Poltrona Séries: Stranger Things-3ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Stranger Things-3ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

A série oitentista da Netflix mais aclamada do público voltou a todo vapor. Após uma primeira temporada incrível e uma segunda que dividiu opiniões, ‘Stranger Things’ tem oito novos episódios de tirar o fôlego. As referências aos anos 80 continuam, com toque que só os irmãos Matt e Ross Duffer saber fazer, além de uma trama consistente e com personagens vibrantes e peculiares.

Mike (Finn Wolfhard), Will (Noah Schnapp), Lucas (Caleb McLaughlin), Max (Sadie Sink) e Eleven (Millie Bobby Brown) estão de volta, mas agora em fase pré-adolescente, com os meninos se preocupando com questões mais complexas, como namoros, além das dificuldades que todo jovem enfrenta em sua faixa etária. Apenas Will é o ponto fora da curva, que deseja ainda fazer coisas de criança, pois ficou bastante traumatizado pelo tempo que ficou preso no Mundo Invertido. E por falar nisso, esse universo volta à pauta e com grande holofote para o sombrio Devorador de Mentes, uma criatura que promete aterrorizar todos e buscar um novo hospedeiro.

Outro grupo também ganha destaque, formado por Steve (Joe Keery), Dustin (Gaten Matarazzo), Robin (Maya Hawke) e Erica (Priah Ferguson). Os dois primeiros, que já tinham uma forte amizade, mantém a cumplicidade, as demais não ficam atrás, cada uma possui uma habilidade especial e elas vão se juntar aos dois garotos para interceptar as comunicações do Exército Comunista, desvendar seus planos e elaborar estratégias para detê-los. O trunfo da série é o de inserir personagens que somem e sejam relevantes para o desenrolar do arco da temporada, e é o que ocorre nessa terceira parte de Stranger Things, com gratas surpresas. E não podemos esquecer das tramas paralelas que envolvem o delegado Hopper (David Harbour), Joyce (Winona Ryder), Nancy (Natalia Dyer) e Jonathan (Charlie Heaton).

As forças da terceira temporada da série estão no elenco afiado, as tramas paralelas bem construídas e entrelaçadas e os belos efeitos visuais. O universo se mostra ainda mais sombrio e perigoso e ele prepara terreno para o que possa vir a ocorrer na próxima temporada ou até mesmo no fechamento da série. Algumas situações estranhas deixam dúvidas e elas podem vir a ser respondidas na nova leva de episódios. O conceito de Mundo Invertido e os ingredientes utilizados pelos irmãos Duffer são tão vastos que é possível dar um pouco mais de vida útil à série, que chegou e conquistou de vez o público fã de ficção científica e os saudosistas dos anos 80.

Quem ainda não viu, deve ver a terceira temporada de ‘Stranger Things’. Onze continua a ser uma das estrelas, mas seus poderes não são o foco dessa nova etapa, embora eles vão ser necessários e imprescindíveis nos novos episódios e quem não teve tanto destaque ganha importância nessa nova fase. Corra, não deixe de assistir, será uma grata surpresa para quem já viu as temporadas anteriores, mas quem não viu vai sentir vontade de ver o que não teve oportunidade.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Em homenagem à canonização da primeira santa brasileira, Irmã Dulce passa na tv aberta e fechada

Em homenagem à canonização da primeira santa brasileira, Irmã Dulce passa na tv aberta e fechada

Os brasileiros estão mobilizados com a canonização de Irmã Dulce, a freira baiana que se tornará a primeira santa nascida no país. No próximo dia 13 de outubro, domingo, ela será santificada pelo Papa Francisco. Distribuído pela Downtown Filmes e produzido pela Migdal Filmes, o filme “Irmã Dulce” conta a emocionante história da beata que, ao longo de sua vida, construiu um imenso legado de compaixão e doação. DT Filmes e Migdal comemoram o acontecimento e lembram que o longa está disponível para assinantes da GloboPlay. Quem quiser poderá também assistir ao filme hoje, dia 11, na Sessão da Tarde, na TV Globo, ou no próximo domingo, dia 13 de outubro, às 20h, no Canal Brasil.

Conhecida como “mãe dos pobres”, Irmã Dulce dedicou toda a sua vida a ajudar aos necessitados, ainda que precisasse abrigá-los em sua própria casa. Foi rejeitada pelo convento na primeira vez em que tentou entrar em uma Ordem, por ser jovem demais. Fundou um hospital, criou centros educacionais, colégios, sempre trabalhando nas regiões mais miseráveis de Salvador e foi beatificada em 2011. Mas, na terra de Todos os Santos, ela cruzou as fronteiras religiosas, sendo respeitada e venerada por toda a população. Suas ações e capacidade de mobilização impactaram gerações, a despeito de credos ou mesmo da falta deles. Em 1988, foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho incansável às populações carentes.

O longa Irmã Dulce é protagonizado por Bianca Comparato (primeira fase, de 1940 a 1960) e por Regina Braga (1960 a 1980). Também estão no elenco Malu Valle, Zezé Polessa, Fábio Lago e Glória Pires (como a mãe de Irmã Dulce). O longa é dirigido por Vicente Amorim, produzido pela Migdal Filmes, coproduzido pela Globo Filmes e distribuído pela Downtown Filmes.

 

Sinopse

“Irmã Dulce” narra a trajetória da beata indicada ao Nobel da Paz e chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia” graças a sua dedicação abnegada aos necessitados, doentes e miseráveis. Capaz de atravessar Salvador de madrugada para amparar um menino de rua ou de pedir dinheiro a políticos em pleno palanque, Irmã Dulce enfrentou  o preconceito, o machismo e os dogmas da igreja, além de sua própria doença respiratória, para construir sua obra social. Candidata à canonização, a religiosa reúne três qualidades definidoras dos brasileiros: fé, alegria e obstinação.

 

Sobre a Downtown Filmes

Fundada em 2006, a Downtown Filmes é a única distribuidora dedicada exclusivamente ao cinema brasileiro. Desde 2011, ocupa a posição da distribuidora número 1 no ranking de filmes nacionais. De 2006 até hoje, vendeu mais de 50% de todos os ingressos de filmes brasileiros lançados. Até fevereiro de 2019, a Downtown Filmes lançou 139 longas nacionais, que acumularam mais de 138 milhões de ingressos.

Entre os maiores sucessos da distribuidora estão “Minha Mãe É Uma Peça 1 e 2”, estrelados por Paulo Gustavo; “De Pernas Pro Ar 1 e 2” e “Loucas Pra Casar”, com Ingrid Guimarães; “Chico Xavier”, “Elis”, “Fala Sério, Mãe!”, com Ingrid Guimarães e Larissa Manoela, “Os Farofeiros”, com Mauricio Manfrini e Cacau Protásio, e “Minha Vida em Marte”, com Paulo Gustavo e Monica Martelli.

Em 2019, lançou “Minha Fama de Mau”, biografia do cantor Erasmo Carlos, “Cine Holliúdy 2”, “Simonal”, “Socorro, Virei Uma Garota!”, “O Amor Dá Trabalho” e lançará no final do ano “Minha Mãe É Uma Peça 3”, com Paulo Gustavo.

 

Sobre a Migdal Filmes

A Migdal Filmes é uma produtora carioca com diversificada carteira de projetos audiovisuais, à frente das mudanças e tendências do mercado. Em seu line up, a empresa coleciona títulos que vão de grandes recordes de bilheteria a premiadas ficções e documentários.

Dentre seus mais conhecidos projetos estão títulos como “Minha Mãe É Uma Peça”, maior bilheteria de 2013; “Minha Mãe É Uma Peça 2”, uma das maiores rendas nacionais da história com mais de 9 milhões de espectadores; “Casa Grande”, de Fellipe Barbosa, indicado a mais de dez festivais internacionais e premiado no festivais do Rio, de Toulouse, Rotterdam e outros; e o também consagrado documentário musical “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle.

A Migdal também é responsável pela produção de longas como “Linda de Morrer”, comédia estrelada por Glória Pires; “Irmã Dulce”, de Vicente Amorim, cinebiografia da beata que, em vida, foi indicada ao Nobel da Paz; “Nosso Lar”, em parceria com a Cinética Filmes, que levou mais de 4 milhões de espectadores aos cinemas de todo o  Brasil; e, com a Zencrane, o thriller dramático “Mundo Cão”, de Marcos Jorge, com Lázaro Ramos, Babu Santana e Adriana Esteves.

Para TV, a Migdal produziu as três temporadas da série antológica “As Canalhas” (GNT); e as cinco temporadas do humorístico “220 Volts” (Multishow), além de mais de 150 horas de conteúdo de shows na TV Paga. Para a VH1 e MTV, produziu duas temporadas do documentário musical “Música.Doc”. Em 2019, prepara a nova série “Matches”, de Carolina Castro e Marcelo Andrade, a ser exibido na Warner Channel.

Em 2019, a Migdal produz também o terceiro filme da franquia “ Minha Mae é Uma Peça”, de Paulo Gustavo. No line up para a virada de 2019/2020, a Migdal tem três filmes com perfis muito variados: “Carlinhos e Carlão”, estrelado pelo ator Luis Lobianco e dirigido por Pedro Amorim;  a comédia “Canta pra Subir”, dirigida por Caroline Fioratti, com Cacau Protásio, Ary França e grande elenco; e “ M8 – Quando a Morte Socorre a Vida”, de Jefferson De.

 

Sobre a Globo Filmes

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar e Bacurau que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

Poltrona Resenha: Escola de Solteiras/Anna Barros

Poltrona Resenha: Escola de Solteiras/Anna Barros

Mais uma produção Netflix. Esse filme é mexicano e fala do desespero que bate em alguma mulheres em relação ao casamento. Ana tem um namoro longo e pensa que irá e casar mas Gabriel termina com ela, o que a deixa enfurecida. No aniversário de 35 anos de casamento dos pais, descobre que sua prima mais feia irá se casar em três meses e comenta com ela obre um curso para solteiras.

A escola ensina como investir na aparência, maquiagem, roupas e como se portar com os homens ao ser eletiva. A professora diz para a moças saírem de sua zona de conforto. O filme é leve e divertido. Ana acaba conhecendo Diego mas coloca os pé pelas mãos ao inventar que está grávida para que ele a peça em casamento. Depois não sabe como sustentará a farsa e acaba contando a verdade à ele, que termina tudo,

Apesar do tema retrógrado, e de explorar o desespero das mulheres por um marido, o filme é engraçado. Pena que faz Ana ser chata nessa obsessão e dá a impressão que ela é invejosa, principalmente em relação à prima, ma dá para se divertir. A amigas dela do curo são hilárias!!!

 

Poltrona Estreia: Estreias da Semana

Poltrona Estreia: Estreias da Semana

Projeto Gemini

Ficção Científica, direção de Ang Lee

Sinopse: O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.

Confira nossa crítica sobre o filme aqui.

 

O Pintassilgo

Drama, direção de John Crowley

Sinopse: Theodore Decker (Ansel Elgort) sobreviveu a um atentato terrorista em uma galeria de arte, mas perdeu sua mãe no local. Vivendo em Las Vegas, ele acaba ingressando em uma carreira perigosa e à margem da lei: a falsificação de obras.

Morto Não Fala

Terror, direção de Dennison Ramalho

Sinopse: Plantonista de um necrotério, Stênio (Daniel de Oliveira) possui um dom paranormal de se comunicar com os mortos. Trabalhando a noite, ele já está acostumado a ouvir relatos do além. Porém, quando essas conversas revelam segredos sobre sua própria vida, o homem ativa uma maldição perigosa para si e todos a sua volta.

Greta

Drama, direção de Armando Praça

Sinopse: Pedro (Marco Nanini) é um enfermeiro de 70 anos que trabalha em um hospital público de Fortaleza. Sua melhor amiga é Daniela (Denise Weinberg), artista transexual que enfrenta graves problemas de saúde. Quando ela precisa ser internada, mas não encontra leito disponível, Pedro sequestra um paciente recém-chegado, Jean (Démick Lopes), e o abriga em sua casa. Inicialmente, o enfermeiro tem medo do rapaz agressivo, que se esconde da polícia por ter assassinado um homem a facadas. Depois, nasce entre eles uma relação de cumplicidade e afeto.

 

A Princesa de Elymia

Animação, direção de Silvio Toledo

Sinopse: Zoé é uma menina de 10 anos, que tem sua vida mudada quando acha o portal para o Reino de Elymia na Pedra da Gávea. Por ser herdeira dos poderes mágicos que podem salvar este mundo, ela precisa aprender a usar a magia para derrotar bruxos, dragões e monstros.

A Princesa de Elymia (2019) Trailer from SilvioToledo on Vimeo.

Amor Assombrado

Drama, direção de Wagner de Assis

Sinopse: Ana Clara (Vanessa Gerbelli) é uma famosa escritora que vive em conflito com seus próprios contos, uma vez que eles se misturam com sua vida real desde a adolescência até sua fase adulta. Além dos personagens fictícios que ela criou, Ana Clara ainda lida com pessoas que não fazem ideia da dimensão em que estão vivendo.

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Projeto Gemini/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Projeto Gemini/ Cesar Augusto Mota

Multifacetado e dono de personagens de muito sucesso no cinema, Will Smith está novamente na área. Quem não lembra do agente Jay da trilogia ‘MIB’ (Homens de Preto), que chega a lutar com uma barata gigante? Ou então do detetive Mike Lowrey, que metia bala em todo mundo em ‘Bad Boys’? Nota-se que o ator possui tino para filmes de ação, além de competência para emplacar outros personagens lendários, como Muhammad Ali, o agente Spooner, de ‘Eu Robô’ e também o controverso Hancock, de ‘Esquadrão Suicida’. Desta vez você verá Will Smith enfrentando…Will Smith. Não, você não leu errado, esse é um detalhe de ‘Projeto Gemini’ (Gemini Man), novo longa de Ang Lee (As Aventuras de Pi), uma produção que foca na ação e com grandes efeitos especiais. Mas será que deu pé? Valeu a pena?

A narrativa acompanha Henry Brogan (Smith), um assassino de elite que considera se aposentar após anos e milhares de matanças. Ele se torna alvo de um agente (Clive Owen) de sua antiga agência, que tenta eliminá-lo com um clone mais jovem e ágil dele mesmo. Para descobrir o mistério por trás do perseguidor, ele contará com a ajuda da policial Danny (Mary Elizabeth Winstead) e de seu colega Baron (Benedict Wong). Astúcia e agilidade serão essenciais, mas Henry necessitará de muito mais para sair bem-sucedido de sua missão.

Quem lê a sinopse já fica empolgado e espera encontrar mais um longa de ação com lutas frenéticas, muitas balas, explosões e mortes. Mas, para que tudo funcione e soe interessante para o público, tudo deve começar por uma boa história. O roteiro foi assinado por três profissionais, entre eles Darren Lemke (Goosebumps: Monstros e Arrepios), David Benioff (Game of Thrones) e Billy Ray (Operação Overlord), mas o que vemos é uma sucessão de eventos sem nexo e personagens com pouca profundidade. Os diálogos são intensos e propagam muitos preceitos de cunho filosófico, regados por frases forçadas como ‘ele é o espelho que você não quer ver’, ‘estou cansado de lutar contra os fantasmas do passado’ e ‘abrace o medo e consiga superá-lo’.

O trio do bem, composto por Will Smith (Aladdin), Mary Elizabeth Winstead (Rua Cloverfield, 10) e Benedict Wong (Vingadores: Ultimato), não apresenta interações sólidas e que motivem o público a acompanhá-los ao longo da intensa jornada que se estabelece. Porém, com a entrada do clone na trama, a história ganha um pouco mais de fôlego e o público é brindado com intensas sequências de pancadaria e tiroteio. A resolução do conflito não é a mais positiva, e a reviravolta é um tanto decepcionante. O vilão, Clay Verris, vivido por Clive Owen (Valerian e a Cidade dos Mil Planetas), é unidimensional e bastante raso, que poderia ter sido mais bem trabalhado, com breves sequências sobre seu passado e sua relação com o clone Clay Junior, que é apenas ilustrada no tempo presente.

Se o enredo não é convincente, os pontos positivos dessa obra estão nos efeitos especiais e a tecnologia 3D+ empregada, com projeções de 60 FPS (quadros por segundo), trazendo uma nova experiência visual para a plateia. As imagens são mais realistas, com fagulhas saltando, balas atravessando os corpos e os personagens em grandes momentos de adrenalina, com toda a tensão deles sendo sentida pela proximidade da câmera e a respiração ofegante de cada um deles em um eficiente desenho de som. Ang Lee oferece cenas dignas e empolgantes para o espectador, mas a sensação é a de que dava para entregar muito mais.

Apesar da ótima tecnologia utilizada, de um diretor competente e um elenco composto por nomes de peso, ‘Projeto Gemini’ acabou por ser uma verdadeira colcha de retalhos, com diversos elementos misturados, mas sem a devida sintonia. Uma produção que tinha tudo para dar um grande resultado, mas que lamentavelmente se perde pelo caminho, para a decepção dos fãs do gênero ação.

Cotação: 2,5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota