Assalto à Brasileira reúne grandes nomes do audiovisual como Murilo Benício

Assalto à Brasileira reúne grandes nomes do audiovisual como Murilo Benício

COM MURILO BENÍCIO E CHRISTIAN MALHEIROS, “ASSALTO À BRASILEIRA” REÚNE GRANDES NOMES DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO: CONHEÇA O DIRETOR, ROTEIRISTA E ELENCO 

Dirigido por José Eduardo Belmonte e escrito por L.G. Bayão, longa inspirado em um dos assaltos à banco mais emblemáticos do país chega aos cinemas em 5 de novembro, com elenco liderado por Murilo Benício e Christian Malheiros  

ASSALTO À BRASILEIRA
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– A combinação entre uma história real surpreende e um time de profissionais com trajetórias expressivas no audiovisual brasileiro marca “ASSALTO À BRASILEIRA”, longa-metragem dirigido por José Eduardo Belmonte, com roteiro de L.G. Bayão e protagonizado por Murilo Benício e Christian Malheiros. Com distribuição da Galeria, o filme estreia nos cinemas em 5 de novembro e revisita o assalto à principal agência do Banestado, em Londrina, no Paraná, em 10 de dezembro de 1987, episódio que mobilizou centenas de reféns e atraiu a atenção de toda a cidade.

À frente da direção da produção, José Eduardo Belmonte acumula mais de duas décadas de experiência no cinema e na televisão. Nascido em Brasília, o diretor construiu uma filmografia marcada pela diversidade de gêneros e narrativas, com títulos como “A Concepção” (2005), “Se Nada Mais Der Certo” (2008), “Alemão” (2014), “Carcereiros – O Filme” (2019), “As Verdades” (2021), “O Pastor e o Guerrilheiro” (2022) e “Uma Família Feliz” (2023). Na televisão, também esteve à frente de produções como as séries “Carcereiros” e “As Five”. Em “ASSALTO À BRASILEIRA”, Belmonte conduz uma trama que combina tensão policial, drama e situações inusitadas, tendo como pano de fundo um acontecimento que entrou para a história do país.  

O roteiro é assinado por L.G. Bayão, que soma mais de 30 trabalhos inscritos para o audiovisual. Com experiência em diferentes gêneros, o roteirista transita entre dramas biográficos, comédias e produções voltadas ao público familiar. Entre seus créditos estão “Heleno” (2011) “I“Irmã Dulce” (2014), “Ponte Aérea” (2015), “O Shaolin do Sertão” (2016), “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017), “Minha Fama de Mau” (2019) “Maníaco do Parque” (2023), “Aumenta que é Rock’n’Roll” (2024) e “O Shaolin do Sertão 2”. Ao longo da carreira, Bayão recebeu indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por “Irmã Dulce”, “Detetives do Prédio Azul: O Filme” e “Minha Fama de Mau”. Em “ASSALTO À BRASILEIRA”, transforma um episódio histórico em uma narrativa cinematográfica que acompanha diferentes perspectivas do caso, da negociação com os assaltantes à repercussão popular do acontecimento.  

No papel de Paulo, jornalista recém-demitido que enxerga no assalto a oportunidade de conseguir um grande furo, está Murilo Benício, um dos nomes mais reconhecidos de sua geração. Com uma carreira que atravessa mais de três décadas, o ator consolidou sua presença no cinema e na televisão em produções como “O Homem do Ano” (2003),  “O Beijo no Asfalto” (2018) e novelas de grande repercussão, entre elas “O Clone” (2001), “A Favorita” (2008), “Avenida Brasil” (2012) e “Pantanal” (2022). Ao longo de sua trajetória, recebeu diversos reconhecimentos por suas atuações, incluindo prêmios Melhores do Ano e Troféu Imprensa. Além de ator, Benício também atua como diretor, tendo estreado na função com “O Beijo no Asfalto” e dirigido posteriormente “Pérola” (2023). 

Christian Malheiros interpreta Moreno, um dos líderes do assalto. O ator ganhou projeção internacional como “Sócrates” (2018), longa dirigido por Alexandre Moratto que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival Mix Brasil e o reconhecimento da crítica especializada, além de uma indicação ao Independent Spirit Awards. Posteriormente, integrou o elenco de “7 prisioneiros” (2021), ao lado de Rodrigo Santoro, e conquistou popularidade ao interpretar Nando na série “Sintonia”, sucesso da Netflix. Com uma trajetória que começou no teatro ainda na infância, Malheiros vem construindo uma carreira que transita entre o cinema independente, as produções de alcance internacional e os projetos populares de grande audiência. 

O elenco conta ainda com Robson Nunes, ator, humorista e apresentador conhecido por sua versatilidade. No cinema, interpretou o jovem Tim Maia no especial “Por Toda Minha Vida”, da TV Globo, e voltou a viver o cantor no longa “Tim Maia” (2014). Também participou de produções como “Carandiru” (2003), “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” (2016) e “Barraco de Família” (2021). Sua trajetória inclui trabalhos na televisão, no teatro, na comédia e na dublagem. 

Fernanda de Freitas também integra o elenco. A atriz iniciou sua carreira na televisão no fim dos anos 1990 e ganhou destaque em novelas como “Coração de Estudante” (2002), “Kubanacan” (2003–2004) e “Negócio da China” (2008–2009), além de conquistar o público com a série de comédia “Tapas & Beijos” (2011–2015). No cinema, participou de produções como “Cidade Baixa” (2005), “Zuzu Angel” (2006), “Tropa de Elite” (2007) e “Malu de Bicicleta” (2010). Em “Assalto à Brasileira”, divide a cena com um elenco que reúne diferentes gerações e experiências do audiovisual nacional. 

Uma história real que entrou para o imaginário brasileiro 

Inspirado nos acontecimentos de 10 de dezembro de 1987, “ASSALTO À BRASILEIRA” acompanha Paulo, um jornalista recém-demitido que decide se aproximar de Moreno e Barba, líderes do assalto ao Banestado, para intermediar as negociações com as autoridades. Enquanto os criminosos mantêm centenas de pessoas como reféns dentro da agência bancária, o policial Fonseca, interpretado por Paulo Miklos, conduz as negociações do lado de fora. 

O episódio ficou marcado pelo número de pessoas envolvidas e pela reação inesperada da população de Londrina, que acompanhou a movimentação nas ruas e chegou a demonstrar simpatia pelos assaltantes. Em meio à crise econômica e à inflação que assolavam o Brasil naquele período, o caso ganhou contornos singulares e se tornou um dos episódios mais conhecidos da história policial brasileira. 

Produzido pela Galeria, Santa Rita Filmes e Grupo Telefilms, o longa conquistou três prêmios no Festival de Brasília de 2025: Melhor Ator, para Murilo Benício; Melhor Ator Coadjuvante, para Christian Malheiros; e Melhor Filme pelo Júri Popular. A produção também integrou a programação da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e do Festival de Cinema Brasileiro de Paris, ampliando sua circulação em importantes eventos dedicados à cinematografia nacional. 

“ASSALTO À BRASILEIRA” estreia nos cinemas em 5 de novembro, com distribuição da Galeria

Sobre a Galeria
A Galeria é um estúdio que desenvolve, produz e distribui conteúdo audiovisual brasileiro de alta qualidade, com forte apelo comercial e conexão com o público. Atuando de ponta a ponta, da curadoria e desenvolvimento à produção, lançamento e distribuição, a empresa tem a missão de transformar boas ideias em grandes histórias que emocionam, engajam e valorizam a diversidade e a cultura brasileira.

Fundada em 2018, a Galeria se destaca pela combinação entre curadoria refinada, acompanhamento minucioso e parcerias estratégicas com talentos criativos e produtoras de referência no país.

A empresa vem construindo uma trajetória sólida no audiovisual brasileiro, com produções que unem inovação, excelência técnica e diálogo com o grande público. Um marco dessa história é a trilogia baseada no caso Richthofen: “A Menina Que Matou Os Pais”, “O Menino Que Matou Meus Pais” e “A Menina Que Matou Os Pais – A Confissão” — realizada em parceria com a Santa Rita Filmes.

Entre os lançamentos estão “Mãe Fora da Caixa” (dir. Manuh Fontes), estrelado por Miá Mello, com produção de Morena Filmes; “Um Pai em Apuros” (dir. Carolina Durão), com Dani Calabresa e Rafael Infante; coprodução com Glaz e Disney; além de “Assalto à Brasileira” (dir. José Eduardo Belmonte) e “Pecadora” (dir. Dainara Toffoli), com produção da própria +Galeria, que têm Murilo Benício, Christian Malheiros, Rayssa Bratillieri e José Loreto nos papéis principais.

Também estão em desenvolvimento projetos como “Nico” (dir. Mariana Youssef), com Murilo Benício e Kevin Vechiatto, coproduzido com a LB Entertainment, além de futuras produções baseadas na obra da Palavra Cantada.

No catálogo recente, a Galeria conta com produções próprias como “Fé Para o Impossível”, além de coproduções com produtoras renomadas, incluindo “A Melhor Mãe do Mundo” (dir. Anna Muylaert), com Shirley Cruz e Seu Jorge, com produção da Biônica Filmes, que teve estreia internacional no 75º Festival de Berlim , “Papai é Pop”, com Lázaro Ramos e Paolla Oliveira, em parceria com a Pródigo; “Fazendo Meu Filme”, com Bela Fernandes, produzido pela Panorâmica; “Meninas Não Choram”, com Letícia Braga e Duda Matte, e produção da Morena Filmes; “Vovó Ninja”, estrelado por Glória Pires, em colaboração com a LC Barreto; “Doce Família”, coproduzido junto à Glaz; “Detetive Madeinusa”, com Tirullipa, coprodução com a Formata; “Partiu América”, com Matheus Ceará, coproduzido com a All Screens; além da trilogia Richthofen, com a Santa Rita Filmes.

Sobre a Santa Rita Filmes  
Criada e dirigida pelo produtor Marcelo Braga, a Santa Rita Filmes completa 13 anos de trajetória e já realizou 13 longas-metragens (ficcionais e documentais), consolidando-se como referência no audiovisual brasileiro, especialmente no gênero true crime. Entre seus sucessos estão a trilogia “A Menina que Matou os Pais” (Amazon Prime Video) e “O Maníaco do Parque” (Amazon MGM Studios), que liderou o TOP Brasil por semanas, além da série documental “Maníaco do Parque – A História Não Contada” , também recordista de audiência no Prime Video. O catálogo inclui ainda obras infantojuvenis como “Hora de Brilhar” (Disney+), “A Garota Invisível” (Netflix) e “Lascados”, além de comédias como “Barraco de Família” (Paramount+),“Gostosas, Lindas e Sexies” e “No Ritmo da Fé”, que alcançou o TOP 10 global da Netflix. 

Nos documentários e séries, a Santa Rita Filmes coleciona prêmios internacionais como El Ojo Iberoamérica e Cristal Festival da França, com destaque para “Encuentros en Brasil”, “Tu Casa es mi Casa” (Seleção Melhor Série tv/vod Academia Brasileira de Cinema 2023), “Guerreiros da Floresta”, “Deu Bola” (premiada no TAL 2024), “Brasil, Zil” e “Milton Nascimento – Intimidade e Poesia”. Em 2024, lançou “Janis, Amores de Carnaval”, selecionado na Mostra Retratos do Festival do Rio.  

Finalizou em 2025 o longa “Assalto à Brasileira” em coprodução com +Galeria e Telefilms que percorre inicialmente festivais. Filme ganhador dos prêmios de melhor ator, melhor ator coadjuvante e melhor longa metragem pelo júri popular no Festival de Brasília, selecionado para o CineBH International Film Festival e para a 49ª Mostra de Cinema de São Paulo além de estar presente em alguns festivais internacionais e a série “Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados” no Canal Brasil.   

Em 2026 terá “Assalto à brasileira” em lançamento comercial e o longa-metragem documental, “O Buscador” com Arthur Veríssimo.  Está em produção da série documental “Mar Aberto – o caso Renata Agondi” e em breve terá o lançamento divulgado da série “Elis por João” na Warner Bros Discovery/HBO. 

Além de desenvolver novos projetos de true crime e séries documentais. A Santa Rita Filmes se destaca por unir relevância social, apelo popular e inovação estética, conquistando espaço no Brasil e no exterior, com parcerias com players como Prime Video, Netflix, HBO, entre outros. 

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