A HORA DA ESTRELA reestreia nos cinemas brasileiros nesta quinta

A HORA DA ESTRELA reestreia nos cinemas brasileiros nesta quinta

Um dos maiores clássicos do cinema nacional conta com distribuição do projeto SESSÃO VITRINE PETROBRAS
Trailer: https://youtu.be/jCVVei38HZs?si=4aoj_EVjKOsRHpDK
Restauração: https://youtu.be/QA9o0NiGi6s?si=qNTyT5s2CzNLg13x

Após “Durval Discos”, de Anna Muylaert, a SESSÃO VITRINE PETROBRAS anuncia a digitalização e lançamento de um dos maiores clássicos do cinema nacional: A HORA DA ESTRELA, de Suzana Amaral, agraciado em 1985 com o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim, para a paraibana Marcélia Cartaxo. O filme reestreia com exclusividade nos cinemas amanhã, quinta-feira, 16 de maio. São PauloRio de JaneiroBelémBelo HorizonteBrasíliaCampinasCuritibaFortalezaGoiâniaJoão PessoaLondrinaMaceióManausNatalNiteróiPalmasParaíbaPoços de CaldasRecifeSalvadorSão Luís e Teresina são algumas das praças confirmadas a receber o filme, que tem classificação indicativa de 12 anos.

O filme acompanha a jovem Macabéa, uma nordestina datilógrafa que encontra um namorado em São Paulo e sonha com a felicidade. A digitalização da obra aconteceu no Rio de Janeiro, aos cuidados de Débora Butruce, curadora e responsável pelos filmes de patrimônio do projeto. “Graças ao patrocínio da Petrobras é possível incluir filmes de patrimônio entre os lançamentos da SESSÃO VITRINE PETROBRAS, resgatando a memória do audiovisual nacional e favorecendo a formação de uma cultura cinematográfica baseada em referências brasileiras, ação essencial para a valorização do nosso cinema.”, afirma Silvia Cruz, criadora do projeto e sócia-fundadora da Vitrine Filmes.

Baseado em um dos livros mais vendidos e cultuados da autora Clarice Lispector, as novas gerações terão a oportunidade de assistir a sua adaptação nas telas grandes de todo o Brasil através desse projeto patrocinado pela Petrobras, que lança os filmes a preços acessíveis em pelo menos 20 cidades do país. Além de Marcélia Cartaxo, o filme também tem em seu elenco Fernanda Montenegro e é considerado um dos maiores clássicos do cinema nacional. 

A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) nomeou o filme como um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Além do prêmio no Festival de Berlim, A HORA DA ESTRELA foi o grande vencedor do Festival de Brasília de 1985, se destacando em seis categorias: ‘melhor filme’; melhor edição’, feita por Idê Lacreta; ‘melhor fotografia’, sendo o responsável Edgar Moura; ‘melhor atriz’ para Marcélia Cartaxo e ‘melhor ator’. Depois de toda sua trajetória de sucesso, foi escolhido pela Embrafilme para representar o Brasil no Oscar de melhor filme estrangeiro em 1986.

Sinopse
Macabéa é uma mulher nordestina que mal tem consciência de existir. Após perder uma velha tia, seu único elo com o mundo, ela viaja para São Paulo, onde aluga um quarto, se emprega como datilógrafa e gasta suas horas ouvindo a Rádio Relógio. Apaixona-se, então, por Olímpico de Jesus, um metalúrgico nordestino, que logo a trai com uma colega de trabalho. Desesperada, Macabéa consulta uma cartomante que lhe prevê um futuro luminoso, diferente do que a espera.

Ficha Técnica
Direção: Suzana Amaral
Roteiro: Suzana Amaral e Alfredo Oroz 
Baseado no romance homônimo de Clarice Lispector
Produção: Assunção Hernandes
Elenco: Marcélia Cartaxo, Tamara Taxman, Fernanda Montenegro, Umberto Magnani, José Dumont e Marcus Vinicius
País: Brasil
Ano: 1985
Duração: 96 minutos
Classificação: 12 anos
Distribuição: Sessão Vitrine Petrobras

Sobre a diretora 
Suzana Amaral foi uma grande cineasta e roteirista brasileira. Conhecida por seu trabalho em A HORA DA ESTRELA, pelo qual venceu dois prêmios no Festival de Berlim, ela já acumulou duas indicações ao Grande Otelo, ambas na categoria de melhor roteiro adaptado, por “Uma Vida em Segredo” e “Hotel Atlântico”. A diretora faleceu em junho de 2020. 


Sobre o Patrocínio | PETROBRAS
A Petrobras é uma empresa que tem como parte de sua história o apoio contínuo à Cultura, iniciado há mais de 40 anos. O Programa Petrobras Cultural contribui ativamente para o desenvolvimento do setor, por meio de seleções públicas e projetos convidados, mantendo presença e diálogo com a sociedade. Nessa trajetória, a retomada da parceria com o projeto Sessão Vitrine Petrobras marca uma nova fase do Programa, de apoio a grandes projetos. Além da Sessão Vitrine, a empresa está também presente no segmento audiovisual em projetos como a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na Mostra de Cinema de Gostoso no Rio Grande do Norte e no Festival de Cinema de Vitória. Em fevereiro foi lançado o Programa Petrobras Cultural – Novos Eixos, tornando o Programa mais robusto e atualizado quanto às dinâmicas do setor e de nossa sociedade.

Sobre a SESSÃO VITRINE PETROBRAS
A Sessão Vitrine é um projeto inovador de distribuição coletiva de filmes brasileiros. Com um lançamento mensal, seu principal objetivo é a formação de público, promovendo a democratização do cinema nacional. Com ingressos a preços reduzidos, a Sessão Vitrine já alcançou 250 mil espectadores nos cinemas e conquistou diversos prêmios no Brasil. Possui uma rede de cinemas parceiros com mais de 20 cidades em, pelo menos, 15 estados e, através das plataformas digitais. A curadoria da Sessão Vitrine Petrobras é feita pela criadora do projeto e da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, em parceria com a curadora Talita Arruda e Débora Butruce, esta responsável pelos filmes de patrimônio. A proposta curatorial do projeto é feita priorizando filmes brasileiros e coproduções internacionais que despertem interesse no público, seja pela inovação do seu processo criativo, pelo seu viés autoral ou pela sua qualidade e originalidade ao se posicionar propositadamente diante de aspectos da nossa cultura. A escolha dos filmes visa também abraçar temáticas, gêneros e propostas estéticas diferentes e produções de diversos estados brasileiros, proporcionando uma programação diversificada para o público em geral. Segundo Silvia Cruz, “depois de seis anos, a Petrobras volta a adotar a Sessão Vitrine. Isso representa a retomada do olhar das políticas públicas para a cultura brasileira. É um indício de um novo capítulo do cinema brasileiro representado pela Sessão Vitrine, um catalisador da diversidade formal e temática do cinema feito no Brasil“.

Conheça todos os filmes brasileiros que serão exibidos no Festival de Cannes 2024

Conheça todos os filmes brasileiros que serão exibidos no Festival de Cannes 2024

O Festival de Cannes 2024 acontece entre 14 a 25 de maio e conta com filmes brasileiros na seleção da 77ª edição

Um dos festivais de cinema mais prestigiados do mundo, o Festival de Cannes 2024 começou nesta terça-feira (14) e acontece 25 de maio, com alguns dos lançamentos mais aguardados do ano, incluindo Furiosa: Uma Saga Mad Max e Megalopolis, novo filme de Francis Ford Coppola. O Brasil também marca presença novamente nesta 77ª edição de Cannes, então separamos quais produções brasileiras serão exibidas no festival.

Conheça os filmes brasileiros no Festival de Cannes 2024:

Motel Destino

Motel Destino concorre à Palma de Ouro no Festival de Cannes 2024. Esse é o novo filme de Karim Aïnouz, que disputou a Palma de Ouro no ano passado com Firebrand e já venceu a mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar) de Cannes por A Vida Invisível.

O filme tem como foco um estabelecimento de beira de estrada localizado no litoral cearense, acompanha Heraldo (Iago Xavier), jovem de uma família humilde que cumpre pena em uma unidade socioeducativa. Ao sair da detenção e chegar ao Motel Destino, transforma completamente cotidiano das pessoas que vivem ali.

Baby

Baby será exibido na Semana da Crítica do Festival de Cannes 2024. Esse é o segundo filme comandado por Marcelo Caetano, diretor conhecido por Corpo Elétrico (2017).

Baby é o apelido de Wellington (João Pedro Mariano), um jovem recém-libertado de um centro de detenção para jovens, que se vê perdido nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema com foco em produções pornográficas, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa que têm Baby como seu protegido e está determinado a ensinar as malícias da vida e formas de sobreviver. Os dois iniciam uma relação tumultuada, marcada por conflitos entre exploração e proteção, ciúme e cumplicidade.

A Menina e o Pote

A Menina e o Pote será exibido na Semana da Crítica no Festival de Cannes 2024, curta-metragem animado dirigido por Valentina Homem.

O filme se passa em um mundo distópico onde o fim parece iminente. Uma menina descobre que a chave para a transformação está em um simples objeto: seu pote, que guarda um segredo profundo e misterioso. Quando acidentalmente o quebra, ela desencadeia uma série de eventos extraordinários, abrindo portais para universos paralelos. Nesse momento crucial, a menina se vê imersa em um tempo de mudança, onde a criação de um novo mundo se torna não só uma possibilidade, mas uma necessidade premente. O curta-metragem não só explora as fronteiras da realidade, mas também ecoa os desafios e questionamentos do mundo contemporâneo.

Amarela

Amarela, curta-metragem dirigido por André Hayato Saito, será exibido na mostra competitiva de curtas no Festival de Cannes 2024.

A trama se passa no dia da final da Copa do Mundo entre Brasil e França, quando Erika Oguihara, uma adolescente nipo-brasileira que rejeita as tradições familiares, vivencia uma violência que parece invisível e mergulha em um doloroso mar de emoções.

A Queda do Céu

O documentário A Queda do Céu, dirigido por Gabriela Carneiro da Cunha e Eryk Rocha, será exibido na mostra Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2024.

A trama acompanha o importante ritual fúnebre, Reahu, que mobiliza a comunidade de Watorikɨ num esforço coletivo para segurar o céu, a partir do poderoso testemunho do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa. O documentário fala sobre a profunda conexão dos povos indígenas com a natureza e sua luta constante contra o desmatamento.

Bye Bye Brasil

Um restauração de Bye Bye Brasil (1970), dirigido por Carlos Diegues, será exibida na mostra Cannes Classics do Festival de Cannes 2024.

Em Bye Bye Brasil, Salomé (Betty Faria), Lorde Cigano (José Wilker) e Andorinha são três artistas ambulantes que cruzam o país juntamente com a Caravana Rolidei, fazendo espetáculos para o setor mais humilde da população brasileira e que ainda não tem acesso à televisão. A eles se juntam o sanfoneiro Ciço (Fábio Jr.) e sua esposa, Dasdô (Zaira Zambelli), e a Caravana cruza a Amazônia até chegar a Brasília.

Fonte: Adoro Cinema

PRÓXIMOS LANÇAMENTOS DA SESSÃO VITRINE PETROBRAS

PRÓXIMOS LANÇAMENTOS DA SESSÃO VITRINE PETROBRAS

Com lançamentos mensais e preços acessíveis, o projeto que voltou em novembro de 2023 se consolida a cada estreia
Nas últimas semanas, o filme PROPRIEDADE ficou no TOP 10 em uma plataforma de streaming deixando muita gente tensa e chocada: Agora imagina quem assistiu ao filme na telona? Em dezembro do ano passado, a SESSÃO VITRINE PETROBRAS ofereceu essa experiência única, Malu Galli dentro do carro, Clube da Esquina tocando suas músicas, as belezas e emoções nas férias de Alagoas em Sem Coração e tudo isso a preços acessíveis.

E dando continuidade a esse movimento de ver grandes filmes em grandes telas, em maio, é a vez da cópia restaurada digitalmente de A HORA DA ESTRELA. Que chega aos cinemas dia 16 de maio. O longa premiadíssimo de Suzana Amaral vai invadir os cinemas, após passar por um intenso processo de digitalização, acompanhado de uma restauração que usou de três materiais.

Débora Butruce, curadora, preservadora audiovisual e responsável pelos filmes de patrimônio do projeto, junto com a equipe do Laboratório, utilizou nesse trabalho os negativos originais imagem e de som do filme, além de uma cópia que estava na Centro Técnico Audiovisual como referência para a cor. O trabalho foi complexo e além desses materiais também foram utilizados outros dois materiais que foram os negativos de imagem e de som resultantes da restauração feita pelo CPCB (Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro), que foram utilizados para testes no scanner para avaliar qual respondia melhor ao processo final da restauração do longa.

O filme acompanha a jovem Macabéa, uma nordestina datilógrafa que encontra um namorado em São Paulo e sonha com a felicidade.

No mês do orgulho, para celebrar e promover reflexões sobre a data, a SESSÃO VITRINE PETROBRAS traz o também premiado TUDO QUE VOCÊ PODIA SER, de Ricardo Alves Jr, que chega aos cinemas no dia 20 de junho. O longa-metragem protagonizado por Aisha Brunno, Bramma Bremmer, Igui Leal e Will Soares transita entre a ficção e o documentário, celebrando a amizade e a existência de vidas LGBTQIAP+ num retrato afetuoso da família que se escolhe em meio a desafios e sonhos.
NOVIDADES:

Em Julho, a SESSÃO VITRINE PETROBRAS vai lançar a animação TECA E TUTI: UMA NOITE NA BIBLIOTECA. Produzido no interior de São Paulo, o longa levou mais de uma década para ficar pronto. O filme acompanha Teca, uma traça que, depois de aprender a ler, desiste de devorar livros. Com seu fiel ácaro de estimação, Tuti, a dupla parte para uma biblioteca em busca de resolver um mistério e viver uma grande aventura.
Com direção de Diego M. Doimo, Eduardo Perdido e Tiago MAL, a maior parte da animação foi feita em stop motion, técnica na qual tudo acontece através de sequências de fotografias, usando bonecos articulados em cenários construídos e montados dentro de um estúdio, como um verdadeiro set de filmagens em miniatura. 

As canções e trilha sonora original foram criadas por Hélio Ziskind, conhecido pelos trabalhos nas séries “Cocoricó” e “Ratimbum”, ao lado do músico Ivan Rocha.

TECA E TUTI: UMA NOITE NA BIBLIOTECA é produzido pela Rocambole Produções, criada por ex-alunos do curso de Imagem e Som da UFSCar. O filme tem, como principais patrocinadores, a Petrobras, o BNDES e a SABESP, por meio de seleção em editais públicos. As exibições a partir de junho fazem parte do pré-lançamento e das contrapartidas do projeto, que inicia carreira agora em festivais e exibições em salas de cinema.

Em breve será divulgado o filme de agosto, assim como os outros longas, o filme promete! Podemos adiantar que é um dos filmes brasileiros mais esperados do ano; dirigido por uma grande cineasta contemporânea e esteve em um dos principais Festivais de cinema do mundo.

Sobre A HORA DA ESTRELA

Sinopse: Macabéa é uma mulher nordestina que mal tem consciência de existir. Depois de perder uma velha tia, seu único elo com o mundo, ela viaja para o Rio de Janeiro, onde aluga um quarto, se emprega como datilógrafa e gasta suas horas ouvindo a Rádio Relógio. Apaixona-se, então, por Olímpico de Jesus, um metalúrgico nordestino, que logo a trai com uma colega de trabalho. Desesperada, Macabéa consulta uma cartomante que lhe prevê um futuro luminoso diferente do que a espera.

Ficha técnica
Direção: 
Suzana Amaral
Roteiro: Suzana Amaral e Alfredo Oroz
Baseado no romance homônimo de Clarice Lispector
Produção Artística: Assunção Hernandes
País: Brasil
Ano: 1985
Duração: 96 minutos
Classificação: A confirmar
Distribuição: Sessão Vitrine Petrobras
Elenco: Marcélia Cartaxo, Tamara Taxman, Fernanda Montenegro, Umberto Magnani, José Dumont e Marcus Vinicius

Sobre Suzana Amaral

Suzana Amaral foi uma grande cineasta e roteirista brasileira. Conhecida por seu trabalho em A Hora da Estrela, pelo qual venceu dois prêmios no Festival de Berlim, ela já acumulou duas indicações ao Grande Otelo, ambas na categoria de melhor roteiro adaptado, por Uma Vida em Segredo e Hotel Atlântico. A diretora faleceu em junho de 2020.

Sobre TUDO O QUE PODIA SER

Sinopse
Aisha está de partida e atravessa um dia especial na companhia das melhores amigas, Igui, Bramma e Willa. Entre risos e lágrimas, confissões e encontros afetuosos, é hora de celebrar até o limite, quando o nascer do sol se irradia sobre a beleza tocante e sincera dessa amizade. Borrando os limites entre o real e o ficcional, TUDO O QUE VOCÊ PODIA SER é um retrato autêntico da mais plena liberdade queer. Pelo olhar das personagens, viajamos pela experiência sensível, brilhante, de corpos dissidentes que nos tocam pelo reconhecimento do que nos torna melhores, humanos: o amor, os laços de amizade, a alegria de ser o que se é.

Ficha Técnica
Direção: Ricardo Alves Jr. 
Roteiro: Germano Melo
Elenco: Aisha Brunno, Bramma Bremmer, Igui Leal e Will Soares 
Participações Especiais: Docy Moreira, Renata Rocha e Sitaram Custódio
Direção de Fotografia: Ciro Thielmann 
Produção: Julia Alves 
Direção de Produção: Nina Bittencourt 
Direção de Arte: Luiza Palhares 
Figurino: Luiza Palhares e Luiz Dias 
Montagem: Lorena Ortiz 
Som Direto: Fabricio Lins 
Trilha Sonora: Barulhista
Canção-tema: Coral

Sobre RICARDO ALVES JR. 
Ricardo Alves Jr. é diretor de cinema e teatro. É fundador da produtora EntreFilmes. Seus trabalhos se caracterizam pela hibridez de linguagens em busca de construções de atmosferas e universos particulares. Seus filmes foram exibidos em diversos festivais internacionais (Berlinale Short, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Locarno, Roterdã, Oberhausen, Havana). “Elon Não Acredita na Morte” é seu primeiro longa-metragem e teve estreia nacional no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Sua estreia internacional aconteceu no Macao Film Festival & Awards, na China, sucedida da estreia europeia no Festival de Rotterdam, em 2017. A estreia ibero-americana aconteceu no Festival de Cartagena, na Colômbia. O filme também foi exibido no IndieLisboa, em Portugal; no FICUNAM, no México; e no BAFICI, em Buenos Aires. Em abril de 2017, estreou comercialmente nas salas de cinema brasileiras, distribuído pela Vitrine Filmes e, em abril de 2019, o filme entrou no catálogo da Netflix. Em 2022, lançou o documentário “Quem Tem Medo?”, co-dirigido com Dellani Lima e Henrique Zanoni, que foi exibido nos festivais: Tudo é Verdade, DocLisboa e DocMéxico. No teatro, dirigiu diversos espetáculos, entre eles “Cine Splendid”, projeto contemplado pelo fundo Iberescena, sendo apresentado no festival MIRADA, e “Eclipse Solar”, do Grupo Quartatela, apresentado no FIT-BH. Seu último trabalho no teatro é o espetáculo “Tragédia” com o grupo QuatrolosCinco, indicado ao 6º Prêmio Copasa/Sinparc de Artes Cênicas: Melhor espetáculo, texto, ator e atriz, que realizou temporada no Sesc Vila Mariana em São Paulo e foi selecionado para mostra oficial do Festival de Teatro de Curitiba 2023. 

Sobre o Patrocínio | PETROBRAS

A Petrobras é uma empresa que tem como parte de sua história o apoio contínuo à Cultura, iniciado há mais de 40 anos. O Programa Petrobras Cultural contribui ativamente para o desenvolvimento do setor, por meio de seleções públicas e projetos convidados, mantendo presença e diálogo com a sociedade. Nessa trajetória, a retomada da parceria com o projeto Sessão Vitrine Petrobras marca uma nova fase do Programa, de apoio a grandes projetos. Além da Sessão Vitrine, a empresa está também presente no segmento audiovisual em projetos como a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na Mostra de Cinema de Gostoso no Rio Grande do Norte e no Festival de Cinema de Vitória. Em fevereiro foi lançado o Programa Petrobras Cultural – Novos Eixos, tornando o Programa mais robusto e atualizado quanto às dinâmicas do setor e de nossa sociedade.

Sobre a SESSÃO VITRINE PETROBRAS

A Sessão Vitrine é um projeto inovador de distribuição coletiva de filmes brasileiros. Com um lançamento mensal, seu principal objetivo é a formação de público, promovendo a democratização do cinema nacional. Com ingressos a preços reduzidos, a Sessão Vitrine já alcançou 250 mil espectadores nos cinemas e conquistou diversos prêmios no Brasil. Possui uma rede de cinemas parceiros com mais de 20 cidades em, pelo menos, 15 estados e, através das plataformas digitais. A curadoria da Sessão Vitrine Petrobras é feita pela criadora do projeto e da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, em parceria com a curadora Talita Arruda e Débora Butruce, esta responsável pelos filmes de patrimônio. A proposta curatorial do projeto é feita priorizando filmes brasileiros e coproduções internacionais que despertem interesse no público, seja pela inovação do seu processo criativo, pelo seu viés autoral ou pela sua qualidade e originalidade ao se posicionar propositadamente diante de aspectos da nossa cultura. A escolha dos filmes visa também abraçar temáticas, gêneros e propostas estéticas diferentes e produções de diversos estados brasileiros, proporcionando uma programação diversificada para o público em geral. Segundo Silvia Cruz, “depois de seis anos, a Petrobras volta a adotar a Sessão Vitrine. Isso representa a retomada do olhar das políticas públicas para a cultura brasileira. É um indício de um novo capítulo do cinema brasileiro representado pela Sessão Vitrine, um catalisador da diversidade formal e temática do cinema feito no Brasil”.

CINEMA DO BRASIL PARTICIPARÁ DE CANNES 2024 COM ESTANDE E DELEGAÇÃO

CINEMA DO BRASIL PARTICIPARÁ DE CANNES 2024 COM ESTANDE E DELEGAÇÃO

Criado há quase duas décadas, Programa renovou convênio com a ApexBrasil por mais dois anos
Criado e gerido pelo SIAESP – Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo em 2006, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o CINEMA DO BRASIL é o Programa de Promoção e Internacionalização do Cinema Nacional que tem como objetivos incentivar a participação de produtores e distribuidores brasileiros nos mercados internacionais, estimular o networking e promover os filmes brasileiros nos festivais internacionais. O programa conta hoje com 94 empresas associadas, entre produtoras, distribuidores e festivais. 

No festival de Cannes deste ano, o CINEMA DO BRASIL apoiará o cinema nacional com três títulos brasileiros nas mostras oficiais, além da participação no mercado de filmes. Motel Destino, de Karim Aïnouz, produzido pela Gullane, participa da competição principal do evento e concorre à Palma de Ouro. O longa, que tem no elenco Fábio Assunção e os estreantes Nataly Rocha e Iago Xavier, se passa num Brasil pós-pandemia e foi todo filmado no Ceará.
O segundo título é Baby, de Marcelo Caetano, produzido pela Cup Filmes, que foi selecionado para a Semana da Crítica do Festival. O filme tem como protagonista um jovem que acaba de sair de uma instituição carcerária para menores de idade. Morando na rua, ele conhece um homem com quem começa um caso romântico turbulento.
O terceiro destaque é o curta-metragem Amarela, de André Hayato Saito, produzido pela MyMama Entertainment que concorre à Palma de Ouro. O filme acompanha Erika Oguihara (Melissa Uehara), uma adolescente nipo-brasileira que rejeita as tradições de sua família japonesa e está ansiosa para comemorar um título mundial de futebol pelo Brasil em 1998.

Em Cannes 2024, além dos filmes, o CINEMA DO BRASIL participará do Marché du Film com um estande. O espaço é utilizado pela equipe e pelos associados para reuniões de negócios e promoção de eventos de networking. É, também, referência para os profissionais estrangeiros que buscam informações sobre filmes, projetos e profissionais brasileiros. Há 18 anos, o Programa mantém ininterruptamente esse estande nas edições do Festival. 

A equipe do Cinema do Brasil organiza uma agenda de eventos durante o Marché du Film com o objetivo de estimular a conexão entre a delegação brasileira e os atores internacionais. Essa agenda inclui encontros de coprodução, conversas com Fundos e festivais internacionais.

E, por fim, há um catálogo específico, elaborado pelo Cinema do Brasil com os filmes e projetos que as empresas brasileiras estão levando para o Marché du Film. Com divulgação feita no estande, site e redes sociais do Programa, o catálogo também é encaminhado para o mailing internacional, composto por Festivais, Sales Agents, Distribuidores e instituições parceiras, sempre visando novos negócios.

A participação em Cannes conta com a parceria do Programa de Apoio à internacionalização da economia criativa do Estado São Paulo (CreativeSP), da Spcine e da Rio Filme. Além de uma delegação de cerca de 50 empresas, entre produtoras, distribuidoras e festivais e mais de 60 profissionais. Para preparar melhor os produtores para o mercado, uma consultora internacional prepara uma capacitação sobre o evento. 

Desde a criação do CINEMA DO BRASIL, o número de coproduções oficiais realizadas cresceu gradativamente até atingir algo próximo a 30 coproduções oficiais por ano. A presença de filmes brasileiros em festivais internacionais também aumentou fortemente, com filmes selecionados para os maiores festivais – Berlim, Cannes, Locarno, Veneza e San Sebastian no mesmo ano!- além de diversos outros festivais. Consequentemente, as premiações e geração de negócios também aumentaram.

Em Cannes 2023, a presença do Brasil contou com uma delegação com 57 produtoras, agentes de vendas e distribuidores brasileiros. O CINEMA DO BRASIL organizou a missão governamental com representantes da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, SPCine, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, InvestSP e a ApexBrasil. As empresas brasileiras presentes realizaram 783 reuniões com mais de 60 países, gerando em negócios o equivalente a 18 milhões de reais. Para os 12 meses após o festival, previu-se a geração de 45 milhões de dólares em negócios decorrentes de contatos realizados no Marché du Film.

SOBRE A APEXBRASIL

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.
A METADE DE NÓS ESTREIA NOS CINEMAS EM 30 DE MAIO

A METADE DE NÓS ESTREIA NOS CINEMAS EM 30 DE MAIO

Longa propõe um olhar para a vida após a perda de um filho. Confira o cartaz recém divulgado.

“A Metade de Nós”, de Flavio Botelho, já tem data de estreia. O longa, produzido pela Gullane, em coprodução com a Trailer Filmes, Clementina e produção associada do Canal Brasil, tem investimento da Spcine e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e ganhou o Prêmio do Público como melhor filme de ficção brasileiro na 47a Mostra internacional de Cinema de São Paulo. Com distribuição da Pandora Filmes, a obra chega aos cinemas no dia 30 de maio.

Em A METADE DE NÓS, Francisca e Carlos perdem o único filho por suicídio. Enquanto a mãe, assombrada pela culpa, se dedica a desvendar o enigma do suicídio, o pai se aliena na vida do filho morto e se muda para a casa dele.

O projeto, inspirado numa experiência pessoal do diretor, começou a tomar forma em dezembro de 2014, com o argumento inicial. Depois disso, Flavio Botelho e o outro roteirista, Bruno H Castro, contaram com a colaboração de Daniela Capelato e dos consultores de roteiro Miguel Machalski e Gualberto Ferrari, até chegarem ao oitavo tratamento do texto, ponto no qual começou a ser filmado.

A minha irmã se suicidou em 2007 e quis falar sobre isso, sobre como lidei com essa perda e sobre quão doloroso foi esse processo. Decidi falar por meio de um casal sexagenário, uma mãe e um pai que representam tantos outros, inclusive os meus, nessa longa caminhada do luto”, conta Botelho. “O tema suicídio precisa ser falado. É uma das principais causas de morte entre os jovens no Brasil. Fizemos uma pesquisa extensa sobre o tema, para mergulhar no universo dos protagonistas”, completa.

Antes do início das filmagens, o ensaio com os atores durou três meses para a construção dos personagens. “Todo esse ensaio, inédito pra mim no cinema, faz uma diferença enorme, chegamos no set de outra forma. A intimidade que se formou entre nós três e a bagagem que trouxemos refletem nas filmagens”, comenta a atriz Denise Weinberg, que vive Francisca. Para o ator Cacá Amaral, que interpreta Carlos, “com esse processo de trabalho que realizamos, com os meses de ensaio, tudo fica mais rico, pois são personagens que foram criados em conjunto”.

A sensação de chegar no primeiro dia de filmagem com um elenco super afinado, uma equipe extraordinária e um plano de filmagem preciso nos trouxe uma segurança e um sentimento de colaboração maravilhoso. Estamos todos juntos contando essa história”, explica o diretor.

O cartaz do filme, agora divulgado, é um resultado do trabalho dos artistas Wanatta e Robert Frank: “Convidamos esses grandes artistas na criação do cartaz para trazerem uma visão autoral nessa peça que chega ao público antes mesmo que o próprio filme”, diz Flavio. 

O longa já ganhou alguns prêmios na temporada de festivais no último ano. Entre eles, cabe destacar também a Menção Honrosa recebida no Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade. Os atores Cacá Amaral e Denise Weinberg comentaram ao receber o Prêmio que “o filme é sobre a alma humana, que fala de pessoas comuns, não importando de que gênero elas são; é maior que isso, fala das perdas e danos de uma família, como qualquer outra, que teve um de seus membros decepado pela depressão, pela tristeza de viver, pela intoxicação de ‘tarjas pretas’, por múltiplos motivos, hoje em percentual ascendente, estão fazendo os jovens se suicidarem. Um tema que precisa ser falado sem tabus, sem preconceitos, e que está gritando na nossa frente, pedindo socorro. Não sei o que podemos fazer, mas, como artistas neste país, é uma obrigação falarmos sobre esses temas e outros tão graves que afetam nossa sociedade, a ponto de provocar feridas profundas, e que muitas vezes guardamos, por ‘vergonha’ de mostrar que somos frágeis, vulneráveis e impotentes diante de tanta falta de humanidade, de amor, de empatia, de compreensão, que assola o nosso planeta”.

Sinopse
Francisca e Carlos lutam para se adaptar à nova realidade após o suicídio do único filho, Felipe. Mergulhados em fantasias, medos e melancolia, cada um a seu modo vivencia experiências radicais. Carlos se muda para o antigo apartamento de Felipe, alienando-se na vida do filho morto. Já Francisca, assombrada pela culpa, dedica-se a desvendar o enigma do suicídio.

Prêmios em festivais:
Prêmio do Público de melhor longa-metragem brasileiro na 47º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2023;
Menção honrosa para o elenco no 31º Festival Mix Brasil, em 2023;
Cacá Amaral foi escolhido como melhor ator no 26° Festival Internacional de Cine de Punta del Este, em 2024.

Sobre o diretor
Flavio Botelho é formado em Direito pela PUC de São Paulo, fez cursos de cinema em diversas instituições, entre elas na EICTV – Cuba e na Universidade de São Paulo. É diretor, roteirista e produtor. “A Metade de Nós” é o seu primeiro longa-metragem como roteirista e diretor. O filme, uma produção da Gullane em coprodução com a Trailer Filmes e a Clementina, ganhou o prêmio de melhor longa brasileiro, eleito pelo público, na 47ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo. Flavio assina também a direção do premiado curta-metragem O Táxi de Escher, com o roteirista Aleksei Abib. Foi produtor executivo e assistente de direção dos longas-metragens de Carlos Nader: A Paixão de JL, Homem Comum e Pan-Cinema Permanente (vencedores no É Tudo Verdade nos anos de 2015, 2014 e 2008, respectivamente). Foi produtor delegado no filme Jean Charles (Henrique Goldman), a primeira coprodução entre Brasil e Reino Unido. Fez o desenho de produção do longa-metragem As Duas Irenes (Fabio Meira). Foi consultor do programa Histórias que Ficam realizado pela Fundação CSN (2015/2106).

Sobre a Gullane

Em 1996, os irmãos Caio e Fabiano Gullane fundaram a Gullane, hoje somando mais de 40 filmes com destaque no Brasil e no exterior, 25 séries de televisão, inúmeros especiais e documentários. “Carandiru”, “Bicho de sete cabeças”, “O ano em que meus pais saíram de férias”; a franquia “Até que a sorte nos separe”; “Que horas ela volta?”, “Como nossos pais”, “Bingo, O rei das manhãs”; as séries “Alice” (HBO), “Unidade Básica” (Universal) e “Carcereiros” (TV Globo) são algumas das obras realizadas pela Gullane nos últimos anos. Uma produtora ativa no crescimento do audiovisual brasileiro que compõe seus projetos com os melhores talentos e parceiros do entretenimento. Sua capacidade e empenho em todas as etapas de realização a garantiu importantes coproduções internacionais e a comercialização de suas obras para mais de mais de 60 países, levando a identidade do cinema nacional mundo afora.

Caracterizada por sensibilizar e movimentar reflexões através de suas histórias a Gullane já acumulou mais de 500 prêmios e nomeações em sua carreira, além de ter seus projetos reconhecidos nas seleções oficiais dos festivais mais importantes do mundo como: Oscar, Cannes, Berlim, Sundance, Toronto, Veneza e o prêmio Emmy.

Sobre a Trailer Filmes
A Trailer Filmes foi fundada em 2008 pelo diretor, roteirista e produtor Flavio Botelho, pela roteirista Iana Paro e pelo editor Leopoldo Nakata. É uma produtora que tem em seu currículo longas, médias e curtas-metragens, ficção e documentários, programas de televisão, vídeoinstalações para museus e exposições, entre outros. Recentemente coproduziu o longa-metragem “A Metade de Nós”, com produção da Gullane e coprodução da Clementina. Coproduziu também o premiado curta-metragem O TÁXI DE ESCHER. O principal objetivo da produtora é dar suporte ao cinema independente, original, relevante e que tenha potencial para estabelecer diálogo com o público.

Sobre o Canal Brasil

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 365 longas-metragens coproduzidos. No ar há mais de duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

Sobre a Pandora Filmes 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 35 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de longas-metragens no Brasil, revelando cineastas outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos dos últimos anos incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional; “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes; “Parasita”, de Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro e do Oscar; o tunisiano “O Homem que Vendeu Sua Pele”, de Kaouther Ben Hania, e “A Felicidade das Pequenas Coisas”, uma grande surpresa do cinema do Butão, ambos indicados ao Oscar de Melhor Filme Internacional; “Apocalypse Now: Final Cut”, a obra-prima de Francis Ford Coppola; “Roda do Destino”, de Ryusuke Hamaguchi, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim; mais os brasileiros “Deserto Particular”, de Aly Muritiba, e “Uma Família Feliz”, de José Eduardo Belmonte, dois grandes sucessos aclamados pela crítica.