Simonal com Fabrício Boliveira abre Festival Viña del Mar

Simonal com Fabrício Boliveira abre Festival Viña del Mar

Depois de ser premiado no Festival de Gramado, “Simonal”, de Leonardo Domingues, chega no Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar mostrando todo o carisma e a extravagância de um dos maiores cantores do Brasil na década de 60. Além dos tempos áureos de Simona, interpretado por Fabrício Boliveira, a cinebiografia também mostra a sua queda, após a acusação de dedo-duro em meio à ditadura. Nesta terça, 16, às 19h, o filme será exibido no Chile durante a cerimônia de abertura da mostra e conta com a apresentação do diretor, no shopping Marina Arauco.

Depois do Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar, o longa-metragem participa da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com exibições nos dias 23, 24 e 27 no Espaço Itaú do Frei Caneca. Em seguida, desembarca em solo carioca para o Festival do Rio, com a programação ainda a definir. Neste ano, a trama já conquistou três prêmios: de Melhor Trilha Musical, Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia no 46º Festival de Cinema de Gramado.

O filme é ambientado num rico momento da música brasileira e personagens da época circulam pelas cenas, como Erasmo Carlos, Ronaldo Bôscoli, Luis Carlos Miele e Elis Regina. Leandro Hassum interpreta Carlos Imperial, o primeiro a perceber o talento de Wilson Simonal. O elenco conta ainda com Mariana Lima, Silvio Guindane, Caco Ciocler, Bruce Gomlevsky, Fabricio Santiago, Letícia Isnard, João Velho e Dani Ornelas. Com previsão de estreia para 2019, o drama foi produzido pela Pontos de Fuga e será distribuído pela Downtown Filmes/Paris Filmes.

Antes de virar cinebiografia, a vida de Simonal foi tema do documentário “Ninguém Sabe O Duro Que Dei”, de 2009, dirigido por Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal. “Simonal”, inclusive, traz referências do filme, além das biografias “Nem Vem Que Não Tem – A Vida E O Veneno de Wilson Simonal”, de Ricardo Alexandre, e “Simonal: Quem Não Tem Swing Morre Com A Boca Cheia De Formiga”, de Gustavo Alonso. O diretor Leonardo Domingues também participou do processo de pós-produção do documentário.

 

Cena do filme: https://www.youtube.com/watch?v=ZlAag7O5_bk

Fotos para download: http://www.agenciafebre.com.br/simonal-0

 

Sinopse

O filme conta a história de Wilson Simonal, o cantor que saiu da pobreza e comandou as maiores plateias do Brasil. Dotado de um recurso vocal assombroso e domínio de palco excepcional, Simonal consegue transformar suas inseguranças da infância em grandes conquistas na idade adulta. Uma vez no topo, passa a se sentir invencível: exibe a sua riqueza e gosto por carrões e mulheres; faz propaganda de multinacionais; e se recusa a defender um discurso engajado contra a ditadura. Até que resolve ameaçar seu contador quando se vê com problemas financeiros, graças a seus gastos descontrolados, e acaba vendo seu nome envolvido com o Dops. Começa então a derrocada de uma das maiores vozes que o Brasil já ouviu.

 

Elenco

Fabrício Boliveira – Simonal

Isis Valverde – Tereza

Leandro Hassum – Carlos Imperial

Mariana Lima – Laura Figueiredo

Silvio Guindane – Marcos Moran

Caco Ciocler – Santana

Bruce Gomlevsky – Taviani

Fabricio Santiago – Marcelão

Letícia Isnard – Mulher de Taviani

João Velho – Miele

Dani Ornelas – Maria

 

Ficha técnica

Direção: Leonardo Domingues

Produção:  Pontos de Fuga

Coprodução: Tvzero, Forte Filmes e Globo Filmes

Distribuição: Downtown e Paris Filmes

Roteiro: Victor Atherino e Leonardo Domingues

Fotografia: Pablo Baião

Direção de Arte: Yurica Yamasaki

Figurino: Kika Lopes

Maquiagem: Rose Versosa

Montagem: Vicente Kubrusly e Pedro Bronz

Trilha Sonora: Max de Castro e Wilson Simoninha

Produção de Elenco: Marcela Altberg

Produção Executiva: Adriana Konig

Som Direto: Marcel Costa

Direção de Produção: Paulão Costa

 

Sobre o diretor

Enquanto ainda cursava Cinema na Universidade Federal Fluminense, Leonardo Domingues começou a trabalhar como editor de cinema e TV. Ele editou documentários como “Língua – Vidas em Português”, de 2002; “Amyr Klink – Mar Sem Fim”, de 2001; e “Onde a Coruja Dorme”, 2012; além de programas de TV, como por exemplo, “Muvuca”, apresentado por Regina Casé. Durante mais de 10 anos, foi coordenador artístico da produtora TvZero, supervisionando, desde o desenvolvimento até a pós-produção, todos os projetos de cinema da produtora, como os filmes “Pindorama – A Verdadeira História dos Sete Anões”, de 2008; “Herbert de Perto”, de 2009; “Bruna Surfistinha”, de 2010; “João Saldanha”, de 2010; “Serra Pelada”, de 2013, e “Nise – O Coração da Loucura”, de 2015. Além de vasta experiência em direção de comerciais e vídeo clipes, codirigiu com Roberto Berliner o premiado documentário “A Pessoa é para o que Nasce”, em 2004. Em 2016, dirigiu seu primeiro longa-metragem de ficção: “Simonal”, que estreia nos cinemas em 2019.

 

Saiu o pôster de Aladdin, live-action da Disney

Saiu o pôster de Aladdin, live-action da Disney

Saiu o primeiro pôster de Aladdin, a live-action mais aguardada da Disney! O filme vai ser lançado em 2019. Eu estou mega ansiosa para ver o filme pois amo o desenho animado.

 

Por Anna Barros

 

 

Cena de O Doutrinador mostra bastidores da política

Cena de O Doutrinador mostra bastidores da política

“O Doutrinador”, filme de ação nacional inspirado em personagem de HQ, retrata uma sociedade tomada por empresários e políticos corruptos. Em cena que acaba de ser liberada, o inexperiente Anterinho (Gustavo Vaz), escolhido como candidato a presidente pelo grupo liderado por seu pai, Antero Gomes (Carlos Betão), aparece gravando seu programa eleitoral. Na cena, o marqueteiro da campanha o instrui, entre outras coisas, a não cruzar os braços, a levantar o peito e a passar credibilidade durante a sua fala. Para assistir, clique aqui .

Protagonizada por Kiko Pissolato, a produção, que traz a história do anti-herói criado pelo quadrinista Luciano Cunha, estreia nos cinemas em 1º de novembro. Já a série de TV “O Doutrinador” será exibida pelo canal Space em março de 2019.  O elenco reúne ainda Marília Gabriela, Helena Ranaldi,Tainá Medina e Tuca Andrada, entre outros. Com direção de Gustavo Bonafé e codireção de Fábio Mendonça, o filme e a série foram criados por Luciano Cunha e Gabriel Wainer, que também participaram das mesas de roteiro, assinado por Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lage e Denis Nielsen. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown/Paris Filmes.

Sinopse
“O Doutrinador” é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

Ficha Técnica

Direção: Gustavo Bonafé
Roteiro: Mirna Nogueira, LG Bayão, Rodrigo Lages, Denis Nielsen, Guilherme Siman, Gabriel Wainer e Luciano Cunha
Produção: Marcio Fraccaroli, Sandi Adamiu, Bruno Wainer
Produção Executiva: Renata Rezende
Direção de Fotografia: Rodrigo Carvalho
Produtora de elenco: Renata Kalman
Diretor de Arte: Marghe Pennacchi
Figurinista: Flavia Lhacer
Montador: Federico Brioni e Sabrina Wilkins

Elenco
Kiko Pissolato (Miguel)
Samuel de Assis (Edu)
Tainá Medina (Nina)
Marília Gabriela (Ministra Marta Regina)
Eduardo Moscovis (Sandro Correa)
Helena Ranaldi (Julia Machado)
Natália Lage (Isabela)
Natallia Rodrigues (Penélope)
Tuca Andrada (Delegado Siqueira)
Gustavo Vaz (Anterinho)
Carlos Betão (Antero Gomes)
Nicolas Trevijano (Diogo)
Eduardo Chagas (Oliveira)

Sobre a Paris Entretenimento
Após dois anos como coprodutora de grandes sucessos de bilheteria, como a trilogia “Até que a Sorte nos Separe”, a Paris Entretenimento consolidou-se como produtora em 2015, com o lançamento do longa “Carrossel – O Filme”, que fez 2.7 milhões de espectadores e tornou-se o quarto filme nacional mais visto do ano.

Entre 2016 e 2017, a Paris Entretenimento foi a produtora que mais lançou filmes no país, com um total de sete longas- metragens exibidos em circuito comercial. Os gêneros variados dessas produções consolidam nossa proposta de abrangência de mercado, explorando diferentes nichos de acordo com as tendências comerciais da época. Desses sete filmes lançados nos últimos meses, dois são adaptações de séries infantis de televisão (“Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” e “Detetives do Prédio Azul – O Filme”), outros dois são infanto-juvenis voltados ao público masculino (“Internet – O Filme”) e feminino (“Meus 15 Anos”), uma comédia romântica destinada ao público adulto (“Um Namorado Para Minha Mulher”), e dois documentários (“Teresinha” e “Aqualoucos”), este último lançado na 41a Mostra Internacional de Cinema.

Nossa busca por atender à demanda do público brasileiro continua em 2018, por isso selecionamos nossos projetos futuros com base nas tendências de mercado para os próximos meses. Em novembro de 2017 iniciamos a produção de “O Doutrinador”, aventura do gênero super-herói que será lançada nos cinemas em Setembro de 2018 e, em seguida, em formato seriado pelo canal Space.

Sobre a Downtown Filmes 
Fundada em 2006, a Downtown Filmes é a única distribuidora dedicada exclusivamente ao cinema brasileiro. Desde 2011, ocupa a posição da distribuidora número 1 no ranking de filmes nacionais. De 2013 até hoje, vendeu mais de 50% de todos os ingressos de filmes brasileiros lançados. Até dezembro de 2017, a Downtown Filmes lançou 120 longas nacionais, que acumularam mais de 100 milhões de ingressos.

Entre os maiores sucessos da distribuidora estão “Minha Mãe É Uma Peça” e “Minha Mãe É Uma Peça 2”, estrelados por Paulo Gustavo; “De Pernas Pro Ar”, “De Pernas Pro Ar 2”, e “Loucas Pra Casar”, com Ingrid Guimarães; “Até que a sorte nos separe”, ”O Candidato Honesto” com Leandro Hassum; “Os Parças” com Whindersson Nunes, Tom Cavalcante e Tirulipa, “Fala Sério, Mãe!” com Ingrid Guimarães e Larissa Manoela, “Chico Xavier” e “Elis”.

Para 2018, o lineup da Downtown conta com 20 títulos, entre eles “Os farofeiros”, lançado em março, “O Doutrinador”, adaptação da série de quadrinhos de mesmo nome, “O Candidato Honesto 2”, “Tudo Por um Pop Star” e “O Palestrante Motivacional” estrelado por Fabio Porchat.

Sobre a Paris Filmes
A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição e produção de filmes, primando pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais, como o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro® e o Oscar® de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora tem também em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar” e “Até Que a Sorte nos Separe”. Em 2017, a empresa esteve à frente de lançamentos como “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “D.P.A: Detetives do Prédio Azul – O Filme”, “Extraordinário”, entre outros. Em 2018, a distribuidora apresenta um lineup diverso, que inclui títulos como “Nada a Perder”, “Baseado em Fatos Reais”, de Roman Polanski, “Robin Hood ”, “Um Pequeno Favor”, “A Vida em Si” e “Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano”, entre outros.

Sobre o Space
Desde sua estreia no Brasil em 2008, o SPACE, canal do Grupo Turner Brasil, traz o melhor conteúdo de ação para um público ávido por emoções extremas, oferece uma programação que o convida a vivenciar experiências de grande intensidade, 24 horas por dia. Filmes dos grandes estúdios de Hollywood, incluindo a mais ampla variedade de gêneros ligados à ação: suspense, terror, ficção científica, aventura, guerra e policial; além de produções originais de alta qualidade como Pacto de Sangue e grandes eventos esportivos. Tudo, reunido em um canal que não dá trégua. Destinado a um público de 18-50 anos, o Space está disponível em mais de 62 milhões de domicílios na América Latina e mais de 12 milhões no Brasil, chegando através de cinco feeds SD (Sul, Panregional, México, América Central e Brasil) e dois feeds HD (Panregional e Brasil).

NET (canal 154 ou 654), Sky (canal 58 ou 258), Claro HDTV (canal 154 ou 654), Oi TV HD (canal 69 ou 569) e Vivo TV (canal 78,366, 378 ou 891).

 

Festival do Rio traz 84 produções em 2018

Festival do Rio traz 84 produções em 2018

Festival do Rio 2018 traz 84 produções brasileiras dos mais variados temas, de diferentes pontos do país e distribuídos por diversas mostras:  64 longas – incluindo coproduções – e 20 curtas farão a festa do público que terá a chance de encontrar e conversar com os maiores talentos do cinema brasileiro em sessões de gala abertas ao público. O filme de encerramento do Festival será em grande estilo, com exibirção de O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues.  O Festival acontece de 1 a 11 de novembro.

Na Première Brasil, uma das mostras mais aguardadas e concorridas do Festival do Rio, serão exibidas produções (48 longas e 20 curtas) de diretores estreantes e consagrados. O público escolhe o melhor filme nas categorias ficção, documentário e curta, através do voto popular e um júri oficial elege as demais categorias (abaixo a lista completa).

A mostra competitiva Novos Rumos, que a cada ano conquista o público e se consolida como o espaço de diversas linguagens cinematográficas e novos diretores, vai exibir 7 longas e 7 curtas em sua seleção.  A Mostra Retratos vai apresentar 11 longas, com recortes que registram de maneira singular personalidades e temas/assuntos relevantes na história do país.

Nos últimos anos, a Première Brasil ampliou sua grade, abrindo espaço para as mostras Novos Rumos e Retratos. Por conta da diversidade e volume da produção no país, outros filmes brasileiros serão exibidos em mostras do Festival do Rio, como Panorama, Midnight, Première Latina, Expectativa 2018 e clássicos.

Longas restaurados e homenagem a Nelson Pereira dos Santos

Festival do Rio tem a honra de apresentar 4 grandes clássicos restaurados – filmes que mudaram, de forma incontestável, a percepção do cinema brasileiro no mundo inteiro.

CENTRAL DO BRASIL, de Walter Salles, comemora 20 anos de sua memorável trajetória, com sua história profundamente arraigada na alma brasileira. PIXOTE – A LEI DO MAIS FRACO, de Hector Babenco, nos traz de volta uma das obras mais singulares do grande realizador, que estabeleceu um marco no cinema do nosso país. Em cópias restauradas, o público poderá rever estas duas duas grandes obras.

Festival do Rio homenageia ainda Nelson Pereira dos Santos, um dos nossos maiores cineastas, imortal da Academia Brasileira de Letras, que nos deixou este ano, apresentando as suas duas primeiras obras – RIO 40 GRAUS RIO ZONA NORTE.

Pelo segundo ano consecutivo, o Festival do Rio conta com o Prêmio Petrobras de Cinema, oferecido pela empresa para a distribuição comercial do melhor filme de ficção da competição da Première Brasil, e melhor filme da mostra Première Brasil Novos Rumos, escolhidos pelos júris oficiais.

Prêmio Petrobras de Cinema

Os valores do Prêmio Petrobras de Cinema, oferecido pela empresa para a distribuição comercial do melhor filme de ficção da competição da Première Brasil, e melhor filme da mostra Première Brasil Novos Rumos, escolhidos pelos júris oficiais são:

R$ 200 mil para melhor filme de ficção de longa-metragem da Première Brasil

R$ 100 mil para melhor filme para longa-metragem da Mostra Novos Rumos

Festival do Rio é realizado através da lei de Incentivo do Ministério da Cultura, patrocínio da PETROBRAS e demais apoiadores e parceiros.

 

SELECIONADOS PREMIÈRE BRASIL + FILMES BRASILEIROS EM OUTRAS MOSTRAS

LONGAS em MOSTRAS COMPETITIVAS

Competição Principal Ficção (Fiction)

  1. A Sombra do Pai (The Father’s Shadow), de Gabriela Amaral Almeida, 92 min – SP
  2. A Terra Negra dos Kawa (Kawa), de Sérgio Andrade, 99 min – AM
  3. Azougue Nazaré (Azougue Nazaré), de Tiago Melo, 82 min – PE
  4. Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora, 113 min – MG
  5. Deslembro (Unremember), de Flavia Castro, 93 min – RJ
  6. Domingo (Domingo), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, 95 min – RJ
  7. Morto Não Fala (The Nightshifter), de Dennison Ramalho, 110 min – RS
  8. Nóis por Nóis (Us by Us), de Aly Muritiba e Jandir Santin, 100 min – PR
  9. Tinta Bruta (Hard Paint), de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, 117 min – RS

Competição Principal Documentário (Documentary)

  1. Clementina (Clementina), de Ana Rieper, 75 min – RJ
  2. Eleições (Elections), de Ana Riff, 80 min – SP
  3. Gilda Brasileiro – Contra O Esquecimento (Gilda Brasileiro – Against Oblivion), de Roberto Manhães Reis e Viola Scheuerer, 90 min – ES
  4. Meu Nome é Daniel (My Name is Daniel), de Daniel Gonçalves, 83 min – RJ
  5. Relatos do Front (Stories From The Frontline), de Renato Martins, 105 min – RJ
  6. Torre das Donzelas (Maiden’s Tower), de Susanna Lira, 92 min – RJ

Competição Novos Rumos

  1. El Último País (The Last Country), de Gretel Marín Palacio, DOC, 70 min – GO
  2. Ilha (Island), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, FIC, 96 min – BA
  3. Inferninho (My Own Private Hell), de Pedro Diogenes e Guto Parente, FIC, 72 min – CE
  4. Luna (Luna), de Cris Azzi, FIC, 89 min – MG
  5. Mormaço (Sultry), de Marina Meliande, FIC, 96 min – RJ
  6. Para’i (Para’i), de Vinicius Toro, FIC, 82 min – SP
  7. Sócrates (Sócrates), de Alex Moratto, FIC, 70 min – SP

CURTAS em MOSTRAS COMPETITIVAS (COMPETITION SECTIONS)

Competição Principal

  1. A Retirada para um Coração Bruto (The Last Song for a Rude Heart), de Marco Antônio Pereira, FIC, 14 min – MG
  2. À Tona (Surfacing), de Daniella Cronemberger, DOC, 15 min, DF
  3. Antes que o Tempo me Esqueça (Before Time Forget Me), de Leo Goodgod e Paulo Rodrigues, FIC, 13 min, MG
  4. Boi (Awake Nights), de Lucas Bettim e Renan Carvalho, FIC, 13 min – SP
  5.  Gopi (Gopi), de Viviane D’Avilla e Paulo Dimantas, DOC, 15 min – RJ
  6.  Mais Triste que Chuva num Recreio de Colégio (Sadder than Playtime on a Rainy Day), de Lobo Mauro, DOC, 14 min – RJ
  7.  Nomes que Importam (Names that Matter), de Muriel Alves e Angela Donini, DOC, 15 min – RJ
  8.  O Órfão (The Orphan), de Carolina Markowicz, FIC, 15 min – SP
  9.  Preciso Dizer que te Amo (I Have to Say I Love You), de Ariel Nobre, DOC, 13 min SP
  10. Princesa Morta do Jacuí (Dead Princess of Jacuí), de Marcela Ilha Bordin, FIC, 15 min – RS
  11. Universo Preto Paralelo (Black Parallel Universe), de Rubens Passaro, DOC, 12 min – SP
  12. Você não me Conhece (You don’t know me), de Rodrigo Séllos, DOC, 14 min – RJ

Competição Novos Rumos

  1.  Cadelas (Cadelas), de Rita Toledo, FIC, 22 min – RJ
  2.  Cascudos (Tough Kids), de Igor Barradas, FIC, 18 min – RJ
  3.  Invasão Drag (Drag Invasion), de Rafael Ribeiro, DOC, 13 min – RJ
  4.  Jéssika (Jéssika), de Galba Gogóia, FIC, 19 min – RJ
  5.  Lembra (Remember), de Leonardo Martinelli, FIC, 10 min – RJ
  6.  Sempre Verei Cores no seu Cinza (I’ll Always See Colors in Your Gray), de Anabela Roque, DOC, 18 min – RJ
  7.  Vigia (Night Watch), de João Victor Borges, FIC, 24 min – RJ

LONGAS em MOSTRAS NÃO COMPETITIVAS

Premiere Brasil HORS CONCOURS

Ficção

  1. Aconteceu na Quarta-Feira (Stage Devil), de Domingos Oliveira, 70 min – RJ
  2. Cine Holliudy 2 – A Chibata Sideral (Cine Holliudy 2), de Halder Gomes, 100 min – CE
  3. Correndo Atrás (Running After), de Jeferson De, 86 min – RJ
  4. Diamantino (Diamantino), de Gabriel Abrantes, Daniel Schmidt, 96 min – RJ
  5. Intimidade Entre Estranhos (The Intimacy of Strangers), de José Alvarenja Jr., 111 min – RJ
  6. Los Silencios (Los Silencios), de Beatriz Seigner, 89 min – SP
  7. Rasga Coração (Rend Your Heart), de Jorge Furtado, 113 min – RS
  8. Sequestro Relâmpago (Express Kidnapping), de Tata Amaral, 79 min – SP
  9. Simonal (Simonal), de Leandro Domingues, 105 min – RJ
  10. Sueño Florianópolis (Sueño Florianópolis), de Ana Katz, 107 min – SP
  11. Uma Noite Não É Nada (Uma Noite Não É Nada), de Alain Fresnot, FIC – SP

Documentário

  1. Amazônia, o Despertar da Florestania (Amazon, the Awakening of Florestania), de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski, 111 min – RJ
  2. Excelentíssimos (Lower House), de Douglas Duarte, 152 min – RJ
  3. Humberto Mauro (Humberto Mauro), de André Di Mauro, 90 min – RJ
  4. THF: Aeroporto Central (Central Airport: THF), de Karim Ainouz, 97 min – SP

Curta

  1. O Mundo é Redondo Para Ninguém se Esconder Nos Cantos – Parte I: Refúgio (The world is round so that nobody can hide in the corners – Part I: Refuge), de Leandro Goddinho, DOC, 10 min

Premiere Brasil RETRATOS

  1. A Turma do Pererê.DOC (PERERE.DOC) de Ricardo Favilla, 77 min – RJ
  2. Angel Viana – Voando Com os Pés no Chão (Angel Viana Grounded in Flight) de Cristina Leal, 88 min – RJ
  3. Carvana (Carvana), de Lulu Corrêa, 104 min – RJ
  4. Filme Ensaio (Rehearsal Film), de Maria Flor, 72 min – RJ
  5. Marcia Haydée (Marcia Haydée) de Daniela Kallmann, 80 min – RJ
  6. Meu Samba É Meu Dom (Samba Is My Gift), de Cristiano Abud, 93 min – MG
  7. Paulo Casé (Paulo Casé), de Paula Fiuza, 70 min – RJ
  8. Rindo à Toa: Humor sem limites (Laughing out loud: Humor and Democracy), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 102 min – RJ
  9. Tá Rindo de Quê? (What are you laughing at? Humor and Dictatorship in Brazil), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 95 min – RJ
  10. Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto (Rogéria Mr. Astolfo Barroso Pinto), de Pedro Gui, 82 min – RJ
  11. Zuza Homem de Jazz (Zuza The Man of Jazz), de Janaina Dalri, 72 min – RJ

PREMIÈRE LATINA

  1.  Família Submersa (Família Submergida), de María Alché, FIC, 91 min (Argentina, Brasil, Alemanha, Noruega)
  2.  Happy Hour (Happy Hour), de Eduardo Albergaria, FIC, 104 min (Brasil, Argentina)
  3.  La Cama (The Bed), de Mónica Lairana, FIC, 90 min (Brasil, Argentina, Holanda, Alemanha)
  4.  Rojo (Rojo), de Benjamin Naishtat, FIC, 109 min (Argentina, Brasil, França, Alemanha, Holanda)
  5.  Tarde Para Morir Joven (Too Late To Die Young),  de Dominga Sotomayor, FIC, 110 min (Chile, Brasil, Argentina, Holanda, Qatar)

EXPECTATIVA

  1. Palace II – 3 Quartos com Vista para o Mar (Palace II), de Rafael Machado e Gabriel Corrêa e Castro, DOC, 80 min – RJ
  2. Pedro e Inês (The Dead Queen), de António Ferreira, FIC, 120 min (Portugal, Brasil, França)

PANORAMA

  1. Cano Serrado (2 Gauge Highways), de Erik de Castro, FIC, 87 min – RJ
  2. O Olho e a Faca (The Eye and the Knife), de Paulo Sacramento, FIC, 99 min – SP

MIDNIGHT

  1. Personas Humanas (Humanpersons), de Frank Spano, FIC, (Panamá, Brasil, Espanha)

MIDNIGHT DOCS

  1. Amazônia Groove (Amazônia Groove), de Bruno Murtinho, DOC, 78 min – RJ
  2. The Cleaners (The Cleaners), de Hans Block, Moritz Riesewieck, DOC, 95 min (Alemanha, Brasil)

CLÁSSICOS E CULTS

  1.  Central do Brasil (Central Station), de Walter Salles, FIC, 105 min (Brasil, França)
  2.  Pixote: A Lei do Mais Fraco (Pixote), de Hector Babenco, FIC, 128 min – SP
  3.  Rio 40 Graus, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 100 min  – 1955
  4. Rio Zona Norte, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 90 min 1957

FILME  DE ENCERRAMENTO

  1. O Grande Circo Místico (The Great Mystical Circus), de Carlos Diegues, FIC, 106 min (Brasil, Portugal, França)

PREMIÈRE BRASIL

PREMIAÇÃO

TROFÉU REDENTOR – A escolha dos premiados será realizada pelo Júri Oficial, composto por especialistas na arte cinematográfica (entre brasileiros e estrangeiros), convidados pela direção do Festival do Rio.

– Prêmio Petrobrás de Cinema -

Mostra Competitiva:

1. Melhor Longa-Metragem de Ficção;
2. Melhor Longa-Metragem Documentário;
3. Melhor Curta-Metragem;
4. Melhor Direção de Ficção;
5. Melhor Direção de Documentário
6. Melhor Ator;
7. Melhor Atriz;
8. Melhor Atriz Coadjuvante;
9. Melhor Ator Coadjuvante;
10. Melhor Roteiro;
11. Melhor Montagem;
12. Melhor Fotografia;
13. Prêmio Especial do Júri;
14. Melhor Longa-Metragem de Ficção de Voto Popular;
15. Melhor Longa-Metragem Documentário de Voto Popular;
16. Melhor Curta-Metragem de Voto Popular.

Mostra Novos Rumos:

1. Melhor Filme Longa-metragem

2. Melhor Filme Curta-metragem

3. Prêmio Especial do Júri

Festival do Rio 2018

De 01 a 11 de novembro

Vamos entender a conexão de Vidro com Corpo Fechado e Fragmentado

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Por Anna Barros