Fomos beber da fonte de uma das inspirações de Quentin Tarantino para fazer o seu Os Oito Odiados e caímos nesse clássico western Era Uma Vez no Oeste, de Sergio Leone. O filme é um divisor de águas na categoria. E conta com Charles Bronson, Henry Fonda e Claudia Cardinale.
Para quem gosta de western-spaghetti é um prato cheio. Em muitas cenas, lembramos do filme de Tarantino.
O filme foi fracasso de público e custou a ser aclamado pela crítica. Hoje em dia é considerado o melhor faroeste de todos os tempos e figura na lista dos melhores filmes já produzidos.
Para aqueles que gostam de duelos e filmes antigos é um prato cheio, que te prende do início ao fim, por mais que se imagine o que vai acontecer.
A trilha sonora é marcante. E é, do agora premiado com o Oscar 2016, Ennio Morricone, que completou 87 anos.
Todos os personagens do filme, à exceção de Jill, têm a impressão de que não chegarão vivos até o final.
Era uma Vez no Oeste é centrado em quatro protagonistas: a ex-prostituta Jill McBain (Claudia Cardinale), o bandido Cheyenne (Jason Robards), o pistoleiro de aluguel Frank (Henry Fonda) e um homem misterioso, chamado de “Harmonica” (Charles Bronson), que sempre traz consigo uma gaita. Os quatro acabam se cruzando quando Morton (Gabrielle Ferzetti), um barão ferroviário, contrata Frank para afugentar Brett McBain (Frank Wolff), dono de terras que iriam valorizar consideravelmente com a chegada da ferrovia, e seus filhos. Porém, o pistoleiro decide massacrar a família e depois planta evidências incriminando Cheyenne.
Nesse meio-tempo, Jill chega à cidade, vinda de Nova Orleans, e revela que se casara com Brett McBain e que portanto as terras ainda tinham dono. O homem com a gaita, Harmonica, aparece e junto com Cheyenne ajudam a mulher a manter sua propriedade. Harmonica tem contas a acertar com Frank e no final do filme o motivo da vingança é revelado num duelo entre os dois.