Desde seu lançamento em 2012, Netflix decidiu manter sua política de nao revelar sua cifra de audiências de suas séries e filmes originais mas agora a plataforma de streaming mudou de ideia.
Netflix que conta com mais de 158 milhões de assinantes publicou suas vitórias no último ano. Além do mais, aproveitou para entregar informações de audiência.
As informações foram recolhidas por The New York Times em que se destacam produções como Stranger Things, The Umbrella Academy e o filme de suspense Bird Box.
Os dez filmes e as dez séries dão luzes do alcande que conseguem as produções da gigantesca companhia, podendo assim compará-las com superproduções como as da rival, HBO, em que e exemplifica Game of Thrones.
Liderando o ranking das séries está Stranger Things com 64 milhões de reproduções, assim como Bird Box com 80 milhões de reproduções.
Filmes mais vistos de outubro de 2018 a setembro de 2019:
1) Bird Box: 80 milhões de reproduções
2) Murder Mystery: 73 milhóes de reproduções
3) Fronteira Tripla: 52 milhões de reproduções
4) O Date perfeito: 48 milhões de reproduções
5) Crush à altura: 41 milhões de reproduções
6) The Highwaymen: 40 milhões de reproduções
7) Obsessão Secreta: 40 milhões de reproduções
8) Meu Eterno Talvez: 32 milhões de reproduções
9) Otherhood: 29 milhões
10) Fyre: 20 milhões
Dos filmes eu assisti: Bird Box, O Date Perfeito, Crush à altura e Meu Eterno Talvez. Desses filmes eu gostei mais de O Date Perfeito com Noah Centineo.
As séries mais vistas:
Stranger Things
2) The Umbrella Academy: 45 milhões de reproduções
3) La casa de papel: 44 milhões
4) You: 40 milhões
5) Sex Education: 40 milhões
6) Our Planet: 33 milhões
7) Inconcebible: 32 milhões
8) Dead to Me: 30 milhões
9) When They See Us: 25 milhões
10) Elite: 20 milhões
Dessas séries, eu vi La Casa de Papel e Elite. As duas espanholas e ótimas! Super recomendo!!!
Sou viciada em Netflix e não tinha visto ainda esse filme fofinho chamado A Barraca do Beijo. Fez tanto sucesso no canal de streaming que já conseguiu emplacar uma continuação em 2020: A Barraca do Beijo 2.
O filme é teen mas com temas de adulto como lealdade, amizade, primeiro amor e família.
Elle tem seu melhor amigo Lee que nasceu no mesmo dia que ela. Eles fazem umas regras de amizade que não devem ser quebradas para que o relacionamento perdure. O que Lee não sabe é que seu irmão mais velho bonitão, Noah, é o crush de Elle. Noah sempre procura proteger Elle cuja mãe era a melhor amiga da sua. Mas o que o pessoal da escola não percebe é que ele é apaixonado por ela também. Elle e Lee decidem montar uma barraca do beijo onde os dois deixam de ser BV (boca virgem). E Elle dá seu primeiro beijo no cara mais cobiçado da escola: o próprio Noah. Depois disso, eles começam a namorar às escondidas e descobrem o primeiro amor. A questão maior é como Elle contará a Lee que quebrou as regras de amizade deles. Quando Lee descobre, amizade fica abalada e ela se afasta de Noah. Até que o fato de ele passar para Harvard e ter que ir para a universidade os reaproxima.
O filme é ótimo, delicinha. Vale a pena assistir. E Jacob Elordi, além de lindo, é qualquer nota! Também seria o meu crush.
Joey King como Elle e Joel Courtney como Lee também mandam bem. E de bônus ainda vemos Molly Ringwald (A Garota de Rosa Shocking, Gatinhas e Gatões) como a mãe dos meninos.
A série oitentista da Netflix mais aclamada do público voltou a todo vapor. Após uma primeira temporada incrível e uma segunda que dividiu opiniões, ‘Stranger Things’ tem oito novos episódios de tirar o fôlego. As referências aos anos 80 continuam, com toque que só os irmãos Matt e Ross Duffer saber fazer, além de uma trama consistente e com personagens vibrantes e peculiares.
Mike (Finn Wolfhard), Will (Noah Schnapp), Lucas (Caleb McLaughlin), Max (Sadie Sink) e Eleven (Millie Bobby Brown) estão de volta, mas agora em fase pré-adolescente, com os meninos se preocupando com questões mais complexas, como namoros, além das dificuldades que todo jovem enfrenta em sua faixa etária. Apenas Will é o ponto fora da curva, que deseja ainda fazer coisas de criança, pois ficou bastante traumatizado pelo tempo que ficou preso no Mundo Invertido. E por falar nisso, esse universo volta à pauta e com grande holofote para o sombrio Devorador de Mentes, uma criatura que promete aterrorizar todos e buscar um novo hospedeiro.
Outro grupo também ganha destaque, formado por Steve (Joe Keery), Dustin (Gaten Matarazzo), Robin (Maya Hawke) e Erica (Priah Ferguson). Os dois primeiros, que já tinham uma forte amizade, mantém a cumplicidade, as demais não ficam atrás, cada uma possui uma habilidade especial e elas vão se juntar aos dois garotos para interceptar as comunicações do Exército Comunista, desvendar seus planos e elaborar estratégias para detê-los. O trunfo da série é o de inserir personagens que somem e sejam relevantes para o desenrolar do arco da temporada, e é o que ocorre nessa terceira parte de Stranger Things, com gratas surpresas. E não podemos esquecer das tramas paralelas que envolvem o delegado Hopper (David Harbour), Joyce (Winona Ryder), Nancy (Natalia Dyer) e Jonathan (Charlie Heaton).
As forças da terceira temporada da série estão no elenco afiado, as tramas paralelas bem construídas e entrelaçadas e os belos efeitos visuais. O universo se mostra ainda mais sombrio e perigoso e ele prepara terreno para o que possa vir a ocorrer na próxima temporada ou até mesmo no fechamento da série. Algumas situações estranhas deixam dúvidas e elas podem vir a ser respondidas na nova leva de episódios. O conceito de Mundo Invertido e os ingredientes utilizados pelos irmãos Duffer são tão vastos que é possível dar um pouco mais de vida útil à série, que chegou e conquistou de vez o público fã de ficção científica e os saudosistas dos anos 80.
Quem ainda não viu, deve ver a terceira temporada de ‘Stranger Things’. Onze continua a ser uma das estrelas, mas seus poderes não são o foco dessa nova etapa, embora eles vão ser necessários e imprescindíveis nos novos episódios e quem não teve tanto destaque ganha importância nessa nova fase. Corra, não deixe de assistir, será uma grata surpresa para quem já viu as temporadas anteriores, mas quem não viu vai sentir vontade de ver o que não teve oportunidade.
Mais uma produção Netflix. Esse filme é mexicano e fala do desespero que bate em alguma mulheres em relação ao casamento. Ana tem um namoro longo e pensa que irá e casar mas Gabriel termina com ela, o que a deixa enfurecida. No aniversário de 35 anos de casamento dos pais, descobre que sua prima mais feia irá se casar em três meses e comenta com ela obre um curso para solteiras.
A escola ensina como investir na aparência, maquiagem, roupas e como se portar com os homens ao ser eletiva. A professora diz para a moças saírem de sua zona de conforto. O filme é leve e divertido. Ana acaba conhecendo Diego mas coloca os pé pelas mãos ao inventar que está grávida para que ele a peça em casamento. Depois não sabe como sustentará a farsa e acaba contando a verdade à ele, que termina tudo,
Apesar do tema retrógrado, e de explorar o desespero das mulheres por um marido, o filme é engraçado. Pena que faz Ana ser chata nessa obsessão e dá a impressão que ela é invejosa, principalmente em relação à prima, ma dá para se divertir. A amigas dela do curo são hilárias!!!
A série que fez pouco mais de vinte milhões de pessoas assistirem já na primeira semana está de volta. Com forte apelo, críticas sociais e debates acerca da diferença de classes e um forte enredo como pano de fundo, ‘Elite’, produção espanhola do serviço de streaming Netflix, vem com oito novos episódios para intrigar e engajar ainda mais o espectador, agora com um novo mistério.
O fim da primeira temporada foi para lá de chocante, pois ocorreram o assassinato da jovem Marina (María Pedraza) e a prisão de Nano (Jaime Lorente), acusado de cometer o crime. E o retorno às aulas no colédio Las Encinas não poderia ser tenso, pois o irmão Guzmán (Miguel Bernardeau) anda bastante atormentado e ríspido com alguns colegas, principalmente com Samuel (Itzan Escamilla), irmão de Nano, suspeito de ter ligação com a morte de Marina. Este se envolve em incidentes e acaba por sumir misteriosamente. O desaparecimento de Samuel acaba por ser o mote da atual temporada, que também ilustra os tormentos de Carla (Ester Espósito), Christian (Miguel Herrán) e Pólo (Álvaro Rico), outros envolvidos.
Os personagens da primeira parte do Las Encinas voltam, mas também nos deparamos com novos estudantes, eles vão movimentar bastante a trama e proporcionar muitas emoções. Surge uma nova investigação, cada episódio apresenta interrogatórios e alunos cada vez mais pressionados. Cada depoimento e pistas encontradas pela polícia tornam a narrativa mais tensa e convidativa para quem está acompanhando desde o início. Os verdadeiros culpados pelo assassinato já são conhecidos, mas suas angústias e a dúvida se eles vão resistir por tanto tempo pela culpa que carregam e se vão se entregar às autoridades são os ingredientes para conduzir e sustentar os oito episódios, que são muito bem articulados e o elenco consegue segurar bem as pontas.
Quanto aos novos alunos, Rebeca (Claudia Salas) é uma jovem emergente e que acaba por envolver Samuel em negócios escusos. Acabamos por entender a ascensão que ela e sua família tiveram, e não foi um ‘ganhar na loteria’, como ela afirma por diversas vezes. Valerio (Jorge López), meio-irmão de Lucrécia (Danna Paola) é um garoto cheio de vida, mulherengo, mas com uma quedinha pela meia-irmã. Na reta final da temporada, ele se envolve em um sério episódio que acaba por provocar estragos na vida de Guzmán e também na sua e de Lucrécia. Já Cayetana (Georgina Amorós) é a personagem que gera mais discussões, pois apesar de sua empatia com seus colegas e pela enorme força que demonstra para alcançar o que deseja, ela tem uma personalidade contestável, pois demonstra ser alguém que não é e a expectativa se ela vai ou não ser desmascarada só cresce a cada episódio, tendo em vista que não é fácil sustentar uma mentira por muito tempo.
A produção mostra algumas cenas fortes, dentre elas envolvendo sexo, com um grau moderado de apelação, e comportamentos de jovens que refletem os adolescentes atuais, ainda mais com o advento das redes sociais. Muitos querem se sentir amados e pertencentes a um grupo, outros usam e abusam da tecnologia para intimidar, descobrir segredos e desfazer algumas amizades e relacionamentos, e outros encontram sérios problemas familiares e não contam com total apoio dos pais. Alguns dilemas do cotidiano são encaixados e explorados como na primeira temporada, com uma estrutura narrativa eficiente, de bom ritmo e que instiga o espectador a acompanhar até o fim, para ver os dramas dos adolescentes solucionados, além do desaparecimento de Samuel, bem esclarecido no desfecho.
Humor, dramas e o clima de suspense marcam os oito novos episódios de ‘Elite’, a nova sensação da Netflix, e que está mobilizando muitos espectadores, principalmente no Brasil. Vale a pena maratonar.