125- O Virgem de 40 anos

125- O Virgem de 40 anos

Adoro Steve Carrell e esse filme também. É uma comédia muito interessante.Não me canso de ver.  Depois fiquei acompanhando-no em The Office, excelente série.

A trama vai se desenrolando em uma série de confusões e mal-entendidos até que o desfecho acontece num casamento cujo final remete ao maravilhoso espetáculo Hair.

No fundo, fala de amor e espera. E de compreensão. O interessante que é do ponto de vista masculino e de um homem que não é imaturo, apenas esperou o momento certo de se entregar: a um verdadeiro amor.

E tem Paul Rudd num papel estranhíssimo, mas que vale a pena por sua beleza e carisma.

Recomendo!

Sinopse:

Andy Stitzer (Steve Carell) é um homem de 40 anos que possui um bom emprego, um apartamento próprio e mantém uma coleção de bonecos e revistas em quadrinhos. Porém, apesar da idade, Andy permanece virgem. Ele nem dá muita importância para isso, mas seus amigos não se conformam. Decididos a fazer com que Andy perca a virgindade, eles tentam fazer com que Trish (Catherine Keener), uma mãe solteira que também tem 40 anos, se torne sua parceira.

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião/Por Eduardo Guimarães

A INVASÃO ASIÁTICA EM HOLLYWOOD

Não é de hoje que artistas vindos de outros países fazem sucesso em Hollywood.

Já estrelaram produções americanas atores canadenses, ingleses, franceses, alemães, italianos além de outros.

Mas hoje quero destacar a participação dos orientais em Hollywood.

Não podemos começar esta conversar sem citar a lenda Bruce Lee.  Apesar de ter nascido em São Francisco, seus pais eram chineses, que atuavam na Ópera Chinesa e estavam em cartaz na cidade.

Bruce voltou para Hong Kong com apenas 3 meses de idade e somente aos 18 voltou para os Estados Unidos, para estudar.

Seu primeiro papel de destaque foi na série O Besouro Verde, onde interpretava Kato, mordomo e assistente de Britt Reid, o personagem principal.

Por sinal, na refilmagem feita em 2006, o papel de Kato ficou para o ator e músico chinês Jay Chou, que estrelou o filme ao lado de Seth Rogen e Cameron Diaz.

Com o cancelamento da série, Bruce retorna para Hong Kong, onde descobre que seu personagem na série era extremamente popular. A partir dessa fama, ele começa a fazer filmes de artes marciais, como O Dragão Chinês e O Vôo do Dragão.

Por sinal, em O Vôo do Dragão está a clássica cena de luta entre Bruce Lee e Chuck Norris em pleno Coliseu. Esta cena é considera por muitos especialistas como a melhor cena de luta já feita para um filme.

Enquanto filmava O Jogo da Morte, a Warner Brothers ofereceu a oportunidade de estrelar o filme Operação Dragão, que seria lançado no mundo inteiro e era a oportunidade de Bruce Lee se tornar uma estrela mundial. Após filmar algumas cenas de O Jogo da Morte, inclusive a clássica cena de luta contra o jogador de basquete e seu pupilo Kareem Abdul-Jabbar, Bruce interrompe a filmagem e começa a trabalhar em Operação Dragão.

Infelizmente, Bruce Lee morreu 6 dias antes da estreia de Operação Dragão e nunca pode concluir O Jogo da Morte, sendo o filme concluído com a utilização de dubles, cenas já gravadas de outros filmes e cenas que seriam descartadas do próprio Operação Dragão.

Além de Bruce Lee, podemos destacar também Jet Li e Jackie Chan. O primeiro, nascido em Hebei, na China, se tornou mundialmente conhecido após o sucesso de Máquina Mortífera 4, onde atua ao lado de Danny Glover e Mel Gibson. Já Chan, que nasceu em Hong Kong, chegou aos cinemas americanos com destaque com a estreia de Arrebentando em Nova York.

Porém, ambos já faziam muito sucesso no mercado asiático, protagonizando diversos filmes que não foram exibidos no EUA ou na Europa.

Jet Li também participou do belíssimo Herói, do diretor Chinês Zhang Yimou, que também dirigiu O Clã das Adagas Voadoras e a Maldição da Flor Dourada.  E em qualquer dos filmes, mesmo com várias cenas de luta, a história é linda e a fotografia é de tirar o folego. Altamente recomendado.

Não é a toa que Zhang Yimou já foi indicado ao Oscar 2 vezes, por Amor e Sedução em 1990 e por Lanternas Vermelhas, em 1991.

Também temos que dar destaque para Chow Yun-Fat, que além de estrelar Assassinos Substitutos ao lado de Mira Sorvino, também participou de Anna e o Rei, refilmagem de O Rei e Eu. Além de ter sido a chance para atuar ao lado de Jodie Foster, Chow aceitou o desafio de interpretar o mesmo papel que foi consagrado por Yul Brynner, que ganhou o Oscar em 1957 pelo papel.

Chow Yun-Fat também atuou no premiado e cultuado O Tigre e o Dragão, do diretor taiwanês Ang Lee. Talvez este seja o filme que mais chamou a atenção de Hollywood para o cinema oriental. Vencedor de 4 Oscar, é a obra definitiva de Ang Lee.

O diretor ainda tem em sua filmografia Razão e Sensibilidade, estrelados por Emma Thompson, Kate Winslet e Hugh Krant, o polêmico O Segredo de Brokeback Mountain e o fraco Hulk.

Do Japão vem o ator Ken Watanabe, que atuou em filmes como Batman Begins, Memórias de uma Gueixa, Cartas de Iwo Jima e A Origem.

Já o time feminino de atrizes orientais é composto pela bela chinesa Gong Li, que atuou em Miami Vice, Hannibal – A Origem do Mal e no belo Memórias de uma Gueixa.  Por sinal, Memórias tem as mais bonitas atrizes orientais do momento: além de Gong Li, participam do filme a também chinesa Zhang Ziyi, que também atua em O Clã das Adagas Voadoras, Herói, O Tigre e o Dragão e em A Hora do Rush 2, ao lado de Jackie Chan e Chris Tucker; e a malaia Michelle Yeoh, que participou também de O Tigre e o Dragão, de 007 O Amanhã Nunca Morre, com Pierce Brosnan, A Mumia: Tumba do Imperador Dragão, com Brandon Fraser, Maria Bello e Jet Li, e a nova versão de Karate Kid, com Jaden Smith e Jackie Chan.

Como podemos ver, existem vários atores e diretores de sucesso vindos da Ásia. Infelizmente eles demoram para aparecer no mercado ocidental. O que é uma pena, pois grandes filmes acabam passando despercebidos por aqui.

E uma última nota: antes que alguém possa reclamar, eu não me esqueci do diretor japonês Akira Kurosawa. Acontece que apesar do sucesso internacional e ter influenciado grandes diretores de Hollywood, como George Lucas e Francis Ford Coppola, Kurosawa fez toda sua carreira como diretor no Japão. E apesar das dificuldades da época, seus filmes chegaram até o EUA e acabaram se tornando referencia para toda uma geração.

Bergman também levanta o Ibope do blog

Bergman também levanta o Ibope do blog

Artur Xexéo é um dos meus colunistas favoritos. Numa de suas colunas recentes ele falou que quando queria aumentar o ibope do cinema que proporcionava, escolhia um filme de Ingmar Bergman, geralmente Morangos Silvestres.

E não é que o Bergman aumentou a frequência do nosso Poltrona de Cinema também? Então, mais uma vez convido a todos que vejam a mostra no CCBB do Rio de Janeiro.

Curtam!

124- Água para elefantes

124- Água para elefantes

O filme é tocante, comovente e ainda tem Robert Pattinson, que amo. Fala da relação de um homem com a vida, uma mulher e os animais.

Mais um filme inspirado em literatura. Apaixonante.

Tenho paixão por animais, principalmente cavalos.

Recomendo!

Sinopse: Jacob Jankowski (Hal Holbrook) já passou dos 90 anos e não consegue esquecer seus momentos da juventude nos anos 30, período difícil da economia americana, que o levou a trabalhar num circo. Foi lá, enquanto era jovem (Robert Pattinson) e um ex estudante de Veterinária, que ele conheceu a brutalidade dos homens com seus pares e também com os animais, mas encontrou a mulher por quem se apaixonou. Marlena (Reese Whiterspoon) era a Encantora dos Cavalos, a principal atração e esposa do dono do circo: August (Christoph Waltz) um homem carismático, mas extremamente perigoso quando suas duas paixões estavam em jogo.

Mostra Ingmar Bergman no CCBB-Rio

Mostra Ingmar Bergman no CCBB-Rio

Mostra de Ingmar Bergan começou ontem, dia 8 de maio. O Poltrona de Cinema recomenda!

 

Ingmar Bergman
8 Mai a 10 Jun
Local: Cinema I | CCBB RJ
Horário: Conforme programação
Ingmar Bergman é a maior retrospectiva do consagrado diretor sueco já realizada no Brasil. Além dos mais de 40 longas, curtas, documentários inéditos e filmes para a televisão, haverá palestra do documentarista sueco Stig Björkman e curso ministrado pelo crítico Sérgio Rizzo, abordando as fases da carreira do diretor.
Informações
Data: De 8 de maio a 10 de junho de 2012 Idade recomenda

Horário: Conforme programação
Local: Cinema I | Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Bilheteria: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (21) 3808-2020
Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)