Esse filme parece uma prévia do que viria a acontecer na queda das Torres Gêmeas em Nova York em 2001 no ataque terrorista orquestrado por Osama Bin Laden.
Eu estive em Nova York quatro meses antes dos atentados, em maio, e adoro a cidade. Um novo ato terrorista, desta vez, em Boston ,no último dia 15, nos faz lembrar do 11 de setembro, divisor de águas no mundo.
A morte de Osama não excluiria o terrorismo, mas não se sabe se o ato foi doméstico ou internacional. Prosseguem as investigações.
O filme com Denzel Washington vale e pena e é assustador ver tanta semelhança com o que de fato aconteceu. Como se fosse um making of do queocorreria.
Super recomendo.
Off topic: assim como recomendo se você quiser saber mais de política internacional, visitar o blog de Gustavo Chacra,no Estadão.O link está ao lado nos favoritos do Poltrona.
Sinopse: Após o sequestro de um líder religioso islâmico, a cidade Nova York vira o lavo de ataques terroristas. O agente do FBI Anthony Hubbard (Denzel Washington), a oficial da CIA Elise Kraft (Annette Bening) e o general William Devereaux (Bruce Willis) unem forças para capturar um perigoso grupo de terroristas que plantam bombas em diversos lugares de Nova York, levando a cidade ao caos.
Motivado pela morte da ex-primeira ministra inglesa Margaret Thatcher na última segunda-feira (8), inicio minha nova coluna comentando seu filme-biografia: “A Dama de Ferro”, que tive a oportunidade de assistir justamente no dia de sua morte, exibido que foi pelo Telecine como forma de homenagem.
A produção é, inegavelmente, ótima. Meryl Streep, atriz que já me agradava em “O Diabo Veste Prada” e outros filmes, interpreta de forma fantástica a dama de ferro, como era conhecida Thatcher. Não à toa recebeu o Oscar de melhor atriz em 2012 – o filme também levou a estatueta de melhor maquiagem.
Margaret Thatcher é uma figura que ou se odeia, ou se ama. Não existe meio termo. Enquanto muitos choraram sua morte, outros vários comemoraram. Eu, particularmente, não simpatizo com sua forma de pensamento conservadora, mas é mais do que óbvio que foi uma figura importante na história.
O filme, dirigido por Phyllida Lloyd, busca passar um lado mais humano de Margaret Thatcher, apresentando-a com memórias já em uma fase desorientada da vida. Uma cena perfeita para entender tal comentário é a que retrata uma discussão onde a oposição acusa a personagem de Meryl Streep por milhões de desempregos gerados na Inglaterra. Claro que seu papel foi negar.
Para quem presta a atenção, “A Dama de Ferro” também apresenta inúmeras relações entre uma cena e outra. Já no fim do filme, Thatcher aparece lavando canecas, clara analogia a um comentário que faz quanto da cena do pedido de casamento por parte de seu ex-marido.
O ápice do filme é a Guerra das Malvinas, onde Thatcher foi personagem chave para a vitória britânica sobre a Argentina, recuperando as Ilhas Falkland. Destaco também que a película conta momentos mais particulares da vida da ex-primeira ministra, o que gerou certa polêmica, principalmente quando lançado.
Não falarei mais. Assisti-lo é bom e vale a pena. O filme tem uma levada biográfica que prende o telespectador. E ajuda, claro, a entender tão importante figura não só para a Inglaterra, mas para o mundo todo: Margaret Thatcher.
Sinopse: Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econôminica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.
Esse filme é lindo! Gosto mais da versão com Nicolas Cage e Meg Ryan do que a versão do aclamado diretor alemão Wim Wenders. O filme de Wenders é sombrio.
O final é triste. Vale a pena ver as duas versões e tirar as próprias conclusões.
Tenho um carinho especial por esse filme.
Sinopse: Em Los Angeles, uma dedicada cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente durante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela. Em pouco tempo ele fica apaixonado pela médica e resolve ficar visível para ela, a fim de poder encontrá-la frequentemente, o que acaba provocando entre os dois uma atração cada vez maior, apesar dela ter um sério relacionamento com um colega de profissão. O ser celestial não pode sentir calor, nem o vento no rosto, o gosto de uma fruta ou o toque da sua amada, assim ele cogita em deixar de ser um imortal para poder amar e ser amado intensamente.
Não sei se vocês sabem, mas eu escrevo em outros dois sites: GeezBoz e Cruzador Fantasma. E recentemente escrevi um texto sobre o Diabo nas HQs. E daí pensei: como será que o Capeta é visto no cinema? Então nasceu este top 5: Diabo nas telas.
5 – Endiabrada
Este filme de 2000 é uma comédia fraca, estrelada por Brendan Fraser. Mas vale muito apena assistir somente para ver Elizabeth Hurley como o Tinhoso. E toda vez que ela aparece em cena, ela está vestida de uma maneira diferente: enfermeira, policial, professora e outras fantasias adolescentes. Se não tiver nada melhor para ver, fica a dica.
4 – O Auto da Compadecida
Com certeza este filme aparece na lista das melhores produções brasileiras de todos os tempos. Lançado em 2000, foi baseado na obra de Ariano Suassuna e conta a história dos dois malandros do sertão nordestino: João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello). E quando João Grilo morre, ele é julgado pelo Coisa Ruim em pessoa, interpretado por Luís Melo. Mas como advogada de defesa ele conta com Nossa Senhora (Fernanda Montenegro). Filme mais que obrigatório.
3 – Anjos Rebeldes
Filme que fez pouco sucesso entre o grande público, mas virou cult. Lançado em 1995, o roteiro mostra que o Arcanjo Gabriel (Christopher Walken) se revolta contra Deus e decide mata-Lo. Mas para isso ele precisa de uma “alma negra” para executar seu plano. Só que o anjo Simão (Eric Stoltz) escondeu esta alma dentro do corpo de uma menina, que precisa ser exorcizada para “destruir” a alma negra. Cabe a um ex-seminarista que hoje é policial (Leias Koteas) e a uma professora (Virginia Madsen) protegerem a garota enquanto Gabriel está atrás deles. Infelizmente eles não têm como parar Gabriel, que é morto por Lúcifer (Viggo Mortensen). Mas não pense que o Chifrudo tem boas intenções: ele sabe que se Gabriel vencer a guerra, ele irá criar um segundo Inferno na Terra, o que irá destruir seu reino. Vale a pena assistir.
2 – O Advogado do Diabo
Esta produção de 1997 não fez muito sucesso nos EUA, mas levou mais de um milhão de espectadores às salas de cinema brasileiras. O filme é estrelado por Keanu Reeves e Charlize Theron, mas quem rouba a cena é Al Pacino como o Capeta em pessoa. E o plano do Cramunhão é bem simples: ele quer que seu filho (Reeves) de a ele um neto: o Anticristo. Quem não viu ainda vai ter que se entender com o Tinhoso.
1 – Coração Satânico
Talvez um dos melhores filmes de Alan Parker, ao lado de outros clássicos como Fama, O Expresso da Meia-Noite, Pink Floyd – The Wall e Mississipi em Chamas. Mas também é o que menos fez sucesso. Mesmo assim, virou cult e extremamente raro de se achar. O filme conta a história do detetive particular Harry Angel (Mickey Rourke) contratado por Louis Cyphre (Robert De Niro) para encontrar o cantor Johnny Favorite, que está desaparecido. Conforme sua investigação vai se desenrolando, Harry acaba se envolvendo no submundo da magia negra e do vodu. Até descobrir a verdade: que Johnny Favorite fez um pacto com o Diabo para ter fama e sucesso. Mas Favorite tentou enganar o diabo, escondendo sua alma no corpo de outro homem: Harry Angel. E usando a identidade de Louis Cyphre, o Capeta vem reclamar sua propriedade. No final, Harry é acusado de matar a filha de Favorite e acaba preso. Mas o Tinhoso vem e tira Harry da cadeia. E a última cena mostra Harry entrando em um elevador antigo e descendo, uma alusão de que sua alma indo para o Inferno. Sei que é um filme complicado de se achar e de se entender, afinal estamos falando de Alan Parker. Mas vale cada minuto.
O filme é muito bom e Michelle Williams incorpora a Marilyn, de verdade.
Colin tenta ajudá-la nas suas crises nas filmagens de um filme com Lawrence Olivier e acaba se apaixonando por ela, sabendo que há um prazo de validade para o romance pois vivem em mundos distantes. Ali, Marilyn já sinaliza sua dependência por remédios para dormir e sua frustração de os homens a verem como uma estrela de cinema somente e não como uma mulher normal.
Super recomendo!
Sinopse: No verão de 1956, o jovem Colin Clark (Eddie Redmayne), vindo de Oxford em busca de sucesso na indústria do cinema, trabalhou como assistente no set de filmagem de O Príncipe Encantado. Esta produção reunia duas grandes estrelas, Sir Laurece Olivier (Kenneth Branagh) e Marilyn Monroe (Michelle Williams), que estava nesta época em lua-de-mel com seu novo marido, o dramaturgo Arthur Miller (Dougray Scott). Quase 40 anos mais tarde, foi publicado o diário de Miller, intitulado The Prince, The Showgirl and Me (“O Príncipe, a Vedete e Eu”), mas uma semana faltava, e estas páginas desaparecidas foram publicadas mais tarde com o título My Week With Marilyn (“Minha Semana com Marilyn”). Quando Arthur Miller deixa a Inglaterra, Colin decide mostrar a Marilyn os prazeres da vida britânica; esta torna-se uma semana idílica em que ele acompanhou uma estrela ansiosa para fugir dos holofotes de Hollywood e da pressão do trabalho.