Duna e King Richard recebem 16 indicações ao Oscar e estão disponíveis na HBO Max

Duna e King Richard recebem 16 indicações ao Oscar e estão disponíveis na HBO Max


A cerimônia, que terá um apresentador este ano pela primeira vez desde 2018, acontece em 27 de março no tradicional Dolby Theatre, em Los Angeles
 

— DUNA e KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS, produções aclamadas pela crítica e disponíveis na HBO Max, receberam 10 e 6 indicações, respectivamente, ao Oscar® 2022, principal premiação do cinema que homenageia os melhores atores, técnicos e produções da indústria.
 

Título notável​​, que em breve estará disponível na HBO Max, também ganhou um lugar na lista de indicados aos prêmios: HOMEM-ARANHA: SEM VOLTA PARA CASA. Veja como foram distribuídas as indicações ao Oscar® 2022:

  • DUNA foi indicado nas categorias Melhor Filme, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Cabelo e Maquiagem, Melhor Montagem, Melhores Efeitos Especiais, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte.
  • KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS concorre nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator (Will Smith), Melhor Atriz Coadjuvante (Aunjanue Ellis), Melhor Roteiro Original, Melhor Canção Original (Be Alive) e Melhor Montagem.
  • HOMEM-ARANHA: SEM VOLTA PARA CASA recebeu uma nomeação para Melhores Efeitos Especiais.

Os vencedores deste ano serão anunciados no dia 27 de março, em cerimônia no tradicional Dolby Theatre, na Califórnia.
 

Junte-se à conversa e siga @HBOMaxBR nas redes sociais.
 


###
 

Sobre a HBO Max

HBO Max™ é a plataforma de streaming direta para o consumidor da WarnerMedia, que oferece a melhor qualidade em entretenimento. A HBO Max apresenta a mais ampla variedade de histórias para todas as audiências de marcas icônicas como HBO, Warner Bros., DC, Cartoon Network e muito mais. A plataforma foi lançada nos Estados Unidos em maio de 2020 e introduziu um nível de preço mais baixo, apoiado pela publicidade, em junho de 2021. A HBO Max começou seu lançamento global nos mercados da América Latina e do Caribe em junho, seguido por seus primeiros lançamentos europeus nos países Nórdicos e na Espanha, em outubro. Foi anunciado que a HBO Max continuará sua expansão europeia para um alcance global de 67 países em 2022.

Maratona Oscar: Kristen Stewart concorre a Melhor Atriz por Spencer/Tom Leão

Maratona Oscar: Kristen Stewart concorre a Melhor Atriz por Spencer/Tom Leão

‘SPENCER’: O TRIUNFO DE KRISTEN STEWART

Para surpresa de ninguém (surpresa, para mim, seria ela não ter sido indicada), Kristen Stewart está concorrendo ao Oscar 2022, na categoria ‘melhor atriz’, por ‘Spencer’, o mais novo filme do chileno Pablo Larraín. ‘Spencer’, também se baseia numa figura pública feminina, num determinado momento de sua vida. Assim como o foi outro filme do diretor, ‘Jackie’, que mostrava Jacqueline Kennedy, após a morte de seu marido, o popular presidente JFK, quando ela se tornou apenas uma figura inútil.

   Em ‘Spencer’, acompanhamos uma época festiva, nos 90s, quando Diana Spencer (mundialmente conhecida como Lady Di) resolve que vai se divorciar do Príncipe Charles. E, por consequente, da realeza britânica inteira. Durante os três dias (véspera, dia e depois do Natal) acompanhamos os momentos de dúvida e desespero de Diana, que ficou justamente conhecida como ‘A Princesa do Povo’, porque odiava todos aqueles salamaleques e a entediante rotina da família real britânica, que a deixava sem ar. Some-se a isso, o affair que Charles estava tendo com a duquesa Camila Parker-Bowles, bem à vista de todos.

  Por isso, o filme tem um clima tenso e nada glamuroso. Porque capta Diana (magistralmente interpretada por Stewart, que já mostrou talento em filmes recentes do francês Olivier Assayas) no auge de sua insatisfação com tudo aquilo – agravado por uma bulimia – que a tornou persona non grata entre os Windsor, com o passar dos anos. É isso o que temos no filme. Apenas um recorte. Não uma biografia.

   Em contraponto com o desespero de Spencer, há a figura fantasma de Ana Bolena, que foi decapitada a mando de seu marido, o rei Henrique VIII, sob falsa acusação de traição conjugal. Quando, na verdade, quem estava pulando a cerca, era o rei. Bolena, como Spencer, também estava asfixiada numa relação. E diminuída, por ser mulher. Ela aparece na imaginação de Lady Di, que está lendo uma biografia desta.

   Se alguns fatos foram inseridos ou alterados, para dar dramaticidade ao filme (que não se baseia em nenhum livro biográfico em especial), por outro lado, dois personagens que interagem com Diana durante os três dias e, de certa forma, foram seus confidentes (o cozinheiro real e uma dama de companhia) existiram de fato. O cozinheiro, hoje, tem um canal de culinária no Youtube (e, disse, após ver o filme, que Kristen acertou no alvo, em sua interpretação e sotaque); e uma dama de companhia, que ajudava Diana a se vestir para cada ocasião. Coisa que, esta, odiava, e usava o que bem entendia. Para horror da rainha.

   ‘Spencer’ só vem coroar a carreira de Kristen Stewart, que fugiu de todos os estereótipos, desde que encerrou a saga ‘Crepúsculo’. TOM LEÃO

Maratona Oscar: Ataque dos Cães/Anna Barros

Maratona Oscar: Ataque dos Cães/Anna Barros

É um filme de faroeste que se é necessário para refletir, principalmente no tocante à masculinidade tóxica, preconceitos, bullying e alcoolismo. O filme vencedor do Globo de Ouro 2022 como Melhor Filme de Drama tem todos esses ingredientes e atuações ótimas de Benedict Cumberbatch, Kirsten Durst e do novato Kodd Smit McPhee.

Ataque dos Cães conta a história de Phil (Benedict Cumberbatch) e George (Jesse Plemons), dois irmãos ricos e proprietários da maior fazenda de Montana. Enquanto o primeiro é brilhante, mas cruel, o segundo é a gentileza em pessoa. A relação dos dois vai do céu ao inferno quando George se casa secretamente com a viúva local Rose (Kirsten Dunst). O invejoso Phil fará de tudo para atrapalhá-los.

George é muito ligado ao irmão macho alfa aparentemente, Phil, até que conhece a dona do restaurante, Rose e por ela se apaixonada. Casa em segredo e a leva ao rancho da família. Lá ela se depara com a agressividade de Phil com ela e seu filho, Peter,que é motivo de chacota por gostar de fazer flores de papel e sua sensibilidade. Peter vai estudar Medicina e quando volta para as férias em família observa a angústia e tristeza de sua mãe, Rose, que acaba se entregando ao álcool por não suportar a agressividade e humilhações. de Phil. Peter decide se aproximar dele e o cativa pois Phil decide ensiná-lo a montar e a fazer uma corda para ele caprichar na montaria. Nasce uma amizade improvável entre o opressor e o oprimido o que surpreende até a própria Rose que acaba se afundando mais na bebida.

O filme se encaminha para uma reviravolta no fim onde percebemos que Peter está atento que Phil provoca a infelicidade da mãe e decide acabar com isso por conta própria numa trama de sutilezas e reflexões. Phil esconde um grande segredo em seu passado, difícil de admitir para si mesmo e para a sociedade preconceituosa que o envolve nos campos de Montana. O final é surpreendente e nos faz analisar que Ataque dos Cães, da diretora Jane Campion, é pule de dez para as indicações ao maior prêmio do cinema, o Oscar.

O filme é imperdível. Disponível na Netflix.

5/5 poltronas

Vencedores dos Oscars 2021

Vencedores dos Oscars 2021

Numa noite de um Oscar mais intimista por causa da pandemia do coronavírus, houve a entrega dos prêmios da Academia numa estação de trem de Los Angeles, no último domingo, dia 25. Não houve surpresas quanto a Melhor Filme e Melhor Direção para Nomadland, mas aconteceu uma grande com Melhor Ator. Eram favas contadas que o prêmio seria póstumo para Chadwick Boseman e Antony Hopkins por Meu Pai, venceu. Ele nem estava online no momento. Encontrava-se em sua fazenda no País de Gales e agradeceu hoje pela manhã, pelo Instagram, o prêmio recebido e fez um tributo a Chadwick.

Glenn Close não ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante mesmo tendo sido indicada oito vezes e a vencedora foi a coreana vovó de Minari, Youn Yuh-jung.

Daniel Kaluya venceu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante e fez um discurso emocionado por seu papel como Fred Hampton em Judas e o Messias Negro.

Estava torcendo muito por Mank e Gary Oldman. Não deu para ele, mas fiquei feliz que Mank ganhou Melhor Design de Produção e Melhor Fotografia. Não saiu de mãos abanando, levou duas estatuetas douradas.

Eu fiquei muito feliz com os dois prêmios de O Som do Silêncio, um filmaço disponível na Amazon Prime de Melhor Som e Melhor Edição. Riz Ahmed estava deslumbrante na entrega dos prêmios.

O Melhor Filme Internacional foi Druk, do cineasta dinamarquês que perdeu a filha quatro dias antes das filmagens e fez uma homenagem à ela.

O último prêmio entregue foi de Melhor Ator, talvez com a intenção de homenagear Chadwick, mas não combinaram com os votantes da Academia que deram o prêmio, mais que merecido, para Hopkins.

Foi uma bela noite que despertou inveja porque os presentes não usaram máscaras pois os americanos foram vacinados e testados exaustivamente antes da entrega dos Oscars.

Melhor filme

  • Nomadland (Em cartaz nos cinemas)

Melhor direção

  • Chloé Zhao, de Nomadland (Em cartaz nos cinemas)
Equipe de Nomadland
Legenda da foto,Nomadland ganhou alguns dos principais prêmios, como melhor diretora, melhor atriz e melhor filme

Melhor ator

  • Anthony Hopkins, de Meu pai (Now, Google Play)

Melhor atriz

  • Frances McDormand, de Nomadland (Em cartaz nos cinemas)

Melhor ator coadjuvante

  • Daniel Kaluuya, de Judas e o messias negro (Em cartaz nos cinemas)

Melhor atriz coadjuvante

  • Youn Yuh-jung, de Minari (Em cartaz nos cinemas)
Yuh-Jung Youn
Legenda da foto,Yuh-Jung Youn foi premiada como melhor atriz coadjuvante

Melhor filme internacional

  • Druk – Mais uma rodada, Dinamarca (Now, Apple TV, Google Play)

Melhor roteiro adaptado

  • Christopher Hampton e Florian Zeller, por Meu pai (Now, Google Play)

Melhor roteiro original

  • Emerald Fennell, por Bela vingança (Estreia nos cinemas prevista para maio)

Melhor figurino

  • Ann Roth, por A voz suprema do blues (Netflix)

Melhor trilha sonora

  • Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Batiste, por Soul (Disney+)

Melhor animação

  • Soul (Disney+)

Melhor curta de animação

  • Se algo acontecer… te amo (Netflix)

Melhor curta-metragem de ficção

  • Dois estranhos (Netflix)

Melhor documentário

  • Professor polvo (Netflix)

Melhor documentário de curta-metragem

  • Collete

Melhor som

  • Nicolas Becker, Jaime Baksht, Michelle Couttolenc, Carlos Cortés e Phillip Blath , por O som do silêncio (Amazon Prime Video, Now, Google Play, Apple TV, Looke)

Melhor canção original

  • Fight for you, de Judas e o messias negro (Em cartaz nos cinemas)

Melhor cabelo e maquiagem

  • Sergio López Rivera, Mia Neal e Jamika Wilson, por A voz suprema do blues (Netflix)

Melhores efeitos visuais

  • Andrew Jackson, David Lee, Andrew Lockley e Scott Fisher, por Tenet (Now, Apple TV, Google Play, Looke)

Melhor fotografia

  • Erik Messerschmidt, por Mank (Netflix)

Melhor edição

  • Mikkel E.G. Nielsen, por O som do silêncio (Amazon Prime Video, Now, Google Play, Apple TV, Looke)

Melhor design de produção

  • Donald Graham Burt e Jan Pascale , por Mank (Netflix)
O tapete vermelho foi montado do lado de fora da Union Station de Los Angeles
Maratona Oscar: O Tigre Branco/Anna Barros

Maratona Oscar: O Tigre Branco/Anna Barros

Você começa assistindo pensando ser uma nova versão de Quem quer ser um milionário e vê que não é. O Tigre Branco conta a trajetória de um indiano que quer vencer na vida e começa como um motorista sendo sempre fiel aos patrões e se metendo em encrencas, chegando a assinar uma confissão de atropelamento, sendo que a culpada era a mulher do patrão.

O filme mostra todas as mazelas da Índia mas com um roteiro muito interessante e intrincado, tanto que concorre ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. A Índia vive nesse sistema arcaico de castas e vemos diferenças abissais entre as classes sociais mas Balram não desiste de seu sonho mesmo com todas as agruras e humilhações. Ele acaba se dando bem no Vale do Silício Indiano, Bangalore.

A fotografia é belíssima com todos aqueles contrastes da capital Nova Deli e dos vilarejos paupérrimos.

Pode, sim, beliscar o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Ganhou o Bafta de Melhor Ator para Adarsh Gourav.

Disponível na Netflix.

Sinopse: Baseado no best-seller do New York Times, O Tigre Branco conta a história de Balram Halwai (Adarsh Gourav) e sua ascensão meteórica de aldeão pobre a empresário de sucesso, na Índia moderna. Astuto e ambicioso, nosso jovem herói consegue se tornar o motorista dos milionários Ashok e Pinky, que acabam de retornar da América. Tendo a sociedade o treinado para uma única função – a de servir – Balram tornou-se indispensável aos olhos de seus ricos patrões. Contudo, após uma noite de traição, ele entende o quão longe esses senhores estão dispostos a ir para se protegerem. Prestes a perder tudo, Balram se rebela contra um sistema fraudulento e desigual, buscando, de vez, sua autonomia.