No dia 8 de setembro, o Disney+ contará com estreias para todas as idades. Confira!
O Disney+ Day acontece mundialmente na próxima quinta-feira, 8 de setembro, com diversos lançamentos e novidades no streaming. Entre eles estão produções que vão agradar crianças e adultos, perfeitas para maratonar com a família inteira.
PINÓQUIO
Filme
Robert Zemeckis, vencedor do Oscar®, dirige a releitura da animação de 1940, agora em live-action, sobre a história do boneco de madeira que embarca em uma emocionante aventura para se tornar um menino de verdade. O filme é estrelado por Tom Hanks, Benjamin Evan Ainsworth, Cynthia Erivo, Joseph Gordon-Levitt, Keegan-Michael Key, Lorraine Bracco e Luke Evans.
CARROS NA ESTRADA
Série
A série acompanha Relâmpago McQueen (voz original em inglês de Owen Wilson) e seu melhor amigo Mate (voz original em inglês de Larry the Cable Guy) em uma viagem partindo de Radiator Springs em direção ao leste para encontrar a irmã de Mate. Ao longo do caminho, cada parada é uma grande aventura, com incríveis atrações à beira da estrada e novos e divertidos personagens. “Carros na Estrada” é produzida por Marc Sondheimer e tem como diretores Steve Purcell (Episódios 1, 2, 8), Bobby Podesta (Episódios 5, 6, 9) e Brian Fee (Episódios 3, 4, 7). Além disso, o compositor Jake Monaco criou a trilha sonora para todos os nove episódios.
SING ALONG DE “FROZEN”
Filme
“Frozen – Uma Aventura Congelante” e “Frozen 2” já estão disponíveis na plataforma, mas agora também estarão na versão sing-along. A partir do dia 08 de setembro, os fãs poderão mergulhar à fundo nas músicas com as letras exibidas na tela.
O filme “Frozen – Uma Aventura Congelante” apresenta a jornada da princesa Anna por perigosas montanhas de gelo na esperança de encontrar sua irmã, a rainha Elsa, e acabar com a terrível maldição de inverno eterno, que está provocando o congelamento do reino. Já em “Frozen 2”, de volta à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajuda Elsa a compreender a origem de seus poderes.
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SOBRE O DISNEY+ DAY
O Disney+ Day é uma comemoração anual da comunidade global Disney+ que teve sua primeira edição em 2021 e apresenta estreias de conteúdo das principais marcas do serviço de streaming, experiências e ofertas especiais para assinantes e fãs, e muito mais. Neste ano, o Disney+ Day retorna na quinta-feira, 8 de setembro, levando à D23 Expo: The Ultimate Disney Fan Event apresentado pela Visa em Anaheim, Califórnia
SOBRE O DISNEY+
Disney+ é o serviço de streaming por assinatura de filmes, séries e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Como parte do segmento Disney Media and Entertainment Distribution (DMED) da Disney, Disney+ está disponível na maioria dos dispositivos conectados à Internet e oferece ao público uma programação sem comerciais com uma variedade de filmes, documentários, séries de animação e live-action e curtas originais. Oferecendo acesso sem precedentes à incrível biblioteca de entretenimento de cinema e televisão da Disney, a plataforma também é o lar de streaming exclusivo para os mais recentes lançamentos da The Walt Disney Studios. Visite DisneyPlus.com para ter mais informações sobre o serviço e sobre o Combo+, a oferta comercial competitiva permanente que disponibiliza a assinatura do Disney+ e Star+, plataformas independentes entre si, a um preço único e atrativo que dá acesso à mais ampla proposta de streaming com entretenimento para todas as idades.
Investigando a história do Brasil desde o passado colonial até um futuro distópico, Cordialmente Teus é, acima de tudo, um filme que fala sobre nosso presente. De forma bem humorada, mas sem deixar de lado a poesia e a crítica social, o dramaturgo Aimar Labaki estreia como diretor de cinema com esse longa com o qual busca trazer ao público maneiras de pensar sobre o país. Com produção da Lep Filmes e Canal Azul, e distribuição da Pandora Filmes. O filme, que chega aos cinemas em 22 de setembro, acaba de divulgar seu cartaz e trailer oficiais.
“Para poder mudar é preciso compreender. E aceitar. O Brasil é um país fundado e estruturado pela violência e pela convicção coletiva de que as Leis são ficção. Só valem se for para prejudicar o inimigo, pessoal, de raça, de religião ou de classe, diz o diretor, que também assina o roteiro do longa, que traz no elenco Miriam Mehler, Mawusi Tulani, Debora Duboc, Marcos Breda, Agnes Zuliani, Thaia Perez, Taty Godoi, Clovys Torres e Liz Reis, que também assina como produtora do filme, ao lado de Ricardo Aidar.
Para essa compreensão, o autor criou dez histórias, que vão desde 1550 a 2083, que falam sobre situações cotidianas de pessoas comuns num país marcado pela violência, corrupção e desigualdade social. No presente pandêmico, uma mulher questiona sua dívida num banco. Num passado remoto, um português tenta transformar um índio em seu aliado.
Entre essas duas pontas, escravos se revoltam, judeus honram suas tradições em segredo para não serem pegos pela Inquisição, e guerrilheiros planejam o sequestro de um embaixador. No futuro, a violência se perpetua.
Trabalhar com cinema, para Labaki foi um bem-vindo desafio, no qual buscou encontrar uma linguagem que desse unidade a passagens tão diferentes propostas pelo roteiro. Diferentes espacial, temporal e emocionalmente. E, para essa busca, cercou-se de uma equipe experiente e talentosa.
Jacob Solitrenick, diretor de fotografia, foi um parceiro imprescindível. Eu sabia com muita clareza o que não queria. Mas qual seria a linguagem específica do filme descobrimos juntos, em diálogo permanente. Desse processo também participaram e foram muito importantes, a cenógrafa Ana Rita Bueno, a figurinista Anne Cerutti e o montador Pedro Jorge.
Já sua experiência no teatro, explica Labaki, foi fundamental no trato com o elenco de Cordialmente Teus. A direção de atores em audiovisual é muito diferente do teatro. Mas as décadas dirigindo atores no palco me deu uma prática na parceria com esses artistas que me foi de muita valia.
Essa parceria, no entanto, começou bem antes das filmagens. Fiz pesquisa específica de vocabulário para as cenas de época. E trabalhei o texto com os atores, que muito me ajudaram na sintonia fina. Não só no vocabulário, mas também na forma de abordar temas e ambientes que não me são tão próximos.
Na equipe artística, o longa tem Jacob Solitrenick (Menina que Matou os Pais), na direção de fotografia; Ana Rita Bueno (O Pai de Rita), na direção de arte; e Anne Cerutti, no figurino. A montagem é assinada por Pedro Jorge (A navalha do avô).
Cordialmente Teus é um lançamento da Pandora Filmes.
Sinopse
Dez histórias ou uma só. Dez momentos na linha do tempo: 1972, 1999, 1550, 2083, 1891, 2012, 1618 – e uma mesma realidade: a violência dando a cara final às relações no Brasil. Uma revolta de escravizados numa fazenda de café, a tortura de um indígena, o sequestro de um embaixador, judeus se escondendo da Inquisição, uma torturada que revê seu torturador na plateia para a qual conta o crime cometido por ele, pai e filho conversando durante a Segunda Guerra, uma viúva que perdeu tudo na Encilhada e é forçada a se casar e perder a liberdade.
Ficha Técnica
Direção e roteiro: Aimar Labaki
Elenco: Liz Reis, Marcos Breda, Agnes Zuliani Thaia Perez, Mawusi Tulani, Miriam Mehler, Maurício Xavier, Marina Mathey, Clovys Torres, Natalia Molina, Eduardo Silva, Igor Kovalewski, Debora Duboc, Diego Avelino, Ana Negraes, Edgar Castro, Eduardo Parisi, Aury Porto, Mariana Dias, Anderson Kari Baia, Taty Godoi, Daniel Breda, Luah Guimarães, Vinicius Albano.
Produção: Liz Reis, Ricardo Aidar
Fotografia: Jacob Solitrenick, ABC
Montagem: Pedro Jorge
Direção de Arte: Ana Rita Bueno
Figurino: Anne Cerutti
País: Brasil
Distribuição: Pandora Filmes
Sobre Aimar Labaki
Dramaturgo, roteirista, diretor de teatro, tradutor e ensaista, é autor da telenovela Paixões Proibidas (RTP- Band, 2006) e de peças como A Vida em Vermelho – atualmente em excursão, com Letícia Sabatella. Dirigiu em teatro atores como Natália Thimberg, Dan Stulbach e Hugo Possolo. Cordialmente Teus é seu primeiro longa.
Sobre Liz Reis
Com pós-graduação em Artes Cênicas pela FPA e USP, Liz Reis poderá ser vistas nas telas em diversas produções no próximo semestre tanto na frente como atrás das câmeras. Atualmente, trabalha na produção e direção da série ABRE A COXIA, para o Arte1, que contará com 8 episódios de cerca de 50 minutos cada.
Como produtora executiva, Liz produz ACESSO: SELEÇÃO BRASILEIRA DE VOLEI FEMININO, uma série documental que apresentará ao público, em cinco episódios, todos os bastidores, o dia a dia, a preparação, o nervosismo, o sentimento e a realidade fora de quadra das vitoriosas meninas do time nacional.
Como atriz, Liz será vista em breve em CORDIALMENTE TEUS, primeiro longa do dramaturgo e novelista Aimar Labaki, que, aqui assina o roteiro e direção. Liz é responsável pela produção, e também interpreta uma das personagens.
E ainda neste ano, devem ser produzidos e captados Onde Estiver Estarei e Vai Corinthians, uma coprodução com Warner.
SOBRE A LEP FILMES: LUGAR DE ENCONTROS E PRODUÇÕES
A LEP Filmes é uma produtora fundada, por Liz Reis e sua Sócia Beatriz Reis, especializada na área cultural, ativa no mercado desde 2005 em espetáculos teatrais e desde 2010 iniciou a produção de projetos audiovisuais e seguem com ambas as atividades.
Nos teatros a diretora e produtora Liz Reis concebeu e realizou a produção de obras de autores renomados como Nelson Rodrigues, Friedrich Von Schiller, Arthur Schnitzler, entre outros.
Dentro do campo audiovisual, a LEP Filmes fez grandes parcerias produtoras renomadas, além de canais de televisão como ESPN, Rede Globo, Canal Brasil, Band e National Geographic. Em sua filmografia, a produtora tem obras, produção executiva e coproduções dos mais diversos temas: Onde a moeda Cai em Pé SPFC, Amanhã Chegou, Santos de Todos os Gols, 100 anos de Seleção Brasileira, 4x Timão, Campeão do Século, Todas as manhãs do mundo, Viajantes radicais: pelos caminhos de Levis Straus , Águas do Brasil, 12 de Junho de 93 O dia da paixão palmeirense, Libertados, Meninos da Vila, Todas as Manhãs do Mundo, Preto no Branco e Meninas de Ouro.
Em 2019, a LEP Filmes lança em mais de 20 salas do Cinemark, em várias regiões do Brasil o documentário A História de um Sonho.
Para 2020, a produtora realizou a coprodução da sua primeira ficção: Cordialmente Teus, que será distribuído pela Pandora Filmes, projeto contemplado no FSA.
Em 2021, foi contemplado o Projeto Nômade no Edital Proac Expresso Produção e Temporada de Espetáculo de Música com Apresentação Online.
Desde 1995 a Canal Azul se dedica a produções audiovisual. São mais de 100 obras, entre longas e séries realizados em parceria com os maiores grupos de comunicação do Brasil e do mundo, como: Disney, Turner, Arté, Discovery,Channel, Nat Geo, ZDF, Disney/Espn, Band, Globo, Globosat, Record, e TV Cultura, tendo obras veiculadas em mais de 130 países e em 35 línguas
Sobre a Pandora Filmes
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem O Apartamento, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: The Square A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund e Parasita, de Bong Joon Ho.
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.
Canal Brasil exibe nesta quarta, 7 de setembro, “Independência ou Morte”, com Tarcísio Meira e Glória Menezes Filme celebra 200 anos da Independência do Brasil Cena do filme “Independência ou Morte”. Crédito: Divulgação. O Canal Brasil exibe nesta quarta, 7 de setembro, dia do aniversário de 200 anos da Independência do Brasil, às 21h40, o filme “Independência ou Morte”, de Carlos Coimbra. A produção de 1972 tem no elenco Tarcísio Meira, Glória Menezes, Maria Cláudia e Dionísio Azevedo e traz uma visão romantizada do processo que levou à emancipação política do país em relação a Portugal. O longa tem como ponto de partida o dia da abdicação de D. Pedro I (Tarcísio Meira) e traça um perfil do monarca desde quando ainda menino veio da Europa, enquanto sua família fugia das tropas napoleônicas, até sua ascensão a Príncipe Regente, quando D. João VI (Manoel da Nóbrega) retorna para Portugal. Depois, em pouco tempo, a situação política torna-se insustentável e o regente proclama a independência, mas seu envolvimento extraconjugal com a futura Marquesa de Santos (Glória Menezes) provoca oposição em diversos setores, gerando um inevitável desgaste político. “Independência ou Morte” recebeu alguns prêmios na época de seu lançamento, como Melhor Produtor para Oswaldo Massaini e Melhor Cenografia (Prêmio Governador do Estado de São Paulo), Melhor Produtor, Melhor Diretor e Melhor Ator (Diplomas de Mérito aos Melhores do Cinema), Prêmio Especial no Air France de Cinema, e Prêmio Coruja de Ouro, pelo Instituto Nacional de Cinema para Melhor Figurino, todos em 1972. Canal Brasil – “Independência ou Morte” (1972) (108´)Quarta-feira, 7 de setembro, às 21h40Direção: Carlos CoimbraClassificação: 12 anosSinopse: Veja o sonho de Tiradentes e de tantos outros brasileiros, que derramaram sangue pela Independência do Brasil, realizado pelas mãos de Dom Pedro I. Veja emoção, coragem, aventura, drama e amor na maior história brasileira jamais filmada. Uma obra-prima às margens plácidas do Ipiranga e no país do salve, salve. Onde, às vezes, as coisas só se conseguem no grito. Descubra a imperiosa participação de Tarcísio Meira, como Dom Pedro I, e de Glória Menezes como a Marquesa de Santos. Numa produção também heróica de Oswaldo Massaini, com uma direção firme e competente de Carlos Coimbra. Independência ou Morte. Uma história que virou filme, ou um filme que fez história.
MARTE UM, dirigido por Gabriel Martins, e produzido pela Filmes de Plástico, acaba de ser escolhido para representar o Brasil no Oscar 2023. O filme que teve sua estreia mundial no Festival de Sundance irá disputar uma vaga na categoria Melhor Longa-Metragem Internacional. O anúncio foi feito nessa segunda-feira (05) pela Academia Brasileira de Cinema.
“Estamos vivendo um momento de muita honra, e muita felicidade, a mim pessoalmente, pela Filmes de Plástico e por toda a equipe do filme, porque estamos abrindo portas e sem dúvida alguma deixando um rastro de esperança e vontade para quem está chegando agora para fazer cinema, em um momento em que podem estar desacreditados de até onde um filme pode chegar. Então essa seleção é o resultado do trabalho de muita gente, e eu acho que esse é o sentimento mais importante, pois MARTE UM definitivamente não é um filme que está caminhando sozinho, é o trabalho de muita gente que quer que esse filme voe longe e é isso que representa para mim o que o cinema brasileiro pode ser, uma força coletiva linda e resistente e que não deixa nunca de sonhar com um futuro lindo para a nossa arte.”, diz o diretor Gabriel Martins.
Pela primeira vez no Brasil um filme de um diretor preto é escolhido para representar o país na maior premiação do cinema mundial. Caso seja indicado, Gabriel Martins será o quarto diretor preto a ter um filme indicado nessa categoria na história do Oscar. Os outros foram: Rachid Bouchareb (indicado por Days of Glory, Dust of Life e Outside the Law), Abderrahmane Sissako (Timbuktu) e Ladj Ly (Les Miserables).
“MARTE UM ser o escolhido para representar o Brasil na esperança de uma nova indicação ao Oscar de Filme Internacional, 25 anos depois de Central do Brasil, parece um desses sonhos impossíveis. Mas acho que essa é a especialidade da Filmes de Plástico.”, diz Thiago Macêdo Correia, da Filmes de Plástico, produtora de MARTE UM.
“A escolha de “MARTE UM” para representar o Brasil no Oscar 2023 foi uma decisão democrática e importante do júri. O filme trata de afeto e de esperança, da possibilidade de seguir sonhando em meio a tantas dificuldades econômicas e políticas. “MARTE UM” sintetiza bem o cinema brasileiro, com qualidade narrativa e técnica, que vem sendo realizado hoje, representando a diversidade do país”, diz Bárbara Cariry, presidente da comissão.
MARTE UM já está em cartaz em cinemas de todo o país, com distribuição da Embaúba Filmes, que deve ampliar o número de salas a partir da próxima quinta-feira. O filme foi exibido no Festival de Gramado, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri, o Prêmio do Júri Popular, além de Melhor Roteiro, também assinado por Martins; e Melhor Trilha Musical, de Daniel Simitan.
Sobre o filme:
O filme traz o cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais. O garoto Deivid (Cícero Lucas), o caçula da família Martins, sonha em ser astrofísico, e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho. Morando na periferia de um grande centro urbano, não há muitas chances para isso, mas mesmo assim, ele não desiste. Passa horas assistindo vídeos e palestras sobre astronomia na internet.
O pai, Wellington (Carlos Francisco, de “Bacurau”, e da Companhia do Latão de teatro), é porteiro em um prédio de elite, e há um bom tempo está sem beber, uma informação que compartilha com orgulho em sessões do AA. Tércia (Rejane Faria, da série “Segunda Chamada”) é a matriarca que, depois um incidente envolvendo uma pegadinha de televisão, acredita que está sofrendo de uma maldição. Por fim, a filha mais velha é Eunice (Camilla Damião), que pretende se mudar para um apartamento com sua namorada (Ana Hilário), mas não tem coragem de contar aos pais.
Em sua estreia no Festival de Sundance, MARTE UM recebeu diversas críticas elogiosas. “É um filme sincero, e profundamente afetivo com seus personagens, […] que procuram encontram um chão em comum, e compartilhar a esperança”, escreve Jessica Kiang, na Variety. “É um filme vívido, com atuações brilhantes […] aumentando o escopo de representação da cultura preta brasileira”, comenta Jonathan Romney, na ScreenDaily.
MARTE UM é assinado pela produtora mineira Filmes de Plástico, fundada por Gabriel, Thiago, André Novais Oliveira e Maurilio Martins, em 2009, e que tem em sua filmografia longas premiados como “Temporada”, “Ela volta na quinta”, “No coração do mundo” e “Contagem”. Suas produções também foram destaque em festivais com Cannes, Roterdã, Brasília e Tiradentes.
MARTE UM é um lançamento da Embaúba Filmes.
Sinopse
Os Martins, família negra de classe média baixa, seguem a vida entre seus compromissos do dia-a-dia e seus desejos e expectativas, mesmo com a tensão de um governo conservador que acaba de assumir o poder no país. Em meio a esse cotidiano, Tércia cuida da casa enquanto passa por crises de angústia, Wellington quer ver o filho virar jogador de futebol profissional, Eunice tem um novo amor e o pequeno Deivinho sonha em colonizar Marte.
Ficha Técnica
Direção: Gabriel Martins Roteiro: Gabriel Martins Produção: André Novais Oliveira, Gabriel Martins, Maurilio Martins e Thiago Macêdo Correia Elenco: Rejane Faria, Carlos Francisco, Camilla Damião, Cícero Lucas, Ana Hilário, Russo APR, Dircinha Macedo, Tokinho e Juan Pablo Sorrin Direção de Fotografia: Leonardo Feliciano Desenho de Produção: Rimenna Procópio Figurino: Marina Sandim Som: Tiago Bello e Marcos Lopes Montagem: Gabriel Martins e Thiago Ricarte Música: Daniel Simitan Gênero: drama País: Brasil Ano: 2022 Duração: 114 min.
Bio Gabriel Martins
Gabriel Martins (22/12/1987) é cineasta, roteirista, montador e diretor de fotografia conhecido por seu trabalho na Filmes de Plástico, empresa que fundou em 2009 ao lado de André Novais Oliveira, Maurilio Martins e Thiago Macêdo Correia.Seu primeiro filme, NO CORAÇÃO DO MUNDO, codirigido por Maurilio Martins, estreou na Tiger Competition do Festival de Roterdã em 2019, e depois foi exibido em diversos festivais, e lançado comercialmente em vários países, como a França, onde foi aclamado pela crítica. Entre seu curtas estão NADA, exibido na Quinzena dos Realizadores de Cannes, em 2017, e DONA SÔNIA PEDIU UMA ARMA PARA SEU VIZINHO ALCIDES, exibido no Festival de Clermont-Ferrand. Ele também participou do programa especial de Roterdã “Soul in the Eye”, no qual ministrou uma masterclass.Gabriel escreveu diversos filmes, como o sucesso ALEMÃO. MARTE UM é seu segundo longa, e primeira direção solo.
Sobre a Filmes de Plástico
Criada em 2009, a Filmes de Plástico é uma produtora mineira de Contagem, hoje sediada em Belo Horizonte, formada pelos diretores André Novais Oliveira, Gabriel Martins, Maurílio Martins e pelo produtor Thiago Macêdo Correia.Juntos seus filmes já foram selecionados em mais de 200 festivais no Brasil e no mundo como a Quinzena dos Realizadores em Cannes, Festival de Cinema de Locarno, Festival de Rotterdam, FID Marseille, Indie Lisboa, BAFICI, Festival de Cartagena, Los Angeles Brazilian Film Festival, Festival de Cinema de Brasília e Mostra de Cinema de Tiradentes, ganhando mais de 50 prêmios. Entre os próximos projetos da produtora estão além de Marte Um, O Último Episódio, dirigido por Maurilio Martins e E os meus Olhos ficam Sorrindo, dirigido por André Novais Oliveira.
Sobre o Canal Brasil
O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 365 longas-metragens coproduzidos. No ar há mais de duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.
Sobre a Embaúba Filmes
A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 30 títulos, em pouco mais de 4 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.
Documentário sobre os impactos da mineração na paisagem, na vida e na alma de Minas Gerais discute as tragédias causadas pelas mineradorasAssista ao trailer: https://youtu.be/dBejBh2JCwQ
Após percurso por importantes festivais como o IDFA 2021 (Amsterdã), Hotdocs 2022 (Toronto), Festival de Cine de Lima e prêmios no Festival de Brasília e Mostra Ecofalante, documentário mineiro entra em cartaz nos cinemas no dia 06 de outubro de 2022.
“Lavra” é um documentário híbrido, onde uma personagem ficcional interage com personagens e situações reais. Com produção da Trem Chic Cine Video Lab, produtora que tem como um dos sócios o videoartista Eder Santos, dirigido por Lucas Bambozzi e escrito por Christiane Tassis, o longa aborda os impactos da mineração na paisagem de Minas Gerais.
O filme mostra a jornada da geógrafa Camila, emigrante de Governador Valadares. Interpretada por Camila Mota, atriz do Teatro Oficina. Ela retorna dos Estados Unidos para sua terra natal, quando o rio Doce foi contaminado pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana. Camila segue o caminho da lama tóxica que varreu povoados do mapa e matou 19 pessoas, deparando-se com paisagens, comunidades e pessoas devastadas. Governador Valadares, Baguari, Território Krenak, Ouro Preto, Itabira, Paracatu de Baixo, Bento Rodrigues, Serro, Conceição do Mato Dentro, são algumas das cidades retratadas. Até que outra barragem se rompe, em Brumadinho, matando cerca de 300 pessoas. Ao ver a tragédia de perto, ela sente-se pela primeira vez atingida e se envolve com movimentos de resistência.
O filme teve sua World Premiere em 17 de novembro de 2021 no prestigiado IDFA (Festival Internacional de Documentários de Amsterdã), considerado o maior festival no gênero. Selecionado entre os 985 filmes inscritos para o Festival de Brasília, participou da Mostra Competitiva, nos dias 08 e 09 de dezembro, sendo premiado na Categoria “Melhor Som” e “Fotografia”. Foi exibido no One World Festival, na República Tcheca, dedicado a direitos humanos, na 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes, no disputado Hotdocs de Toronto, no 26º Festival de Cine de Lima, e segue sendo convidado para importantes festivais pelo mundo. Na 11ª Mostra Ecofalante, em 2022, recebeu o prêmio de melhor longa-metragem pelo público, atestando o impacto que o filme vem causando nas pessoas.
A estreia nos cinemas em setembro de 2022 traz à tona a atualidade e a urgência das discussões em torno das atividades do megaextrativismo no Brasil, para além do estado de Minas Gerais, onde vem acontecendo uma série de retrocessos no campo ambiental.
“Lavra” é um documentário híbrido, onde uma personagem ficcional interage com personagens e situações reais. Com produção da Trem Chic Cine Video Lab, produtora que tem como um dos sócios o videoartista Eder Santos, dirigido por Lucas Bambozzi e escrito por Christiane Tassis, o longa aborda os impactos da mineração na paisagem de Minas Gerais.
O filme mostra a jornada da geógrafa Camila, emigrante de Governador Valadares. Interpretada por Camila Mota, atriz do Teatro Oficina. Ela retorna dos Estados Unidos para sua terra natal, quando o rio Doce foi contaminado pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana. Camila segue o caminho da lama tóxica que varreu povoados do mapa e matou 19 pessoas, deparando-se com paisagens, comunidades e pessoas devastadas. Governador Valadares, Baguari, Território Krenak, Ouro Preto, Itabira, Paracatu de Baixo, Bento Rodrigues, Serro, Conceição do Mato Dentro, são algumas das cidades retratadas. Até que outra barragem se rompe, em Brumadinho, matando cerca de 300 pessoas. Ao ver a tragédia de perto, ela sente-se pela primeira vez atingida e se envolve com movimentos de resistência.
O filme teve sua World Premiere em 17 de novembro de 2021 no prestigiado IDFA (Festival Internacional de Documentários de Amsterdã), considerado o maior festival no gênero. Selecionado entre os 985 filmes inscritos para o Festival de Brasília, participou da Mostra Competitiva, nos dias 08 e 09 de dezembro, sendo premiado na Categoria “Melhor Som” e “Fotografia”. Foi exibido no One World Festival, na República Tcheca, dedicado a direitos humanos, na 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes, no disputado Hotdocs de Toronto, no 26º Festival de Cine de Lima, e segue sendo convidado para importantes festivais pelo mundo. Na 11ª Mostra Ecofalante, em 2022, recebeu o prêmio de melhor longa-metragem pelo público, atestando o impacto que o filme vem causando nas pessoas.
A estreia nos cinemas em setembro de 2022 traz à tona a atualidade e a urgência das discussões em torno das atividades do megaextrativismo no Brasil, para além do estado de Minas Gerais, onde vem acontecendo uma série de retrocessos no campo ambiental.
“Lavra” será lançado no Brasil pela Pandora Filmes
Sinopse
Camila, geógrafa, retorna à sua terra natal depois de o rio de sua cidade ser contaminado pelo maior crime ambiental do Brasil, provocado por uma mineradora transnacional. Camila segue o caminho da lama que atingiu o rio, varreu povoados, tirou vidas e deixou um rastro de morte e destruição, e começa a repensar seu estilo de vida. Decide fazer um mapeamento dos impactos da mineração em Minas Gerais e se envolve com ativistas e movimentos de resistência, saindo do individualismo para a coletividade. Lavra é um road-movie sobre perder um mundo e tentar recuperá-lo, sobre pertencimento e identidade, na guerra em curso entre capitalismo e a natureza.