Black Mirror é uma série de televisão britânica criada por Charlie Brooker, produzida pela Zeppotron para a Endemol.
Em relação ao conteúdo e a sua estrutura, Brooker destacou que:
“cada episódio tem um elenco diferente, um set diferente e até uma realidade diferente, mas todos eles são sobre a forma como vivemos agora – e a forma como nós poderemos viver em 10 minutos se formos desastrados.”
A série tem recebido críticas positivas e tido um interesse internacional crescente (particularmente nos Estados Unidos) após ser inserida no catálogo do Netflix.
Black Mirror possui episódios com histórias independentes, adotando uma visão de humor negro para apresentar a influência das novas tecnologias na vida moderna.
Iniciei este mês minha maratona desta temporada e terminei de assistir a primeira das três histórias. Fiquei muito emocionada com a personagem Martha mas ao mesmo tempo assustada pois não vejo num futuro muito distante a possibilidade de que toda a estrutura da narrativa possa acontecer no “mundo real”. Neste episódio chamado“Be Right Back”, ela perde o namorado em acidente de trânsito fica obcecada por aplicativo que simula troca de e-mails e informações pessoais para que se simule uma conversa real com o falecido namorado. O que nos choca é a fase dois deste sistema viabilizando a presença física do namorado utilizando tecnologia.
Em “White Bear”, segundo episódio da série, vemos uma mulher desmemoriada acordando numa estranha sociedade em que as pessoas estão hipnotizadas por seus telefones celulares, onde é caçada por assassinos mascarados.
E finalmente, fechando a temporada, o terceiro episódio chamado “The Waldo Moment”, apresenta um sarcástico ursinho criado por computação gráfica – manipulado por um comediante – que acaba se tornando assustadoramente popular e começa a dominar um debate político com a proximidade das eleições.
Quer uma boa reflexão? Assista Black Mirror.


Morreu na noite de domingo (28), aos 83 anos, o ator americano Gene Wilder. Seu nome verdadeiro era Jerome Silberman. Willy Wonka do musical infantil “A fantástica fábrica de chocolate”, de 1971, foi um dos mais marcantes em sua carreira. Gene Wilder morreu em casa, no estado de Connecticut, de complicações decorrentes da doença de Alzheimer.


Produzido em 2014, este longa metragem promete um momento “chá com pipoca” bem agradável nos brindando com uma noite de Halloween bem diferente.
Isso faz com que Evelyn volte da morte como uma zumbi após ser atropelada por um ônibus justamente no momento que Max estava determinado em terminar o relacionamento deles por estar interessado em outra garota , Olivia (Alexandra Daddario), tão apaixonada por filmes de terror quanto ele.