‘Batman’ de Tim Burton abre a temporada 2019 dos Clássicos Cinemark

‘Batman’ de Tim Burton abre a temporada 2019 dos Clássicos Cinemark

PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO SEMESTRE INCLUI AINDA ‘UM LUGAR CHAMADO NOTHING HILL’, ‘ALIEN: O OITAVO PASSAGEIRO’ E ‘OS BONS COMPANHEIROS’. INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA

A Cinemark dá início em março a mais uma temporada de filmes que marcaram época no cinema: os Clássicos Cinemark. A Rede exibirá um filme por mês, cada um com duas sessões (sempre em uma terça-feira e em um sábado). Os ingressos, que variam de R$ 8 a R$ 16, já estão à venda nas bilheterias dos complexos e pelo aplicativo da Rede.

“Batman”, filme de Tim Burton estrelado por Michael Keaton como o Cavaleiro das Trevas e Jack Nicholson como o Coringa, poderá ser visto nos dias 26 e 30 deste mês. O longa, que completa 30 anos em 2019, foi a primeira adaptação feita para o cinema das aventuras do herói mascarado, e fez sucesso pela atmosfera sombria que Burton deu à história.

Em abril – nos dias 16 e 20 – os cinéfilos de carteirinha poderão assistir na Cinemark uma das comédias românticas de maior sucesso dos anos 90: “Um Lugar Chamado Nothing Hill”. Com direção de Roger Mitchell e roteiro de Richard Curtis, o filme traz Julia Roberts como uma atriz de sucesso que se encanta por um atrapalhado livreiro britânico, papel de Hugh Grant.

O terror espacial de “Alien: o Oitavo Passageiro”, com direção de Ridley Scott, chega às telas em 28 de maio e 1º de junho. O filme, lançado há 40 anos, mostra o que acontece em uma nave espacial que retorna a Terra após o pouso em um asteroide. A tripulação, liderada pela personagem de Sigourney Weaver, tenta escapar de um alienígena assassino levado inadvertidamente para dentro da nave por um dos integrantes.

Uma das grandes obras do diretor americano Martin Scorcese, “Os Bons Companheiros” fecha a programação dos Clássicos Cinemark no primeiro semestre, com exibições em 25 e 29 de junho. O longa, que mostra a trajetória de um jovem integrante da máfia italiana na Nova York dos anos de 1950, é estrelado por Ray Liotta, Robert De Niro e Joe Pesci – que ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu desempenho.

0s Clássicos Cinemark serão exibidos em 32 complexos da Cinemark nas cidades de Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Goiânia, Londrina, Mogi das Cruzes, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Caetano, São José dos Campos, São Paulo, Uberlândia, Varginha, Vila Velha e Vitória (a relação dos complexos participantes está disponível abaixo).

Os ingressos podem ser adquiridos no site da Rede (www.cinemark.com.br) ou na bilheteria dos cinemas participantes. Clientes Cinemark Mania têm 50% de desconto no preço da entrada.

Complexos participantes em cada cidade:

Aracaju (SE)
Shopping Jardins
Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215

Belo Horizonte (MG)
Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6061

Brasília (DF)
Pier 21 –
S.C.E. Sul, Trecho 2

Campinas (SP)
Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777

Campo Grande (MS)
Shopping Campo Grande
– Av. Afonso Pena, 4909

Curitiba (PR)
Shopping Mueller
– Av. Candido de Abreu, 127

Florianópolis (SC)
Floripa Shopping –
Rodovia Virgilio Várzea, 587

Foz do Iguaçu (PR)
Shopping Catuaí Palladium – Av. das Cataratas, 3170 – Vila Yolanda

Goiânia (GO)
Flamboyant
– Av. Jamel Cecilio, 3300

Londrina (PR)
Boulevard Londrina Shopping –
Av. Theodoro Victorelli, 150

Mogi das Cruzes (SP)
Mogi Shopping –
Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001

Natal (RN)
Midway Mall Natal –
Av. Bernardo Vieira, 3775

Niterói (RJ)
Plaza Shopping Niterói –
Rua XV de Novembro, 8

Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul –
Av. Diário de Notícias, 300

Recife (PE)
RioMar
– Av. República do Líbano, s/nº

Rio de Janeiro (RJ)
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown – Av. das Américas, 500

Salvador (BA)
Salvador Shopping –
Av. Tancredo Neves, 2915

Santos (SP)
Praiamar Shopping
– Rua Alexandre Martins, 80

São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano –
Alameda Terracota, 545

São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping –
Av. São João, 2200

São Paulo (SP)
Cidade São Paulo – Avenida Paulista, 1230
Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Mooca Plaza Shopping – Rua Cap. Pacheco E Chaves, 313
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
West PlazaAv. Francisco Matarazzo – Água Branca

Uberlândia (MG)
Uberlândia Shopping
– Av. Paulo Gracindo, 15

Varginha (MG)
Via Café Garden Shopping –
Rua Humberto Pizzo, 999

Vila Velha (ES)
Shopping Vila Velha – R. Luciano das Neves, 2.418

Vitória (ES)
Shopping Vitória –
Av. Américo Buaiz, 200

Rede Cinemark no Brasil 

Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 617 salas de cinema em 83 complexos distribuídos por 45 cidades em 17 estados e o Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com mais de 332 salas com a tecnologia de projeção em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão presentes em 18 complexos.

A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema – XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A tecnologia XD já está presente em 40 salas. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais.

Outro diferencial da Rede é o Combo Express, que oferece a compra de produtos da bombonière nos totens de autoatendimento, site ou bilheteria. De sexta a domingo e em feriados, os itens adquiridos por meio do serviço podem ser retirados em um caixa exclusivo dedicado ao atendimento rápido. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela Internet, além de contar com um aplicativo que permite checar a programação, descobrir o cinema mais próximo por geolocalização, conferir promoções, entre outros. O aplicativo está disponível para Windows Phone, Android e iPhone.

Filme finlandês ‘O Último Lance’ estreia em 18 de abril

Filme finlandês ‘O Último Lance’ estreia em 18 de abril

Longa do diretor finlandês Klaus Härö chega aos cinemas brasileiros com distribuição da Cineart Filmes 

Do premiado diretor Klaus Härö (de Minha Vida Sem Minhas Mães), ‘O ÚLTIMO LANCE’ é uma história intergeracional, sobre os valores do mundo da arte. O longa, que teve estreia mundial no último Festival Internacional de Toronto, chega nos cinemas brasileiros em 18 de abril.

O ÚLTIMO LANCE’ acompanha Olavi, um negociante de arte, de 72 anos, que está prestes a se aposentar. Ele sempre colocou os negócios e a arte em primeiro plano em sua vida, inclusive à frente da família, e não consegue imaginar sua vida sem o trabalho ao qual se dedicou tanto.

Num dos últimos leilões que acompanha, uma antiga pintura chama sua atenção. Olavi suspeita que ela vale muito mais do que o valor apresentado para o lance inicial, que é baixo porque a autenticidade da obra não foi confirmada. Nesse momento, seus instintos falam mais alto e ele decide fazer um último lance, com o objetivo de ganhar algum dinheiro para sua aposentadoria.

Enquanto isso, sua filha Lea, que Olavi não vê há anos, pede a ele para ajudá-la com seu filho Otto, um adolescente de 15 anos. Ao lado de seu neto, o experiente negociador inicia uma investigação sobre o histórico do quadro. No caminho para atingir seu objetivo e provar a si mesmo sua capacidade, Olavi terá que enfrentar a poderosa casa de leilões e seus erros do passado.

De acordo com Härö, o filme levanta alguns questionamentos: “Vale a pena arriscar tudo, desafiando o destino? Como diretor, estou sempre procurando histórias que eu possa me conectar. Nós todos esperamos por uma segunda chance na vida, mas e se realmente conseguirmos? Nós poderíamos usá-la de forma diferente?”, provoca o diretor.

O ÚLTIMO LANCE’ é distribuído no Brasil pela Cineart Filmes.

Sinopse 

Um velho negociante de arte, Olavi (72), está prestes a se aposentar. O homem, que sempre colocou negócios e arte antes de tudo e não consegue imaginar a vida sem trabalho vê, em um último leilão, a oportunidade de fazer o negócio da sua vida. Ao ver um quadro antigo à venda, ele suspeita que seja muito mais valioso do que o valor do lance inicial e decide correr atrás dessa oportunidade com o apoio do seu neto Otto. Mas, para realizar seu sonho, Olavi vai ter que enfrentar tanto a casa de leilões quanto seus próprios erros do passado.

O ÚLTIMO LANCE 

Direção: Klaus Härö
Roteiro: Anna Heinämaa
Elenco: Heikki Nousiainen, Amos Brotherus, Pirjo Lonka
Ano: 2018
País: Finlândia
Duração: 95 min.
Classificação: a definir

 

‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, ganha pôster internacional

‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, ganha pôster internacional

Longa, que faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago, será apresentado com o nome de “RESISTANCE”. A estreia no Brasil será em 12 de setembro.

A Boulevard Filmes acaba de divulgar o pôster internacional de “LEGALIDADE” (RESISTANCE – título internacional), que faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago, realizado de 28 de março a 11 de abril, na cidade norte-americana. No elenco, Leonardo Machado, Cleo Pires, Fernando Alves Pinto, Letícia Sabatella e José Henrique Ligabue. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para 12 de setembro.

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

O filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi, com distribuição da Boulevard Filmes no Brasil.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 
Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 
A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.

Veja cartaz e trailer do filme ‘Jorginho Guinle-Só se Vive Uma Vez’

Veja cartaz e trailer do filme ‘Jorginho Guinle-Só se Vive Uma Vez’

Dirigido por Otavio Escobar, cinebiografia de Jorge Guinle, estreia dia 21 de março

Jorge Eduardo Guinle, mais conhecido como Jorginho Guinle, foi um dos personagens mais emblemáticos da história da sociedade brasileira e tem uma cadeira cativa no imaginário do brasileiro que ouviu falar de suas aventuras. Teve algumas das mulheres mais desejadas do seu tempo – como Marilyn Monroe, Heddy Lamarr, Kim Novak, Rita Hayworth e Jayne Mansfield, conheceu os políticos mais influentes, viveu permanentemente cercado de luxo, riquezas e não trabalhou nem um dia sequer. E, talvez, por isso, morreu, em 2004, na miséria.

O diretor Otavio Escobar, da Pró-Digital, recriou no filme “JORGINHO GUINLE – $Ó SE VIVE UMA VEZ”, que estreia dia 21 de março com distribuição da Pandora Filmes, cenas em dramaturgia em cenários belíssimos, como o Palácio Laranjeiras e o Copacabana Palace; selecionou imagens de arquivos do carnaval carioca dos anos 50 e de grandes estrelas de Hollywood, com trechos de clássicos do cinema, como Rita Hayworth em Gilda,  Louis Armstrong em Five Pennies – onde Jorge Guinle aparece numa ponta -, além de takes dos bastidores dos filmes, do Porto de Santos dos anos 20 e adicionou depoimentos dos filhos, amigos e da ex-mulher, que resultaram em um filme divertido, combinando as linguagens da dramaturgia e do documentário.

“É uma cinebiografia que conta a trajetória do playboy e, ao mesmo tempo, as mudanças que ocorreram na sociedade brasileira, desde a República Velha aos nossos dias. À medida em que Jorge Guinle entra em decadência e, em vão, tenta recuperar o único estilo de vida que conheceu, o filme acaba revelando um personagem muito mais profundo do que simplesmente o homem que nunca trabalhou. Vemos, enfim, o playboy se transformando num personagem muito mais rico do que a herança milionária que ganhou e torrou até o último centavo”, explica Escobar.

No papel de Jorge Guinle está o ator Saulo Segreto; Leticia Spiller vive a governanta da família, Fraulei Emy e Guilhermina Guinle recria sua bisavó, Guilhermina. Os musicais de abertura e encerramento têm arranjos do maestro Guto Graça Mello e a trilha sonora vai do melhor estilo big bands dos anos 40 e 50 ao clássico Maurice Ravell, sublinhando o auge e a decadência da vida do playboy.

Sinopse

Herdeiro de uma das famílias mais ricas do Brasil, no início do século XX, Jorge Guinle decidiu, desde moço, que não trabalharia um dia sequer na sua vida. Homem culto, generoso e encantador, Jorginho, como era conhecido, viveu no luxo e na riqueza, conheceu os homens mais poderosos e as mulheres mais desejadas do seu tempo e morreu pobre, aos oitenta e oito anos, por um erro de cálculo: não imaginou que ficaria tanto tempo sobre o planeta.

Ficha Técnica

 

Direção: Otávio Escobar
Elenco: Saulo Segreto, Letícia Spiller, Guilhermina Guinle, Daniel Boaventura
Gênero: Docudrama
Ano: 2018
Duração: 91 minutos
Classificação: A definir

TRAILER

SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

‘Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos’, premiado em Cannes, estreia em abril no Brasil

‘Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos’, premiado em Cannes, estreia em abril no Brasil

Longa também estreia em Portugal, em 14 de março, e na França, dia 8 de maio

O filme “CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS”, dirigido por João Salaviza e Renée Nader Messora, fez sua estreia mundial na última edição do Festival de Cannes, onde ganhou o Prêmio Especial do Júri da mostra Un Certain Regard. Depois de percorrer mais de cinquenta festivais internacionais e obter 11 prêmios, o longa chega ao circuito comercial brasileiro em 18 de abril.

Rodado ao longo de nove meses na aldeia Pedra Branca (Terra Indígena Krahô, no Tocantins), em negativo 16mm, o filme acompanha Ihjãc, um jovem Krahô, que após um encontro com o espírito do seu falecido pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto. Rejeitando seu dever e com o objetivo de escapar do processo de se transformar em xamã, ele foge para a cidade, onde enfrentará a realidade de ser um indígena no Brasil contemporâneo.

As filmagens foram precedidas por uma longa relação de Renée com o povo Krahô, que se iniciou em 2009. Desde então, a diretora (também fotógrafa do filme) trabalha com a comunidade, participando na mobilização do coletivo de cinegrafistas indígenas Mentuwajê Guardiões da Cultura. O trabalho do grupo é focado na utilização do audiovisual como instrumento para a autodeterminação e o fortalecimento da identidade cultural. Em 2014, João Salaviza conheceu os Krahô e, juntos durante longas estadias na aldeia, começaram a imaginar o que viria a ser o filme.

“O filme é inspirado na história real de um desses jovens cineastas indígenas, que em uma das nossas viagens à aldeia, começou a se sentir fraco e assustado porque um pajé tinha jogado um feitiço nele. Se ficasse na aldeia, ele achava que iria morrer, então fugiu para a cidade. Este caso, que acompanhamos muito de perto, foi o disparador. Depois, com a nossa convivência na aldeia, participando da rotina da comunidade, o filme começou a ganhar novos contornos. Quando finalmente decidimos que Ihjãc seria o protagonista, ele também trouxe todo o seu núcleo familiar, suas questões cotidianas e sua maneira muito particular de se relacionar com o mundo. Então, o filme foi se moldando, ancorado numa forte presença de elementos reais, do dia a dia na aldeia, naquele núcleo familiar específico. Queríamos filmar a intimidade daquela família”, lembra a diretora. Todo esse tempo partilhado com os Krahô, levou os realizadores à convicção de que não seria possível fazer esse filme com um modelo de produção convencional.

“O que mais aprendemos nessa relação com os Krahô foi a respeitar o tempo das coisas. Você não pode controlar tudo. Na aldeia, nosso filme era tão importante quanto lavar roupa, ir colher mandioca ou fazer reunião no pátio. Não era especialmente importante para ninguém. Nós também passamos a encarar o filme com esta perspectiva. O importante era justamente estar ali, 100% presente, vivendo aqueles dias com aquelas pessoas e tentando contribuir de alguma forma. Para isso, precisávamos de tempo”, finaliza Nader.

CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS também estreia em Portugal, em 14 de março, e na França, dia 8 de maio. Produzido por Ricardo Alves Jr. e Thiago Macêdo Correia, da EntreFilmes (responsável pela produção do longa Elon não Acredita na Morte), em coprodução com a portuguesa Karõ Filmes e a Material Bruto, de São Paulo, o longa é distribuído no Brasil pela Embaúba Filmes.

SOBRE OS DIRETORES 

JOÃO SALAVIZA 

Nascido em Lisboa em 1984. Formado na ESTC, em Lisboa, e na Universidad del Cine, em Buenos Aires. Seu primeiro longa-metragem, MONTANHA, teve estreia mundial na Semana da Crítica do Festival de Veneza, em 2015. Veio na sequência de uma trilogia de curtas formada por RAFA (Berlinale Golden Bear 2012), ARENA (Palme d’Or no Festival de Cannes 2009) e CERRO NEGRO (Rotterdam em 2012). Recentemente voltou ao Festival de Berlim com os curtas ALTAS CIDADES DE OSSADAS e RUSSA (co-dirigido com Ricardo Alves Jr). CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, co-dirigido com Renée Nader Messora, é seu segundo longa-metragem.

RENÉE NADER MESSORA 

Nascida em São Paulo, em 1979. Formada em Direção de Fotografia pela Universidad del Cine, em Buenos Aires. Por 15 anos, trabalhou como assistente de direção no Brasil, Argentina e Portugal. Em 2009, Renée Nader Messora conheceu os Krahô e, desde então, ela trabalha com a comunidade, contribuindo na organização de um coletivo de jovens cinegrafistas. O foco do trabalho do grupo Mentuwajê Guardiões da Cultural é usar as ferramentas audiovisuais para o fortalecimento da identidade cultural e a autodeterminação da comunidade. CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS é seu primeiro longa-metragem.

SOBRE A ENTREFILMES 

EntreFilmes é uma produtora sediada em Belo Horizonte, criada pelos cineastas Ricardo Alves Jr. e Pablo Lamar e pelo produtor Thiago Macêdo Correia. Tendo realizado diversos curtas-metragens exibidos em importantes festivais internacionais como: Berlim, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Festival de Locarno, Oberhausen, Rotterdam, Havana, BAFICI – Buenos Aires; tendo obras também exibidas no Centre Pompidou, em Paris, e no Museo Rainha Sofia, em Madrid. O primeiro longa da produtora é “Elon não Acredita na Morte” (2017), que teve sua estreia na Ásia no Festival de Internacional de Cinema de Macau, onde foi contemplado com o prêmio de Contribuição Artística e teve estreia europeia no Festival de Rotterdam. “Chuva é a Cantoria na Aldeia dos Mortos” (2018) foi o segundo longa-metragem produzido pela EntreFilmes, que teve estreia mundial no Festival de Cannes na mostra Un Certain Regard.

SOBRE A EMBAÚBA FILMES 

A Embaúba Filmes é uma nova distribuidora de cinema brasileiro, sediada em Belo Horizonte. A empresa atua com a distribuição de filmes autorais em todas as suas etapas, incluindo festivais de cinema, lançamentos no circuito comercial, negociações e vendas no Brasil e no exterior. A empresa é dirigida por Daniel Queiroz, que vem de uma experiência prévia de mais de 10 anos como programador de cinema em salas (Cine Humberto Mauro e Cine 104) e festivais (Festival Internacional de Curtas de BH, Festival de Brasília, Semana de Cinema). A Embaúba possui em seu catálogo filmes como Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans; Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes; Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messara; Inaudito, de Gregório Gananian; Os Sonâmbulos, de Tiago Mata Machado; e A Rainha Nzinga Chegou, de Júnia Torres e Isabel Casimira.