Henrique Cazes celebra 50 anos de carreira na Sala Cecília Meireles

Henrique Cazes celebra 50 anos de carreira na Sala Cecília Meireles

Henrique Cazes celebra 50 anos dedicados ao cavaquinho em concerto na Sala Cecília Meireles


Apresentação na série “Sala Jazz” reúne choro, música autoral e releituras de mestres como Paulinho da Viola e Waldir Azevedo

 Henrique Cazes e convidados – 50 Anos de Cavaquinho

Dia 17 de abril de 2026, sexta-feira, às 19h


A Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, recebe no dia 17 de abril de 2026 (sexta-feira), às 19h, o músico Henrique Cazes com o espetáculo “50 Anos de Cavaquinho”, na série Sala Jazz. Ao lado de Raphael dos Santos (violão de 7 cordas) e com participações especiais de Rogério Caetano e Messias Brito, o concerto celebra cinco décadas dedicadas a um dos instrumentos centrais da música brasileira. A Temporada Artística da Sala Cecília Meireles 2026 tem o patrocínio da State Grid Brazil Holding.Henrique Cazes é um dos principais nomes do cavaquinho no Brasil. Doutor e mestre em Música pela UFRJ, é professor do pioneiro bacharelado em cavaquinho da instituição. Solista, arranjador, produtor, escritor e pesquisador, lançou álbuns marcantes e publicou obras de referência, como Choro: do quintal ao Municipal. Sua trajetória articula tradição e invenção, levando o cavaquinho a contextos diversos e ampliando seu repertório no cenário da música brasileira.

Reexibição histórica e comemorativa de Lua Nova chega aos cinemas a partir desta quinta, 16 de abril

Reexibição histórica e comemorativa de Lua Nova chega aos cinemas a partir desta quinta, 16 de abril

Rexibição histórica e comemorativa de “Lua Nova” chega aos cinemas a partir desta quinta

A partir desta quinta-feira, 16 de abril, “Lua Nova” (New Moon), adaptação do best-seller homônimo de Stephenie Meyer, volta às telonas em uma reexibição comemorativa distribuída pela Paris Filmes. Baixe imagens neste link. O primeiro longa da saga, “Crepúsculo”, retornou aos cinemas em março e vendeu mais de 500 mil ingressos.

Neste segundo capítulo, o romance entre uma mortal e um vampiro alcança um novo patamar quando Bella Swan (Kristen Stewart) desafia o próprio destino para se aproximar de Edward Cullen (Robert Pattinson). Ao se aprofundar no mundo sobrenatural do qual sonha fazer parte, Bella descobre segredos ancestrais que a colocam em um perigo maior do que jamais imaginou. Após seu aniversário de 18 anos, Edward decide abandoná-la na tentativa de protegê-la. Perdida e com o coração partido, Bella se reaproxima de Jacob Black (Taylor Lautner), seu amigo de infância e integrante de uma misteriosa tribo.

A saga completa já levou mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas do país.

O elenco conta ainda com Ashley Greene, Rachelle Lefevre, Billy Burke, Peter Facinelli, Nikki Reed, Kellan Lutz, Jackson Rathbone, Anna Kendrick, Michael Sheen e Dakota Fanning. A direção é de Chris Weitz e roteiro de Melissa Rosenberg. A distribuição nacional é da Paris Filmes. 

TV Cultura exibe programação especial pelo Dia dos Povos Indígenas a partir do dia 15/04

TV Cultura exibe programação especial pelo Dia dos Povos Indígenas a partir do dia 15/04


Divulgação TV Cultura

TV CULTURA EXIBE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PELO DIA DOS POVOS INDÍGENAS A PARTIR DE QUARTA (15)

EMISSORA TRAZ REPORTAGENS E PROGRAMAS TEMÁTICOS, ALÉM DE DOCUMENTÁRIOS E CONVIDADO NO RODA VIVA


TV Cultura preparou uma programação especial em celebração ao Dia dos Povos Indígenas, comemorado em 19 de abril, reunindo documentáriosreportagens e uma edição do Roda Viva que destacam a diversidade, os saberes e os desafios dos povos originários no Brasil.
 

Abrindo a programação, na quarta-feira (15/4), o documentário Ashaninka: Semeadores da Floresta será exibido às 22h30, na faixa Cultura.Doc. Produzido pelo departamento de Jornalismo da emissora em parceria com o Amazon Rainforest Journalism Fund e o Pulitzer Center, o filme acompanha a repórter Laís Duarte em uma viagem à Serra do Divisor, na fronteira entre Brasil e Peru. O registro apresenta a cultura do povo Ashaninka, que habita territórios nos dois países e atua na proteção de uma das regiões de maior biodiversidade do planeta.
 

Lar de inúmeras espécies, entre elas a samaúma, árvore gigante que se destaca na paisagem amazônica, o território Ashaninka também é cenário de resistência histórica. O povo enfrentou a colonização espanhola no Peru e os impactos do ciclo da borracha na Amazônia. Atualmente, segue ameaçado por projetos de infraestrutura, expansão agrícola, mineração, exploração ilegal de madeira e tráfico de drogas.
 

Na sexta-feira (17), o Jornal da Cultura, apresentado por Rita Lisauskas, aborda quem são os povos e comunidades tradicionais no Brasil, além de sua importância histórica, cultural e social. A edição, exibida às 21h, também traz um panorama das políticas de proteção voltadas a esses grupos.
 

No domingo (19), data oficial do Dia dos Povos Indígenas, o Repórter Eco, apresentado por Adele Santelli, vai ao ar às 18h com reportagens sobre o conhecimento indígena a respeito de 36 espécies de abelhas sem ferrão da Amazônia. O tema é destaque do livro Saberes Wajãpi sobre Abelhas e Mel, fruto de parceria entre a Fundação Heinrich Böll e o Instituto Iepé.
 

Na sequência, às 18h30, será exibido o documentário Xingu-Tokyo: Conexão Ancestral. O filme propõe uma reflexão sobre a arte indígena brasileira a partir da mostra “Bancos dos Povos Indígenas Brasileiros: Imaginação Humana e Fauna Selvagem”, realizada em 2018 no Museu Metropolitano de Arte Teien, em Tóquio. A produção apresenta cenas da aldeia Kaupüna, no Território Indígena do Xingu, acompanhando o processo de criação dos bancos, da escolha da madeira ao acabamento, além de destacar grafismos, técnicas e significados simbólicos. Com direção de Marisa Moreira Salles, Pedro Jezler, Rafael Costa e Tomas Alvim, e narração de Lenine, o longa aborda ancestralidade, arte e identidade, celebrando a riqueza cultural dos povos originários.
 

Na segunda-feira (20)às 22h, o Roda Viva, apresentado por Ernesto Paglia, recebe o escritor indígena Daniel Munduruku. Referência na valorização das culturas originárias, o autor construiu uma trajetória dedicada à literatura e à educação, com atuação em diferentes gêneros, como ficção, não ficção e obras infantojuvenis. Seu trabalho contribui para o fortalecimento da identidade indígena e a preservação cultural. Munduruku possui pós-doutorado em Linguística e Literatura Indígena pela UFSCar, doutorado em Educação pela USP e graduação em Filosofia, História e Psicologia pela UNISAL.

Diamond Films revela poster de Na Zona Cinzenta

Diamond Films revela poster de Na Zona Cinzenta

DIAMOND FILMS REVELA PÔSTER DE “NA ZONA CINZENTA”, NOVO FILME DE GUY RITCHIE

Estrelado por Jake Gyllenhaal, Henry Cavill e Eiza González, longa estreia nos cinemas em 14 de maio

– A Diamond Films acaba de revelar o pôster oficial de NA ZONA CINZENTA (“In The Grey”), o mais novo lançamento do diretor Guy Ritchie (“Magnatas do Crime”, “Guerra sem Regras”) que chega aos cinemas em 14 de maio. O cartaz destaca o trio de protagonistas, composto por Eiza González (“Guerra sem Regras”, “Em Ritmo de Fuga”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”, “Matador de Aluguel”) e Henry Cavill (“O Homem de Aço”, “Argylle”), que estão prontos para colocar seu plano em prática e recuperar uma fortuna, custe o que custar. Confira o pôster aqui.  

NA ZONA CINZENTA 

PÔSTER | TRAILER LEGENDADO | TRAILER DUBLADO 

Na trama, Sophia (González) é uma negociadora acostumada a usar métodos legais e ilegais para completar suas missões. Quando é incumbida de recuperar uma fortuna milionária das mãos de um fugitivo poderoso, ela reúne o seu time de elite, liderado pela dupla Bronco (Gyllenhaal) e Sid (Cavill), e parte em direção a uma ilha fortemente guardada para encontrar seu adversário. É, então, que começa uma corrida contra o tempo para elaborar todas as possibilidades de fuga e diferentes estratégias para concluir a tarefa – e, claro, sair de lá com vida.

O elenco do filme ainda inclui nomes como Rosamund Pike (“Garota Exemplar”, “Saltburn”), Carlos Bardem (“Assassin’s Creed”) e Jason Wong (“O Pacto”), além de outros rostos já conhecidos na filmografia de Guy Ritchie. 

NA ZONA CINZENTA tem distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e chega aos cinemas de todo o país em 14 de maio.  

Sobre a Diamond Films
A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como “Os Oito Odiados”, “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, “Green Book – O Guia”, “Moonfall – Ameaça Lunar”, “No Ritmo do Coração”, “Spencer”, “A Pior Pessoa do Mundo”, “Órfã 2: A Origem”, “One Piece Film Red”, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, “Fale Comigo”, “Zona de Interesse”, “Anatomia de Uma Queda” e “Guerra Civil”.

Poltrona Cabine: A Voz de Deus/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: A Voz de Deus/Cesar Augusto Mota

Com as redes sociais cada vez mais constantes e a fé muito difundida entre as classes sociais, a tendência é do aumento do número de debates e o surgimento de novos pregadores religiosos. O documentário “A Voz de Deus”, de Miguel Antunes Ramos, revela a aparição de dois jovens evangélicos tidos como prodígios entre os adeptos, com muita visibilidade e uma superexposição, que poderia ter sido prejudicial.

O filme acompanha Daniel Pentecoste, que viveu o auge da popularidade ainda criança e hoje lida com o fim dessa visibilidade, e João Vitor Ota, que, na abordagem feita no documentário, vive justamente o momento de maior projeção. A obra é feita ao longo de cinco anos, que aproxima essas duas histórias para refletir sobre a fé no Brasil de hoje, observando como sonhos, expectativas e transformações atravessam a vida desses jovens.

Quem espera espetacularização e romantização do evangelho pregado por crianças se surpreende, pois o diretor vai pelo sentido oposto, com uma abordagem sensível, formado por cenas de bastidores, ilustrando a pressão das famílias, das comunidades e o significado das palavras que compõem os discursos dos personagens em foco. A palavra de Deus é ilustrada na íntegra, sem cortes, e não há narrações em off. A partir da pregação, o espectador é convidado ao debate, mas sem juízo de valor, não há um lado certo ou errado da história, todas as crenças são respeitadas.

A importância da religião é o ponto mais alto do documentário, que molda identidades, transforma as massas, dá suporte emocional e prega valores, como fraternidade, amor e humildade. A fé não é um espetáculo, mas uma linguagem dos povos, o público contempla os cultos e ao mesmo tempo tem uma visão crítica acerca das mensagens transmitidas, mas com compreensão e respeito. O objetivo é levar a palavra de Deus a todas as classes, não há um escopo de doutrinar, mas de fazer todas as classes conhecerem os ensinamentos divinos e o legado deixado para as atuais gerações e as futuras.

“A Voz de Deus” é uma obra relevante e para todos os públicos, não só pelo tema, mas a forma que o diretor escolhe para a transmissão das mensagens, com linguagem polida e séria, sem espaço para confusão entre política e religião, tão comum em um mundo cada vez mais dinâmico e digital.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota