David A.R. White vem ao Brasil divulgar sequência ‘Deus não está Morto: Uma Luz na Escuridão’

David A.R. White vem ao Brasil divulgar sequência ‘Deus não está Morto: Uma Luz na Escuridão’

Ator irá participar da pré-estreia no Rio de Janeiro e em São Paulo

David A.R. White, protagonista do filme “DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO”, de Michael Mason, virá ao Brasil para prestigiar a estreia do longa nos cinemas. O ator, que interpreta o reverendo Dave, participará da pré-estreia para convidados em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Com data de estreia marcada para 30 de agosto, o aguardado filme é a sequência de sucesso dos outros dois filmes lançados no país e que foram assistidos por cerca de mais de 10 milhões pessoas por todo o mundo.

Produzido pela Pure Flix, “DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO” tem como cenário central o incêndio da Igreja de Saint James, que devasta a congregação do pastor Dave (David A. R. White). Diante disso, a universidade vizinha Hadleigh University usa a tragédia para tentar retirar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o reverendo Dave contra seu amigo de longa data Thomas Ellsworth (Ted McGinley), o presidente da universidade, envolvendo também a estudante Keaton (Samantha Boscarino), membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã.

“DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO” é estrelado por David A. R White (Deus não está Morto 2), John Corbett (Casamento Grego), Ted McGinley (Married with Children), Shane Harper (Deus não está Morto), Jennifer Taylor (Two and a Half Man), Benjamin Onyango (Deus não está Morto, Deus não está Morto 2), Gregory Alan Williams (Duelo de Titãs, Greenleaf), com participação especial da lenda gospel Dra. Cissy Houston (mãe de Whitney Houston), e da ganhadora do Oscar Tatum O´Neal (Lua de Papel). O filme tem roteiro e direção de Michael Mason, e produção de Michael Scott, David A. R. White, Elizabeth Travis, Alysoun Wolfe e Bitanny Yost.

Sinopse

Quando um incêndio terrível atinge a Igreja de Saint James, devastando a congregação e o Pastor Dave (David A. R. White), a universidade vizinha Hadleigh University usa a tragédia para tentar despejar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o Pastor Dave contra seu amigo de longa data Thomas Ellsworth (Ted McGinley), o presidente da universidade, envolvendo também a estudante Keaton (Samantha Boscarino), membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã.

Ficha Técnica

Direção: Michael Mason
Elenco: David A.R. White, John Corbett, Shane Harper, Ted McGinley, Tatum O’Neal
Gênero: Drama
País: EUA
Ano: 2018

Trailer

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

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Uma Quase Dupla:  Comédia de Marcus Baldini.

Sinopse: Quando uma série de assassinatos abala a rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio receberá a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla nas investigações. No entanto, a diferença de ritmo e a falta de química dos dois só atrapalhará a solução do caso.

 

tio-drew.jpgTio Drew: Comédia de Charles Stone.

Sinopse: Dax é um grande fã de basquete de rua, além disso, coordena seu próprio time amador. Ele decide gastar todas as suas economias para garantir a classificação da equipe em um campeonato no Harlem, Nova York. No entanto, após uma série de eventos desastrosos, ele perde o controle do grupo e precisa urgentemente formar uma nova equipe. Para resolver o problema, ele recruta uma grande lenda do esporte, o incrível Uncle Drew, que está aposentado há anos. Com um novo time repleto de setentões, Dax acredita que finalmente conseguirá alcançar uma vitória em sua carreira esportiva.

 

ilha-dos-cachorros.jpgIlha dos Cachorros: Animação e Aventura de Wes Anderson.

Sinopse: Atari Kobayashi é um garoto japonês de 12 anos de idade. Ele mora na cidade de Megasaki, sob tutela do corrupto prefeito Kobayashi. O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, fazendo com que todos os animais sejam enviados a uma ilha vizinha repleta de lixo. Como não aceita se separar do cachorro Spots, Atari convoca os amigos, rouba um jato em miniatura em parte em busca de seu fiel amigo. A aventura vai transformar completamente a vida da cidade.

 

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O Orgulho: Drama de Yvan Attal.

Sinopse: Neïla Salah sonha em ser advogada e desde o seu primeiro dia na Universidade Parisiense de Assas ela entra em confronto com Pierre Mazard, um professor conhecido por seus ataques de explosão com os alunos. Quando Neïla se inscreve em um concurso de eloquência, Pierre concorda em ser seu mentor, porém, eles precisam deixar seus preconceitos de lado para vencer.

 

Por: Vitor Arouca

Esportes na Poltrona Especial: Tio Drew/ Cesar Augusto Mota

Esportes na Poltrona Especial: Tio Drew/ Cesar Augusto Mota

Você gosta de filmes com esportes e que tragam importantes mensagens e façam críticas sociais? Após um relativo sucesso com ‘O rei do Jogo’ (2005), o diretor Charles Stone III volta com um longa com um esporte de massa como pano de fundo, saindo do baseball e indo agora para o basquete. E não só isso, mas com jogadores e grandes ídolos no elenco e com uma maquiagem que os deixa quase irreconhecíveis, como pessoas idosas. Você vai se surpreender com a trama, mesmo que não acompanhe a NBA ou não conheça as regras do esporte.

A narrativa nos traz Dax (Lil Rel Howery), um jovem apaixonado por basquete e que investiu todas as suas economias em um time amador para conquistar um torneio de basquete de rua em Rucker Park, no Harlem, Nova York. Mas, se não bastasse, ele enfrenta diversos problemas pessoais, desde a expulsão da casa onde vivia por Jess (Tiffany Haddish), sua ex-namorada, como a perda de todos os jogadores de sua equipe para Mookie (Nick Kroll), seu maior rival. Sem ter para onde ir e quase sem esperanças, Dax vaga pelas ruas do Harlem até conhecer Tio Drew (Kyrie Irwin, o astro do Boston Celtics), que o impressiona em uma partida de um contra um em quadra. Dax resolve convidá-lo para participar do torneio em Ricker Park, mas ele impor uma condição, de poder levar seu próprio time, composto por antigos companheiros que fizeram sucesso nos anos 60 e com par ticipação em uma final épica em 1968. A partir daí, eles partem para uma viagem nas estradas norte-americanas em busca dos antigos membros da equipe do Tio Drew, como Reverendo (Chris Webber), Lights (Reggie Miller), Boots (Nate Robinson) e Big Fella (Shaquille O’Neal).

O roteiro não se limita apenas ao esporte, mas também toca em pontos importantes, como as dificuldades que as pessoas enfrentam ao envelhecer, a tolerância (ou a falta dela) da sociedade para com os idosos, além de lições como luta e superação, reforçadas com mensagens como “você só perde 100% da chance se não arriscar” e “deixe o orgulho, o rancor e o passado de lado para seguir em frente”.  A história serve mais como entretenimento do que drama, as soluções de alguns conflitos são feitas das formas mais simples e os personagens possuem pouca profundidade e não muito desenvolvidos. Era possível um pouco mais de criatividade em uma narrativa tão divertida e ao mesmo tempo complexa, mas o humor é o que predomina.

As atuações dos jogadores são positivas, e dentro do que os papéis deles permitiam. Irwing e O’Neal não só se destacam por suas piadas, como também pela linguagem corporal, ambos tentam se aproximar da real postura de pessoas idosas, além de interações excelentes com Lil Rel Howery e Nick Kroll. Este funciona como vilão, conseguindo provocar e motivar Dax, personagem de Howery, a alcançar o que o público espera, além de oferecer cenas hilárias no último ato da narrativa. E apesar dos poucos papéis femininos, menções honrosas para Erica Ash e Lisa Leslie, ex-jogadora e multicampeã. As duas, apesar do pouco tempo em cena, conseguem movimentar a trama e trazer motivações ao elenco, cada uma do seu jeito.

Com um roteiro pouco inspirado, mas com um elenco motivado, entrosado e um humor em alta, ‘Tio Drew’ funciona dentro do que se propõe, além de se destacar tecnicamente com uma maquiagem de qualidade, mas sem grandes inovações. É uma diversão garantida, mesmo para quem não é fã de basquete.

Cotação: 3,5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Rômulo Mendonça narra cena de luta livre no novo filme “Missão Impossível”

Rômulo Mendonça narra cena de luta livre no novo filme “Missão Impossível”

missao-impossivel-video-romulo-e1531848936709.jpgO narrador da ESPN, Rômulo Mendonça, terá participação no filme “Missão Impossível – Efeito Fallout.”

Ele usou alguns de seus bordões famosos, como, “aqui não, queridinha, “me engravida”, para narrar a luta dos personagens de Tom Cruise e Henry Cavill enfrentam um inimigo no banheiro de uma festa. Confira abaixo.

Sinopse: Quando uma importante missão não sai como o planejado, Ethan Hunt e o time do IMF unem forças em ação numa corrida contra o tempo para acertar as contas com os erros do passados.

O filme estreia no dia 26 de julho.

Por: Vitor Arouca

Egon Schiele Morte e Donzela estreia nesta quinta, dia 19

Egon Schiele Morte e Donzela estreia nesta quinta, dia 19

O longa-metragem “EGON SCHIELE – MORTE E DONZELA”, de Dieter Berner, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 19 de julho, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Brasília, Recife, Vitória, Barueri, Niterói e Jaboatão dos Guararapes, distribuido pela Cineart Filmes. O filme traz a história do austríaco conhecido por seu brilhantismo e por ser um sedutor implacável. Baseado no livro de Hilde Berger “A Morte e a Donzela”, o longa traz Noah Saavedra no papel do protagonista.

– Quando eu estava no Ensino Médio, Egon Schiele foi um “insight”. Foi incrível quando, de repente, todos os meus colegas de classe decidiram que ele era o melhor pintor de todos. Ele era o pintor da nossa geração. Eu só vi filmes sobre ele depois, e fiquei muito insatisfeito com eles. O romance de Hilde Berger e o jeito como ela abordou a figura de Egon, que sempre foi fascinante, foi o que me deu a grande dica. Nós sempre escrevemos roteiros juntos, mas, inicialmente, ela disse que não seria um roteiro, que já era um romance. Nós começamos a trabalhar nisso, e a nossa abordagem consistia em tentar definir quais experiências nos trariam mais para perto desse pintor e nos diriam o que e o porquê de ele pintar – conta o diretor.

Berner disse ainda que, apesar de ser um admirador do trabalho de Schiele, nunca havia pensado em fazer um filme sobre o artista. “Foi só quando eu conheci a figura dele através de Hilde Berger, que a relação entre o homem e seu trabalho ficou clara. Só depois disso eu comecei a gostar da ideia de fazer um filme sobre isso, que é, contar a história do que as pinturas podem significar para alguém”, revela.

Segundo Berner, a partir da leitura do livro, foi possível entender que Schiele usava os desenhos como forma de fuga da realidade. “Era a sua maneira de entender o mundo, e, de alguma forma, lidar com ele”.

E, diante de um personagem com tantas particularidades, o diretor sabia da dificuldade que enfrentaria na escolha do ator protagonista. “Eu sabia desde o início que seria muito difícil encontrar alguém que fosse jovem e, ao mesmo tempo, tivesse a experiência de vida necessária para retratar um personagem tão complicado. É por isso que começamos bem cedo com o elenco”, revela.

Um ponto-chave no meu conceito era poder representar jovens, não os atores que interpretam os jovens, mas os atores que são realmente jovens diante das câmeras. Eu sabia desde o início que seria muito difícil encontrar alguém que fosse jovem e, ao mesmo tempo, tivesse a experiência de vida necessária para retratar um personagem tão complicado. É por isso que começamos bem cedo com o elenco. Por fim, vimos que seria necessário usar não-atores ou alguém recém-saído da escola de interpretação.

A escolha pelo modelo Noah Saavedra foi um risco que diretor resolveu correr. “Ele sequer conseguia juntar duas frases no começo, mas tinha aquela energia especial, aquela aura que eu associo a Schiele. Ele realmente acabou querendo se tornar um ator, foi para a escola de atuação e, finalmente, passou no exame de admissão da famosa Ernst Busch School, em Berlim. Ele também cursou dois semestres do curso de pintura e desenho na Academia de Belas-Artes de Viena, para que pudesse fazer os próprios desenhos no filme. Em outras palavras, consegui encontrar um jovem que fosse capaz de trazer essa energia essencial para interpretar o caráter excepcional de Egon Schiele”, elogia.

SINOPSE 

Jovem, talentoso, sedutor. Egon Schiele é um dos artistas mais provocativos de Viena no início do século XX. Sua vida e obra são impulsionados pelas mulheres que o cercam: Gerti, sua irmã e primeira musa. E Wally, seu grande amor de apenas 17 anos, imortalizada na famosa pintura “Morte e a Donzela”. Com seu estilo radical, Egon atrai artistas ousados como Gustav Klimt, mas causa um escândalo na sociedade local. Para defender sua arte, ele está disposto a sacrificar seu amor. E até sua vida.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Dieter Berner
Roteiro: Hilde Berger e Diete Berner
Elenco: Noah Saavedra, Maresi Riegner, Valerie Pachner, Larissa Aimee Breidbach, Marie Jung, Elisabeth Umlauft, Thomas Schubert, Daniel Sträßer, Cornelius Obonya, André Jung, Nina Proll, Wolfram Berger  e Luc Feit
Direção de Fotografia : Carsten Thiele
Direção de Arte:  Götz Weidner, vsk
Edição:  Robert Hentschel
Música André Dziezuk
Figurino: Uli Simon
Maquiagem: Béatrice Stephany
Classificação: 14 anos

Por Anna Barros
 

 

https://youtu.be/xgjnSQticFk