Editoras independentes mostram novidades na Flip 2018

Editoras independentes mostram novidades na Flip 2018

Qual o papel do impresso hoje? Qual seu sentido num mundo dominado por telas? Desafiando essas perguntas, uma exuberante cena de publicações independentes vem crescendo no Brasil.

Acontece de 25 a 29 de julho a tradicional FLIP – Feira Literária Internacional de Paraty. Em sua 16ª edição, o evento contará com exibições do documentário/curta-metragem “Impressão Minha” (27 min), um registro histórico que revela personagens e suas ideias sobre o poder da arte impressa, os bastidores dos processos de criação, a produção e a difusão das publicações independentes, além das visões e debates em torno dessa movimentação.

Na quinta-feira, dia 26, às 19h30, Flipei – Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Rua Perequeaçu), um barco que reúne as editoras independentes – será palco da exibição do documentário “Impressão Minha”, seguido de debate, com os diretores Daniel Salaroli, Gabriela Leite e João Rabello.

 

Já na sexta-feira, dia 27, às 19hna Casa da Porta Amarela (R. Mal. Deodoro, s/nº) –  tradicional espaço das editoras independentes – o documentário “Impressão Minha” tem outra exibição, também seguida de debate.

E, no sábado, dia 28, às 21h, na Casa Fedrigoni (Av. Otávio Gama, 142) – uma casa dedicada às artes gráficas do livro – acontece a última exibição de “Impressão Minha”.

Idealizadas por produtores culturais e editoras alternativas, as feiras de publicação independente hoje atraem um público de mais de 40 mil pessoas ao ano apenas em São Paulo, principalmente jovens e adultos interessados nas diversas formas de expressão artística em suportes impressos (livros, quadrinhos, fotografia, ilustração, colagens). É a partir desse universo que “Impressão Minha” busca estimular reflexões sobre a cena das publicações independentes hoje, em São Paulo e no Brasil.

Sobre o documentário “Impressão Minha”:

Diante da hegemonia digital, a materialidade do livro ainda instiga. Impressão Minha apresenta a movimentação que acontece em torno dos livros e publicações independentes hoje, em São Paulo e no Brasil. Imerso entre artistas, editores e seus livros, o documentário abre espaço para reflexões sobre o mercado editorial, a liberdade de criação, a suposta oposição entre digital e impresso, o livro como objeto, as técnicas artísticas e de impressão…

O documentário foi realizado por Peripécia Filmes e Avocado Edições, Ministério da Cultura e Governo Federal, com patrocínio da Fedrigoni Papéis, Icatu Seguros e CSU, contando também com apoio de pessoas físicas, por meio da Lei Rouanet.

FICHA TÉCNICA

Título: Impressão Minha

Duração: 27’15’’

Roteiro e Direção: Daniel Salaroli, Gabriela Leite e João Rabello

Fotografia: Raoni Maddalena

Produção: Peripécia Filmes e Avocado Edições

PERSONAGENS DO FILME

Bia Bittencourt, da Plana

Criadora e produtora da Feira Plana, maior evento de publicações independentes do país. Em 2017, na sua 5ª edição, foram mais de 18.000 visitantes na Fundação Bienal. Em 2018 o evento retornou ampliado como Plana Festival, na Cinemateca Brasileira, confirmando seu sucesso.

 

Cecilia Arbolave e João Varella, da Lote 42

Com livros experimentais e conceituais diversos, a Lote 42 é uma das editoras mais famosas da cena. Com dezenas de milhares de pessoas acompanhando sua fanpage no Facebook e um sistema de vendas online que é um sucesso, ainda coloca suas publicações em grandes livrarias e em seu próprio espaço físico de vendas: a Banca Tatuí.

 

Bebel Abreu, da Bebel Books

Produtora cultural, sócia da Mandacaru Design e criadora da Bebel Books, que já publicou dezenas de títulos de ilustração, caligrafia e fotografia, alguns premiados e outros alcançando status de pequenos fenômenos de público.

 

Kátia Fiera

Artista visual que trabalha com o formato de publicação conhecido como “livro de artista”. Sua produção pode ser encontrada no Brasil e no mundo em coleções públicas e em seleções como as da Printed Matter em Nova York.

 

DW Ribatski

Quadrinista independente, artista plástico, ilustrador. Já colaborou com diversas publicações, como o caderno Ilustríssima da Folha de São Paulo e a revista Superinteressante. Publicou diversas HQs e contribuiu para o blog da Cia das Letras com uma coluna mensal de quadrinhos.

 

Gilberto Tomé

Artista gráfico que investiga técnicas de desenho e sistemas de reprodução de imagens, da xilogravura ao digital. Além de atuar como designer no Fonte Design, é sócio da gráficafábrica, onde edita livros artesanais. Seus trabalhos foram apresentados no Itaú Cultural, no Festival Paraty em Foco e na Paris Photo (2015).

 

Douglas Utescher, da Ugra Press

A Ugra é uma loja de quadrinhos underground que vende HQs independentes, alternativas e nacionais, assim como vários outros produtos ligados ao movimento punk e contracultura. A loja já acumula um catálogo com 1.400 títulos.

 

Beto Galvão, da Meli-melo Press

Criador e diretor da Meli Melo Press Estúdio e gráfica de risografia, que revolucionou parte do mercado editorial do Brasil.

Impressão Minha — trailer 1 from Peripécia Filmes on Vimeo.

Estes filmes e Séries irão sair do catálago da Netflix em agosto

Estes filmes e Séries irão sair do catálago da Netflix em agosto

Segue a lista abaixo:

01/08

‘20 Anos + Jovem’
‘A Princesa de Montpensier’
‘À Procura da Vingança’
‘A Salvação’
‘Apenas um Show’
‘Batman – A Máscara do Fantasma’
‘Caçadores de Emoção’
‘Caçadores de Recompensa’
‘Conflitos e Reencontros’
‘Corações de Ferro’
‘Effie Gray – Uma Paixão Reprimida’
‘Elefante Blanco’
‘Enchanted Kingdom’
‘Esperar Para Sempre’
‘Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo’
‘Fruitvale Station’
‘Funny or Die Apresenta: Donald Trump e a Arte dos Negócios’
‘Go for Sisters’
‘Harlock: Space Pirate’
‘Idas e Vindas do Amor’
‘Jogada de Sorte’
‘Kaijudô – A Origem dos Mestres do Duelo’

‘Killjoys’
‘Mariachi Gringo’
‘Mushi-Shi’
‘Nunca Diga Seu Nome’
‘O Casamento do Ano’
‘Ó Paí, Ó’
‘O Poder e a Lei’
‘Odd Thomas’
‘One Life’
‘Perdido Na Armênia’
‘Playful Kiss’
‘Quebra de Conduta’
‘Reza a Lenda’
‘Riddick’
‘Sangue no Gelo’
‘Side Effects: Uma Viagem Musical’
‘The Bridge’
‘The Comedians of Comedy: The Movie’
‘The Daughter of Dawn’
‘The Killing’
‘The Search for Freedom’
‘Um Amor de Vizinha’
‘Unidas Pela Vida’
‘Zach Galifianakis: Live at the Purple Onion’

02/08

‘As Grandes Férias Grandes’
‘Grendel’
‘Laranjas e Sol’
‘Minha Amada Imortal’
‘Morte Súbita’

03/08

‘Impostores’

04/08

‘WonderBalls’

05/08

‘Consequência Mortal’

07/08

‘I Am. Shimon Peres’

08/08

‘Especiais temáticos da turma da Mônica’
‘Juntos Pelo Acaso’
‘Neve Pra Cachorro’
‘Porque é Novembro’

09/08

‘Aeroporto 77’
‘Baires’
‘Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho’
‘Tokio’
‘T-Rex’

10/08

‘Shaolin Girl’

11/08

‘Gabriel Iglesias Presents Rick Gutierrez: I’m Not Mad, I’m Just a Parent
‘Gabriel Iglesias Presents The Gentleman Jerry Rocha’
‘Gabriel Iglesias: Aloha Fluffy’
‘Gabriel Iglesias: Hot and Fluffy’
‘Gabriel Iglesias: I’m Not Fat… I’m Fluffy’

Por: Vitor Arouca

 

Poltrona Cabine: A Outra História do Mundo/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: A Outra História do Mundo/ Cesar Augusto Mota

Já vimos alguns filmes que retrataram a ditadura militar de alguns países, e com uma toada poética, bem-humorada e capacidade dos protagonistas de lutar contra o sistema autoritário e nefasto dominante. O diretor Guillermo Casanova vem com essas premissas em ‘A Outra História do Mundo’, protagonizado por Cesar Troncoso (O Vendedor de Sonhos), além de lançar importantes mensagens importantes para as minorias que são cada vez mais reprimidas numa sociedade violenta e intolerante.

A narrativa se passa nos anos 80 na pequena cidade de Mosquitos, no Uruguai, época também marcada pelo regime militar que assombrou diversos países da América Latina. Toda a população era obrigada a se recolher por volta das 22h, bem como todos os bares deveriam fechar suas portas por ordens do Exército, comandado pelo coronel Valerio (Néstor Guzzini). E para pregar uma peça no comandante, os amigos Esnal (Troncoso) e Milo (Roberto Suárez) resolvem roubas os anões de jardim da casa dele e obrigar o locutor da rádio da cidade a ler uma carta contendo um manifesto favorável à liberação do álcool em Mosquito. E graças ao carteiro provisório (Gustav), Milo é capturado pelos soldados e d epois tido como desaparecido. Diante desse quadro tenso, alguns se acovardam, já outros se enchem de coragem e tentam lutar contra a maré.

O roteiro se utiliza de elementos lúdicos para tornar a narrativa mais poética e atraente, como a invenção de histórias feitas por Esnal em suas aulas de História e o uso de recortes e de retroprojetor para ilustrar uma prosa épica que gira em torno de seu amigo. E o sumiço dele vai servir como uma espécie de catalisador na história, que vai provocar reações sérias, principalmente das filhas Anita Anita (Alfonsina Carrocio) e Beatriz (Natalia Mikeliunas), que terão que suportar não só essa baixa como também a doença da mãe, e posterior saída de casa. Um verdadeiro contaste entre amedrontados e ressentidos vai se formar e movimentar a narrativa, para existir que existem conformados e inconformados, temerosos e ousados.

A trilha sonora, de responsabilidade do brasileiro Hugo Fattoruso, conta com músicas clássicas e outras do gênero latino, mas como importante elemento narrativo, criando uma grande sinergia e vibração no espectador. A fotografia, de Gustavo Hadba, não só retrata bem como valoriza a década de 80, ressaltando e valorizando a luta de classes em busca por democracia e por dias mais esperançosos. Esses elementos mostram que o filme é mais que a retratação de um período sangrento, mas destaca o que há de melhor no ser humano, além da valorização da memória e um importante paradoxo entre a opressão e a insubordinação.

Um filme sensível, poético e motivador, apesar de algumas resoluções simples, ‘A Outra História do Mundo’ mostra a força do cinema uruguaio em coprodução com o Brasil, com um panorama que serve de espelho para o momento atual que vive a sociedade brasileira. Vale o ingresso.

Cotação: 3,5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava estreia dia 23 de agosto

Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava estreia dia 23 de agosto

HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA, dirigido por Fernanda Pessoa, estreia em circuito comercial no dia 23 de agosto, após ter tido sua estreia no 20o Festival de Cinema de Tiradentes e exibido em diversos Festivais nacionais e internacionais, como DocLisboa, CinéLatino Toulouse, Festival du Nouveau e Cinema Brasilia. O filme, que também passou por países como Grécia, França, Índia, Canadá, Sérvia e Portugal, tem distribuição da Boulevard Filmes.

O longa realiza uma releitura histórica da ditadura militar no Brasil, com foco nos 1970, a partir apenas de imagens oriundas de 27 filmes produzidos no período e que foram considerados “pornochanchadas”, o gênero mais visto e mais produzido durante a década de 70.

HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA é um documentário de montagem, ou de remploi, feito inteiramente com imagens e sons das pornochanchadas, sem entrevistas ou off. Temas como a luta armada, a violência do Estado, o milagre econômico, a “era de aquarius” e a modernização do país são abordados de forma divertida e inusitada, através de uma montagem criativa e associação inesperada de imagens.

HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA relembra e analisa um período histórico brasileiro através da sua produção cinematográfica hegemônica, provocando uma reflexão não somente sobre o período histórico retratado, mas também sobre o próprio cinema enquanto construtor da história e da memória coletiva.

Anotações Sobre o Filme por Fernanda Pessoa

“Sem ter vivido o período da ditadura militar, já que nasci um ano após a abertura democrática, encontrei nos filmes nacionais do período um grande material histórico, ainda pouco analisado dentro desta perspectiva. Aprendi muito sobre o período assistindo a esses filmes e é essa visão que pretendo mostrar ao espectador, partindo de um conhecimento empírico vindo do próprio cinema. Do chamado “milagre econômico” à repressão e às torturas, tudo foi retratado pelo cinema popular da época, implícita ou explicitamente.

De uma pesquisa inicial de mais de 150 filmes, foram selecionados 27 títulos. Foi realizada uma pesquisa intensa com diversas instituições e pessoas para conseguir encontrar o maior número de filmes produzidos nessa época. Essa difícil busca revelou o quanto a memória do cinema nacional não está sendo preservada. Filmes de importância histórica e estética não estão disponíveis ao público. Por isso, um grande objetivo é trazer à luz a filmografia da chamada pornochanchada – muitas vezes esquecida ou rejeitada.

Durante um ano e meio, viajei com o filme para festivais no Brasil e em países tão diversos como Grécia, Índia, França e Sérvia, tendo reações surpreendentes: na Grécia, o público de identificou muito e percebi que somos mais parecidos do que imaginamos, na Índia o filme causou grande polêmica e debates sobre censura e mudanças de costume, etc. Estou muito feliz que o filme finalmente chegue ao público em geral, o que sempre foi um grande objetivo durante a realização, já que a “pornochanchada” sempre teve um diálogo muito grande com o público “não especializado”.”

Sobre a Diretora

www.pessoafernanda.com
www.historiasquenossocinema.com

Cineasta e artista visual, Fernanda Pessoa trabalha principalmente com cinema documental e videoinstalações. Vive e trabalha em São Paulo, e morou no Arizona, em Buenos Aires e em Paris, onde realizou seu mestrado em Audiovisual na Sorbonne Nouvelle. Dirigiu curtas com exibições internacionais e realizou exposições individuais e coletivas. Em 2016, realizou no MIS-SP a videoinstalação Prazeres Proibidos, sobre a censura aos filmes de pornochanchada durante o regime militar.Em 2017, finalizou seu primeiro longa documental, “Histórias que nosso cinema (não) contava”, exibido em mais de 20 festivais nacionais e internacionais e ganhador de seis prêmios. Atualmente, finaliza seu segundo longa documental, “Zona Árida” e trabalha em um projeto selecionado para a Residência Labmis.

“Um dos acontecimentos mais significativos deste ano no ramo das artes”
Inácio Araújo, Folha de São Paulo.

“Brilhante trabalho de montagem”
Cahiers du cinéma nov. 2017.

Ficha Técnica

DIREÇÃO E CONCEPÇÃO:  Fernanda Pessoa
PRODUÇÃO: Julia Borges Araña, Alice Riff e Fernanda Pessoa
SOM: Érico Theobaldo e Ignácio Sodré (Coletiva Produtora)
MONTAGEM: Luiz Cruz
SOUND DESIGN E MIXAGEM: Érico Theobaldo (Coletiva Produtora)
FINALIZAÇÃO: Quanta Post
PRODUTORA: Pessoa Produções
COPRODUTORA: Studio Riff

Lista de Festivais e Prêmios

Prêmios

Festival de Cine Lima Independiente:
Menção Honrosa na Competitiva Iberoamérica Ahora
Semana (ex-Semana dos Realizadores):
Melhor Filme pelo Júri da Crítica
Semana (ex-Semana dos Realizadores):
Prêmio IndieLisboa
Festival Pachamama Cinema de Fronteira:
Melhor Filme
Festival de Caruaru:
Melhor Roteiro
Femcine:
Menção do Juri

Festivais

20a Mostra de Tiradentes (Mostra Aurora)
19th Thessaloniki Documentary Festival (Competição Internacional)
29e Cinélatino Rencontres de Toulouse (Competição de documentário)
Festival du Nouveau Cinéma (Competitiva Panorama International)
DocLisboa (sessão Heart Beat)
Pirenópolis Doc (Mostra competitiva nacional)
Mostra CineBH (Diálogos Históricos)
Festival de Brasília (Mostra 50 anos em 5 (dias) – Registros de uma história)
Festival de Cine Lima Independiente (Competitiva Iberoamérica Ahora)
3 Margens: Festival Latino-Americano de Cinema
Festival Brésil en Mouvements
Semana dos Realizadores (Mostra competitiva)
Festival de Caruaru (Mostra Competitiva)
Panorama Internacional Coisa de Cinema (Panorama Brasil)

Festival Pachamama Cinema de Fronteira (Mostra Competitiva)
Festival Internacional de Cinema da Fronteira (Mostra Competitiva)
22nd International Film Festival of Kerala (Focus Brazil)
Femcine 8 (Competição internacional)
Beldocs International Documentary Festival do Belgrade
Mostra Internacional de Cinema de São Luis (Mostra Competitiva)
Semana de Cinema Brasileiro da Cinemateca de Bogotá
Festivais Confirmados (2018)
Festival de Cine Radical (Bolivia)
Corriente:Encuentro Latinoamericano de Cine de No Ficción (Peru)
Women Make Waves Film Festival (Taiwan)
Por Anna Barros
Cartaz de O Doutrinador acaba de ser divulgado

Cartaz de O Doutrinador acaba de ser divulgado

A Downtown Filmes, em contagem regressiva para o lançamento de “O Doutrinador”, divulga o cartaz oficial que traz o vigilante com sua emblemática máscara de olhos vermelhos e o aviso: “a corrupção criou seu maior inimigo”.

O anti-herói das HQs criado por Luciano Cunha poderá ser visto nas telonas do país a partir de 20 setembro. A adaptação também chegará à TV, como uma série exibida pelo canal Space em 2019.

Em “O Doutrinador”, Kiko Pissolato vive o protagonista Miguel, um agente federal que conhece de perto as engrenagens do sistema e, ao sofrer uma tragédia pessoal, se torna um vigilante e decide combater a corrupção de forma atormentada e implacável. Também estão no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi , Tainá Medina,  Carlos Betão , Samuel de Assis e Tuca Andrada.

O longa tem direção de Gustavo Bonafé (“Legalize Já” e “Chocante”) e codireção de Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”). Já a série tem direção geral de Bonafé, enquanto Mendonça dirige alguns episódios. O filme e a série foram criados pelo próprio Luciano Cunha e por Gabriel Wainer, que também assinam o roteiro ao lado de Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lage e Denis Nielsen. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown/Paris Filmes.
Ficha Técnica

Direção: Gustavo Bonafé
Roteiro: Mirna Nogueira, LG Bayão, Rodrigo Lages, Denis Nielsen, Guilherme Siman, Gabriel Wainer e Luciano Cunha
Produção: Marcio Fraccaroli, Sandi Adamiu, Bruno Wainer
Produção Executiva: Renata Rezende
Direção de Fotografia: Rodrigo Carvalho
Produtora de elenco: Renata Kalman
Diretor de Arte: Marghe Pennacchi
Figurinista: Flavia Lhacer
Montador: Federico Brioni e Sabrina Wilkins

Elenco

Kiko Pissolato (Miguel)
Samuel de Assis (Edu)
Tainá Medina (Nina)
Marília Gabriela (Ministra Marta Regina)
Eduardo Moscovis (Sandro Correa)
Helena Ranaldi (Julia Machado)
Natália Lage (Isabela)
Natallia Rodrigues (Penélope)
Tuca Andrada (Delegado Siqueira)
Gustavo Vaz (Anterinho)
Carlos Betão (Antero Gomes)
Nicolas Trevijano (Diogo)
Eduardo Chagas (Oliveira)