mike);

Bradley Cooper e Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida);

Emma Watson, Logan Lerman e Ezra Miller (As Vantagens de Ser Invisível);

– Anne Hathaway estava linda cantando. Só digo isso.

MELHOR HERÓI

Bilbo – Martin Freeman (O Hobbit: Uma Jornada Inesperada);

Homem de Ferro – Robert Downey Jr. (Os Vingadores – The Avengers);

Batman – Christian Bale (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge);

Hulk – Mark Ruffalo (Os Vingadores – The Avengers);

Branca de Neve – Kristen Stewart (Branca de Neve e o Caçador);

Mulher-Gato – Anne Hatthaway (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge);

– Por mais que Bilbo seja um personagem simpático e cativante, ele não é Tony Stark.

@guimaraesedu

A Identidade Bourne

A Identidade Bourne

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “A Identidade Bourne”

Captura de Tela 2013-04-25 às 19.36.45A Identidade Bourne (2002) é o primeiro dos três filmes que contam a história de Jason Bourne, interpretado na ótima trilogia por Matt Damon. Já assisti várias vezes quando menor a produção, sem nunca entendê-la bem. A cena em que Jason e sua companheira Marie (Franka Potente) fogem da polícia, se não me engano em Paris, me marcou por ser com um Mini Cooper. Sim, o carro do Mr. Bean. E não me perguntem o motivo.

Até algum tempo atrás, continuava sem entendê-lo. Mas perdi um ente querido, e em meio a velório e tudo mais, fiquei em casa. Sem sono, decidi por ver um filme. Justamente este passava em algum canal, provavelmente TNT, e virei a madrugada assistindo-o.

Mas comentando o filme em si, acredito ser uma película convincente. A atuação de Matt Damon, em personagem que deveria ser de Brad Pitt, é deveras boa. As cenas de ação, ponto alto do filme, afinal trata-se de algo do gênero, são muito bem produzidas. E lembremos que tudo é baseado com originalidade em livro de Robert Ludlum, também ponto para um filme homônimo do comentado neste post, de 1988.

O roteiro é bom. Trata-se de um filme que aproveita bem os espaços para cativar quem busca uma boa película de ação e que poderia ser observada com melhores olhos em todos os sentidos. A história, basicamente, refere-se ao misterioso Jason Bourne, encontrado baleado e sem memória no mar. Aos poucos ele descobre quem é, vivendo em fuga de pessoas que o querem morto.

Ponto interessante, também, é a vontade que o filme deixa, ao terminar, no espectador, que logo espera por uma continuação. Duas vieram: A Supremacia Bourne e O Ultimato Bourne. A primeira sequência assisti, mas não me recordo o suficiente para comentários. Já o final é a prova de minha deficiência cinematográfica: tenho o DVD há anos e não o vi. Assistirei e volto aqui para comentar.

Enquanto isso, fiquem com A Identidade Bourne. É um bom aperitivo para o que vem depois.

PS.: A franquia ainda possui um quarto filme com o universo Bourne de Robert Ludlum: “O Legado Bourne”, porém como não possui Matt Damon no papel de Jason, achei melhor não incluí-lo nessa resenha.

Sinopse:
Após ficar à beira da morte, por ter sido baleado, um desconhecido (Matt Damon) acorda sem memória em uma costa do Mar Mediterrâneo. Ele consegue se recuperar, com a ajuda de um médico aposentado, mas tem como única pista de sua identidade um chip que estava implantado em seu quadril, onde estava gravado o número da conta de um banco de Zurique, na Suíça. No cofre deste banco suíço ele descobre que se chama Jason Bourne e que mora em Paris, mas também acha alguns passaportes falsos (com sua fotografia, mas cada um com um nome diferente), uma arma e uma grande quantia em dinheiro. No entanto logo é perseguido, sem entender por qual razão, e demonstra possuir diversas habilidades em autodefesa e luta, além de saber vários idiomas. Ele oferece US$ 20 mil para Marie Helena Kreutz (Franka Potente), que está dificuldades financeiras, para levá-lo até Paris. Após relutar ela concorda, pois precisa do dinheiro. Mas eles não poderiam imaginar o que o futuro lhes reservava.