Mais séries sugeridas na Globoplay/Anna Barros

Mais séries sugeridas na Globoplay/Anna Barros

1- Chicago Med

Chicago Med segue os médicos e enfermeiros do departamento de emergência do Gaffney Chicago Medical Center enquanto abordam casos novos únicos e estabelecem relacionamentos ardentes no pandemônio da sala de emergência.

 

 

2- Crime em Oslo

Em 1974, um assassinato brutal aconteceu em Oslo, Noruega, ainda sem resolução. Anos depois, a filha da falecida e única testemunha do crime vai atrás de respostas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3-  Reinado

Conta a história da ascenção de Mary Queen of Scots (Adelaide Kane) ao poder, quando ela chega à França aos 15 anos de idade, prometida ao Príncipe Francis, e com suas três melhores amigas como damas-de-companhia.

 

 

 

 

 

4- Aruanas

Série foca no trabalho intenso e arriscado de um grupo de ativistas. É difícil falar de Aruanas sem esbarrar no seu posicionamento político. A série traça um perfil intenso de como funcionam e se arriscam as ONGs em defesa do meio-ambiente no território profuso e perseguido do estado do Amazonas.

 

 

 

5= A Divisão

O Rio de Janeiro se encontra acuado por uma onda de sequestros na década de 1990. As forças de segurança convocam agentes corruptos e um delegado com fama de genocida para salvar a cidade dos bandidos e até da polícia.

 

 

 

 

Por Anna Barros

Poltrona Séries: Ragnarok-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Ragnarok-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Obras que envolvam deuses e mitologias podem ser atraentes, não é mesmo? E o que dizer da cultura nórdica, mais especificamente nos dias atuais, sobre o apocalipse e a guerra que envolve o deus Thor contra os gigantes? ‘Ragnarok’, produção norueguesa da Netflix, apresenta esse universo para ilustrar o fim dos tempos (significado de Ragnarok). Mas será que é tão boa como se imagina?

A história se passa na cidade de Edda, local que sofre com a poluição da água e do ar por conta das indústrias Yuttum, de propriedade de uma família rica e que guarda um grande segredo: o núcleo familiar representa os Gigantes, que duelaram com grandes deuses do apocalipse há milhares de anos. Os Yuttum tentam aparentar uma vida normal na Noruega e a o mesmo tempo se preocupa em manter o império construído com muito esforço. Mas não se dão conta de um grande perigo, a chegada do jovem Magne (David Stakston) e sua família. O adolescente é a reencarnação de Thor, todo-poderoso e praticamente imbatível.

O roteiro, que traz assuntos importantes como preservação ambiental, qualidade do ensino educacional e os dilemas da adolescência, esbarra na abordagem sobre a mitologia nórdica. Os personagens não esbanjam segurança, não existe um elo de ligação entre eles e as histórias apresentam pontas soltas. Os adolescentes se envolvem em tramas esquecíveis e tudo se dá de forma acelerada, alguns arcos poderiam ter ganho maior contorno, e uma narrativa com apenas seis episódios acabou não sendo o suficiente para a abordagem desses temas, além do universo dos gigantes e deuses que duelaram no fim dos tempos.

Sobre os deus e gigantes, nada de figurinos exuberantes, os cenários não são faraônicos, e há poucos efeitos especiais. Magne demora a se descobrir e também a se relacionar com os outros jovens, mas ele se mostra mais ativo no tocante à investigação sobre a morte de Isoldi, sua melhor amiga. Ele não crê em acidente, mas no envolvimento de alguém dos Yuttum e luta com todas as suas forças por justiça. Falta profundidade ao protagonista, uma grande oportunidade a série perde de mostrar outras facetas de Magne e uma narrativa vais sólida. E boa parte dos personagens secundários se perdem ao longo do caminho e só na reta final o espectador encontra novos motivos para voltar a ver a série.

Apesar de se tratar de uma produção que explora os arquétipos, ou seja, personagens com padrões definidos, o clássico herói e seus vilões, acaba por se perder e se esquece de inserir elementos mais intrigantes e ícones que sejam marcantes, alguém que marque presença e faça o espectador para sempre se lembrar, seja por seus objetivos e atitudes. ‘Ragnarok’ apresenta a cultura rica de um dos países mais bem desenvolvidos do mundo e demonstra potencial para se redimir, tendo em vista os bons ingredientes que tem, além do gancho que pode aproveitar do desfecho, bastante enigmático. Não é uma produção para se descartar, mas que decepciona em seu início.

Cotação: 2,5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Séries da Netflix para serem assistidas na quarentena

Séries da Netflix para serem assistidas na quarentena

Por: Vitor Arouca

Atypical_Netflix-750x380

Atypical: Um menino de 18 anos autista, estuda, trabalha e namora. Sua busca por independência coloca a família toda em uma aventura de autodescoberta.

 

EUi-mNOWAAomqNn

La casa de Papel: Um grupo de ladrões prepara o roubo do século na Casa da Moeda da Espanha.

 

Lucifer-4ª-temporada-2

Lucifer: Entediado com a vida nas trevas, o diabo se muda para Los Angeles, abre um piano-bar e empresta sua sabedoria a uma investigadora de assassinatos.

 

Stranger-Things-3-Poster

Stranger Things: Quando um garoto desaparece, a cidade toda participa nas buscas. Mas o que encontram são segredos, forças sobrenaturais e uma menina.
house of cards - sai de baixo
House of Cards: O congressista Francis Underwood e sua mulher, Claire, fazem de tudo para conquistar seus objetivos. Um mundo político recheado de ganância, corrupção e luxúria.

 

 

 

Poltrona Séries: Onisciente-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Onisciente-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Universos distópicos e ficção científica estão bastante em alta, principalmente nos serviços de streaming. A Netflix já havia apresentado ao público a série brasileira ‘3%’, de Pedro Aguilera, que teve uma recepção positiva. Agora temos a produção ‘Onisciente’, também assinada por Aguilera, que mostra uma sociedade refém das tecnologias e em uma São Paulo de baixos índices de criminalidade.

Se já tivemos a sensação de sermos vigiados, agora com a internet e as redes sociais nos sentimos em um verdadeiro Big Brother. E na série em questão os cidadãos que transitam pelas ruas e todos os ambientes de São Paulo são constantemente focalizados por drones capazes de captar todas as sensações, fazer um breve relatório sobre o comportamento e também detectar crimes, sejam de grau mais baixo até os de maior gravidade. E a empresa ‘Onisciente’, que dá nome à produção, é a responsável por todo o aparato que está na cidade. Mas o sistema de vigilância não é perfeito e tampouco 100% confiável, o que já se pode atestar no primeiro episódio.

Um crime bárbaro abala Nina Peixoto (Carla Salle), a protagonista. Seu pai leva um tiro a queima roupa, mas o crime não é registrado pelo drone. Em uma investigação com ritmo frenético e cheia de percalços, Nina vai em busca do criminoso, mas não será fácil, pois as imagens de todos os drones da cidade são protegidas, apenas máquinas conseguem ter acesso e uma possível conexão seria caracterizada como violação de privacidade.

O plano visual não conta com grandes efeitos especiais, nem com representações sofisticadas no tocante ao futuro. O destaque fica para os efeitos em preto e branco e as tomadas fechadas dos drones, com todas as informações explicitadas, e possíveis crimes detectados. As ruas não contam com carros voadores, nem com prédios espelhados e luzes de neon, o que caberia muito bem em uma narrativa que se passa no futuro. O uso de flashbacks faz a relação pai e filha ser bem explorado e o espectador se envolver com os traumas da personagem central, mobilizando-o a torcer para que atinja seus objetivos, como a de desvendar o mistério que ronda a morte do pai e a efetivação no trabalho, na Onisciente, mesma empresa na qual o pai trabalhava, no setor de manutenção.

Apesar de o futuro e o uso da tecnologia já terem sido bastante explorados em outras produções, Onisciente tem uma narrativa envolvente, uma protagonista cativante e um elenco secundário que faz a personagem principal crescer, além de questões importantes como a moral, a intimidade e as fragilidades de um sistema tecnológico e o quanto isso pode ser perigoso para uma coletividade. Referências a ‘Black Mirror’ não são à toa, com toque brasileiro.

Ficou curioso? ‘Onisciente’ possui seis episódios e com um ótimo gancho para a próxima temporada, com uma continuação que mostra que nunca estamos sozinhos e que devemos desconfiar de tudo o que está a nossa volta, e todo cuidado é pouco.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Buena Vista anunca produção de série Centauro Del Norte

Buena Vista anunca produção de série Centauro Del Norte

 

Buena Vista Original Productions apresenta o início de produção de Centauro del Norte, uma nova série de ficção que percorre a vida do mítico líder revolucionário mexicano Pancho Villa, desde seu começo na malandragem durante sua adolescência até se transformar em uma força decisiva da Revolução Mexicana e morrer tragicamente em uma emboscada.

Centauro del Norte aborda a vida de Doroteo Arango, mais conhecido como Pancho Villa, voltando a suas origens em um pequeno povoado do estado de Durango, para ser testemunha de sua formação como líder revolucionário e figura mítica da história do México. A série explora as múltiplas camadas desta grande lenda, lançando luz sobre suas contradições e tecendo a trama de sua história pessoal com a de um país em transformação. Cruel, mulherengo, carismático, justiceiro… odiado por alguns e venerado por outros… a figura de “El Centauro del Norte” fica revelada na tela como nunca antes.

Produzida por Buena Vista Original Productions e realizada por BTF, Centauro del Norte será filmada em emblemáticas locações do México e contará com 10 episódios de 1 hora.

Sobre Buena Vista Original Productions

Buena Vista Original Productions é responsável por produzir conteúdo original e novas versões de conteúdo de Entretenimento Geral, para América Latina, o mercado hispânico dos EUA e a Espanha como, por exemplo, programas do tipo “reality” e formatos com roteiro e sem roteiro para novas versões locais.