
‘AMORA’, SÉRIE DIRIGIDA POR JULIANA ROJAS, TERÁ PRIMEIRO EPISÓDIO EXIBIDO NO FESTIVAL DO RIO
Protagonizado por Bruna Linzmeyer e Ana Hikari, episódio abre antologia baseada no livro de Natália Borges Polesso, vencedor do Prêmio Jabuti

O primeiro episódio de AMORA, nova série brasileira dirigida por Juliana Rojas, será exibido na Première Brasil Séries do Festival do Rio. Livremente adaptada do livro de Natalia Borges Polesso, vencedor do Prêmio Açorianos e do Prêmio Jabuti na categoria Contos e Crônicas em 2016, a produção é uma antologia em quatro episódios sobre relações de amor e afeto entre mulheres. Idealizada pelas produtoras Camila Nunes, Deborah Osborn, Jessica Luz e Paola Wink, a série tem roteiro de Thais Guisasola e Julia Anquier, e previsão de estreia no Canal Brasil para o primeiro semestre de 2027.
Protagonizado por Bruna Linzmeyer e Ana Hikari, o primeiro episódio “Tia Marga” acompanha o casal Tereza e Daniela durante o velório da tia-avó Marga. À espera do primeiro bebê, gestado por Daniela e perto de nascer, as duas precisam lidar com as próprias angústias em relação à chegada da criança e toda insegurança jurídica que envolve a dupla maternidade. Enquanto cada uma guarda um segredo, o encontro com a família durante o velório amplia os conflitos vividos pelo casal.
O episódio abre a série antológica, que acompanha, a cada capítulo, diferentes casais de mulheres na cidade fictícia chamada Amora. As personagens têm idades e trajetórias distintas, e suas histórias passam por temas como desejo, descoberta, envelhecimento, preconceito, traição, medo e diferentes formas de viver as relações.
Além de Bruna Linzmeyer e Ana Hikari, o elenco da temporada reúne Chris Couto, Daniel de Almeida, Elis Kersting, Inez Viana, Larissa Lima, Magali Biff, Thainá Duarte, Verônica Bonfim e Vitória Stifft.
A adaptação é dirigida por Juliana Rojas, roteirista e diretora responsável pelos longas Cidade; Campo (2024), As Boas Maneiras (2017), Sinfonia da Necrópole (2014) e Trabalhar Cansa (2011). Além do cinema, Rojas também escreve e dirige produções para televisão e streaming.
A realização de AMORA buscou ampliar a presença de mulheres e pessoas LGBT em diferentes áreas da produção e na construção da série, incluindo roteiro, elenco e música. A trilha sonora original é assinada por Maria Beraldo, que também conduziu a produção musical da série.
Com produção de Camila Nunes, Deborah Osborn, Jessica Luz, Paola Wink, André Montenegro e Felipe Briso, AMORA é uma coprodução entre bigBonsai, Vulcana Cinema e Plate Filmes, com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e licenciamento do Canal Brasil. A direção de fotografia é de Cris Lyra, a direção de arte de Juliana Lobo, o figurino de Gabriela Guez, a direção de elenco Alice Wolfenson, a preparação Tel Lenna, a montagem de Beatriz Pomar e Lia Kulakauskas, e o desenho de som, edição de som e mixagem de Tiago Bello.
FICHA TÉCNICA
AMORA — Episódio 1: Tia Marga
Brasil, 2026, 41 min
Sinopse: Durante o velório de sua tia-avó Marga, Tereza e Daniela enfrentam as angústias em relação ao nascimento iminente do primeiro bebê do casal, gestado por Daniela. Enquanto cada uma guarda um segredo, o encontro com a família amplia as tensões vividas pelas duas.
Direção: Juliana Rojas
Idealização: Camila Nunes, Deborah Osborn, Jessica Luz e Paola Wink}
Desenvolvimento: Thais Guisasola e Julia Anquier
Roteiro do episódio: Julia Anquier
Elenco Tia Marga: Bruna Linzmeyer, Ana Hikari, Inez Viana, Araci Esteves, Lucas Prado, Rafael Albuquerque e Pilly Calvin
Baseado na obra de Natalia Borges Polesso
Direção de Fotografia: Cris Lyra
Montagem: Beatriz Pomar
Direção de Arte: Juliana Lobo
Figurino: Gabriela Guez
Desenho de Som: Tiago Bello
Edição de Som e Mixagem: Tiago Bello
Trilha Sonora: Maria Beraldo
Produção: Camila Nunes, Deborah Osborn, Jessica Luz, Paola Wink, André Montenegro e Felipe Briso
Produção Executiva: Camila Nunes, Jessica Luz, Deborah Osborn e Paola Wink
Empresa Produtora: bigBonsai
Coprodução: Vulcana Cinema e Plate Filmes
SOBRE A BIGBONSAI
A bigBonsai é uma produtora audiovisual reconhecida internacionalmente por sua expertise em projetos documentais. Seus documentários musicais Dominguinhos (2014), O Barato de Iacanga (2018) e Luiz Melodia, No Coração do Brasil (2024) passaram por festivais como IDFA, DOK Leipzig, SXSW e É Tudo Verdade com sucesso de bilheteria e presença em Netflix e Prime Video. Seu longa de ficção “O Livro dos Prazeres”, uma adaptação do livro homônimo de Clarice Lispector, coprodução com a Rizoma Films (AR), foi premiado no BAFICI, Cinecittà IFF, Vitória, e distribuído globalmente pela sales alemã M’appeal. Atualmente mantêm séries no ar como Minha Vida é um Circo (HBO/Warner) e Tudo ou Nada: Seleção Brasileira, a primeira série Amazon Originals gravada no Brasil.
SOBRE A PLATE FILMES
A Plate Filmes nasceu da vontade de seus sócios Camila Nunes e André Montenegro em juntar esforços e expertise de mais de 25 anos de carreira na indústria cinematográfica, fundando uma produtora que busca produzir projetos de excelência, com significado pessoal e potencial para causar impacto transformador na sociedade ao mesmo tempo em que pretende atingir um grande público.
Juntos, eles reúnem uma forte bagagem, com reconhecimento nacional e internacional em festivais prestigiados. Já trabalharam e coproduziram com países como França, Espanha, China, Japão, Alemanha, Itália, Uruguai, Argentina, Chile, Coreia do Sul, Mongólia, Vietnã, Israel e Índia, e suas produções foram exibidas e premiadas em importantes festivais internacionais, como Emmy Kids, SXSW, Berlim, San Sebastian, Toulouse, Mostra de SP, Festival do Rio, ETV, IDFA, Locarno, Dok Leipzig, BAFICI, Toronto e Cannes.
Entre suas produções mais recentes estão o longa documental “Luiz Melodia – no Coração do Brasil”, documentário mais assistido do ano nos cinemas no Brasil e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2025, além ter participado de importantes festivais como É Tudo Verdade, Mostra Latina BAFICI, Prêmio do Júri In-Edit Brasil, e o longa de ficção “Meu Casulo de Drywall”, de Caroline Fioratti, que circulou por importantes festivais como o SXSW e a Mostra Internacional de SP. Atualmente, a produtora possui projetos em diferentes fases de produção, com destaque para a produção do longa-metragem documental “Dias de Luta, Dias de Glória” sobre a banda Charlie Brown Jr, com direção de Rodrigo Bernardo, e da série “Amora”, com direção de Juliana Rojas, para o Canal Brasil; além da finalização e lançamento dos longas-metragens “Sem Pai Nem Mãe”, de André Klotzel, e “O Delator”, de Arnaldo Jabor, e da série “Palavras Permanecem – Segunda Temporada” para o canal Curta!.
SOBRE A VULCANA CINEMA
Liderada por Jessica Luz e Paola Wink, a Vulcana Cinema já levou suas produções brasileiras autorais e coproduções internacionais para os maiores festivais de cinema do mundo. Entre os quinze longas que tem no currículo, a empresa porto-alegrense produziu “Castanha” (2014) e “Rifle” (2017), ambos dirigidos por Davi Pretto e lançados na seção Forum da Berlinale; “Tinta Bruta” (2018), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, que ganhou o Teddy e o prêmio CICAE na Berlinale; e “O Empregado e o Patrão” (2021), de Manuel Nieto Zas, seleção oficial da Quinzena de Cineastas de Cannes.
A Vulcana Cinema tem reconhecimento dos principais fundos globais de fomento, como o Hubert Bals, Vision Sud Est, World Cinema Fund, IDFA Bertha Fund e NRW, e participação em labs de inovação como EAVE Puentes, Berlinale Co-production Market, Torino Film Lab, Tres Puertos Cine e Binger Film Lab. Entre suas produções mais recentes, estão “The Black Snake” (2025), de Aurélien Vernhes-Lermusiaux, com estreia mundial na seção ACID do Festival de Cannes; “Futuro Futuro” (2025), de Davi Pretto (Competição no Festival de Karlovy Vary e Grande vencedor de Melhor Filme no Festival de Brasília); “Ato Noturno” (2025), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, que estreou mundialmente na seção Panorama da Berlinale 2025; “Novembro” (2025) de Tomás Corredor, uma coprodução com a Colômbia (Toronto IFF); “Os Dias Livres” (2026) de Lucila Mariani, em coprodução com Argentina (Competição Cineastas do Presente Locarno IFF), “Talismã”, de Thais Fujinaga, cuja estreia será no Festival do Rio 2026 e “Madre Pájaro”, de Sofía Quirós, coprodução com a Costa Rica.
SOBRE O CANAL BRASIL
O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 400 longas-metragens coproduzidos. No ar há mais de 26 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.”
