168- A dama e o vagabundo

168- A dama e o vagabundo

Esse desenho da Disney é muito bonitinho! Uma vez me senti nessa situação de  A dama e o vagabundo.

A cena do macarrão é antológica! E numa cantina italiana.

Lady é fina,enquanto o outro cachorro por quem se apaixona élivre e não se prende a ninguém.

Amo desenhos! Ainda mais com a grife Disney.

Recomendo!

Sinopse: Clássica animação dos estúdios Disney que encanta adultos, crianças e, principalmente, casais de namorados ao longo dos últimos cinqüenta anos. Essa edição comemorativa apresenta atrativos especiais tanto para os que já são fãs do filme quanto para as novas gerações que ainda não se encantaram com a clássica história de amor entre uma cadela de uma família endinheirada com um cão vira-lata de rua. O filme conta com uma das cenas mais clássicas de todos os tempos, clichê em qualquer especial sobre dia dos namorados em qualquer parte do mundo: quando o casal divide um prato de macarronada e ambos acabam mordendo o mesmo fio, culminando num beijo. A produção conta essa história de amor e une boas cenas de aventura, o que torna o filme imperdível para qualquer fã de cinema, que apesar de seus cinqüenta anos de idade, ainda é atual.

167- Uma Linda Mulher

167- Uma Linda Mulher

Esse éum dosfilmes que mais gosto. Um conto de fadas moderno ! Revelou Julia Roberts que concorreu aoOscar de 1990 e ainda tem Richard Gere,um dos meus atores prediletos que este ano deve concorrer ao Oscar 2013 por A negociação.

Um milionário termina um casamento e não quer complicações amorosas por uma semana. Decide contratar uma prostituta que se faz passar por sua acompanhante. Não contava que ambos se apaixonariam perdidamente e se descobrissem a ponto de Vivian querer uma vida melhor,voltar a estudar e abandonar aquela vida que entrou por acaso.

Quando for a Los Angeles, quero conhecer o Regent Beverly Wilshire, o hotel em que a maioria das cenas foram gravadas.

Vivan revisita seus conceitos, vira uma lady e tenta ser uma pessoa diferente. Edward se abre mais e se livra de seus medos provocados pela separação de seus pais.

A cena da banheira é engraçada, a que eles desabafavam também,mas a cena do piano é uma das cenas mais lindas e românticas da história do cinema. Já vi mais de 30 vezes. Amo Roxette e “It must have been” love marcou a geração dos anos 90.

Recomendo! É um clássico!

Sinopse:Magnata perdido (Richard Gere) pede ajuda uma prostituta (Julia Roberts) que “trabalha” no Hollywood Boulevard e acaba contratando-a por uma semana. Neste período ela se transforma em uma elegante jovem para poder acompanhá-lo em seus compromissos sociais, mas os dois começam a se envolver e a relação patrão/empregado se modifica para um relacionamento entre homem e mulher.

POLTRONA DE OPINIÃO: Filmes de Terror

POLTRONA DE OPINIÃO: Filmes de Terror

Por Eduardo Guimarães

Nunca fui muito fã de filmes de terror.

Para falar a verdade, só consegui assistir o primeiro A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, de 1984, direção de Wes Craven) quando tinha mais de 10 anos, quase 7 anos depois do seu lançamento. Sexta Feira 13 (Friday the 13th, de 1980, direção de Sean S. Cunningham) eu também devo ter visto nessa época. Brinquedo Assassino (Child’s Play, de 1988, direção de Tom Holland) também nunca esteve na minha lista de filmes preferidos quando moleque.

Não porque eu tivesse medo, mas sim porque nunca me atraiu a ideia de pessoas sendo mortas por maníacos homicidas imortais que matavam apenas por diversão.

A Morte do Demônio (The Evil Dead, de 1981, direção de Sam Raimi) eu lembro que fui assistir na casa de um amigo: juntamos um monte de gente e fomos ver o filme “proibido”! Explico: a versão original foi proibida em vários países, como Alemanha e Finlândia. Então todos os moleques queriam ver e mostrar que eram machos.

Mas no geral, nunca fui muito fã desse tipo de filme. E hoje, já adulto, vejo esses filmes com certa graça até. Porque até hoje não entendo como o Jason andando consegue alcançar uma garota de 17 anos correndo. Outros, como A Morte do Demônio viraram cult.

Diferente desses filmes, as atuais produções de terror não me agradam. São extremamente violentas e tem uma carga de terror psicológico exagerado.

Por exemplo, a franquia Jogos Mortais. É o tipo de filme que quando você assiste você sai mal do cinema, com um embrulho no estomago. Algumas cenas são muito fortes. A mesma coisa de outros filmes, como O Albergue, Rec, Atividade Paranormal, Turistas e por aí vai.

Não posso deixar de destacar alguns filmes.

Um é Turistas (Turistas, de 2006, direção de John Stockwell), filme que foi muito criticado por se passar no Brasil. Para falar a verdade, acho que esse é o menor dos detalhes. Mas as cenas das pessoas sendo atacadas e mortas fazem você se sentir mal.

Outro é o remake Doce Vingança (I Spit on Your Grave, de 2011, direção de Steven R. Monroe). O filme mostra a vingança de uma mulher que foi estuprada por vários homens de uma pequena cidade, inclusive o xerife. E como não pode esperar por justiça, ela resolve fazer justiça com as próprias mãos. O filme inteiro é pesado: a cena do estupro é exageradamente forte, assim como as cenas dela torturando e matando os estupradores.

Centopeia Humana (The Human Centipede, de 2009, direção de Tom Six) é o tipo de filme que juro não entender como foi produzido. A história de um cientista maluco que quer criar uma centopeia humana, unindo pessoas pela boca e pelo anus é de um extremo mau gosto. E pior ainda é pensar que já teve uma continuação e um terceiro filme está sendo estudado.

Gosto de filmes que saibam como trabalhar o terror. Por exemplo, A Bruxa de Blair (The Blair Witch Project, de 1999, direção de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez). Em momento nenhum a bruxa aparece, mas a tensão e medo são transmitidos de forma maravilhosa, que prendem o espectador. E muitas vezes, não é necessário aparecer um monstro na tela, mas apenas um movimento ou um barulho podem ser muito mais apavorantes. Também gosto dos filmes japoneses e suas versões americanas, como O Chamado, O Grito e Águas Passadas.

E em breve vai ser lançada a refilmagem de A Morte do Demônio. Sam Raimi está trabalhando como produtor e não irá dirigir o filme, que foi entregue para o uruguaio Fede Alvarez. E o trailer não é lá muito animador. Pelo menos para mim.

Eu não gosto da ideia de assistir um filme e sair dele enjoada. Toda vez que vou ao cinema, procuro me divertir. E não passar mal.

@guimaraesedu

#166- Um dia

#166- Um dia

O livro é bem melhor que o filme, mas mesmo assim chorei muito. Não dava para resumir tudo que é o livro em duas horas ou menos de filme.

Eu vivi duas vezes essa situação de “Um dia”, de viver em apenas um dia sentimentos fortes. Talvez sem o envolvimento profundo que tiveram, mas marcantes, a seu modo. E é por isso que amei o filme porque sempre irei lembrar das situações vividas. Estão gravadas em minha memória e em meu coração. Para sempre.

Não imagino pessoas diferentes de Anne Hathway e Jim Burguess personificando Emma e Dexter. Eles estão simplesmente perfeitos.

O filme é sublime. E me tocou muito. Tanto que custei muito a dormir porque o final é mega triste.

Amei a história. Duas pessoas que se esbarram e têm suas vidas mudadas para sempre até a descoberta de que se amam verdadeiramente. E que demoram a ficar juntas.

Não mostram o Dexter reconstruindo totalmente a vida dele no final,mas a cena em que ele relembra vividamente o dia 15 de julho de 1988 é tocante demais, mexe com os nossos sentimentos como se realmente relacionássemos as imagens ao belo texto de Nicholls.

Vale a pena ver e ler o livro. Inesquecíveis.

Cenas emblemáticas: quando eles viajam como amigos para França, quando Emma diz que ama Dexter, mas que não está gostando dele naquele momento e quando Ian, o ex-namorado dela, procura Dexter, no final, para lhe dizer que só ele fez Emma realmente feliz.

Sinopse: Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgees) se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto que Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.

165- Amanhecer parte 2

165- Amanhecer parte 2

Para quem curte a saga Crepúsculo, esse é o gran finale. Kirsten Stewart arrebenta como Bella,mais madura e decidida.

Só nao administrei bem o fato de Jacob se apaixonar por Renesmee, através do imprinting, mas se isso não acontecesse, ele não conseguiria protegê-la.

A batalha é sensacional e guarda uma surpresa. Depois do filme,voltei a acreditar em amor verdadeiro e eterno. Bella amava Jacob também , mas ela nãopodia ficr com os dois, à la Suellen, de Avenida Brasil, e acabou escolhendo Edward.

O flashback com que ela o presenteia é simplesmente divino.

O filme é muito bom, mas Amanhecer parte 1 é melhor.

E graças a Deus tiraram o pó de arroz excessivo do Robert Patinson. Confiram!

Sinopse: Após dar a luz a Renesmee (Mackenzie Foy), Bella Swan (Kristen Stewart) desperta já vampira. Ela agora precisa aprender a lidar com seus novos poderes, assim como absorver a ideia de que Jake (Taylor Lautner), seu melhor amigo, teve um imprinting com a filha. Devido ao elo existente entre eles, Jake passa a acompanhar com bastante atenção o rápido desenvolvimento de Renesmee, o que faz com que se aproxime cada vez mais dos Cullen. Paralelamente, Aro (Michael Sheen) é informado por Irina (Maggie Grace) da existência de Renesmee e de seus raros poderes. Acreditando que ela seja uma ameaça em potencial para o futuro dos Volturi, ele passa a elaborar um plano para atacar os Cullen e eliminar a garota de uma vez por todas.