INDICADO À PALMA DE OURO NO ÚLTIMO FESTIVAL DE CANNES, CLUBE ZERO CHEGA AOS CINEMAS DIA 25 DE ABRIL
Com distribuição da Pandora Filmes, suspense dramático conta com direção da austríaca Jessica Hausner (“Little Joe: A Flor da Felicidade”) e presença da australiana Mia Wasikowska à frente do elenco
Exibido no último Festival de Cannes, onde integrou a Seleção Oficial para concorrer à Palma de Ouro, CLUBE ZERO marcou o retorno da cineasta austríaca Jessica Hausner ao celebrado evento francês quatro anos após “Little Joe: A Flor da Felicidade”, onde a atriz britânica Emily Beecham foi laureada com o prêmio de Melhor Atriz. Agora, é a vez da obra controversa chegar ao Brasil, onde receberá lançamento exclusivo nos cinemas pela Pandora Filmes no dia 25 de abril.
Jessica Hausner prossegue refletindo sobre falhas sistêmicas em nossa sociedade enquanto desenvolve uma premissa delicada: a manipulação de um grupo de jovens alunos induzido a parar de comer com o objetivo de encontrar a evolução espiritual promovida pela Miss Novak, papel central defendido pela australiana Mia Wasikowska (de “A Ilha de Bergman” e “Alice no País das Maravilhas” na versão de Tim Burton), alicerçada por um elenco formado por veteranos e jovens atores iniciantes.
Nas palavras da realizadora e coautora do roteiro, “CLUBE ZEROanalisa como os pais transferem sua responsabilidade pelos filhos à uma professora que abusa dessa confiança. A Miss Novak manipula as crianças e as aliena de seus pais. Eles são obrigados a viver o maior pesadelo de todo pai: perder seu filho. CLUBE ZERO aborda esse medo existencial e questiona: ‘Como os pais podem monitorar seus filhos quando simplesmente não têm tempo suficiente para eles?’”
Para exibir a dessintonia entre jovens e adultos, Hausner e Géraldine Bajard, com elementos satíricos, contornam quase todos os responsáveis pelos alunos que se tornam seguidores fiéis da Miss Novak, onde passam a formar o Clube Zero que dá título ao filme. Basicamente uma seita liderada por uma educadora que também tem assuntos mal resolvidos com a sua mãe, como se vislumbra nas pinceladas que se dão nas lacunas desta personagem, ao mesmo tempo, aprazível e perigosa.
Em coletiva de imprensa no Festival de Cannes, Mia disse que conversou muito com Jessica Hausner no processo de pré-produção sobre Miss Novak e o que estava por trás de suas motivações. “Chegamos à conclusão de que era muito importante interpretá-la como se realmente acreditasse em suas filosofias de vida, de uma forma que ela acreditasse que realmente estava fazendo a coisa certa, que estava ajudando a salvar aquelas crianças e que não estava conscientemente manipulando toda uma situação.”
Com um rigor técnico que a faz conceber planos simetricamente perfeitos, Hausner basicamente cria uma fábula de casa de bonecas bizarra, onde os elementos cenográficos denotam uma sensação de ambientes perfeitos que camuflam vidas infelizes de famílias que promovem uma fachada de comerciais televisivos.
Sobre esta estética particular, refletida no guarda-roupa de Tanja Hausner, no desenho de produção de Beck Rainford e na fotografia de Martin Gschlacht, a realizadora define que “há um exagero humorístico em CLUBE ZERO. De repente, você percebe detalhes, como uma flor em uma blusa, e isso o leva a pensar sobre o processo de tomada de decisão criativa. Acho isso interessante, pois preserva a capacidade do espectador de acompanhar. Eu gosto quando um filme deixa lacunas e espaço para seus pensamentos. É um dos elementos que tornam a experiência de assistir muito prazerosa.“
Sinopse Miss Novak (Mia Wasikowska) é uma professora que consegue um emprego em uma escola de elite e forma um forte vínculo com os alunos. Ela introduz uma aula de nutrição baseada num conceito inovador. Esta mudança conduz a uma revolução nos hábitos alimentares da escola. Mas, com o passar do tempo, a influência que Miss Novak exerce sobre certos alunos eventualmente toma um rumo perigoso.
Seleção do thriller erótico, filmado inteiramente no Ceará, marca um recorde no cinema nacional: é a sexta vez que o diretor exibe um longa-metragem no prestigioso festival francês
O cineasta Karim Aïnouz vai retornar pelo segundo ano consecutivo à competição oficial do Festival de Cannes (14 a 25 de maio). Desta vez o diretor desembarcará na cidade francesa com “Motel Destino”, longa-metragem filmado inteiramente no Ceará, seu estado natal; em 2023, concorreu com “Firebrand”, seu primeiro projeto em língua inglesa. O thriller erótico que marca a sexta passagem de Aïnouz pelo evento, um recorde no cinema nacional, traz como protagonistas Iago Xavier, Nataly Rocha – selecionados por teste entre mais de 500 atores – e Fabio Assunção.
“É sempre muito emocionante ter um filme selecionado para o Festival de Cannes. Embora seja a minha sexta vez aqui, parece a primeira. Foi lá que estreei com ‘Madame Satã’, há mais de 20 anos, exibi na Quinzena dos Realizadores ‘Abismo Prateado’ e fui premiado com ‘A Vida Invisível’ na mostra Un Certain Regard. Foi no festival que dividi com o grande público ‘Marinheiro das Montanhas’, um filme tão pessoal sobre a história dos meus pais, e também ‘Firebrand’”, celebra o diretor.
Elemento recorrente na filmografia de Karim Aïnouz, o erotismo é o pano de fundo deste oitavo longa de ficção do diretor. Ele apontou suas lentes para as cores fortes e vibrantes do litoral nordestino, que dão a tônica visual-narrativa da nova obra.
“Hoje meu coração está em festa. Retornar ao festival com um filme que marca a minha volta ao Brasil, depois de tanto tempo longe e de quatro anos de um governo fascista, é uma comemoração dupla, uma volta dobrada para casa. ‘Motel Destino’ é um filme insaciável, sedento e sensual. Nesse retorno, me dei o prazer de explorar novas possibilidades estéticas e dramatúrgicas. Sob o sol implacável do Ceará, ousei sonhar um filme novo, com muito suor, tesão, alegria e a vitalidade própria de quem tem fome de existir”, diz o diretor.
O estabelecimento de beira de estrada que dá título ao novo filme é, segundo Karim, “o principal personagem do enredo e o local onde se entrecruzam questões crônicas da realidade brasileira”. O longa é um retrato íntimo de uma juventude que teve seu futuro roubado por uma elite tóxica e esmagadora, contra a qual a insubordinação e revolta são, não raramente, a saída possível.
“Me interessa muito falar de desejo e revolta, temas de absoluta relevância no Brasil contemporâneo. ‘Motel’ é uma saga do encontro de um rapaz em fuga, totalmente vulnerável, com uma mulher aprisionada pelas dinâmicas de um casamento abusivo. Unidos pelo destino, seus caminhos se cruzam e a história se desenrola”, resume Aïnouz.
“Motel Destino” é uma produção da Cinema Inflamável e Gullane, coproduzido internacionalmente pela francesa Maneki Films e pela alemã The Match Factory, em associação com Brouhaha Entertainment e Written Rock Films (UK). O filme também é coproduzido por Globo Filmes, Telecine e Canal Brasil e conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. No Brasil, o filme será distribuído pela Pandora Filmes e pela Gullane + enquanto The Match Factory responde pelas vendas internacionais.
A narrativa nasceu da parceria de Karim com o Laboratório de Cinema da Porto Iracema das Artes, escola de formação em artes da Secretaria de Cultura do Ceará, gerida em parceria com o Instituto Dragão do Mar, com sede em Fortaleza. O diretor é um dos criadores do laboratório, o CENA 15, onde atuou como tutor durante nove anos e do qual hoje é mentor. Foi lá que ele convidou o roteirista cearense Wislan Esmeraldo para desenvolver o roteiro do projeto. Mais tarde, Mauricio Zacharias se juntou ao processo, repetindo a parceria realizada com o cineasta em “Madame Satã” e “O Céu de Suely”.
“Eu me inspirei bastante na pornochanchada e no cinema noir. Posso resumir ‘Motel Destino’ como um thriller erótico, mas ele é, antes de tudo, uma história de amor. O amor entre um jovem periférico que vive à revelia de um sistema que o quer morto e uma mulher que resiste aos atentados do patriarcado contra a sua própria vida”, adianta Aïnouz.
Por trás das câmeras, a diretora de fotografia Hélène Louvart, renomada por seus trabalhos em “A Vida Invisível” e “Never Rarely Sometimes Always”, captura com sutileza as nuances visuais do filme. A montadora Nelly Quettier, reconhecida por “Beau Travail” e “Lazzaro Felice”, imprime uma precisão rítmica à narrativa. O diretor de arte Marcos Pedroso, de “Madame Satã” e “Praia do Futuro”, agrega uma rica expressão artística à obra. A produção foi liderada por Janaina Bernardes (Cinema Inflamável) e FabianoGullane e Caio Gullane (Gullane). Além dos três protagonistas já mencionados, RenanCapivara, Yuri Yamamoto, Fabíola Líper, Isabela Catão e Jupyra Carvalho completam o elenco.
Antes de “Motel Destino”, Karim rodou mais recentemente “Firebrand” – com Alicia Vikander e Jude Law – no Reino Unido, “Marinheiro das Montanhas” e “Nardjes A.” na Argélia, “A Vida Invisível” (2019) no Rio e “Aeroporto Central” (2018) em Berlim. Com filmagens divididas entre Brasil e Alemanha, “Praia do Futuro” (2014) foi o último projeto realizado por Karim em solo cearense, embora a maior parte da trama tenha sido ambientada na cidade europeia.
Sinopse
Sob o céu em chamas numa beira de estrada do litoral cearense, o Motel Destino é palco de jogos perigosos de desejo, poder e violência. Uma noite, a chegada do jovem Heraldo transforma em definitivo o cotidiano do local.
Sobre a Cinema Inflamável
A Cinema Inflamável é uma empresa independente de produção sediada em Fortaleza, focada na criação de conteúdo original para cinema e televisão. Seu principal objetivo é fomentar projetos ousados e singulares do Nordeste do Brasil, desenvolvendo uma filmografia local para uma audiência global. Fundada pelo diretor Karim Aïnouz e a produtora Janaina Bernardes, a empresa recebeu o apoio da ANCINE (Agência Brasileira de Cinema) em 2017 para o desenvolvimento de 5 longas e 2 séries com realizadores cearenses. Em plena expansão e crescimento, a empresa está produzindo um novo grupo de jovens diretores e roteiristas para prosseguir com sua missão de criar uma filmografia vital e vibrante.
Sobre a Gullane
A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, já soma em seu catálogo mais de 50 filmes lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e 30 séries para televisão e plataformas digitais. Entre os filmes e séries de destaque estão “Carandiru”, “Bicho de Sete Cabeças”, “A Última Floresta”, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”; a franquia “Até que a Sorte nos Separe”; “Que Horas ela Volta?”, “Como Nossos Pais”, “Bingo – o Rei das Manhãs”; as séries “Alice” e “Hard” (HBO), “Unidade Básica – 1a e 2a temporada” (Universal Canal), “Carcereiros” (Globoplay), “Irmãos Freitas” (Space e Amazon Prime), “Ninguém Tá Olhando” e “Boca a Boca” (Netflix), “O Rei da TV” (Star+). Já coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais de cinema e televisão do Brasil e do mundo como Mostra de Cinema, Festival do Rio, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, MIPTV e Emmy.
Sobre a Globo Filmes
Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. Como produtora e coprodutora, seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como ‘Minha Irmã e Eu’, maior bilheteria nacional pós-pandemia, ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Marighella’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Pedágio’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.
Sobre o Telecine
Com 30 anos de programação dedicada ao cinema, o Telecine possui o maior catálogo de filmes do país, construído a partir de curadoria altamente especializada. O acervo contempla a pluralidade da indústria e reúne clássicos de grandes estúdios, do mercado independente e nacional; além de franquias de sucesso e lançamentos exclusivos. Ao longo dos anos, o Telecine ampliou a sua capilaridade de distribuição, permitindo que o assinante consuma em um só local o catálogo completo de filmes e acompanhe, em simulcasting, os seis canais lineares: Premium, Touch, Action, Pipoca, Cult e Fun. É assim que a marca especialista em cinema promove experiências para o público ter o ‘Seu Momento Cinema’ como, quando e onde quiser.
Sobre o Canal Brasil
O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 365 longas-metragens coproduzidos. No ar há mais de duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.
Sobre a Pandora Filmes
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “A Felicidade das Pequenas Coisas”, de Pawo Choyning Dorji, indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho. Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Aly Muritiba e Carolina Markowicz.
‘DA PONTE PRA LÁ‘: A NOVA SÉRIE NACIONAL DA MAX QUE DESVENDA O RITMO DAS RUAS DE SÃO PAULO
Com dois episódios lançados por semana, as batidas do rap ganham voz no streaming.
– A nova série nacional Max Original, DA PONTE PRA LÁ, ganha mais dois episódios esta semana e traz uma trama que mergulha nas ruas de São Paulo. Enquanto a produção mostra as complexidades da vida urbana, observamos a jornada de Malu (Gabz), uma talentosa MC cujo domínio das palavras e da poesia é tão afiado quanto sua determinação em descobrir a verdade por trás da morte de seu amigo Ícaro (Victor Liam).
Batalhas de rima e o rap cumprem um papel importante na narrativa da série. Malu encontra na arte uma forma de resistência às injustiças da vida na periferia. Com o costume de frequentar batalhas, a personagem interpretada por Gabz, além de trazer o universo do SLAM, nos apresenta a “Batalha do Ferro Velho”, criada na trama para refletir a atmosfera deste ambiente. Esses eventos não acontecem de forma isolada, mas como parte de um tecido mais amplo que abraça a cultura hip hop em toda sua diversidade e profundidade.
Em DA PONTE PRA LÁ, a “Batalha Do Ferro Velho” é o epicentro pulsante da cultura e conta com uma atmosfera de cores vibrantes e batidas marcantes. É nesse cenário que surgem nomes como Dfideliz, integrante da Recayd Mob, um dos maiores e mais influentes grupos de trap, que dá vida a Zóio, jovem proeminente no cenário musical e apaixonado por Malu; Alva, o carismático apresentador da Batalha da Aldeia, maior batalha de rima do Brasil, que recentemente estabeleceu uma parceria de transmissão com o Podpah, dobrando o prêmio para todos os participantes do evento; WinniT, o vencedor do primeiro Red Bull FrancaMente; Bask, o maior campeão da Batalha da Norte; e Big Mike, vencedor do Nacional de Rimas, quem trouxe o primeiro título para o estado de São Paulo.
Desde o início dos anos 2000, as batalhas de rima são realizadas nas ruas, praças e até ao lado de estações de metrô. O movimento é uma plataforma essencial para o surgimento e desenvolvimento de talentos locais, incluindo nomes como Emicida, Rashid e Projota, que foram descobertos nesse ecossistema. Com as redes sociais, as batalhas de rima têm alcançado um público ainda mais diversos e em maiores proporções, permitindo com que MCs e espectadores de todo o país façam parte dos eventos.
Para entrar no clima dos novos episódios de DA PONTE PRA LÁ confira abaixo algumas batalhas que rolam em São Paulo:
Batalha da Aldeia – Av. Guilherme Perereca Guglielmo – Centro, Barueri (Praça dos Estudantes)
Batalha da Norte – Praça Margarida de A. Gimenez – Santana
Batalha do Ana Rosa – Rua Vergueiro, 2188 – Vila Mariana (Próximo à estação)
Batalha da Leste – Largo da Matriz, 85-119 – Itaquera
Batalha do Villa – Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto dos Pinheiros (Parque Villa Lobos)
Batalha da Zil – Praça Brasil, 939, Av. Nagib Farah Maluf. (Estação José Bonifácio)
Batalha da Linear – Parque Linear Transguarulhense, Continental II. Guarulhos (SP)
Batalha da Matrix – R. Mal. Deodoro – São Bernardo do Campo (Praça da Igreja Matriz)
Batalha da Brasilândia – Praça Benedicta Cavalheiro – Brasilândia
Largo da Batalha – Av. Brig. Faria Lima – Pinheiros (Largo da Batata)
DA PONTE PRA LÁ é uma série Max Original produzida pela Floresta para a Warner Bros. Discovery. Criada por Thais Falcão e Erick Andrade, com produção executiva de Vicente Amorim, roteiro de Luh Maza, Thais Falcão e Rafael Spínola e direção geral de Rodrigo Monte e de episódios de Giovanni Bianco, Luh Maza e Tatiana de Lamare. PelaWarner Bros. Discovery a série tem supervisão de Anouk Aaron, Renata Rezende, Silvia Fu Elias e Luiza Toledo. Os primeiros episódios já estão disponíveis na Max.
Na terapia, Olivia Benson (Mariska Hargitay) fala sobre Maddie e reflete sobre seus sentimentos em relação ao caso e sua vida pessoal. Ao fim da sessão, o psicólogo pede a ajuda da capitã para investigar o testemunho de uma paciente que pode ter sido vítima de agressão sexual. O problema é que essa paciente é Shea (Grace Culwell), a filha do chefe McGrath (Terry Serpico).
Após uma conversa com Shea, Benson descobre que a jovem de 15 anos deu uma festa e sofreu um estupro. Primeiro, Shea culpa um instrutor de matemática e, depois, um vizinho. McGrath acaba causando problemas por ameaçar os suspeitos e Benson aciona a Corregedoria.
A capitã Curry (Aimé Donna Kelly), da Corregedoria, o promotor Carisi (Peter Scanavino) e os detetives Fin (Ice-T) e Bruno (Kevin Kane) auxiliam Benson na investigação e na busca por provas ou uma confissão. Ao final, o caso é solucionado, mas há graves consequências para McGrath.
Na Unidade de Vítimas Especiais, Olivia Benson e Curry fazem planos para o futuro.
LAW & ORDER, 16 de abril, às 22h20
Temporada 23 – episódio 4 Hugh Dancy é o promotor Nolan Price em ‘Law & Order’ Créditos: Universal TV / Divulgação
Shaw (Mehcad Brooks) e Riley (Reid Scott) investigam o caso de Andrea, uma corretora que foi encontrada morta a tiros na sala da casa de um astro do rock. Entre os suspeitos investigados pela equipe está um famoso ator e uma corretora concorrente (Sabrina Beaumont, interpretada por Kristen Martin), que andava ameaçando Andrea, e é estrela de um reality show de corretores de imóveis de luxo.
Para chegar à verdade, os detetives e a Promotoria têm de lidar com uma testemunha nada confiável que também é ré em um outro processo que envolve a venda de pornografia infantil.
Nolan Price (Hugh Dancy) e os membros da Promotoria ficam divididos entre deixar o assassino de Andrea Fenton escapar da pena máxima, mas prender a testemunha de acusação por posse e venda de pornografia infantil; ou oferecer um acordo à testemunha, amenizando seus crimes e diminuindo sua
TERCEIRA TEMPORADA DE “MERLÍ” ESTREIA NA TV CULTURA
PRODUÇÃO CATALÃ VAI AO AR AOS DOMINGOS, A PARTIR DAS 22H
Neste domingo (14/4), estreia na TV Cultura a terceira e última temporada da série catalã Merlí. Inédita na televisão aberta brasileira, a produção fala sobre um professor que revoluciona sua escola, a própria vida e a de todos à sua volta por meio da Filosofia. Vai ao ar semanalmente, a partir das 22h.
Pronto para dar início às aulas para o último ano do Ensino Médio no Instituto Ángel Guimerá, o professor Merlí terá novos e velhos problemas para resolver. Merlí é um professor de Filosofia muito especial, culto, sedutor e com uma moral própria. O seu humor mordaz e irónico é irritante para os outros professores, mas para os alunos é original, divertido e estimulante. Graças à sua forma de ensinar, os alunos refletem, questionam e são verdadeiros ‘peripatéticos’ do século XXI.
Na nova temporada, as aulas recomeçam após as férias de Natal, mas tudo se complica com a chegada de dois novos docentes: Gabi, um jovem professor de Literatura, e Silvana, professora de História que ganha o apreço dos alunos e desperta o ciúme de Merlí, por deixar de ser o único professor popular da turma. Com o final do ano chegando, Merlí enfrenta várias mudanças, tanto na escola como em casa.