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DRAMA FRANCÊS CONDUZINDO MADELEINE CHEGA AOS CINEMAS NO DIA 2 DE MAIO

Dirigido por Christian Carion, filme foi o mais visto do Festival Varilux de Cinema Francês de 2023

Uma viagem de táxi que marcará a vida do motorista e da passageira para sempre. Assim é CONDUZINDO MADELEINE, de Christian Carion, que chega aos cinemas brasileiros em abril, depois de enorme sucesso no Festival Varilux de Cinema Francês. A distribuição é da California Filmes. 

Madeleine (Line Renaud, da série Dez por Cento) tem 92 anos, e chama um táxi para leva-la à instituição de repouso onde irá morar. O motorista é Charles (Dany Boon, de A Riviera Não é Aqui). Juntos nessa pequena jornada, irão passar por diversos lugares que farão a passageira revisitar o seu passado e os ver pela última vez. 

Carion, que tem em seu currículo filmes como Feliz Natal e Encontro Inesperado, conta que quando leu o roteiro assinado por Cyril Gely caiu em lágrimas. “Todos nós enfrentamos esta questão um dia: o que acontecerá com nossos pais quando eles envelhecerem? A história de Madeleine saindo da sua casa para ir morar em uma instituição de repouso representa várias coisas para mim. Desde o início eu sabia que o filme foi escrito para Line Renaud”, conta o cineasta. 

Para as diversas cenas dentro do carro, pelas ruas de Paris, o cineasta conta que precisou usar técnica diferenciada pois é muito complicado filmar no tráfego. “Pierre Cottereau, o diretor de fotografia, sugeriu uma tela de sistema LED que ele tinha acabado de experimentar em um projeto para o Canal+. Ele me contou que essa tecnologia está mudando rapidamente e vale a pena tentar. Nós testamos por semanas para ver até onde poderíamos ir, especialmente com o que chamamos de ‘transparências’. Antigamente, colocávamos uma tela atrás do carro e projetávamos cenas nela durante a filmagem. E tudo era feito depois em pós-produção, então a interação era impossível. Aqui fizemos o contrário. As telas já projetavam o trajeto ao redor do carro”.

Renaud define Madeleine como a personagem mais bonita que já interpretou. “Ela também é aquela que mais se parece comigo. Eu tenho a mesma idade de Madeleine, mas isso nem é tudo que temos em comum. Como ela, eu passei por algumas coisas difíceis na minha vida. Eu cresci perto de mulheres como ela na minha família. Madeleine é minha mãe, minha avó e até minha bisavó. Eu as vejo na história da minha personagem.”

Alice Isaaz interpreta Madeleine nas cenas de flashback contando o seu passado, e conta que se sentiu honrada em dividir a personagem com Reanud. “A primeira vez em que a vi foi quando eu estava fazendo a cena em que Madeleine dança com o soldado americano que marcou a sua vida. Line absolutamente queria entrar no set porque a cena a fez lembrar dela mesma no momento da Libertação da França. Nós duas ficamos muito emocionadas, tudo se misturou ao fato de estarmos interpretando a mesma personagem em momentos diferentes”. 

Já Boon vê seu personagem como uma espécie de espelho que reflete toda a vida da protagonista. “Essa mulher que entra no meu táxi está vivendo em uma prisão suspensa momentânea. Quando ela sai de sua casa para ir morar em uma casa de repouso, ela aceita finitude.  Em contraste, Charles luta com a vida, seus problemas. No início, ele está desligado de tudo ao seu redor, vendo o copo meio vazio. Madeleine o ajuda a descobrir quem ele realmente é, a sua ternura, um sentido de prioridades, de vida e de coisas bonitas.”

CONDUZINDO MADELEINE será lançado no Brasil pela California Filmes.

Sinopse

Madeleine, 92 anos, chama um táxi para levá-la à instituição de repouso onde ela irá morar. Charles, um desiludido motorista de coração terno, concorda em dirigir pelos lugares que afetou a vida de Madeleine. Pelas ruas de Paris, o passado extraordinário de Madeleine é revelado. Eles ainda não sabem, mas construirão uma amizade durante essa jornada que mudará suas vidas para sempre.

Ficha Técnica

Direção: Christian Carion

Roteiro: Christian CarionCyril Gely

Produção:  Christian Carion, Laure Irrmann

Elenco: Line Renaud, Dany Boon, Alice Isaaz, Jérémie Laheurte, Gwendoline Hamon, Julie Delarme, Thomas Alden, Hadriel Roure

Direção de Fotografia: Pierre Cottereau

Desenho de Produção: Chloé Cambournac

Trilha Sonora: Philippe Rombi

Montagem: Loïc Lallemand

Gênero: drama

País: França

Ano: 2022

Duração: 91 min.

Poltrona Cabine: Depois da Morte/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Depois da Morte/Cesar Augusto Mota

Cesar Augusto Mota <rasecmotta2@gmail.com>20:19 (há 20 minutos)
para Anninha

Muitas vezes já nos perguntamos: o que acontece depois que morremos? Vamos para algum lugar? A vida termina no pó? Existe céu e inferno após a morte? Todas essas dúvidas são abordadas por Stephen Gray no longa-metragem ‘Depois da Morte’, que compartilha grandes experiências e nos convida para um interessante debate.

A obra apresenta ao espectador uma série de entrevistas com médicos, cientistas, autores de best-sellers e sobreviventes de acidentes, com relatos de experiências de quase morte, as EQMs. Entre os destaques estão o pastor Don Piper; que relatou ter se deparado com o paraíso após sofrer acidente de carro, bem como o cientista Raymond Moody, criador do termo ‘experiência pós-morte’, na década de 70.

Com uma estrutura linear, com depoimentos aliados a reconstituições dos fatos, o público consegue ser fisgado pelo tema vida após a morte, pois não só mexe com o imaginário das pessoas, mas pela sincronia dos relatos, que tendem a ir para uma mesma direção e sugerem veracidade. E sem esquecer dos efeitos visuais apresentados, que ilustram uma viagem a um mundo tridimensional e luzes ao redor.

Outro ponto alto do filme está no contraponto feito entre ciência e religião, com as experiências de pacientes que afirmaram ter sentido a morte de perto e seus corpos flutuarem, e outros destacarem jogos de luzes e um ambiente calmo e claro, similar ao céu. Além disso, nos deparamos com estudos e opiniões de médicos de como o cérebro funciona e o coração e a forma como eles reagem em uma situação de morte, aliados com opiniões de cunho religioso em seguida, para fazer o espectador refletir e fazer possíveis paralelos ou distinções.

Reflexivo, intrigante e motivador, ‘Depois da Morte’ oferece uma experiência memorável e um debate cirúrgico sobre o que é a morte e com o que podemos nos deparar após esta ocorrer, sem esquecer das experiências que a ciência, a religião e a vida podem proporcionar e as influências que exercem no ser humano. Uma experiência didática e instigante para céticos e curiosos.

Cotação: 5/5 poltrona.

Por: Cesar Augusto Mota

UMA FAMÍLIA FELIZ estreia nesta quinta-feira

UMA FAMÍLIA FELIZ estreia nesta quinta-feira

O longa é dirigido por José Eduardo Belmonte, tem roteiro de Raphael Montes e produção da Barry Company
Trailer: https://youtu.be/698K_oIxjG0
UMA FAMÍLIA FELIZ, 15º longa-metragem dirigido por José Eduardo Belmonte, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 4 de abril. O filme, que foi gravado na capital paranaense, é protagonizado por Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini, tem produção da Barry Company, em coprodução com a Globo Filmes e Telecine, e distribuição da Pandora Filmes. A história original e o roteiro do longa são do escritor Raphael Montes (“Bom Dia, Verônica”), que também estreia como diretor-assistente. O argumento também deu origem ao livro homônimo, já disponível nas livrarias pela Companhia das Letras.UMA FAMÍLIA FELIZ é um suspense dramático que, através das chaves do suspense e do terror, trata dos dramas da maternidade e das pressões sociais. 

Assista ao trailer
Fazer filme de gênero no Brasil, como esse suspense, ainda não é muito comum. Curti todo o processo, a equipe de talentos, e o fato de os personagens terem um mundo interno que tentam esconder o tempo todo“, comenta Gianecchini, que interpreta Vicente no longa.Exibido pela primeira vez durante o Festival de Gramado e, depois, na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o longa acompanha a história de uma família, aparentemente sem problemas, que vê tudo mudar quando Eva, papel de Grazi Massafera, é acusada de machucar suas filhas gêmeas (Luiza Antunes e Juliana Bim) e um bebê recém-nascido. Nesse momento, o véu da felicidade que os encobria começa a ser desvendado.
Sinopse
Eva acabou de dar à luz o seu terceiro filho e se depara com a angústia de uma depressão pós-parto em meio a uma vida burguesa supostamente perfeita. O ar tranquilo de sua família feliz é invadido por acontecimentos estranhos quando suas filhas gêmeas aparecem machucadas. Eva é acusada e retaliada pela comunidade. Isolada e questionada por seu próprio marido, ela precisa superar sua fragilidade para provar sua inocência e reestruturar sua família.

Ficha Técnica
Elenco principal:
 Grazi Massafera, Reynaldo Gianecchini, Luiza Antunes e Juliana Bim 
Direção: José Eduardo Belmonte 
Argumento, Roteiro e Diretor Assistente: Raphael Montes 
Produção: Barry Company 
Coprodução: Globo Filmes e Telecine 
Distribuição: Pandora Filmes 
Produtores: Juliana Funaro, Krysse Mello, René Sampaio 
Produtor Associado: Jorge Furtado 
Produção Executiva: Juliana Funaro, Ronald Kashima 
Produtora Executiva Curitiba: Gianna Coelho 
Produtora Delegada Curitiba: Diana Moro 
Direção de Fotografia: Leslie Montero 
Direção de Arte: Monica Palazzo, ABC 
Técnico de Som Direto: Bruno Ito 
Montador: Jota Santos 
Produtores de Elenco: Agnaldo Baliza, Renata Dias 
Supervisão de Edição de Som: Miriam Biderman, ABC 
Desenho de Som e Mixagem: Ricardo Reis, ABC 
Composição de Trilha Musical: Julia Teles 
Figurinista: Isabella Brasileiro 
Maquiadora Chefe: Carol Suss 

JOSÉ EDUARDO BELMONTE | Diretor 
Recentemente nomeado membro da academia do Emmy, com quase 30 anos de carreira, José Eduardo Belmonte ingressou no curso de cinema da UNB em 1988, tendo como professores Armando Bulcão e Nelson Pereira dos Santos, com quem colaborou no filme “A Terceira Margem do Rio”. Começou no audiovisual como diretor de clipes na chamada Era MTV. Realizou seis curtas-metragens, com destaque para “5 filmes estrangeiros” (1997), que ganhou o Prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília e o Especial do Júri em Gramado, e “Tepê” (1999), que ganhou os mesmos prêmios em ambos os festivais, bem como no de Vitória. Estreou como diretor de longas-metragens com o drama “Subterrâneos” (2003). Na sequência, “A Concepção” (2005) foi indicado ao prêmio de Melhor Filme e conquistou o troféu de Melhor Montagem – assinada pelo próprio diretor, ao lado de Paulo Sacramento – no Festival de Brasília. Um ano depois de “Meu Mundo em Perigo” (2007), lançou o drama “Se Nada Mais Der Certo” (2008), premiado no Festival do Rio (Melhor Filme, Atriz e Roteiro, este último também assinado por Belmonte), no Cine Ceará (Melhor Filme e Melhor Ator) e no Festival do Cinema Brasileiro em Paris (Prêmio do Júri). Em 2012, lançou “Billi Pig” e “O Gorila”, seu primeiro suspense. Em 2014, estreou o filme de ação policial “Alemão”, que levou um milhão de espectadores aos cinemas e foi indicado ao Emmy Internacional de Melhor Filme/ Minissérie para TV. Assinou a direção geral e quatro episódios da série de drama e fantasia “O Hipnotizador”, da HBO, exibida nos Estados Unidos. Em seguida, realizou a comédia dramática “Entre Idas e Vindas” (2017). Exerceu a função de diretor artístico na TV Globo e esteve à frente das séries “Alemão – Os Dois Lados do Complexo” (2016), finalista do Emmy, e “Carcereiros”. Essa última, lançada em 2017 e premiada no MIPDrama Screenings do Festival de Cannes como Melhor Série Internacional de Drama, foi posteriormente lançada nos cinemas no formato de longa-metragem. Baseado nos causos que Ariano Suassuna contava nas suas aulas-espetáculo, “O Auto da Boa Mentira” foi lançado em 2021 no formato de longa-metragem e também virou série na TV Globo com o nome de “Histórias Quase Verdadeiras”. Os mais recentes projetos do diretor são os longas “Alemão 2” (2022), que traz no elenco Vladimir Brichta, Gabriel Leone e Leandra Leal; “As Verdades” (2022), estrelado por Lázaro Ramos, Bianca Bin, Drica Moraes e Thomás Aquino; “O Pastor e o Guerrilheiro” (2023), com Johnny Massaro, César Mello e Julia Dalavia; além da série “Vizinhos” (2023), produzida pelo Canal Brasil; e o longa “Uma família feliz”, escrito por Raphael Montes e estrelado por Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini, ainda inédito. O diretor também está montando seu novo filme, a coprodução internacional “Almost Deserted”, estrelada por Angela Sarafyan, Daniel Hendler e Vinícius de Oliveira. 

BARRY COMPANY | Produtora A Barry Company é uma produtora independente, com grandes realizações em cinema e televisão. Produziu filmes e séries bem-sucedidos e premiados, a exemplo do longa-metragem “Eduardo e Mônica”, segunda maior bilheteria do cinema nacional em 2022, o mais assistido na plataforma Globoplay, além de selecionado e premiado em festivais nacionais e internacionais, e “Faroeste Caboclo”, também dirigido por René, e que levou mais de 1,5 milhão de espectadores ao cinema, sendo também premiado em festivais nacionais e internacionais.  Mais uma grande produção é o drama policial “Impuros”, série de língua não inglesa mais assistida na plataforma STAR+ na América Latina, que rendeu duas indicações ao Emmy e acaba de encerrar as filmagens de sua quinta temporada, em parceria com a Disney. A Barry Company acabou de finalizar o longa “Uma Família Feliz”, dirigido por José Eduardo Belmonte com roteiro de Raphael Montes. O longa está na Competição do Festival de Gramado, com estreia prevista para março de 2024. Atualmente está finalizando uma série de comédia romântica com a Disney / Star+, estrelando Bruna Marquezine e Sérgio Malheiros e desenvolvendo uma trilogia de longas com a Amazon. 
GLOBO FILMES | Coprodutora 
Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. Como produtora e coprodutora, seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como ‘Minha Irmã e Eu’, maior bilheteria nacional pós-pandemia, ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Marighella’,  ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Pedágio’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 
TELECINE | Coprodutora
Com 30 anos de programação dedicada ao cinema, o Telecine possui o maior catálogo de filmes do país, construído a partir de curadoria altamente especializada. O acervo contempla a pluralidade da indústria e reúne clássicos de grandes estúdios, do mercado independente e nacional; além de franquias de sucesso e lançamentos exclusivos. Ao longo dos anos, o Telecine ampliou a sua capilaridade de distribuição, permitindo que o assinante consuma em um só local o catálogo completo de filmes e acompanhe, em simulcasting, os seis canais lineares: Premium, Touch, Action, Pipoca, Cult e Fun. É assim que a marca especialista em cinema promove experiências para o público ter o “Seu Momento Cinema” como, quando e onde quiser.     
PANDORA FILMES | Distribuidora
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.   Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.  
EMBAÚBA PLAY PREPARA SELEÇÃO DE FILMES SOBRE A DITADURA MILITAR

EMBAÚBA PLAY PREPARA SELEÇÃO DE FILMES SOBRE A DITADURA MILITAR

Projeto Sem memória não há futuro tem
Seleção de filmes disponível na Embaúba Play
Imagem do filme “Tatuagem”
Sem memória não há futuro

Há 60 anos, militares tomaram o poder com um golpe apoiado por boa parte da classe média e da elite econômica brasileira. Entre 1964 e 1985, milhares de cidadãos contrários ao regime totalitário foram censurados, perseguidos, torturados e exterminados. É um equívoco considerar que essa história pertence ao passado – o militarismo brasileiro segue forte, atuante e impune. A instituição da violência e a certeza da impunidade são legados ditatoriais que ainda hoje deixam vítimas e ameaçam nossa frágil democracia.

A Embaúba Play preparou uma seleção de filmes que tratam, cada um a seu modo, da Ditadura Militar e seus desdobramentos. Algumas obras testemunham o passado, inscrevem nomes de vítimas e algozes na memória coletiva, expõem os efeitos nefastos da imposição da força bruta.  Outras examinam o presente, reconhecendo nele as fagulhas da tragédia e as centelhas da esperança, para que seja possível, enfim, seguir em frente, entre a constatação do perigo e a necessidade da luta.(Texto de Carla Maia, curadora da Embaúba Play)
Lista de filmes que integram a seleção e podem ser alugados na Embaúba Play:
“Retratos de identificação”, de Anita Leandro
“Os dias com ele”, de Maria Clara Escobar
“Procura-se Irenice”, de Marco Escrivão e Thiago B. Mendonça
“Pastor Cláudio”, de Beth Formaggini
“Estranho animal”, de Arthur B. Senra
“A guerra dos gibis”, Thiago B. Mendonça e Rafael Terpins
“Tatuagem”, de Hilton Lacerda
“Num país estrangeiro”, Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
“O golpe em 50 cortes ou a corte em 50 golpes”, de Lucas Campolina
“Vento frio”, de Taciano Valério
“Bloqueio”, de Victória Álvares e Quentin Delaroche
“Quem tem medo?”, de Dellani Lima, Henrique Zanoni e Ricardo Alves Jr.
“Vigília”, de Rafael Urban
“Entre nós talvez estejam multidões”,  de Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito
“Sementes: mulheres pretas no poder”, de Éthel Oliveira e Júlia Mariano
Sinny Assessoria e Comunicaçãoimprensa@sinnyassessoria.comEMBAÚBA PLAY PREPARA SELEÇÃO DE FILMES SOBRE A DITADURA MILITAR E SEUS DESDOBRAMENTOSProjeto Sem memória não há futuro tem
Seleção de filmes disponível na Embaúba PlayImagem do filme “Tatuagem”Sem memória não há futuro

Há 60 anos, militares tomaram o poder com um golpe apoiado por boa parte da classe média e da elite econômica brasileira. Entre 1964 e 1985, milhares de cidadãos contrários ao regime totalitário foram censurados, perseguidos, torturados e exterminados. É um equívoco considerar que essa história pertence ao passado – o militarismo brasileiro segue forte, atuante e impune. A instituição da violência e a certeza da impunidade são legados ditatoriais que ainda hoje deixam vítimas e ameaçam nossa frágil democracia.

A Embaúba Play preparou uma seleção de filmes que tratam, cada um a seu modo, da Ditadura Militar e seus desdobramentos. Algumas obras testemunham o passado, inscrevem nomes de vítimas e algozes na memória coletiva, expõem os efeitos nefastos da imposição da força bruta.  Outras examinam o presente, reconhecendo nele as fagulhas da tragédia e as centelhas da esperança, para que seja possível, enfim, seguir em frente, entre a constatação do perigo e a necessidade da luta.(Texto de Carla Maia, curadora da Embaúba Play)Lista de filmes que integram a seleção e podem ser alugados na Embaúba Play:“Retratos de identificação”, de Anita Leandro
“Os dias com ele”, de Maria Clara Escobar
“Procura-se Irenice”, de Marco Escrivão e Thiago B. Mendonça
“Pastor Cláudio”, de Beth Formaggini
“Estranho animal”, de Arthur B. Senra
“A guerra dos gibis”, Thiago B. Mendonça e Rafael Terpins
“Tatuagem”, de Hilton Lacerda
“Num país estrangeiro”, Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
“O golpe em 50 cortes ou a corte em 50 golpes”, de Lucas Campolina
“Vento frio”, de Taciano Valério
“Bloqueio”, de Victória Álvares e Quentin Delaroche
“Quem tem medo?”, de Dellani Lima, Henrique Zanoni e Ricardo Alves Jr.
“Vigília”, de Rafael Urban
“Entre nós talvez estejam multidões”,  de Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito
“Sementes: mulheres pretas no poder”, de Éthel Oliveira e Júlia MarianoConfira mais em:https://embaubaplay.com/
Imagem do filme “Sementes: Mulheres Pretas no Poder”

Sobre a Embaúba Filmes

A Embaúba é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de filmes autorais brasileiros. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 50 títulos, investindo em obras de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.

Dicas de filmes/Anna Barros

Dicas de filmes/Anna Barros

1- Donzela

Uma menina é oferecida a um príncipe pelo pai para sanar suas dividas. Até que ela descobre que o príncipe é um sapo e a joga numa cratera com um terrível dragão em forma de sacrifício. Ela consegue escapar e volta para se vingar. 

Com a sensação de Stranger Things, Millie Bobbi Brown que também produz o filme. 

Na Netflix. 

2- Pedido Irlandês

Uma editora ajuda um escritor a escrever mais de 80% do livro dele sem aparecer e se apaixona por ele em segredo. Ele conhece sua melhor amiga num lançamento e se apaixona. A editora fica com raiva e decide atrapalhar o casamento. No meio da Irlanda encontra Santa Brígida que a ajuda a se tornar a noiva. Muitos contratempos acontecem e o fotógrafo que ela conhece no avião indo para a Irlanda acaba lhe despertando o verdadeiro amor. 

Com Lindsay Lohan e dois vilões de Outlander Ed Speelers e Alexander Vlahos. 

Na Netflix.

3- Todos os Homens do Presidente

Baseado em fatos reais. O filme conta a reportagem investigativa de dois jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward do Washington Post no caso Watergate que derrubou Richard Nixon. Eles contam com a ajuda da fonte chamada Garganta Profunda. Vencedor de 4 Oscars incluindo Melhor Roteiro Original. 

Na Amazon Prime Vídeo. 4-  Downtow Abbey II: Uma Nova Era

Os amados Crawleys e sua intrépida equipe se preparam para o momento mais importante de suas vidas. Uma visita real do rei e da rainha da Inglaterra logo desencadeia escândalos, romance e intrigas – deixando o futuro de Downton Abbey em risco.

Na Amazon Prime Vídeo.

5- Aquaman e o Reino Perdido

Um antigo poder é libertado e o herói Aquaman precisa fazer um perigoso acordo com um aliado improvável para proteger Atlântida e o mundo de uma devastação irreversível.

Na Max.