Estrelado por Marco Ricca e Thaila Ayala, LAMENTO ganha trailer e pôster

Estrelado por Marco Ricca e Thaila Ayala, LAMENTO ganha trailer e pôster

Estreia na direção de Diego Lopes e Claudio Bitencourt, o filme esteve na seleção oficial dos festivais de cinema de Brasília, Nashville e Cairo

LAMENTO, dirigido por Diego Lopes e Claudio Bitencourt, acaba de ganhar trailer e pôster. O longa estreia nos cinemas dia 26 de agosto.

Sobre o filme

Após sessões bem-sucedidas nos festivais de Brasília, Nashville e Cairo, chega em agosto às telas o longa-metragem LAMENTO, filme de estreia dos diretores Diego Lopes e Claudio Bitencourt, estrelado por Marco Ricca e Thaila Ayala. O filme foi indicado também a Melhor Filme Estrangeiro do Festival de Burbank.

Estamos sempre prestes a tomar decisões que definem quem somos e o que enfrentamos no nosso dia a dia. Elder (Marco Ricca) administra o hotel herdado de seu pai. Em suas mãos, o hotel passou de um resort de luxo para um hotel à beira da falência. Ele é a epítome da pessoa cuja vida foi fácil, mas no auge dos cinquenta anos ele enfrenta as consequências de uma vida excessiva, com um vício errático em álcool e cocaína. O fracasso de sua vida profissional reflete em seu casamento, que está em ruínas e sem perspectivas de melhoria. No limite de seu equilíbrio emocional, Elder coloca tudo em risco ao enfrentar seus demônios e as consequências de suas decisões. Uma história que tem nuances dramáticas particulares a muitos núcleos familiares brasileiros.

Marco Ricca comenta sobre seu personagem, “O Elder está em um momento delicado da vida, com vários problemas financeiros e emocionais e ele tenta enfrentá-los, dentro das impossibilidades que ele tem como ser humano, meio frágil, meio falho. Você assiste à trajetória desse personagem indo por um movimento totalmente vertiginoso em relação à vida dele. Você nunca tem muita certeza de se o que ele está vivendo é real ou está num mundo próprio dele. É um cara que está em constante abstinência, com todas as dores que isso traz – enfrentando uma separação e enfrentando também a perda de algo que é importantíssimo para ele, que é o hotel que herdou do pai e do qual ele não conseguiu fazer algo rentável”.

Figura central dos devaneios de Elder, a garota de programa Letícia (Thaila Ayala) aparece na vida do protagonista e logo some, misteriosamente. “A personagem trata de uma garota de programa com uma personalidade enigmática, nada decifrável, que desaparece de forma bem misteriosa. Ela é muito intensa, com uma personalidade de muitas camadas, de leitura difícil. Uma hora ela é uma coisa, outra hora ela é outra. Essa é a grande curiosidade sobre ela é o que me levou a me apaixonar pela personagem. Foi um trabalho muito desafiador, tudo muito denso, tenso e intenso”, diz Thaila sobre sua personagem.

Um ponto importante em LAMENTO é o hotel, propriedade do Elder. Mais do que uma locação, o hotel é um personagem dentro da história e por isso de grande importância para a narrativa do filme. Um desafia da produção foi conciliar o orçamento do projeto com o que era viável produzir de fato e a solução foi usar um hotel em operação e que possuía um andar inteiro com a decoração original e que permitisse ter um ponto de partida nas intervenções necessárias. “A nossa direção de arte modificamos completamente o térreo e o primeiro andar do hotel para adequá-lo ao que queríamos. A equipe trabalhou majestosamente integrada e harmonicamente alcançando um resultado incrível. Arte, fotografia, produção, todos se esforçaram para atingir uma qualidade absurda e acaba sendo um momento que reflete o trabalho de todos no filme. Um esforço coletivo, feito com muito amor ao cinema e que reflete no resultado.”, conta o diretor Diego Lopes.

LAMENTO chega aos cinemas com distribuição da Moro Filmes.

Sinopse

Sem perspectiva de uma vida melhor e no seu limite emocional, Elder enfrenta o período mais difícil de sua vida e as sérias consequências de suas decisões.

Ficha Técnica

Direção: Diego Lopes e Claudio Bitencourt

Elenco Principal: Marco Ricca, Thaila Ayala, Veronica Rodrigues, Otavio Linhares, Ilva Niño

Produção: Oger Sepol Produções

Produção executiva: Diego Lopes e Diana Moro

Direção de produção: Andrea Tomeleri

Roteiro: Diego Lopes

Direção de fotografia e operação de câmera: Felipe Meneghel

Direção de arte: Alex Rocca

Trilha sonora: Maycon Ananias

Mixagem: Alexandre Rogoski

Montagem: Claudio Bitencourt

Distribuição: Moro Filmes

Festivais:

·      Nashville Film Festival

·      Kansas International Film Festival

·      52o Festival de Brasilia (Mostra Territorio Brasil)

·      41O Cairo International Film Festival

·      Katra Film Series (NY) – Premio do Publico de Melhor Filme

·      Inffinito Brazilian Film Festival

·      37o Bogocine – Festival de Cine de Bogota

·      11O Festin – Premio de Melhor Ator

·      Festival de Cinema da Lapa – Premio de melhor ator, atriz, direção de fotografia e direção de arte

Sobre os Diretores

Diego Lopes e Claudio Bitencourt possuem uma variada filmografia com diversos curtas-metragens, programas para TV aberta e fechada e shows licenciados para VOD. Lamento é o primeiro longa-metragem da dupla.

Sobre a Distribuidora

A Moro Filmes atua desde 2010 como distribuidora e produtora independente focada na produção de nicho: filmes de gênero (fantástico / terror / suspense) e mais recentemente LBGTQ+.A empresa ficou conhecida por exibições alternativas de filmes de gênero, onde o público era convidado a interagir com a obra, com banhos de sangue, cantoria em teatros ou exibição externa com transmissão de som via rádio. Além de uma inusitada pré-estréia em um estádio de futebol, que levou mais de 1500 pessoas ao Estádio Couto Pereira em Curitiba. Responsável pela distribuição de filmes nacionais em mais de 40 países, principalmente pela América Latina, a Moro Filmes se destaca por trabalhar individualmente cada projeto. Entre seus títulos mais conhecidos estão: “Morgue Story”, “Nervo Craniano Zero”, os documentários “Iván”, “Cativas” e “Alex Câmera 10”, em 2020 chegará a lançar os inéditos: “Lamento” com Marco Ricca e Thaila Ayala e “A Batalha de Shangri-lá” com Maria Ceiça, Ingra Lyberato e Gustavo Machado. A Moro Filmes é co-distribuidora e sales agent de “Alice Junior”.
Trailer de “O Jardim Secreto de Mariana”, novo filme de Sergio Rezende

Trailer de “O Jardim Secreto de Mariana”, novo filme de Sergio Rezende

Andréia Horta e Gustavo Vaz são os protagonistas do longa-metragem que estreia no dia 16 de setembro, exclusivamente nos cinemas

A H2O Films, Arpoador Audiovisual e Morena Filmes acabam de divulgar o trailer e o cartaz oficiais do filme “O Jardim Secreto de Mariana”, que chega aos cinemas no dia 16 de setembro. O longa-metragem é dirigido e escrito pelo premiado cineasta Sergio Rezende, conhecido por obras como “O Homem da Capa Preta”, “Guerra de Canudos” e “O Paciente – O Caso Tancredo Neves”. O filme tem produção da Arpoador Audiovisual e da Morena Filmes, e coprodução da Globo Filmes. A distribuição é da H2O Films.

ASSISTA AO TRAILER AQUI: https://youtu.be/RzO7IbX8BVQ

“Às vezes, para ter o bom, é preciso passar pelo que é ruim”. A frase, dita por um dos personagens de “O Jardim Secreto de Mariana”, resume a essência do processo de investigação emocional vivido por João (Gustavo Vaz) e Mariana (Andreia Horta) nesta trama sensível em que o amor é o instinto mais forte. O casal apaixonado parece ter uma vida tranquila e perfeita, morando em uma chácara cercada pela natureza e produzindo o próprio alimento, mas a relação começa a sofrer com o desgaste infligido pela impossibilidade de gerar um filho, o maior sonho de Mariana. 

Cinco anos depois de uma separação traumática, João decide partir numa longa jornada de bicicleta para reencontrar Mariana e convencê-la de que o romance nunca deveria ter acabado. O amor, que apesar de toda a mágoa e ressentimento ainda é intenso entre os dois, é então posto em xeque à medida que eles são obrigados a confrontar as dores do passado.

Para amadurecer as reflexões propostas neste novo trabalho, Sergio Rezende buscou inspiração em um dos documentários de sua própria filmografia, o ensaio cinematográfico “O Cinema É Meu Jardim” (2004), além de ter contado no roteiro com a parceria da filha, a escritora, poeta e editora de cinema Maria Rezende. 

“A narrativa e a construção cinematográfica deste filme não são tradicionais. É meu filme mais sensível, poético e intuitivo”, revela o diretor, que enxerga este filme como uma “resposta artística ao momento truculento que estamos vivendo no Brasil”.

“O Jardim Secreto de Mariana” foi rodado ao longo de quatro semanas no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, e em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.

SINOPSE

João (Gustavo Vaz) e Mariana (Andreia Horta) são apaixonados, mas têm sua relação interrompida de maneira intempestiva. Cinco anos depois da separação abrupta, ele decide seguir seu instinto e parte numa longa jornada de bicicleta para tentar convencê-la de que o romance nunca deveria ter acabado. O amor, que ainda existe entre os dois, é então posto em xeque.

ELENCO

Andreia Horta – Mariana
Gustavo Vaz – João 
Paulo Gorgulho – Zé Cristiano
Denise Weinberg – Linda

FICHA TÉCNICA

Direção – Sergio Rezende      
Produção – Erica Iootty         
Produtores Associados – Mariza Leão, Carlos Diegues
Roteiro – Sergio Rezende
Colaboração de Roteiro – Maria Rezende
Fotografia – Felipe Reinheimer, ABC.
Montagem – Maria Rezende, EDT.
Música – Berna Ceppas
Direção de Arte – Raphael Vinagre
Figurino – Joanna Ribas
Maquiagem – Adriano Manques
Produção Executiva – Tathiana Mourão e Cristiane Façanha                      
Produção de Elenco – Marcela Altberg
Produção de Finalização – Thiago Pimentel             
Som Direto – Felipe Machado
Edição de Som – Tomás Alem, Bernardo Uzeda
Mixagem – Rodrigo Noronha                                                        

Distribuição – H2O Films
Produção – Morena Filmes e Arpoador Audiovisual
Coprodução – Globo Filmes

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA será exibido no 49º Festival de Gramado

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA será exibido no 49º Festival de Gramado

Produzido pela Okna Produções, o filme foi lançado comercialmente na França, nesta semana, onde teve uma excelente recepção

Novo filme da cineasta gaúcha Cristiane Oliveira, A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, terá estreia nacional na Mostra Competitiva do 49o Festival de Cinema de Gramado, onde será exibido no dia 17 de agosto, a partir das 21h30, na grade linear do Canal Brasil e nos serviços de streaming Canais Globo e Globoplay + Canais ao Vivo. 

Nesta semana o filme foi lançado comercialmente nos cinemas da França, onde recebeu ótimas críticas, veja abaixo: 

“A cineasta tece o retrato de um Brasil multicultural e fraturado pelo patriarcado e pela homofobia.”, Télérama 

“O real flerta com o sonho, enchendo os planos de poesia sensível.”, Les Inrockuptibles

“Um formidável quarteto de atrizes que personificam na tela personalidades de rara densidade.”, Que tal Paris? 

“Cristiane Oliveira tem uma abordagem impressionista, assinando um filme impregnado de poesia feroz.”, Le Bleu du Miroir

 “Um belíssimo filme, que vai além do simples drama de formação para mapear um Brasil rico e complexo.”, Avoir Lire

Sobre o filme:

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA veio de um desejo da diretora, Cristiane Oliveira, de falar sobre a coragem de ser quem você realmente é, durante um período da vida marcado por turbulências, a adolescência. Um período em que, mesmo diante de possíveis violências cotidianas, enfrenta-se mudanças e experimentações. 

O filme, que teve sua première mundial no 51º International Film Festival of India, em janeiro deste ano tem como protagonista Joana (Letícia Kacperski), uma adolescente cuja vida começa a se transformar a partir da morte de sua tia-avó, de quem ela era muito próxima. Isso acaba refletindo também na relação com sua melhor amiga, Carolina (Isabela Bressane). “Gosto de reconstruir o roteiro com os atores. Escalar atrizes que tivessem as idades das personagens me permitiu adequar as falas e as situações com aquilo que elas estavam vivendo de fato naquele momento.”, explica Cristiane sobre o processo de seleção de Letícia e Isabela para o filme que foi o primeiro trabalho com cinema para ambas.

Além de impressionada com a morte em si, Joana também começa a questionar uma história que corre na família: sua tia nunca namorou alguém, nunca se apaixonou. Em sua investigação, Joana parece querer descobrir o segredo da tia para entender o que ocorre com ela mesma. “A morte no filme está relacionada à transformação e como, às vezes, precisamos morrer numa forma de ser para renascer nas nossas lutas e conseguir existir. Um poema do Mário Quintana, que inspirou o título do filme, diz que ‘amar é mudar a alma de casa’. Então há também esse aspecto simbólico da palavra morte, que remete ao momento em que se perde o controle sobre o próprio corpo, quando ele passa a ser ocupado pela lembrança constante de alguém por quem nos apaixonamos”.

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA traz personagens descendentes dos colonos alemães que se estabeleceram no sul do Brasil no século XIX. Marcas dessa origem permeiam o cotidiano de Joana e Carolina. E, apesar de situado em 2007, o longa dialoga com o Brasil do presente e seu cenário de retrocesso nas políticas públicas ligadas a gênero e sexualidade.

O longa contou com uma equipe multinacional em várias etapas da produção. A atriz Silvia Lourenço é corroteirista e o roteiro contou com consultoria do diretor português João Nicolau, que prestou consultoria, ao lado dos argentinos Miguel Machalski e Gualberto Ferrari. Cao Guimarães, cineasta e artista visual, participou da fase final como consultor de montagem. A equipe de som conta com o uruguaio Raúl Locatelli, e a direção de arte contou com consultoria da mexicana Nohemi González – ambos trabalharam no filme “Luz Silenciosa”, do mexicano Carlos Reygadas. A equipe técnica conta ainda com renomados profissionais gaúchos, como o diretor de fotografia Bruno Polidoro, e a montadora Tula Anagnostopoulos, além da diretora de arte Adriana Nascimento Borba.

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA é uma produção de Aletéia Selonk, em uma parceria estabelecida entre diretora e produtora, que já realizaram outras obras em conjunto e tem projetos em desenvolvimento para os próximos filmes e foi realizada com recursos públicos geridos pela Agência Nacional do Cinema – ANCINE. Conta com investimentos do BNDES, através do edital BNDES Cinema para produção de longas que priorizam o reconhecimento artístico e técnico no mercado internacional; e do FAMA – Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual, prêmio que busca incentivar e valorizar a produção audiovisual feita por mulheres. Foi contemplado no edital de desenvolvimento PRODAV 05/2013 e do PRODECINE 04/2013, ambos do Fundo Setorial do Audiovisual. O projeto tem ainda o selo do Berlinale Co-production Market, evento com foco em mercado que ocorreu no Festival de Berlin 2018.

Teaser
Sinopse

Joana, 13 anos, quer descobrir por que sua tia-avó faleceu aos 70 sem nunca ter namorado alguém. Ao encarar os valores da comunidade em que vive no sul do Brasil, percebe que todas as mulheres da sua família guardam segredos, o que traz à tona algo escondido nela mesma.

Ficha Técnica

Roteiro e direção: Cristiane Oliveira
Elenco: Letícia Kacperski, Isabela Bressane, Joana Vieira, Lisa Gertum Becker, Rosa Campos Velho, Pedro Nambuco, Roberto Oliveira, Graciela Caputti, e Emílio Speck.
Produção: Aletéia Selonk, Cristiane Oliveira
Produtor Associado França: Epicentre Films / Corentin Dong-Jin Sénéchal, Daniel Chabannes
Produtor Associado Brasil:  Gustavo Galvão
Produção executiva: Graziella Ferst, Gina O’Donnell
Direção de produção: Gina O’Donnell
Corroteirista: Silvia Lourenço
Direção de fotografia: Bruno Polidoro
Direção de arte: Adriana Nascimento Borba
Figurino: Isadora Fantin, Mariane Collovini
Maquiagem e cabelo: Nancy Marignac
Preparação de elenco: Vanise Carneiro
Produção de elenco: Nadya Mendes
Montagem: Tula Anagnostopoulos
Som direto: Raúl Locatelli, Hudson Vasconcelos
Supervisão de som: Miriam Biderman, ABC
Desenho de som: Ricardo Reis, ABC
Mixagem de som: Pedro Noizyman
Música original: Arthur de Faria
Gênero: drama
País: Brasil
Ano: 2021
Duração: 91 min.

Lista de Festivais

51º International Film Festival of India / India; 29º Cinequest Film Festival / EUA no qual recebeu o prêmio Global Vision Award; 22º Stockholm IFF Junior / Suécia; 23º OUTshine LGBTQ+ Film Festival / EUA; 36º Cinema Jove – International Film Festival of Valencia / Espanha; 29º Cinelatino Tübingen / Alemanha; 36º Lovers Film Festival / Itália. Será exibido em 16º Festival Tucumán Cine / Bélgica; Buster Film Festival / Dinamarca; 33º Galway Film Fleadh / Irlanda.

Biografia da Diretora

Nascida em Porto Alegre, Cristiane Oliveira é diretora do longa MULHER DO PAI (Brasil-Uruguai) que teve estreia internacional no Festival de Berlim 2017. O filme participou de mais de 20 festivais e ganhou 20 prêmios. Atualmente, lança em festivais seu segundo longa, A PRIMEIRA MORTE DE JOANA (ganhador do Global Vision Award no Festival Cinequest, nos EUA), e prepara seu terceiro, ATÉ QUE A MÚSICA PARE (Brasil-Itália), selecionado no Talents Script Station do Festival de Berlim 2021. Atua como roteirista desde 2004, quando estreou seu primeiro curta, MESSALINA, vencedor de 13 prêmios em festivais.

Biografia da Okna

Produtora de conteúdo dedicada à realização de projetos para cinema, televisão e plataformas digitais. Especializada na produção e produção executiva, realiza não apenas o gerenciamento de projetos mas de talentos criativos. Em 2021, a empresa completa 15 anos de atuação. Em seu catálogo constam mais de 50 obras, sendo 7 longas metragens, 19 médias, 21 curtas e 5 séries de TV. Suas produções foram selecionadas para importantes festivais no Brasil e no exterior, somando mais de 70 prêmios. São obras que unem características autorais ao potencial de se comunicar com as audiências, trazem uma diversidade de abordagens temáticas dedicadas a diferentes perfis de públicos e foram realizadas a partir de coproduções que valorizam talentos nacionais e internacionais.

Filme “O Buscador” estreia nas plataformas digitais

Filme “O Buscador” estreia nas plataformas digitais


Pôster de “O Buscador”, um dos destaques nos cinemas neste mês

São Paulo – agosto de 2021- Estreou nesta quinta, 5 de agosto, nas plataformas digitais Now, Vivo Play, Looke e YouTube, o longa-metragem brasileiro “O Buscador”, dirigido por Bernardo Barreto e com distribuição da O2 Play.
Veja o trailer: https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=IPuGP7sk300&feature=emb_logo

“O Buscador” recebeu o prêmio Especial do Júri do Tallinn Black Nights Film Festival 2019 (Festival de Cinema PÖFF 2019), além do Prêmio de Melhor Diretor Artístico no Festival de Cinema Independente de Montreal e no Festival CinePE ganhou ainda o Prêmio de Melhor Ator e Atriz coadjuvante.

No elenco estão Aline Fanju, Bruno Ferrari, Debora Duboc, Erom Cordeiro, Luiz Felipe Mello, Mariana Molina, Mário Hermeto, Monique Alfradique e Pierre dos Santos.

“O Buscador” (The Seeker) é produzido pela Berny Filmes e coproduzido pela BRO Cinema.

Sobre a distribuidora O2 Play
A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes, e faz parte do grupo O2, que tem como sócios também o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro. Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand), como uma distribuidora digital. Para mais informações acesse https://www.o2play.com.br/

HOMEM ONÇA estreia nos cinemas brasileiros dia 26 de agosto

HOMEM ONÇA estreia nos cinemas brasileiros dia 26 de agosto

Selecionado para o Festival de Gramado, filme dirigido por Vinicius Reis, tem como ponto de partida acontecimentos da história do Brasil nos anos 90

Situado no final dos anos de 1990, HOMEM ONÇA, de Vinícius Reis, investiga como a história do país reflete e interfere na vida pessoal de Pedro, interpretado por Chico Diaz. O foi selecionado para o 49o Festival de Cinema de Gramado e estreia nos cinemas no dia 26 de agosto, em todo o Brasil com distribuição da Pandora Filmes. 

Vinicius Reis usou uma experiência pessoal como inspiração para o roteiro do longa: “meu pai era gerente numa das maiores mineradoras do mundo, a Vale do Rio Doce. E em 1996, a empresa passou por uma reestruturação radical, que culminaria na sua privatização no ano seguinte. Depois de duas décadas trabalhando para essa companhia, meu pai não podia ser demitido e foi forçado a se aposentar. Antes disso, foi obrigado a demitir sua equipe… tudo isso teve o efeito de um tsunami em sua vida.”

No filme, Pedro tem uma vida estável de classe média com sua mulher Sônia, interpretada por Silvia Buarque, que procura um emprego, e a filha adolescente, Rosa (Valentina Herszage). Pedro trabalha numa das maiores estatais do país, a fictícia Gás do Brasil. Tudo parece caminhar muito bem, um projeto de sustentabilidade desenvolvido por ele ganha um prêmio internacional, o que parece garantir o emprego de sua equipe, apesar da crise que a empresa começa a enfrentar. Seu corpo parece reagir a isso e manchas estranhas aparecem em sua mão.

Porém, mesmo o sucesso do trabalho de seu time não garante a segurança do emprego de todos e Pedro é forçado a tomar atitudes drásticas. HOMEM ONÇA acompanha esse processo através de duas linhas narrativas que se entrecortam e convergem: Num futuro não longínquo, o protagonista não vive mais no Rio de Janeiro, mas em uma pequena cidade, com uma nova companheira, Lola (Bianca Byington).

O roteiro, assinado por Reis, em colaboração com Flavia Castro e Fellipe Barbosa, examina como o longo processo de privatização de estatais, no final dos anos de 1990, ressoa na vida dos empregados daquelas empresas. A perda da estabilidade e segurança emocional e econômica de Pedro é um reflexo da situação do Brasil. Assim, ao falar do passado, HOMEM ONÇA é um filme que também medita sobre o presente do país, sempre ameaçado de passar por uma nova onda de privatizações.

Com o filme, continuo a explorar meu interesse em contar histórias sobre as ambições e medos da classe média urbana brasileira. No meu primeiro longa de ficção, Praça Saens Peña, de 2009, a questão da posse de um imóvel e o desejo por uma carreira profissional eram centrais para os personagens. Em HOMEM ONÇA, a importância do trabalho como identidade do ser humano é o que move os personagens”, explica o diretor.

HOMEN ONÇA foi rodado no Rio de Janeiro, Petrópolis e Teresópolis, entre dezembro de 2017, e janeiro de 2018, e teve sua estreia mundial em fevereiro passado, no 5o Arthouse Asia Film Festival. O longa ainda inclui em seu elencoGuti Fraga, Dani Ornellas, Tom Karabachian e Alamo Facó. O filme é produzido pela Tacacá Filmes, em coprodução com Blackforest Films (Alemanha), Parox SA (Chile), Canal Brasil e Globo Filmes.

Sinopse

Rio de Janeiro, segunda metade dos anos 1990, “era das privatizações”. Pedro trabalha em uma grande empresa estatal que em breve será privatizada. Pressionado por um cruel processo de reestruturação, Pedro tem que demitir sua equipe e antecipar a sua aposentadoria, contra a vontade. Aposentado e com uma doença na pele, ele decide se separar da família e se mudar para Barbosa, sua pequena cidade natal, no interior distante. Lá, ele descobre que a onça pintada que habitava a floresta ao redor de Barbosa, no tempo da sua infância, está mais viva do que nunca.

Ficha Técnica

Direção: Vinícius Reis

Roteiro: Vinícius Reis, com colaboração de Flavia Castro e Fellipe Barbosa

Produção:  Gisela B. Camara

Coprodução: Christoph Hahnheiser, Leonora Gonzalez e Sérgio Gandara

Elenco: Chico Diaz, Silvia Buarque, Bianca Byington, Emílio de Mello, Valentina Herszage, Tom Karabachian, Alamo Facó, Dani Ornellas, Guti Fraga

Direção de Fotografia: João Atala

Direção de Arte: Tainá Xavier 

Montagem e Edição de Som : Waldir Xavier 

Som Direto: Pedro Sá Earp

Figurino: Rô Nascimento e Diana Leste

Caracterização: Mari Pin

Gênero: drama

País: Brasil, Alemanha, Chile

Produção: Tacacá Filmes

Coprodução: Blackforest Films (Alemanha), Parox SA (Chile), Canal Brasil e Globo Filmes

Ano: 2021 

Duração: 90 min.

Filme realizado através de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, BRDE, Ancine, e com recursos do programa de editais da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro 2011/2012

Sobre Vinícius Reis

Nasceu em São Paulo, no bairro do Jaçanã, em 1970. Vive no Rio de Janeiro desde 1981. Formado em Cinema com mestrado no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. É roteirista e diretor há mais de duas décadas.  Escreveu e dirigiu os filmes “A Cobra Fumou”, em 2002, “Praça Saens Peña”, em 2009, e “Homem Onça”, concluído em 2020 e ainda inédito. Tanto “A Cobra Fumou” quanto “Praça Saens Peña” participaram de festivais no Brasil e no exterior  e foram lançados no cinema e na TV.  Dirigiu também o longa-metragem “Noites de Reis”, lançado comercialmente em 2013. Entre 2015 e 2018, dirigiu as temporadas 7, 8, 11 e 12 dos “Detetives do Prédio Azul”, que recebeu o prêmio de “melhor série infantil” em 2016, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. Em 2017, dirigiu a 2ª temporada da série “Natália”, com direção geral de André Pellenz, para a Universal TV. Entre 2018 e 2019, dirigiu as temporadas 3 e 4 da série “Rotas do Ódio”, de Susanna Lira, também para a Universal TV.  “Rotas do Ódio” foi premiada no IndieFEST Film Awards.  

O início da atividade artística aconteceu no Teatro O Tablado, que frequentou de 1982 a 1992.  Lá estudou teatro e foi assistente de direção de Maria Clara Machado.

Sobre a Tacacá Filmes

Tacacá Filmes é uma produtora brasileira independente, criada pelo diretor Vinícius Reis e pela produtora Gisela Camara para produzir projetos audiovisuais autorais e com forte comunicação com o público.

Com a Limite Filmes, produziu a primeira ficção de Vinícius Reis, PRAÇA SAENS PEÑA, em 2009, vencedor de cinco prêmios no Cine-PE, dentre eles o de Melhor Direção e Prêmio Especial da Crítica. PRAÇA SAENS PEÑA também foi recebido como “filmaço” pelo jornal O Globo.

Com a VideoFilmes e a FlaukFilmes, produziu DESLEMBRO, primeira ficção da premiada documentarista Flávia Castro. DESLEMBRO, uma co-produção com o Canal Brasil, Telecine e Globo Filmes, teve sua estreia mundial no Festival de Veneza de 2018, e recebeu o prêmio de Melhor Filme para a Crítica no Festival de Biarritz do mesmo ano.

A Tacacá é ainda produtora associada de QUASE MEMÓRIA, longa-metragem de Ruy Guerra, produzido pela Kinossauros Filmes, em coprodução com a Globo Filmes. O filme recebeu menção honrosa nos festivais de Moscou 2016 e Rio 2016. A Tacacá é também produtora associada de AOS PEDAÇOS, também de Ruy Guerra, com produção de Kinossaurus Filmes, e que estreou em Rotterdam em 2020.

Em 2020, estreou a série NÓS, no Canal Brasil, uma coprodução com a Cabra Vadia, criada por David França Mendes e Rodrigo Ferrari. Atualmente a Tacacá Filmes está engajada no lançamento de HOMEM ONÇA, novo filme de Vinícius Reis, e dá início à pré-produção de KASA BRANCA, primeiro longa-metragem de Luciano Vidigal.

Sobre a Globo Filmes

Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizem a cultura brasileira. 

Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 

Sobre o Canal Brasil

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 300 longas-metragens coproduzidos só nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.  

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.