Maratona Oscar/Sessão de Matinê: “Toy Story 4”

Maratona Oscar/Sessão de Matinê: “Toy Story 4”

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Por Gabriel Araujo

Retomo a coluna “Sessão de Matinê” em caráter excepcional e extraordinário para falar de uma das sagas cinematográficas mais importantes para minha vida. Tenho sido um adorador de “Toy Story” há 21 anos (todo o tempo que vivi, em suma). Apesar de não possuir mais um videocassete, guardo com carinho minha fita de “Toy Story 2”, uma das principais companheiras da minha infância. Há quase dez anos, quando vi “Toy Story 3” no cinema, chorei copiosamente – e não sou de chorar com filmes, tanto que essa foi a última vez que o fiz. Assim, naturalmente corri para o cinema tão logo “Toy Story 4” foi lançado, e aqui vão minhas impressões – gostei, mas não a ponto de chorar.

A sensação que o quarto filme da série deixa é, de fato, de ponto final, especialmente para Woody, seu protagonista desde 1995. Um final ok, mas que talvez desagrade a alguns fãs mais ardorosos. Eu, inicialmente, não gostei, mas consegui digeri-lo aos poucos e acho, por fim, que foi algo correto para Woody, sempre colocado como um brinquedo com a necessidade de atender a alguma criança – Andy e Bonnie, seus donos, que fique claro. De qualquer forma, o melhor é que cada um tire suas próprias conclusões ao assisti-lo.

O que realmente me incomodou em “Toy Story 4”, portanto, não foi o final, mas o enredo centrado somente em Woody. Os outros brinquedos, outrora figuras excelentes para o dinamismo da trama, ficaram completamente escanteados. Personagens como Buzz Lightyear e Jessie, por exemplo, são coadjuvantes de luxo, enquanto talvez nem dê para dizer o mesmo de brinquedos marcantes, como o casal Cabeça de Batata, Rex, Slinky e Porquinho, que aparecem apenas para que o espectador não sinta que sumiram totalmente. Faltou certa sensibilidade para com esses personagens, principalmente se esse de fato for o final da saga.

Entre as novas caras apresentadas pelo longa, Garfinho, que coprotagoniza a animação, já deixa uma excelente marca. Sua conexão com o lixo é um dos pontos divertidíssimos do filme. Será muito bem lembrado pelos fãs. Já Gabby Gabby não faz uma vilã tão marcante quanto Lotso, de “Toy Story 3”, ou Mineiro/Pete Fedido, de “Toy Story 2”, nem gera bons plot twists – acho, pois, que ficou um tanto abaixo.

O balanço é de um bom filme, mas não o melhor da saga. Traz ares ótimos de nostalgia desde o começo, com “Amigo Estou Aqui” tocando diante do papel de parede de céu do quarto de Andy e com Betty reaparecendo; mostra a excelente evolução dos longas da Disney/Pixar, com uma invejável qualidade gráfica; dá um final aceitável a Woody. Mas não marca tanto quanto “Toy Story 2”, para sempre o melhor deles, e nem emociona como “Toy Story 3”. Talvez o sarrafo esteja muito alto, dada a comparação com os antecessores, e eu esteja pedindo demais a um filme que atende bem ao que se propõe. Posso errar clamorosamente ao compará-lo tanto com as produções da saga, mas não consigo deixar de fazê-lo – dito isso, e como a opinião é pessoal, este fã esperava um pouco mais, e sentiu que alguns arrepios que os outros filmes causaram ficaram, neste, muito limitados aos “flashbacks”, especialmente no início. Nada, porém, que faça de “Toy Story 4” um filme ruim ou que manche a saga – vale a pena, sim, conferi-lo.

Raia 4 é selecionado para o Festival de Gramado

Raia 4 é selecionado para o Festival de Gramado

RAIA 4, escrito e dirigido por Emiliano Cunha (“A Benção”), foi selecionado para a mostra competitiva da 47a edição do Festival de Cinema de Gramado, que acontece de 16 a 24 de agosto na cidade gaúcha. O filme já foi exibido nos festivais do Panamá, Cartagena das Índias (Colômbia) e Uruguai, além de ter participado da mostra competitiva do 22º Festival de Shanghai.

O longa é um drama, com elementos de suspense ambientado no universo da natação competitiva, e traz no elenco as estreantes Brídia Moni e Kethelen Guadagnini, Fernanda Chicolet (“Demônia”) e José Henrique Ligabue (“Legalidade”), entre outros. Na trama, duas adolescentes de temperamentos distintos são unidas pelos conflitos da idade e, principalmente, pelo amor pela natação. As inquietações de Amanda (Brídia Moni) se intensificam e ela acaba buscando refúgio no único local em que se sente plena e segura: embaixo d’água, onde segredos não podem ser ouvidos. “Fui atleta de natação da infância à vida adulta e o filme une minhas duas paixões: o cinema e a natação”, resume o diretor Emiliano Cunha, que também assina o roteiro. “É a chance de mostrar ao público um universo fascinante e que me é precioso, e explorar um cinema que é de sensações, trazendo à tela a experiência da natação como é para os esportistas”, completa o cineasta porto-alegrense.

RAIA 4 foi rodado entre janeiro e fevereiro de 2018 em locações em Porto Alegre e arredores. As gravações duraram 27 diárias, com um elenco de 40 atores e 200 figurantes. Cunha divide a produção com Davi de Oliveira Pinheiro (“Porto dos Mortos”) e Pedro Guindani (“Desvios”), e na equipe técnica estão Valeria Verba e Sheila Marafon (que dividem a direção de arte), Edu Rabin (diretor de fotografia), Vicente Moreno (montagem) e Beto Picasso (diretor de produção).

“A temática esportiva serve de pano de fundo para a história, em paralelo a conflitos humanos, como a relação da protagonista e seu próprio mundo”, explica o diretor. O cineasta buscou entre não atores suas protagonistas e parte do elenco de apoio. O núcleo jovem da trama é egresso de clubes de natação da capital gaúcha. “Eu precisava ter o realismo que o filme pede. E, como é um filme de natação competitiva, a técnica é bem diferente da natação recreativa e era muito importante que isso imprimisse na tela”. A trama aborda temas pertinentes à protagonista de 12 anos, como a transição entre a infância e adolescência, nas relações com seus pais, afetivas e as descobertas da idade. O argumento do filme surgiu em 2013 e passou por diversos laboratórios (Sesc/Senac Novas Histórias, Curitiba Lab, Plataforma Lab, e a Mostra Futuro Brasil do Festival de Brasília) até a sua forma final.

RAIA 4 é produzido pela Ausgang e tem financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (Ancine/BRDE), por meio do edital Prodecine 05/2015. A distribuição é da Boulevard Filmes, com previsão de lançamento para 2020.

SINOPSE 
Amanda é uma nadadora pré-adolescente. Quieta e reservada, encontra, embaixo d’água, um refúgio – lugar onde os segredos não podem ser ouvidos. O conflito com os pais, as pressões do esporte e da fase da vida, tudo parece se acumular no entorno de Amanda. Priscila, uma colega de equipe, acaba se tornando sua rival.

FICHA TÉCNICA 
Elenco: Brídia Moni, Kethelen Guadagnini, Arlete Cunha, Fernanda Carvalho Leite, José Henrique Ligabue, Fernanda Chicolet e Rafael Sieg
Roteiro e direção: Emiliano Cunha
Diretor Assistente: Richard Tavares
1º Assistente de Direção: Daniela Strack
Direção de Fotografia: Edu Rabin
Direção de Arte: Sheila Marafon e Valeria Verba
Direção de Produção: Beto Picasso
Produção Executiva: Pedro Guindani
Figurino: Francine Mendes
Maquiagem e Caracterização: Baby Marques
Montagem: Vicente Moreno
Supervisão de Pós-Produção: Daniel Dode
Design Gráfico: Leo Lage
Desenho de Som: Marcos Lopes e Tiago Belo
Trilha Musical Original: Felipe Puperi e Rita Zart
Produção: Davi de Oliveira Pinheiro, Emiliano Cunha e Pedro Guindani

SOBRE O DIRETOR 
Formado em Cinema e Mestre em Comunicação, Emiliano Cunha é professor de audiovisual, produtor, roteirista, diretor e sócio na Ausgang. Dirigiu os premiados curtas “O Cão” (2011), “Lobos” (2012), “Tomou café e esperou” (2013), “Sob águas claras e inocentes” (2016), além da série “Horizonte B” (2015) e “A Benção” (em pós-produção). Seu primeiro longa-metragem, “Raia 4” (2019), estreou no FICCI 2019.

 

Por Anna Barros

Divulgadas as animações pré-selecionadas do 24º Prêmio Guarani

Divulgadas as animações pré-selecionadas do 24º Prêmio Guarani

A Academia Guarani de Cinema, organizada pelo site Papo de Cinema, acaba de divulgar as animações pré-selecionadas para concorrer ao 24° Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro. Ao todo, vinte filmes figuram na lista inicial, da qual cinco serão anunciados como finalistas no próximo dia 05 de agosto. A comissão reuniu, nesta primeira fase de votação, cerca de 70 críticos ligados as principais associações nacionais. Já para a segunda fase, que revelará os vencedores da edição 2019, mais de 100 críticos de diversas regiões do Brasil serão convidados a participar.

A categoria de Melhor Animação foi implementada em 2018 no Prêmio Guarani, mas contemplou apenas longas-metragens. Em 2019, inclusive pela falta de quórum quanto ao formato – de 165 longas lançados no ano passado, apenas um era animado –, foi aberta a possibilidade de curtas concorrerem. Os filmes pré-selecionados foram premiados em eventos como Festival de Gramado, Cine PE, Cine Ceará, Anima Mundi, Animage e Lanterna Mágica. Muitos também figuram na lista prévia da distinção oferecida anualmente pela Academia Brasileira de Cinema.

Neste ano, além da inclusão dos curtas animados, a 24ª edição do troféu contará com outras novidades, como as categorias Curta Documentário e Curta Ficção, cujos pré-selecionados serão divulgados em breve.

Criado em 1995 pelo crítico Robledo Milani, a premiação é a mais ampla e tradicional da sétima arte brasileira. Todos os indicados do 24° Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro foram escolhidos a partir dos votos dos quase 70 membros da Academia Guarani de Cinema Brasileiro, profissionais da crítica nacional de todo o país, a maioria ligados às principais associações da classe: ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), ACCIRS (Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul), ACECCINE (Associação Cearense de Críticos de Cinema) e ACCRJ (Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro). Confira a lista das animações pré-selecionadas:

  • 11010, de Onze
  • 8 Patas, de Fabrício Rabachim, Gabriel Barbosa, Pietro Nicolodi
  • Aconteceu Naquela Manhã, de Arnaldo Galvão
  • Almas, de Marcos Faria
  • Aquário, de Alice Andreoli Hirata
  • Bolha, de Mateus Alves
  • Celuloukos, de Oziel Pereira
  • @Disexta, de André Catoto
  • Gravidade, de Amir Admoni
  • Guaxuma, de Nara Normande
  • Lé com Créde Cassandra Reis
  • O Evangelho Segundo Tauba e Primal, de Márcia Deretti e Márcio Jr.
  • O Homem da Caixa, de Alê Borges, Álvaro Furloni e Guilherme Gehr
  • O Malabarista, de Iuri Moreno
  • Òpárá de Òsùn: Quando Tudo Nasce, de Pâmela Peregrino
  • Peixonauta: O Filme, de Célia Catunda, Kiko Mistrorigo, Rodrigo Eba
  • Plantae, de Guilherme Gehr
  • Sobre a Gente, de Beatriz Lindenberg
  • Sonder, de Nicole Janér
  • Submerso, de Pedro Harres

SERVIÇO:

Animações Pré-indicadas ao 24° Prêmio Guarani

Papo de Cinema

Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil

papodecinema@papodecinema.com.br

– www.papodecinema.com.br

 

 

Por Anna Barros

Poltrona Resenha: Homem-Aranha: Longe de Casa/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: Homem-Aranha: Longe de Casa/ Cesar Augusto Mota

O Cabeça de Teia, o seu amigo da vizinhança está de volta. Peter Parker (Tom Holland), que já contou com o apoio do Homem de Ferro e o integrou o time dos Vingadores, está envolvido em mais um imbróglio que envolve a segurança mundial, além de estar em um período de férias com os amigos durante as férias escolares numa grande viagem à Europa. O jovem já sofre pressão por ter que salvar o mundo e também pelo fato de ser um adolescente e ter que amadurecer. Mas ele está preparado para mais uma missão e crescer como ser humano?

Em uma trama na qual inicialmente se vê um tour de Parker e seus amigos por Praga, Paris e Londres, surge um candidato disposto a tomar o espaço que foi do Homem de Ferro (Robert Downey Jr) e forte mentor do Homem-Aranha. Ele se apresenta como Mistério (Jake Gyllenhaal), uma espécie de super-herói sombrio e desconhecido disposto a proteger a humanidade das criaturas mais malignas e compostas pelos quatro elementos da natureza, fogo, terra, água e ar. Mas ninguém suspeitava do que Quentin Beck, que está por trás de Mistério, é capaz de fazer para deixar o Homem-Aranha para trás e conseguir tudo o que quer, como o prestígio da humanidade e também o controle do mundo. Nosso heróis vai ter que usar muito mais que sua força e inteligência para conseguir salvar o planeta e também vencer o embate contra os mais poderosos inimigos, e isso passa não só por um bom plano como também pela superação e crescimento de Parker, também preocupado em como conquistar seu crush, MJ (Zendaya), durante a viagem.

O filme tem um grande desafio, de como continuar o enredo após ‘Vingadores: Ultimato’, que teve mais da metade da população dizimada e o Universo Marvel sofreu fortes alterações e um destino inimaginável. O Homem-Aranha, além de mostrar que mereceu o posto de vingador, tem como missão ilustrar ao mundo que merece sua confiança e que ele ainda é uma esperança para a humanidade, tendo em vista que surgiram novos inimigos e armas que parecem indestrutíveis. E os ingredientes não poderiam ser os melhores possíveis, com perseguições frenéticas, explosões e inteligência artificial, composto por um universo de realidade virtual e imagens que podem enganar o Cabeça de Teia, os personagens secundários e os espectadores.

Apresentar uma tecnologia mais presente em produções de ficção científica, bem como os dois universos, do Homem-Aranha, como de Peter Parker, sem dúvida funcionam e se entrelaçam. O espectador é brindado com muitas reviravoltas, doses de humor na medida certa e, claro, muita adrenalina. E o Homem-Aranha não está sozinho, contará com o apoio primordial de Nick Fury (Samuel L.Jackson), um ex-agente da S.H.I.EL.D que fará nosso herói abrir os olhos não só para os perigos de Mistério e das temidas criaturas, mas da vida e todas as peças que ela possa pregar.

As atuações são primorosas, Tom Holland mostra o porquê é um ator em ascensão, com um grande desembaraço para interpretar um herói carismático e emblemático do Universo Marvel. Samuel L. Jackson mostra com seu personagem um importante aliado do Homem-Aranha e intervenções que são decisivas nos rumos da história. E dentre o núcleo jovem, Zendaya, mesmo fria em boa parte do tempo com Peter Parker, é uma grande surpresa do segundo para o terceiro ato e conquista o público com a sinceridade e cumplicidade demonstrada junto a Peter.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ mostra que, mesmo distante do lar e em meio a grandes turbulências, o Cabeça de Teia se mostra cada vez mais perto das pessoas e mais forte no combate ao crume, além de um jovem mais calejado em relação às agruras e armadilhas da vida e mais confiante nos campos da amizade e do amor. Um filme divertido e que reserva fortes emoções.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Filme ‘Legalidade’ será exibido em sessão especial no 47º Festival de Cinema de Gramado

Filme ‘Legalidade’ será exibido em sessão especial no 47º Festival de Cinema de Gramado

Exibição faz homenagem ao ator Leo Machado, que interpreta Leonel Brizola, líder da Campanha da Legalidade

Filme estreia em circuito comercial dia 12 de setembro 

LEGALIDADE, filme de Zeca Brito, será exibido em sessão especial durante o Festival de Cinema de Gramado. Produzido pela Prana Filmes, a obra foi premiada recentemente durante o 42ª Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA), vencendo nas categorias de Melhor Direção (Zeca Brito), Direção de Arte (Adriana Borba), Fotografia (Bruno Polidoro) e Melhor Ator (Leonardo Machado – in memoriam).

No longa, Leonardo Machado interpreta uma das mais emblemáticas figuras políticas que o Brasil já teve, Leonel Brizola, que liderou a Campanha da Legalidade, em 1961. O movimento, sem precedentes na história do país, foi uma mobilização civil e de alguns setores militares para garantir a posse do vice-presidente João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros, a fim de assegurar que a Constituição Federal fosse respeitada e impedir o golpe militar.

O Palácio Piratini e a Praça da Matriz em Porto Alegre (RS) são algumas das locações do filme e também são os cenários da história real. Nos porões do Palácio do Governo gaúcho foi montada por Brizola a Rede da Legalidade, que transmitia em ondas curtas, usando os equipamentos da Rádio Guaíba, as informações da resistência para as cidades do interior do RS e para outros Estados, ação que articulou as mobilizações. No filme, em meio ao golpe iminente, uma misteriosa jornalista vivida por Cléo Pires pode mudar os rumos do país. O elenco ainda conta com as presenças de Letícia Sabatella, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Fábio Rangel e Sapiran Brito.

A exibição também é uma forma de homenagem ao ator Leo Machado, que morreu precocemente em setembro de 2018, aos 42 anos e foi o apresentador oficial do Festival por oito edições, desde 2010. Também recebeu o Kikito de Melhor Ator pela interpretação do personagem Boni no filme Em teu nome, de Paulo Nascimento, em 2009.

A sessão acontece fora de competição, no Palácio dos Festivais, dia 18 de agosto, à noite.

Festival de Cinema de Gramado 
www.festivaldegramado.net
www.facebook.com/festivaldecinemadegramado
Twitter: @cinemadegramado
Instagram: @festivaldecinemadegramado
YouTube: https://www.youtube.com/festivaldegramado

Sexto longa de Zeca Brito, LEGALIDADE é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi e tem distribuição Boulevard Filmes.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 

Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.