A HBO é a responsável por algumas das produções televisivas mais marcantes dos últimos tempos, como FAMÍLIA SOPRANO, THE WIRE, BOARDWALK EMPIRE, ROME e GAME OF THRONES. WESTWORLD, que chega ao fim da segunda temporada neste domingo, começa a integrar este seleto grupo. Sabe por quê?
Porque ela tem uma história cheia de intriga
A série é inspirada no filme Westworld – Onde Ninguém Tem Alma de 1973, escrito e dirigido por Michael Crichton, um fascinante thriller filosófico. Com pequenas diferenças, a trama do longa e da série é essencialmente a mesma: um parque com atrações futurista controlado por alta tecnologia, onde androides de aparência humana, chamados “anfitriões”, permitem que os visitantes liberem os seus instintos e vivam qualquer tipo de aventura sem correr riscos.
O conceito central do drama é a inteligência artificial e até que ponto a humanidade está disposta a ir com ela. O tema polêmico ganhou um interesse especial nos últimos anos por conta dos avanços tecnológicos. Em WESTWORLD o aspecto ético destes progressos é explorado a ponto de promover uma reflexão sobre os limites dos seres humanos.
Uma marca indiscutível de WESTWORLD é que nada é o que parece. O elemento surpresa está sempre presente, gerando teorias sobre a guinada que a série dará em cada episódio. A produção desafia os telespectadores a procurarem respostas a partir de pequenas pistas que vão sendo dadas.
Conta com personagens complexos e elenco de alto nível
Os anfitriões, os administradores dos parques e os visitantes de WESTWORLD conduzem o público ao longo desta história complexa. Durante a primeira temporada, os androides evoluíram tanto que facilmente é possível esquecer que eles não são humanos.
A HBO conseguiu um efeito similar com FAMÍLIA SOPRANO: o público sentiu empatia pelos vilões, aversão pelos heróis e ficou confuso sobre quem é bom e quem é mau – ao ponto de chegar à conclusão que ninguém pode ser engessado nessas categorias com personalidades tão profundas.
Os personagens de WESTWORLD ganham vida graças à atuação magistral do elenco, que inclui estrelas do cinema jamais reunidas em uma mesma série de televisão, como Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, James Marsden, Jeffrey Wright e Thandie Newton.
Além de ter uma trilha sonora de arrasar
A produção musical de WESTWORLD é de alto nível. A trilha sonora excepcional foi criada pelo compositor germano-iraniano Ramin Djawadi, responsável também pela musicalização de GAME OF THRONES e de filmes como HOMEM DE FERRO, FÚRIA DE TITÃS, CÍRCULO e UMA DOBRA NO TEMPO.
Em WESTWORLD, onde o mundo futurista e o velho oeste se misturam, Djawadi consegue fundir estes pólos opostos por meio de músicas consagradas como Paint It Black (Rolling Stones), Seven Nation Army (The White Stripes) e Heart-Shaped Box (Nirvana), utilizando o piano como elemento unificador ou criando versões sinfônicas que dão grandeza a cada uma das cenas.
A produção reúne a qualidade e a originalidade que são sinônimos das superproduções da HBO, e que a levaram a ser reconhecida com 22 indicações ao Emmy®. É por essas e outras razões que WESTWORLD ganha lugar marcante na história das séries.
Sobre HBO Latin America
A HBO Latin America é a rede de televisão por assinatura premium líder na região, respeitada pela qualidade e pela diversidade de sua programação, incluindo séries, filmes, documentários e especiais originais, além da exibição de séries exclusivas e de alguns dos mais recentes blockbusters de Hollywood, antes de qualquer outro canal premium. A programação é exibida em HD em mais de 40 países da América Latina e do Caribe por meio dos canais HBO, HBO2, HBO Signature, HBO Plus, HBO Family, HBO Caribbean, MAX, MAX Prime, MAX UP, MAX Caribbean e Cinemax. Seu conteúdo também é oferecido em outras plataformas, como a HBO GO e HBO On Demand.
Idealizado pela diretora da ANCINE, Debora Ivanov, e planejado pela Comissão de Gênero, Raça e Diversidade da Agência, o seminário apresentará estudos e iniciativas em distintas dimensões, abarcando tantoações da sociedade civil quanto contribuições das empresas para a promoção da igualdade de gênero no audiovisual. Esse ano o evento buscará, ainda, abordar práticas inclusivas no âmbito da TV e da publicidade.
Esta segunda edição acontecerá no dia 4 de julho e contará com duas influentes ativistas estadunidenses que militam pela causa:
Fanshen Cox DiGiovanni– atriz, dramaturga e produtora. Tem se destacado como porta-voz da utilização da arte como forma de promover diversidade e abordar questões de identidade racial. É uma das criadoras do “Inclusion Rider”, iniciativa promovida pela Annenberg School for Communication andJournalism, da Universidade da Califórnia do Sul e responsável pela área de Parcerias Estratégicas na produtora “Pearl Street Films”, fundada por Ben Affleck e Matt Damon. O “Inclusion Rider”, citado pela Frances McDormand em seu discurso no Oscar esse ano, é uma “cláusula de equidade”, que os atores podem exigir como parte de seu contrato, estipulando que a narrativa do filme e as equipes de trabalho por trás dele reflitam a diversidade existente na sociedade. O objetivo é, por meio desse instrumento jurídico, se contrapor aos vieses existentes no processo de seleção e contratação de elenco e de funções artísticas-chave na indústria audiovisual.
Mercedes Cooper – Diretora de Marketing da ARRAY, empresa e coletivo de arte com sede em Los Angeles, fundada pela cineasta Ava Duvernay em 2010, com a missão de ampliar o alcance de filmes produzidos por mulheres e pessoas de cor. Como Diretora de Marketing da ARRAY, Mercedes Cooper desenvolveu as campanhas de marca e de promoção de 17 filmes independentes, incluindo a do vencedor do prêmio de melhor direção do festival de Sundance em 2012, MiddleofNowhere, e a do relançamento do vencedor do prêmio FIPRESCI do Festival de Berlim em 1983, AshesandEmbers. Além disso, Mercedes Cooper gerencia a iniciativa ARRAY@TheBroad, voltada para a exibição de uma série de filmes clássicos e contemporâneos que exploram a intersecção entre arte, história e identidade cultural.
Após a apresentação individual das convidadas internacionais no painel “Sociedade Civil e Empresas em Prol da Diversidade – A experiência norte-americana”, o Seminário seguirá com mais quatro mesas: (1) Panorama da diversidade na TV e no Vídeo por Demanda; (2) Panorama da diversidade na publicidade brasileira; (3) Mudando a percepção sobre o assédio; (4) Apresentação e assinatura do Pacto Anti-Assédio do setor audiovisual.
Os encontros contarão com a participação de cineastas, roteiristas, representantes dos movimentos feministas “Think Eva”; “Think Olga”; “Freethebid”; “More Girls” e Plataforma Hysteria; além de representantes de empresas do mercado audiovisual como Canal Brasil, Netflix, GNT, Viva e Globo Mais; e de advogados do setor.
A inscrição para participar do evento gratuito pode ser feita no site https://www.sescsp.org.br/ As vagas são limitadas.
O Seminário antecede a abertura do 1º FIM – Festival Internacional de Mulheres, que ocorrerá de 04 a 11 de julho e contará com duas mostras competitivas e programas especiais com filmes sobre protagonismo feminino.
Entre as atrações mais esperadas do Anime Friends 2018 está o Ultraman Heroes. Pela primeira vez no Brasil, Ultraman, Ultraseven, Ultraman Tiga, Ultraman ORB e Ultraman Zero farão um show emocionante para os fãs da franquia. A 15ª edição do Anime Friends acontece de 6 a 9 de julho, no Anhembi, em São Paulo, e contará com mais 70 atrações nacionais e internacionais do universo geek.
Além do Ultraman Show, que terá duas sessões diárias durante todo o evento, o Anime Friends 2018 contará também com um museu de peças originais dos filmes, um restaurante temático e exibições do longa Ultraman Movies. Vindos da Nebula M78 para salvar o mundo dos grandes vilões, os heróis também participarão de uma sessão de fotos com os fãs.
Os ingressos para o Anime Friends já estão à venda. Além da tradicional entrada para curtir todas as atrações, o evento oferece ainda outras opções. Os fãs poderão participar de um Meet&Greet com seu ídolo, com direito a foto e autógrafo. Tem também o fastpass para fugir das filas, e a hotzone, área reservada para ficar mais pertinho dos artistas.
Nesta quinta-feira, 21 de junho, o filme Tungstênio chega a 60 salas de cinema espalhadas pelo país, sob a direção de Heitor Dhalia. O longa é baseado no quadrinho homônimo de Marcello Quintanilha, em que a narrativa, ambientada em Salvador, traz quatro personagens centrais. Adaptada para o cinema, a trama “trata de questões atuais, de temas explosivos, mas faz isso de maneira dinâmica e com uma estrutura de linguagem bem inovadora”, explica Dhalia.
Tungstênio aborda um universo suburbano, periférico e violento. É um forte retrato da exclusão e das tensões sociais que vive o Brasil atual. “A violência urbana é um subproduto dessa desigualdade”, diz o diretor.
Preocupado em traduzir a essência do material de Quintanilha nessa adaptação, Tungstênio teve desafios extras: “Existem muitas cenas de ação, briga, cenas no mar, que é dificílimo. Um ponto de atenção era traduzir aquela prosódia do personagem para a boca dos atores. Tungstênio foi uma adaptação bem complexa de ser realizada”, conta Heitor Dhalia.
O longa, protagonizado por Fabrício Boliveira, Zé Dumont, Samira Carvalho e Wesley Guimarães, passou por um processo de escolha de elenco mágico, segundo o cineasta. Foram realizadas diversas oficinas com atores de Salvador, até serem encontradas as personalidades certas para dar corpo e voz para cada um dos personagens. “O longa tem muitos personagens negros, o que tornou a procura por atores nos grupos de teatros locais maravilhosa. Foi um processo muito rico de troca e aprendizados”, completa. Além disso, uma grande característica dos filmes de Heitor Dhalia é a revelação de novos talentos. Samira Carvalho e Wesley Guimarães fazem a vez em Tungstênio: “Adoro encontrar atores novos. Acho importante trazer caras novas para o cinema e, mais que isso, achar o ator certo para cada personagem”, justifica o cineasta.
Mergulhar no universo de Quintanilha, que ganha cores agora nas mãos de Dhalia, é dar de cara com uma narrativa que trata de relações humanas esgarçadas pelo entorno. A pobreza, a corrupção e a violência social pressionam os personagens em todos os momentos. Um Brasil cheio de ódio, de relações esgarçadas e conflituosas. Tungstênio traz à tona o tempo do abuso de gênero, do racismo estrutural e vários outros temas importantes a serem debatidos. “Acho que o filme provoca um olhar crítico para o país de hoje”, diz Dhalia. O cineasta ainda conta que o filme capturou o ponto de tensão máxima que o Brasil chegou. “Estamos à beira de uma explosão de caos. Um momento em que o fascismo nos rondeia, em que as redes sociais criam bolhas de ódio que se chocam. Tungstênio mostra isso na vida real, na rua, no cotidiano e revela como a aparente tranquilidade pode ser rompida a qualquer momento. De uma maneira involuntária produzimos um retrato duro do país. Um Brasil onde a ideia romântica que tínhamos de nós mesmo foi deixada de lado”, finaliza.
Confira a entrevista na íntegra com Heitor Dhalia:
Como surgiu a ideia de filmar Tungstênio? O quadrinho foi me apresentado por um produtor e amigo que tinha interesse em adaptar a grafic novel de Marcello Quintanilha. Ele acabou desistindo e segui com o projeto. Entrei em contato com o Marcello e fizemos o primeiro tratamento. Por coincidência o Marçal Aquino, amigo e parceiro de longa data – fizemos o Nina e O Cheiro do Ralo juntos -, também estava interessado em adaptar a obra. Retomamos nossa parceria e levamos a ideia até Guel Arraes, que deu sinal verde para tocarmos o projeto.
O que te chamou mais atenção nos quadrinhos que despertou a vontade de adaptar a obra para o cinema? Tungstênio é um quadrinho que aborda um universo suburbano, periférico e violento. É um forte retrato da exclusão e das tensões sociais que vivemos no Brasil. A violência urbana é um subproduto dessa desigualdade e isso me interessou no quadrinho. Tungstênio trata de questões atuais, de temas explosivos, mas faz isso de maneira dinâmica e com uma estrutura de linguagem bem inovadora. Isso tudo combinado, me fez querer levar essa história para as telas.
Quais foram as maiores preocupações e desafios dessa adaptação? Minhas preocupações foram tentar traduzir a essência do material adaptado para a tela do cinema e como traduzir a narrativa de uma linguagem para outra. Tungstênio tem desafios extras, existem muitas cenas de ação, briga, cenas no mar que é dificílimo. Um ponto de atenção era traduzir aquela prosódia do personagem para a boca dos atores. Tungstêniofoi uma adaptação bem complexa de ser realizada.
Como foi o processo de escolha do elenco? O processo de escolha do elenco é sempre mágico. Fizemos muitas oficinas com atores de Salvador até encontrarmos as pessoas certas para dar corpo e voz para aqueles personagens. O longa tem muitos personagens negros, o que tornou a procura por atores nos grupos de teatros locais maravilhosa. Foi um processo muito rico de troca e aprendizados. Tive a sorte de trabalhar com o Fabrício Boliveira e com Zé Dumont, e de achar a Samira Carvalho e o Wesley Guimarães.
Ainda sobre o elenco, especificamente sobreSamira Carvalhoe Wesley Guimarães, não é a primeira vez que atores estreantes se destacam com importantes papeis em seus filmes. Você procura dar oportunidade para esses profissionais em todos os seus projetos? Especificamente em Tungstênio, como foi o processo para encontrá-los? Adoro encontrar atores novos, e trabalho com dois produtores de elenco geniais, Chico Aciolly e Ana Luiza. Os dois têm muito bom gosto para atores e adoram fazer escolhas ousadas. Eu também gosto. Acho importante trazer caras novas para o cinema e mais que isso, achar o ator certo para cada personagem.
Como se deu a preparação do elenco e qual foi seu método de trabalho com os atores no set? Você trabalhou com cada ator individualmente? Temos um método de preparação em grupo e individual. Por meio de várias técnicas, vamos achando o tom e aproximando os atores dos personagens, mas o mais importante nesse processo é estabelecer uma ponte de confiança entre ator e diretor. Um canal de comunicação permanente para os riscos e desafios do processo de produção de um filme, onde entra o restante da equipe. O processo de entendimento da dramaturgia e de como cada ator funciona é muito importante.
Do elenco à equipe de produção, você formou um time majoritariamente baiano. Foi proposital? Como se de essa escolha? Foi uma escolha natural, pois a Bahia tem equipes e atores maravilhosos. Tivemos a sorte de encontrar pessoas para defender este filme.
O longa levanta discussões muito presentes em nossa sociedade, como: as relações de poder, relacionamentos tóxicos, saudosismo militar, marginalização e até mesmo crime ambiental, entre outros. Juntos, esses temas provocam uma explosão e tensão social. Esse é o tema central da obra? Tungstênio é um filme que trata de relações humanas esgarçadas pelo entorno. A pobreza, a corrupção e a violência social pressionam os personagens em todos os momentos. O filme se passa numa região violenta e periférica. Um dos protagonistas é policial, o outro um pequeno traficante e por fim, temos um ex-militar saudosista da ditatura. Esses personagens são tragados para uma situação de conflito, a partir de um evento aleatório, um crime ambiental. De alguma maneira, Tungstênio captura muitos temas do Brasil atual. O Seu Ney, por exemplo, é um ex-militar, uma sátira, um retrato do Brasil atual. Nunca imaginei que teríamos uma possibilidade real de uma volta de um regime militar que pode se dar inclusive pelo voto. Tungstênio mostra um Brasil cheio de ódio, de relações esgarçadas e conflituosas. Traz o tempo do abuso de gênero, do racismo estrutural e vários outros temas importantes de serem debatidos. Acho um filme que provoca um olhar crítico para o País de hoje.
Os personagens são intensos e compartilham a violência (seja física ou verbal) como reação às suas fraquezas, gerando uma explosão de caos e sentimentos. Visivelmente, são personagens contemporâneos. Como você enxerga a relação Tungstênio x sociedade atual?Acho que Tungstênio capturou o ponto de tensão máxima que o Brasil chegou. Estamos a beira de um explosão de caos. Um momento em que o fascismo nos rondeia, em que as redes sociais criam bolhas de ódio que se chocam. Tungstênio mostra isso na vida real, na rua, no cotidiano e revela como a aparente tranquilidade pode ser rompida a qualquer momento. De uma maneira involuntário produzimos um retrato duro do País. Um Brasil onde a ideia romântica que tínhamos de nós mesmo foi deixada de lado.
Tungstênio aposta na força de um retrato social da Bahia que se reflete por todo o País. Cada história contada tem como personagem uma figura que vive às margens da sociedade e é tratada com descaso na vida real. Pensando no cenário atual do Brasil, como você acha que as pessoas reagirão ao assistir ao longa? Qual sua expectativa? Tungstênio é um retrato do Brasil real, do Brasil dos excluídos e pressionados por tensões sociais agudas, com a violência, o tráfico de drogas, as relações desiguais de gênero e o racismo estrutural e escravocrata que marginaliza uma parte importante da nossa população. O filme mostra isso de uma maneira forte e contundente e, ao mesmo tempo, é uma história dinâmica e efervescente que traz a linguagem dos quadrinhos para a discussão social. O filme vai ser visto com muito prazer em todas as regiões, e por todos os públicos. É um filme com linguagem sofisticada que traz um tema e uma narrativa forte, com personagens simples e populares. São bons os elementos no caldeirão e o caldeirão vai explodir. Tudo isso vai chamar a atenção e conquistar os corações do público que assistir. Não faltam razões para a identificação do público com o filme e com o País que ele retrata.
Duas estreias muito esperadas chegam em julho ao canal HBO: a minissérie dramática SHARP OBJECTS,baseada no best-seller homônimo de Gillian Flynn e protagonizada pela aclamada atriz Amy Adams; e a quarta e última temporada da produção original HBO Latin America SR. ÁVILA, vencedora do prêmio Emmy® Internacional. Além disso, a programação dos canais do pacote HBO/MAX conta com o lançamento do documentário Os Diários Zen de Garry Shandling, dirigido por Judd Apatow e grandes sucessos do cinema como Dunkirk e Blade Runner 2049.
HBO
ESTREIA DE SÉRIE
Baseada no best-seller homônimo de Gillian Flynn, SHARP OBJECTS estreia no dia 8 às 22h. A trama é protagonizada por Amy Adams (também produtora executiva), que interpreta Camille Preaker, uma repórter que volta à sua cidade natal para fazer a cobertura jornalística do assassinato de duas pré-adolescentes. Enquanto tenta montar um quebra-cabeça psicológico sobre seu próprio passado, Camille acaba se identificando com as jovens vítimas.
No dia 29, às 21h, estreia a quarta e última temporada da série original HBO Latin America SR. ÁVILA. Em dez episódios, a produção mexicana vencedora do prêmio Emmy® Internacional mostra o assassino profissional Ávila (Tony Dalton) tendo que lidar com seus conflitos internos enquanto, ao mesmo tempo, precisa eliminar ameaças ao seu negócio.
ESTREIA DE FILMES
Todo sábado, às 22h, um filme de sucesso estreia na programação do canal HBO.
Em Blade Runner 2049, após descobrir um segredo enterrado há muito tempo, que ameaça o que resta da sociedade, um policial chamado K (Ryan Gosling) embarca na busca de Rick Deckard (Harrison Ford), que está desaparecido há 30 anos. Dirigida por Denis Villeneuve, a sequência de Blade Runner (1982) chega à programação no dia 7.
O vendedor Ray Kroc (Michael Keaton) descobre o restaurante de fast food operado pelos irmãos McDonald no sul da Califórnia no final dos anos 50. Impressionado com a velocidade da cozinha e com o potencial do empreendimento, o ambicioso comerciante faz de tudo para assumir o controle do negócio, criando um icônico e bilionário império. Saiba mais sobre a história de ascensão do McDonald’s, no dia 14, em Fome de Poder.
A partir de três perspectivas diferentes, Dunkirk é um retrato da Operação Dínamo, que evacuou soldados aliados que estavam rodeados pelo exército alemão nas praias de Dunquerque, na França, durante a Segunda Guerra Mundial. Ganhador de três prêmios Oscar® e dirigido pelo aclamado cineasta Christopher Nolan, o longa vai ao ar no dia 21.
Homens de Coragem conta a história dos bombeiros de elite que impediram um dos incêndios mais devastadores do Arizona em 2013, revelando a valentia daqueles que arriscam suas vidas e lutam contra seus próprios instintos de sobrevivência, para salvar os outros. Estrelado por Josh Brolin, Jennifer Connelly e Miles Teller, o drama biográfico entra na programação dia 28, último sábado do mês.
ESTREIA DE DOCUMENTÁRIO
O documentário Os Diários Zen de Garry Shandling chega ao canal HBO dividido em duas partes, que vão ao ar nos dias 2 e 9 de junho, às 22h. Dirigida por Judd Apatow, a produção retrata a vida do lendário comediante Garry Shandling por meio de seus diários pessoais e cartas. Enquanto a primeira parte da produção exibe desde a infância de Garry até o cancelamento do seu programa de TV, a segunda parte acompanha sua rotina no programa da HBO até sua inesperada morte aos 66 anos.
MAX
ESTREIA DE FILMES
No canal MAX o destaque é a comédia dramática As Aventuras de Brigsby Bear, que será exibida no domingo, dia 22, às 21h. James (Kyle Mooney) passou a vida inteira em um bunker, onde sua principal diversão era assistir ao show do Urso Brigsby, programa que foi cancelado abruptamente. Ao sair de casa, para sua surpresa, ninguém além dele conhece o seu programa de TV favorito, o que o leva a uma decisão: terminar por conta própria a história de Brigsby.
Sobre HBO Latin America
A HBO Latin America é a rede de televisão por assinatura premium líder na região, respeitada pela qualidade e pela diversidade de sua programação, incluindo séries, filmes, documentários e especiais originais, além da exibição de séries exclusivas e de alguns dos mais recentes blockbusters de Hollywood, antes de qualquer outro canal premium. A programação é exibida em HD em mais de 40 países da América Latina e do Caribe por meio dos canais HBO, HBO2, HBO Signature, HBO Plus, HBO Family, HBO Caribbean, MAX, MAX Prime, MAX UP, MAX Caribbean e Cinemax. Seu conteúdo também é oferecido em outras plataformas, como a HBO GO e HBO On Demand.