‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago

‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago

Na competição americana, filme com Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto e Letícia Sabatella será apresentado com o nome de “RESISTANCE”. A estreia no Brasil será em 12 de setembro.

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

O filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

LEGALIDADE(RESISTANCE – título internacional) faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago, que acontece de 28 de março a 11 de abril, na cidade norte-americana. No elenco, Leonardo Machado, Cleo Pires, Fernando Alves Pinto, Letícia Sabatella e José Henrique Ligabue. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para 12 de setembro.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi, com distribuição da Boulevard Filmes no Brasil.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 
Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 

A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 
A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.

Jorge Guinle, o maior playboy do Brasil, ganha cinebiografia

Jorge Guinle, o maior playboy do Brasil, ganha cinebiografia

JORGINHO GUINLE – SÓ SE VIVE UMA VEZ tem no elenco Saulo Segreto, Letícia Spiller, Guilhermina Guinle, Daniel Boaventura

Jorge Eduardo Guinle, mais conhecido como Jorginho Guinle, foi um dos personagens mais emblemáticos da história da sociedade brasileira e tem uma cadeira cativa no imaginário do brasileiro que ouviu falar de suas aventuras. Teve algumas das mulheres mais desejadas do seu tempo – como Marilyn Monroe, Heddy Lamarr, Kim Novak, Rita Hayworth e Jayne Mansfield, conheceu os políticos mais influentes, viveu permanentemente cercado de luxo, riquezas e não trabalhou nem um dia sequer. E, talvez, por isso, morreu, em 2004, na miséria.

O diretor Otavio Escobar, da Pró-Digital, recriou no filme “JORGE GUINLE – SÓ SE VIVE UMA VEZ”, com estreia prevista para 28 de março e distribuição da Pandora Filmes, cenas em dramaturgia em cenários belíssimos, como o Palácio Laranjeiras e o Copacabana Palace; selecionou imagens de arquivos do carnaval carioca dos anos 50 e de grandes estrelas de Hollywood, com trechos de clássicos do cinema, como Rita Hayworth em Gilda,  Louis Armstrong em Five Pennies – onde Jorge Guinle aparece numa ponta -, além de takes dos bastidores dos filmes, do Porto de Santos dos anos 20 e adicionou depoimentos dos filhos, amigos e da ex-mulher, que resultaram em um filme divertido, combinando as linguagens da dramaturgia e do documentário.

“É uma cinebiografia que conta a trajetória do playboy e, ao mesmo tempo, as mudanças que ocorreram na sociedade brasileira, desde a República Velha aos nossos dias. À medida em que Jorge Guinle entra em decadência e, em vão, tenta recuperar o único estilo de vida que conheceu, o filme acaba revelando um personagem muito mais profundo do que simplesmente o homem que nunca trabalhou. Vemos, enfim, o playboy se transformando num personagem muito mais rico do que a herança milionária que ganhou e torrou até o último centavo”, explica Escobar.

No papel de Jorge Guinle está o ator Saulo Segreto; Leticia Spiller vive a governanta da família, Fraulei Emy e Guilhermina Guinle recria sua bisavó, Guilhermina. Os musicais de abertura e encerramento têm arranjos do maestro Guto Graça Mello e a trilha sonora vai do melhor estilo big bands dos anos 40 e 50 ao clássico Maurice Ravell, sublinhando o auge e a decadência da vida do playboy.

Sinopse

Herdeiro de uma das famílias mais ricas do Brasil, no início do século XX, Jorge Guinle decidiu, desde moço, que não trabalharia um dia sequer na sua vida. Homem culto, generoso e encantador, Jorginho, como era conhecido, viveu no luxo e na riqueza, conheceu os homens mais poderosos e as mulheres mais desejadas do seu tempo e morreu pobre, aos oitenta e oito anos, por um erro de cálculo: não imaginou que ficaria tanto tempo sobre o planeta.

Ficha Técnica

 

Direção: Otávio Escobar
Elenco: Saulo Segreto, Letícia Spiller, Guilhermina Guinle, Daniel Boaventura
Gênero: Docudrama
Ano: 2018
Duração: 91 minutos
Classificação: A definir

SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

Mônica vira Capitã Marvel

Mônica vira Capitã Marvel

Dona da rua e uma das personagens mais queridas do Brasil, a Mônica está mais forte do que nunca. Isso porque ela vestiu o uniforme da Capitã Marvel, a heroína mais poderosa da Marvel Studios, para homenagear a personagem. É a primeira vez que a personagem da Mauricio de Sousa Produções (MSP) se caracteriza com a roupa de um super-herói da Marvel. A ação, feita em conjunto com o escritório da Disney no Brasil, estará nas redes sociais da turminha (@turmadamonica) e da Marvel Brasil (@marvelbrasil).

Ambientado nos anos 1990, “Capitã Marvel” é uma aventura totalmente nova de um período nunca visto na história do Universo Cinematográfico da Marvel que acompanha a jornada de Carol Danvers, conforme ela se torna uma das personagens mais poderosas do universo. Enquanto uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas chega à Terra, Danvers se vê junto a um pequeno grupo de aliados bem no meio da ação.

O filme apresenta Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Djimon Hounsou, Lee Pace, Lashana Lynch, Gemma Chan, Rune Temte, Algenis Perez Soto, Mckenna Grace, com Annette Bening, Clark Gregg e Jude Law. “Capitã Marvel” é produzido por Kevin Feige e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck. Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Jonathan Schwartz, Patricia Whitcher e Stan Lee são os produtores executivos.   O filme chega aos cinemas no dia 7 de março.

 

Sobre Marvel Studios

Marvel Studios, uma divisão da Marvel Entertainment, produz filmes baseados no império de quadrinhos mais emblemático do mundo. Com uma biblioteca de mais de 8 mil personagens, Marvel Studios cria franquias de filmes de sucesso que, até o momento, incluem Homem de Ferro, O Incrível Hulk, Thor, Capitão América: O Primeiro Vingador, Os Vingadores, Homem de Fero 3, Thor: O Mundo Sombrio, Capitão América: O Soldado Invernal, Guardiões da Galáxia, Vingadores: Era de Ultron, Homem-Formiga, Capitão América: Guerra Civil, Doutor Estranho, Guardiões da Galáxia Vol. 2, Spider-Man: Homecoming, Thor: Ragnarok, Pantera Negra, Vingadores – Guerra Infinita e Homem-Formiga e A Vespa. Marvel Entertainment é uma subsidiária integral da The Walt Disney Company.

Sobre a Mauricio de Sousa Produções

A Mauricio de Sousa Produções é uma das maiores empresas de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, trabalha com 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 4 mil itens. A presença da marca na plataforma Youtube já chegou a 9,9 bilhões, sendo a maior audiência para Mônica Toy, conteúdo desenvolvido exclusivamente para esta plataforma; além do engajamento e interações orgânicos com os fãs em mídias sociais. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo e já passou dos 300 títulos, com venda de mais de um bilhão de revistas, responsáveis pela alfabetização informal de milhões de brasileiros.

 

Por Anna Barros

Fox Film lidera em número de estatuetas no Oscar 2019

Fox Film lidera em número de estatuetas no Oscar 2019

Em sua 91ª edição, o Oscar® consagrou a Fox Film como o estúdio com o maior número de estatuetas em 2019, levando cinco prêmios. A cerimônia rendeu os prêmios de Melhor Ator e Melhor Atriz para o estúdio, em que foram premiados Rami Malek (Bohemian Rhapsody) e Olivia Colman (A Favorita). Líder em indicações em 2019, a Fox Film também garantiu estatuetas nas categorias Edição, Edição de Som e Mixagem de Som paraBohemian Rhapsody, longa que conta a brilhante história de Freddie Mercury, vocalista da banda Queen falecido em 1991.

Um dos maiores fenômenos de 2018, BOHEMIAN RHAPSODY já arrecadou mais de U$ 860 milhões desde sua estreia, e já se tornou a cinebiografia mais rentável da história do cinema. No Brasil, o longa estreou em 02 de novembro e já levou mais de 203 milhões de espectadores aos cinemas, arrecadando mais de 55 milhões de reais. BOHEMIAN RHAPSODY segue em cartaz no Brasil.

A FAVORITA (The Favourite)

Início do século XVIII. A Inglaterra está em guerra com os franceses. No entanto, corridas de pato e degustação de abacaxi estão prosperando. Uma frágil rainha Anne (Olivia Colman) ocupa o trono e sua amiga Lady Sarah (Rachel Weisz) governa o país em seu lugar enquanto cuida da saúde precária de Anne e seu humor impiedoso. Quando uma nova serva Abigail (Emma Stone) chega, seu charme a leva a Sarah. Sarah leva Abigail sob sua asa e serva vê uma chance de retornar às suas raízes aristocráticas. Como a política de guerra passa a ocupar muito tempo de Sarah, Abigail entra na brecha para preencher o espaço como companheira da rainha. Sua crescente amizade dá a ela uma chance de cumprir suas ambições e ela não deixa mulher, homem, política ou coelho ficar em seu caminho.

 

 

BOHEMIAN RHAPSODY

Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Por Anna Barros

 

Oscar 2019: Alfonso Cuarón rouba a cena e leva três estatuetas em uma mesma edição

Oscar 2019: Alfonso Cuarón rouba a cena e leva três estatuetas em uma mesma edição

A 91ª edição do Academy Awards ocorreu neste domingo (24) no Teatro Dolby, em Los Angeles, numa noite histórica. Após 30 anos, a cerimônia não contou com um apresentador oficial, e, dentre os premiados, dividiram a atenção os filmes ‘Pantera Negra’ e ‘Bohemian Rhapsody’.

O primeiro filme levou três estatuetas: melhor figurino, melhor direção de arte e melhor trilha sonora. Esses são os primeiros Oscars da Marvel – e em dois prêmios (figurino e direção de arte), as primeiras vezes que mulheres negras foram premiadas. Já o segundo levou quatro prêmios, com Rami Malek se consagrando como melhor ator. Em seu discurso de agradecimento, Malek se lembrou do astro Freddy Mercury e dividiu os méritos com a banda Queen, da qual o astro era líder.

Outros destaques da noite foram Mahershala, o vencedor do Oscar de ator coadjuvante por ‘Green Book-O Guia’, Olivia Colman, vencedora do Oscar de Melhor Atriz por ‘A Favorita’ e Alfonso Cuarón, ganhador de três prêmios numa mesma noite, como melhor fotografia, melhor filme estrangeiro e melhor diretor (Roma). É o quarto Oscar em sua carreira, tendo vencido também o prêmio de melhor diretor com ‘Gravidade’ (2014). Outro marco histórico é que a premiação de ‘Roma’ representa a primeira estatueta do México de melhor filme estrangeiro

As duas surpresas da noite ficaram com Olivia Colman, que desbancou Glenn Close (A Esposa) na categoria de melhor atriz e ‘Green Book-O Guia’, dirigido por Peter Farrelly, que venceu o favoritismo de Roma, de Alfonso Cuarón, no Oscar de melhor filme.

Confira abaixo a lista completa com os vencedores do Oscar 2019:

Melhor Atriz Coadjuvante: Regina King (Se a Rua Beale Falasse)

Melhor Documentário: Free Solo (National Geographic)

Melhor Maquiagem e Penteado: Vice

Melhor Figurino: Pantera Negra

Melhor Direção de Arte: Pantera Negra

Melhor Fotografia: Roma

Melhor Edição de Som: Bohemian Rhapsody

Melhor Mixagem de Som: Bohemian Rhapsody

Melhor Filme Estrangeiro: Roma

Melhor Edição: Bohemian Rhapsody

Melhor Ator Coadjuvante: Mahershala Ali (Green Book – O Guia)

Melhor Animação: Homem-Aranha no Aranhaverso

Melhor Curta de Animação: Bao

Melhor Documentário de Curta-Metragem: Absorvendo o Tabu

Melhores Efeitos Visuais: O Primeiro Homem

Melhor Curta-Metragem: Skin

Melhor Roteiro Original: Green Book-O Guia

Melhor Roteiro Adaptado: Infiltrado na Klan

Melhor Trilha Sonora Original: Pantera Negra

Melhor Canção Original: Shallow (Nasce uma Estrela)

Melhor Ator: Rami Malek (Bohemian Rhapsody)

Melhor Atriz: Olivia Colman (A Favorita)

Melhor Diretor: Alfonso Cuarón (Roma)

Melhor Filme: Green Book-O Guia

Por: Cesar Augusto Mota