Karol G dispara 319% na Deezer com “BbY WOW”, parceria com Judeline e Rusowsky
Faixa integra novo álbum da artista, que também reúne colaborações com Drake e Bruno Mars
Foto: Divulgação
A cantora colombiana Karol G está movimentando a Deezer com a música “BbY WOW”, parceria com Judeline e Rusowsky. A faixa, que faz parte do sexto álbum de estúdio da cantora, “No Me Arrepiento de Sentir Tanto”, foi impulsionada em 319% na plataforma pelos ouvintes brasileiros.
Além da colaboração em “BbY WOW”, o disco traz outros feats, como “Ahí”, com o rapper Drake; “Still”, com Bruno Mars; e “Después de ti”, com Greg Gonzalez, integrante da banda Cigarettes After Sex.
Para a felicidade dos fãs brasileiros, o Brasil também está contemplado na turnê do disco, que tem show marcado para o dia 12 de fevereiro de 2027, em São Paulo.
Festival Diaspóricas de Cinema e Música Negra recebe inscrições de filmes e videoclipes dirigidos por mulheres negras até dia 27
Evento gratuito reúne mostras de cinema e videoclipes, shows, oficinas, feira de afroempreendedoras e 1º Encontro de Mulheres Negras do Cinema de Goiás com mesas temáticas
Goiânia volta a ser palco do Festival Diaspóricas de Cinema e Música Negra e ganha um dia a mais de programação. O evento chega à sua 2ª edição entre os dias 12 e 14 de novembro, no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG). O Festival une cinema, música e afroempreendedorismo, oferecendo mostras, feira, shows, oficinas e o 1º Encontro de Mulheres Negras do Cinema de Goiás, com mesas temáticas. A entrada é gratuita, aberta e acessível a toda a comunidade.
Pioneiro no estado com foco na produção artística de mulheres negras, o Festival Diaspóricas de Cinema e Música Negra é realizado pela Coletiva Diaspóricas, em co-realização com a Aniz Produções e o Labamba Estúdio. O evento conta com a parceria do Sebrae em atividades formativas voltadas para afroempreendedoras nos períodos pré e pós-evento, integrando a Feira Anadir Cezario de Afroempreendedoras e o 1º Encontro de Mulheres Negras do Cinema de Goiás.
Alinhada a essa proposta de protagonismo e formação, o Festival contará com duas mostras que reúnem obras das cinco regiões brasileiras, com destaque para cineastas do Centro-Oeste. A Mostra de Videoclipes (não competitiva) selecionará produções dirigidas por mulheres negras, tendo o som autoral de artistas independentes como elemento central de sua narrativa.
Já a Mostra Marta Cezaria de Curtas-Metragens selecionará filmes (ficção, documentário, animação, experimental ou híbrido) dirigidos ou codirigidos por mulheres negras. As obras devem ter de 5 a 30 minutos de duração e finalização a partir de janeiro de 2023. Todas as obras selecionadas receberão taxa de licenciamento e, na Mostra Marta Cezaria que tem caráter competitivo, também haverá premiação em dinheiro e troféu assinado pela artista visual goiana Dara. Os filmes concorrem nas categorias de Melhor Filme (júri popular), Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora.
A mostra homenageia Marta Cezaria, pioneira do movimento negro feminista em Goiânia. Cineasta que estreou na área aos 60 anos, Marta percorreu quilombos goianos e entrevistou 152 mulheres para o documentário Se Eu Fosse Uma Flor (2013). Ela também é fundadora da ONG Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado e figura central na luta contra o racismo e o sexismo em Goiás.
Ambas as mostras contam com cotas regionais de seleção e debates com as realizadoras após as exibições. As cineastas selecionadas receberão hospedagem, alimentação e transporte gratuitos fornecidos pelo festival. As inscrições seguem abertas até o dia 27 deste mês. O regulamento e o formulário de inscrição estão disponíveis no Instagram do evento: https://www.instagram.com/festivaldiasporicas/.
A programação também conta com oficinas e mesas temáticas com presenças confirmadas de cineastas como Juh Almeida, Glenda Nicácio e Renata Diniz, além da iniciativa inédita do 1º Encontro de Mulheres Negras do Cinema de Goiás, que reunirá trabalhadoras do cinema e audiovisual goiano com membros da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (Apan). A iniciativa busca potencializar estratégias de ação para valorização do cinema negro do Centro-Oeste.
“O Festival tem se consolidado como uma janela de visibilidade ao cinema feito por mulheres negras, afirmando a nossa potencialidade de empreender e de criar mesmo em um mundo que ainda é hostil e desigual para nós. Disputamos narrativas quando nos empenhamos em criar um espaço de afirmação que celebre as nossas vivências. Assim, podemos, então, contar nossas histórias e criar representações valorosas sobre ser negra ou negro”, comenta Ana Clara Gomes, diretora e idealizadora do festival.
O Festival Nesta 2ª edição o Festival traz a Música Preta Brasileira ao centro do Brasil, como lugar de pertencimento e conexão. No Palco Afrogoianidades, serão 9 apresentações musicais com o protagonismo negro feminino como destaque, dentre grupos musicais regionais e nacionais. Os shows acontecem nos três dias de evento, iniciando sempre às 18h30. O lineup será divulgado em breve.
Além de cinema e música, o evento abre espaço para a economia criativa. A Feira Anadir Cezario reunirá expositoras goianas de segmentos como artesanato, gastronomia, vestuário e serviços de bem-viver. As afroempreendedoras interessadas em participar podem se inscrever até o dia 09 de outubro, através do link disponível no Instagram do evento: https://www.instagram.com/festivaldiasporicas/. As selecionadas receberão uma formação ministrada pelo Sebrae, parceiro do evento.
A feira homenageia Anadir Cezario, assistente social, cofundadora da ONG Dandara no Cerrado e liderança na luta contra discriminações de raça e gênero. Anadir criou o Coletivo de Mulheres da Comurg e lidera o projeto Mulheres que Transformam Lixo em Lucro, no qual garis e catadoras transformam recicláveis em artesanato e renda.
Coletiva Diaspóricas A Coletiva Diaspóricas é uma organização da sociedade civil formada majoritariamente por artistas negras, focada na inclusão produtiva, capacitação e geração de renda para mulheres nos setores do audiovisual, da música e do afroempreendedorismo.
A sua origem está diretamente ligada ao Projeto Diaspóricas, criado em 2022. O que começou como uma série audiovisual de cinco episódios sobre a resistência de musicistas negras contra o racismo e o sexismo cresceu rapidamente e tomou proporções multilinguagens. A expansão do projeto deu origem a dois longas-metragens premiados nacional e internacionalmente, além de pesquisas acadêmicas, shows, oficinas e cine-debates pelo país.
Foi justamente a partir da força e da articulação desse projeto inicial que nasceu a Coletiva Diaspóricas. Hoje, a instituição é responsável por gerir o festival e diversas frentes formativas e produtivas, mantendo todas as suas ações gratuitas com o propósito de fortalecer uma economia autônoma para mulheres negras nas artes.
Cineclube Cavideo será inaugurado, dia 30 de setembro, na Areninha Cultural João Bosco, em Vista Alegre
Com idealização de Pedro Monteiro e direção artística de Cavi Borges, o projeto contará com 12 sessões gratuitas de filmes nacionais, seguidas de debates. Na abertura, será exibido “Marte Um”, de Gabriel Martins
Segundo pesquisa da Ancine, apenas uma em cada dez pessoas que foram ao cinema em 2025 assistiram a um filme nacional. Atentos a esses dados, o produtor e ator Pedro Monteiro e o cineasta Cavi Borges criam projetos que buscam despertar o interesse de jovens pelas obras nacionais, além de ampliar o número de salas de cinema na cidade e contribuir para a formação de novos públicos. Em 30 de setembro, a dupla lança o Cineclube Cavídeo, na Areninha Cultural João Bosco, em Vista Alegre, que contará com 12 exibições gratuitas de filmes nacionais, todas seguidas de debate e com presença de intérprete de LIBRAS. A iniciativa dá continuidade à ideia desenvolvida com a implementação do “Espaço de Cinema Cavideo”, no Museu da Maré (2024) e em Vicente de Carvalho (2026). Assim como nos dois projetos anteriores, todo o equipamento adquirido para a abertura do espaço de exibição (projetor, computador, telão e aparelhagem de som) será doado para continuação do trabalho.
A curadoria das obras apresentadas é de Milena Manfredini, que também foi curadora da Mostra de Cinema Cavideo, realizada em 2025, que circulou por territórios periféricos da cidade do Rio de Janeiro. Os filmes exibidos foram escolhidos a partir da lista dos 50 melhores filmes brasileiros deste século, organizada em 2025 pelo jornal O Globo, com votação de 117 profissionais do audiovisual do país, entre eles Cavi Borges. O primeiro filme, com exibição, em 30 de setembro às 19h, será “Marte Um”, dirigido por Gabriel Martins (leia mais sobre o filme abaixo). Também estão na programação, “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, “Saneamento Básico, o Filme”, de Jorge Furtado, “Ela Volta na Quinta”, de André Novais Oliveira, entre outros.
Durante o funcionamento do Cineclube, será oferecida uma oficina, ministrada por Cavi Borges, para 20 jovens sobre a criação de filmes de baixo orçamento. Um curta-metragem será desenvolvido pela turma. O Cineclube Cavideo é realizado em coprodução com Subúrbio em Transe, e conta com o apoio da RioFilme, empresa da prefeitura do Rio, por meio do Programa de Fomento ao Audiovisual Carioca 2026.
“O principal problema do cinema brasileiro é a distribuição e a exibição de filmes. Então, inaugurar um Cineclube mensal que reúne filmes nacionais é uma possibilidade de mostrar essas obras para um público maior, principalmente em áreas carentes de salas de exibição. Os cineclubes se tornaram um circuito exibidor alternativo e que tenta dar vazão para exibição de filmes nacionais e atingir novos públicos”, comenta o diretor Cavi Borges.
Pedro Monteiro acrescenta que, enquanto os filmes estrangeiros ainda ocupam o maior destaque no circuito comercial, o Brasil produz, ano após ano, obras cada vez mais diversas e qualificadas que, muitas vezes, passam despercebidas. “Uma curadoria exclusivamente brasileira e de alto nível permite apresentar essa produção ao público, estimular o interesse e fortalecer o hábito de assistir a filmes nacionais. Assim, o projeto não apenas exibe filmes: cria acesso, repertório e pertencimento”, conclui.
Durante seus 29 anos de atividades, a Cavideo tem contribuição fundamental para o fomento do cinema nacional, e firmou inúmeras parcerias com espaços de projeção na cidade, como o Nós do Morro, no Vidigal; a Arteiros, na Cidade de Deus; Cinema de Guerrilha da Baixada, em São João de Meriti; Subúrbio em Transe, em Vista Alegre, entre outros.
“Queremos ampliar o acesso dos moradores da periferia e do subúrbio ao cinema, mas também organizar debates que gerem reflexões artísticas, políticas e sociais sobre os temas tratados nos filmes. A gente sempre teve essa vontade de estar em vários lugares do Rio, a diversidade é a marca registrada da Cavideo”, completa Cavi Borges.
Cinemark promove sessão ‘Ingresso Azul’ de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ neste sábado
Novo filme de um dos heróis mais queridos do cinema e dos quadrinhos terá exibição especial com mais conforto
A Cinemark está organizando uma nova experiência com “Homem-Aranha: Um Novo Dia”. O filme, que registrou a maior estreia nos cinemas do Brasil, agora terá uma sessão “Ingresso Azul” nas telonas da Rede no sábado, dia 19, às 11h. Para comprar ingressos, basta entrar no site ou app da Cinemark, ir na página do filme e selecionar a opção “Ingresso Azul”.
Realizadas mensalmente, as sessões do Ingresso Azul têm um tratamento especial para que o todo o público possa se sentir à vontade para curtir o filme. O volume do som é mais baixo que o das sessões convencionais, e as luzes da sala ficam acesas. Além disso, as exibições não contam com propagandas comerciais e trailers, tornando a ida ao cinema mais agradável para o público com TEA.
“Homem-Aranha: Um Novo Dia” (2026)
No novo filme do multiverso, Peter Parker vive sozinho em Nova York, quatro anos após os eventos de Sem Volta Para Casa. Tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias de quem ama, ele atua como herói em tempo integral até que a pressão desencadeia uma perigosa evolução em seus poderes
Serviço – Sessão Ingresso Azul “Homem-Aranha: Um Novo Dia”
Data: 19/09
Ingressos, horários e cinemas participantes estarão disponíveis no site (cinemark.com.br) ou no app da Cinemark.
Sobre a Rede Cinemark no Brasil
Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema, com 640 salas de cinema em 88 complexos distribuídos por 47 cidades, em 15 estados e no Distrito Federal.
Também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema – XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A Rede ainda apresentou a primeira sala com conceito VIP do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas Bradesco Prime oferecem mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais.
A Cinemark ainda oferece o serviço de compra de ingressos e combos através do aplicativo exclusivo da Rede. Pelo APP, é possível conferir a programação dos complexos, realizar compras da bilheteria e bomboniere sem filas, acessar cupons de descontos exclusivos e mais.
Prime Video Divulga Trailer, Cartaz e Novas Imagens de Marília Mendonça: Sentimento Louco
Nova série documental Original Prime estreia em 16 de outubro
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO TRAILER – O Prime Video divulgou hoje o trailer, o cartaz oficial e as novas imagens de Marília Mendonça: Sentimento Louco, série documental Original Prime que estreia em 16 de outubro e retrata a vida e a obra de uma das maiores artistas da história do Brasil. A série será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime. Membros Prime no Brasil desfrutam de economia, conveniência e entretenimento, tudo em uma única assinatura.
Esse é o primeiro grande lançamento sobre a vida e a obra da cantora sertaneja, após a Amazon assinar um acordo de licenciamento que garante ao Prime Video a produção de projetos dedicados à sua história. É o maior investimento do serviço na memória de uma artista brasileira, um compromisso que também inclui o filme Marília, com Hermila Guedes, Klara Castanho, Sophia Valverde, Marcelo Serrado e Marina Versos no papel-título.
A série documental retrata a trajetória de vida e a carreira meteórica de uma das maiores vozes do sertanejo brasileiro: Marília Mendonça — a artista feminina mais ouvida do Brasil. A série revisita os passos de uma cantora que marcou uma geração e transformou, para sempre, o cenário da música nacional. Natural de Cristianópolis, Goiás, Marília se consagrou como uma das principais representantes do sertanejo, abrindo caminho para outras mulheres no gênero com suas composições marcantes e presença autêntica. Com acesso exclusivo a arquivos pessoais e depoimentos de amigos, familiares e parceiros de estrada, a produção revela os bastidores de uma carreira construída com verdade, talento e emoção. Marília conquistou uma legião de fãs com seu carisma e seu amor incondicional pela música. Mesmo após sua partida precoce, sua voz segue ecoando por todo o Brasil, reafirmando sua força, sensibilidade e o legado eterno da Rainha da Sofrência.