‘NEW LIFE S.A.’ estreia nas plataformas digitais a partir de 18/02

‘NEW LIFE S.A.’ estreia nas plataformas digitais a partir de 18/02

O longa-metragem usa o surrealismo para retratar como a especulação imobiliária potencializa as desigualdades sociais

NEW LIFE S.A., de André Carvalheira, estreia nas plataformas Net Now, VivoPlay, Looke e SkyPlay no dia 18 de fevereiro.

Sobre o Filme

Um novo condomínio residencial em Brasília promete resgatar os ideais de uma nova sociedade que servirá de base à uma refundação da capital. Porém, a utopia se choca com a realidade diante de um sistema corrompido, que tem como objetivo central o lucro acima de qualquer custo.  

Esta é a narrativa do longa-metragem brasiliense NEW LIFE S.A., que foi lançado em festivais em 2019, durante o 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e na Mostra Oficial e na Mostra Brasília.

A obra, realizada pela produtora Machado Filmes (T-Bone Açougue Cultural, Plano B e Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa), foi dirigida pelo estreante pernambucano-brasiliense André Carvalheira e tem o roteiro assinado por Aurélio Aragão. 

NEW LIFE S.A. apresenta a história de Augusto, um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília, onde seus habitantes viveriam uma nova vida. O lugar deveria contemplar as virtudes de um homem renovado. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor.  

Segundo o diretor André Carvalheira a ideia do filme veio de uma inquietação com a estrutura social, uma vontade de falar disso a partir de uma percepção do absurdo que é. E não a toa o filme é rodado na cidade de Brasília, “Brasília nasceu de uma utopia urbanística e arquitetônica que foi se desvirtuando. Tornando distantes a utopia e a realidade. Assim como acontece na obra em torno da qual gira o filme“, diz Carvalheira.  

A trama tem como objetivo abordar a questão ética, que é posta em xeque em prol do lucro a qualquer custo. Partindo do canteiro de obra e do entorno do condomínio, o filme revela a falta de escrúpulos dos personagens, em meio a um sistema já corroído pela corrupção. Para isso, o filme aposta no tom sarcástico e contemplativo da narrativa, sem apresentar respostas nem saídas morais para a situação. Trata-se de um mergulho nas sombras da burocracia, para que se observe a atual condição social do ambiente apresentado.  

No elenco estão presentes os atores Renan Rovida, Wellington Abreu, Murilo Grossi, André Deca, Catarina Accioly, Fernanda Rocha, Bianca Terraza, Larissa Mauro, Edu Moraes, Rodrigo Lelis, Marcelo Pelucio, Vanise Carneiro, João Rafael, Sergio Sartório, Juliano Coacci, Leandro Coelho, Karina Cardoso, Maria Stella, Mariah Praia, Ana França, Jessica Cardoso, Rômulo Augusto, Edmilson Braga, Marcio Rodrigues e Davi Luca. 

NEW LIFE S.A. foi desenvolvido e produzido com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal FAC-DF

Sinopse: 

“New Life S/A” conta a história de Augusto, um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília no qual seus habitantes viveriam um novo tipo de vida. O lugar deveria contemplar as virtudes de um homem renovado. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor.

Augusto se choca com a realidade ao seu redor.


FICHA TÉCNICA: 

NEW LIFE S.A.  
Direção: André Carvalheira 
Produção executiva: Alisson Machado 
Roteiro: Aurélio Aragão 
Fotografia: Krishna Schmidt 
Montagem: Marcius Barbieri 
Direção de arte: Maíra Carvalho 
Desenho de som: Olívia Hernandez 
Trilha sonora: Luiz Olivieri 
Produtora: Machado Filmes 
Ano: 2018 
Duração: 79 minutos 
Gênero: ficção, drama 
Classificação indicativa: 14 anos 
Distribuição: Pandora Filmes 

Sobre o Diretor 

André Carvalheira: iniciou no cinema em 1996 como assistente de câmera. Atua no audiovisual como diretor e diretor de fotografia. Formou-se em cinema pela ESEC – Paris, França (Escola Superior de Estudos Cinematográficos) e titulou-se mestre em cinema pela Universidade de Brasília. Foi responsável pela fotografia de curtas, longas-metragens, séries e documentários para TV. Dirigiu os curtas-metragens Instante, A Dança da Espera, Toda Brisa, Dia de Folga e Um Certo Esquecimento.  

Sobre a Produtora 

A Machado Filmes foi criada em 2010 com o objetivo desenvolver conteúdos autorais independentes, voltados para transformação, que reflitam arte, cultura e sociedade. Movida pela vontade de contar boas histórias, debater narrativas e pensar a linguagem audiovisual, a cada ano revela novos talentos e amplia seu portfólio com criação e gestão de projetos audiovisuais. Em 2013 lançou três longas-metragens: T-Bone, Plano  B, Melhor Montagem e Melhor Longa e Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa, Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília. Em 2014 o doc Indio Cidadão? Toféu Jesco Von Puttkamer FICA 2015. Nesse mesmo ano, lançou os documentários  Índios no Poder, finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e “Ninguém Nasce no Paraíso”, Melhor Curta Júri Popular na Mostra Brasília do 48º Festival de Brasília, filme integrante da 10ª Mostra Direitos Humanos no Mundo. Em 2018, lançou o longa-metragem New Life S.A. prêmios de Melhor filme e Melhor Ator na Mostra Brasília 51º  Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e o curta-metragem Riscados Pela Memória premiado no 51º  Festival de Brasília (Melhor som), que participou de mais de 50 festivais no Brasil e no exterior, levando mais de vinte prêmios. 

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida. 

“Christabel” chega aos cinemas dia 25 de fevereiro e ganha trailer oficial

“Christabel” chega aos cinemas dia 25 de fevereiro e ganha trailer oficial

Poético. Sensual. Misterioso. Assim pode ser definido “Christabel”, romance dirigido por Alex Levy-Heller (“Jovens Polacas“ e “O Relógio do Meu Avô”), que chega aos cinemas no dia 25 de fevereiro. O filme traz uma atmosfera de mistério em uma narrativa inspirada no clássico poema vampírico homônimo escrito no século XVIII pelo britânico Samuel Taylor Coleridge (1772-1834). Com produção da Alelo Filmes e distribuição da Pipa Pictures, o longa traz no elenco principal os atores Milla Fernandez, Lorena Castanheira e Julio Adrião.

ASSISTA AO TRAILER

“Preservar o aspecto lúdico e poético da obra no filme foi a minha principal preocupação. O tempo, o ritmo, o tom, a fotografia, foram pensados no intuito de fazer a poesia emergir através das imagens. No poema encontramos temas que, apesar de expostos em 1816 quando foi publicado, ainda hoje soam polêmicos e geram importantes debates. Christabel prova-se incrivelmente atual e merecedor de uma adaptação para o cinema”, afirma o diretor.

Nesta livre adaptação da obra de Coleridge, ao invés da Inglaterra do séc XVIII, a história se passa no coração do Brasil atual; o castelo do Barão é agora um lar humilde no Cerrado; O Barão é um pobre trabalhador rural, Seu Leonel (Julio Adrião), que vive com sua filha, a jovem e bela Christabel (Milla Fernandez). A personagem Geraldine (Lorena Castanheira) aparece como uma mulher misteriosa, livre e independente que abala as relações e estruturas pré-estabelecidas que pesam sobre Christabel e seu pai.

A chegada de Geraldine afeta drasticamente a dinâmica da casa numa triangulação de relações onde tanto Christabel quanto seu pai são influenciados por ela. Seu Leonel, o típico homem da roça, acostumado com a dureza e amargura da vida vê em Geraldine uma ameaça a estrutura patriarcal a qual se sente confortável, ao mesmo tempo em que é seduzido pelos encantos da bela mulher. Já Christabel é atraída não somente pela áurea refletida por Geraldine, mas também por suas ideias de liberdade, independência e de uma nova posição da mulher na sociedade.

Geraldine mexe com os instintos da inocente Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições.

Christabel é convidada a adentrar um mundo a qual ela desconhecia e que acreditava não poder fazer parte. Os sentimentos de paixão e liberdade florescem nos gestos, toques e olhares entre as duas mulheres, experiências jamais vivenciadas por ela. “Christabel” é um filme poético e sensual, que caminha pelo romance gótico e pelo cinema fantástico.

Coleridge não chegou a finalizar sua obra, o poema é inacabado. Coube ao diretor e roteirista do filme criar um final próprio, num exercício de imaginação de como o poeta teria escrito.

“Os anseios da jovem Christabel coadunam aos desejos da misteriosa Geraldine. A relação entre as duas mulheres é a essência do filme. O elemento fantástico apenas torna a obra ainda mais sedutora”, diz Alex Levy-Heller.

SINOPSE

Um novo olhar para o poema vampírico “Christabel” (1816), de Samuel Taylor Coleridge. Filha única de um trabalhador rural, Christabel encontra Geraldine, uma mulher misteriosa, que diz ter sido atacada por homens e precisa de ajuda. Em sua inocência e pureza, Christabel acolhe Geraldine na casa de seu pai. A partir de então, as duas protagonistas se relacionam de maneira que Geraldine passa a ter grande influência sobre Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições, mas trazendo um sentimento de paixão e liberdade jamais vivenciados por ela.

Romance, Ficção – Brasil, 2018. 112 minutos.

Festivais e Prêmios

XXII Cine PE (Recife, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri da Crítica)

36° Reeling Chicago (EUA, 2018) – Seleção Oficial

Santo Domingo Outfest (Dominican Rep., 2018) – Seleção Oficial

Omovies (Naples, Italy, 2018) – Seleção Oficial

Serile Filmului LGBT (Cluj, Romania, 2018) – Seleção Oficial

Rio Fantastik (Rio, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri Popular)

Crash International Fantastic Festival (Goiania, Brasil, 2018) – Seleção Oficial

5° Caruaru Iberoamerican Film Festival (Caruaru, Brasil) – Melhor Fotografia

Festival de Cinema de Petrópolis (Brasil, 2019)

42° Festival Guarnicê de Cinema – Mostra Política (Brasil, 2019)

Mostra MacaBRo (Brasil, 2020)

Poema original: Christabel, by Samuel Taylor Coleridge

https://www.poetryfoundation.org/poems/43971/christabel

Site: https://www.christabelmovie.com/

Facebook:  https://www.facebook.com/christabelfilme

Ficha técnica:

Elenco: Milla Fernandez, Lorena Castanheira, Julio Adrião, Nill Marcondes, Alexandre Rodrigues e Camila Mollica

Direção e roteiro: Alex Levy-Heller

Produção: Lorena Castanheira, Marcelo Pedrazzi, Rodolf Mikel, Alexandre Rocha e Alex Levy-Heller

Direção de Fotografia: Vinicius Berger

Direção de Arte: Deborah Levy Epstein

Mixagem de Áudio: Gabriel Pinheiro

Produção de Elenco: Vanessa Veiga

Finalização: Afinal Filmes

Distribuição: Pipa Pictures

Sobre a Alelo Filmes

A Alelo Filmes é uma produtora de conteúdo audiovisual com foco em TV e cinema, fundada em 2014, pela atriz e produtora Lorena Castanheira. Em pouco tempo a Alelo Filmes vem se solidificando como uma das produtoras mais ativas do Rio de Janeiro, com a realização de vários projetos entre séries, filmes e produção de Festivais de Cinema.

Entre os filmes produzidos estão o documentário “Macaco Tião – O Candidato do Povo” e o longa “Christabel”, ambos do diretor Alex Levy-Heller, e “Visceral”, de Thomas Vannucci com lançamento previsto para 2021. A Alelo Filmes produziu a série de variedades, “Harmonizando com Cerveja”, no ar pelo canal Travel Box Brasil, “Por Um Lugar ao Sol” e “Cinema Sem Fronteiras”. Desde de 2011 realiza o Festival du Film Bresilien – Luxembourg, levando cinema brasileiro ao publico luxemburgues, até sua última edição em 2018.

Sobre a Pipa Pictures

A Pipa Pictures é uma empresa de distribuição com sede no Rio de Janeiro com mais de 15 anos de mercado lançando filmes Brasileiros. Os Filmes distribuídos pela Pipa são frequentemente premiados em festivais e aclamados pela crítica. 

Recentemente, a empresa passou por uma reformulação, mudando sua identidade visual e logomarca, visando também o público internacional e somando à seu line up projetos com mais apelo comercial que possibilitem grandes bilheterias, sem abandonar os filmes de relevancia artística e independentes e o publico de nicho. 

 Esta nova visão consolidou novas parcerias em projetos audiovisuais, com destaque para: “Lima Barreto, ao Terceiro Dia” com direção de Luiz Pilar e coprodução com a Globo Filmes; “Um Dia Qualquer” dirigido por Pedro Von Kruger, com produção da Elixir Entretenimento e Canal Space; “Intruso”, de Paulo Fontenelle, numa parceria de produção do Canal Imaginário e Canal Brasil; “Jovens Polacas” e “Christabel” ambos de Alex Levy-Heller, produzido pela Afinal Filmes e Alelo Filmes, entre outros.

“Um Tio Quase Perfeito 2”, com Marcus Majella, estreia nos cinemas no dia 7 de janeiro

“Um Tio Quase Perfeito 2”, com Marcus Majella, estreia nos cinemas no dia 7 de janeiro

Em clima de férias de verão, Um Tio Quase Perfeito 2 estreia nos cinemas de todo o país no dia 7 de janeiro. As distribuidoras H2O Films e a Sony Pictures lançam hoje o trailer oficial do filme, com as primeiras cenas divulgadas dessa divertida comédia para toda a família. O filme é estrelado por Marcus Majella, que está de volta como Tio Tony, o carismático personagem que conquistou o Brasil no primeiro filme da franquia.

Na história, Tony aparece mais maduro e responsável: deixou pra trás os trambiques e agora trabalha coordenando uma super colônia de férias. Mas ele perde completamente o juízo quando entra em cena o politicamente correto e todo certinho Beto (Danton Mello), namorado da irmã, Ângela (Leticia Isnard), e candidato a padrasto dos seus amados sobrinhos. O elenco conta com Ana Lúcia Torre, como Cecilia, mãe de Tony e Ângela, e com Eduardo Galvão, em um de seus últimos papeis. O ator, que também fez o primeiro longa da franquia, interpreta Gustavo, ex-marido de Ângela e pai das crianças.

Dirigido por Pedro Antônio, Um Tio Quase Perfeito 2 é produzido pela Arpoador Audiovisual e coproduzido pela  Sony Pictures, Globo Filmes, Telecine e Morena Filmes. A distribuição é da H2O Films e da Sony Pictures.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO TRAILER – https://youtu.be/3oAr2LBZxOY

#umtioquaseperfeito2
@marcusmajella
@dantonmello
@leticiaisnard
@arpoadorfilmes
@h2o.films
@globofilmes
@telecine
@sonypicturesbr

SINOPSE

Tio Tony (Marcus Majella) reina soberano no coração dos sobrinhos, Patricia (Julia Svacinna), Valentina (Sofia Barros) e João (João Barreto). Ele parece ter se regenerado da vida de trambiqueiro e vive em perfeita harmonia com a família até a chegada de Beto (Danton Mello), que rouba o coração da irmã, Ângela (Letícia Isnard), e, de quebra, encanta os pequenos. Com ciúmes desse intruso e inconformado, Tony  entra numa disputa com Beto e vai armar planos mirabolantes envolvendo os sobrinhos para tentar provar que o futuro cunhado não vale nada.

ELENCO | PERSONAGENS

Tio Tony – Marcus Majella

Beto – Danton Mello

Patrícia – Julia Svacina

João – João Barreto

Valentina – Soffia Monteiro

Rodrigo –  Fhelipe Gomes

Ângela –  Letícia Isnard

Cecilia – Ana Lucia Torre

Gustavo – Eduardo Galvão

FICHA TÉCNICA

Direção – Pedro Antonio
Diretora – Assistente Carolina Durão
Fotografia – Rodrigo Graciosa
Edição – Leonardo Gouvea
Trilha Sonora Original – Lucas Marcier e Fabiano Krieger
Direção de Arte – Dany Espinelli
Figurino – Elisa Faulhaber
Produção de Elenco – Marcela Altberg
Produção Executiva – Tathiana Mourão, UPEX
Direção de Produção – Samantha Queiroz
Maquiagem – Marina Beltrão
Som Direto – Marcel Costa
Edição de Som – Tomás Alem e Bernardo Uzeda
Mixagem – Rodrigo Noronha e Gustavo Loureiro

Produção de Finalização – Thiago Pimentel
Coprodução – Mariza Leão
Produtor Associado – Jorge Peregrino

Produção – Erica Iootty

Produção – Arpoador Audiovisual

Coprodução – Sony Pictures, Globo Filmes, Telecine e Morena Filmes

Distribuição – H2O Films e Sony Pictures

Premiado filme brasileiro ‘MACABRO’ estreia nas plataformas digitais

Premiado filme brasileiro ‘MACABRO’ estreia nas plataformas digitais

Dirigido por Marcos Prado, filme inspirado em um dos casos reais mais assustadores do Rio de Janeiro, conhecido como “Irmãos Necrófilos”, aborda temas como racismo, violência policial e feminicídio
Premiado no Brooklyn Film Festival, o filme brasileiro MACABRO, dirigido por Marcos Prado (Estamira), estreia nas plataformas Net Now, VivoPlay, Looke, Itunes, Microsoft e GooglePlay, a partir de 29 de dezembro. 

Sobre o Filme

MACABRO é inspirado na história real de Ibraihim e Henrique de Oliveira, os “Irmãos Necrófilos”, que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos de oito mulheres, um homem e uma criança, na Serra dos Órgãos, em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro. O filme teve estreia nacional durante a 42a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, foi exibido no Festival Internacional de Cinema do Rio e sua estreia internacionalmente foi na competição oficial do Festival de Austin no Texas e foi premiado como melhor filme, na categoria “Dark Matters” do Austin Film Festival. 

Os crimes narrados no filme foram amplamente noticiados na mídia nos anos 90, quando assassinatos em série cometidos por dois jovens irmãos negros, seguido de estupro, estavam acontecendo na região serrana, envoltos em lendas e histórias sobrenaturais, contadas pelos próprios moradores – uma comunidade de imigrantes suíços, extremamente religiosa e conservadora.

A captura dos “Irmãos Necrófilos” foi uma das missões mais longas e difíceis da história do BOPE. O filme adota esse ponto de vista, ao acompanhar o sargento Teo (Renato Goés), um jovem policial que nasceu na região e passa por uma crise profissional e ética, quando é resignado para voltar à sua cidade natal na busca pelos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. 

A ideia de fazer MACABRO surgiu em 2009, quando o diretor teve acesso a detalhes sobre o caso. Nessa época Prado foi procurado pelo advogado de Henrique, um dos irmãos que se encontrava preso, alegando que ele havia sido condenado injustamente – que não haviam provas contra Henrique, e que ele não havia participado dos crimes com o irmão Ibrahim.  

Como ter certeza de que Henrique havia ou não participado dos crimes? Como construir uma narrativa em que deixasse essa suspeita sem solução? Quais seriam as motivações para esses crimes tão bárbaros? Porque a maioria dos crimes foram feminicídios? “O que mais me chamou atenção nessa história, além das barbaridades dos crimes em série cometidos pelos ´irmãos necrófilos´” e as lendas criadas pelos locais, é que talvez Henrique tenha sido condenado injustamente a 49 anos de prisão. Eram muitas perguntas sem respostas e uma porção de camadas a serem exploradas”, comenta Prado, diretor de “Paraísos Artificiais”, “Estamira” e “Curumim” e produtor dos filmes “Tropa de Elite 1 e 2”.

O roteiro de MACABRO, escrito por Lucas Paraizo e Rita Gloria Curvo, é fruto de uma extensa pesquisa por parte dos roteiristas e do próprio diretor, em fóruns, processos, autos de julgamentos, entrevistas com moradores da região e com o próprio acusado, Henrique de Oliveira.  

MACABRO foi rodado numa região próxima onde os crimes aconteceram e que até hoje está na memória e no imaginário de quem vive naquela localidade. Mas, também fala sobre o racismo cotidiano de dois garotos, que viveram em um ambiente de constante violência doméstica, cresceram violentados, autossuficientes e que tiveram que aprender a viver na floresta, para fugir da bruta realidade a qual eram expostos dentro da própria família e da comunidade onde nasceram. 

Sinopse 

Macabro é um longa-metragem de ficção baseado na história real dos “Irmãos Necrófilos”, dois jovens irmãos que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos na Serra dos Órgãos. O thriller de suspense segue o sargento Teo em sua busca pelos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. Enquanto a população, a imprensa e a polícia local condenam os irmãos, Teo percebe que um deles pode ser inocente e que a sociedade local revela um padrão histórico de abuso racial, tendo o racismo como uma realidade tão violenta quanto os crimes em série.  

Ficha Técnica

Diretor – Marcos Prado Produtores – Marcos Prado, João Queiroz Filho e Justine Otondo 
Produtores Associados – José Alvarenga Jr. e Rodrigo Pimentel 
Produtoras Executivas – Justine Otondo e Mariana Bentes 
Elenco – Renato Góes, Amanda Grimaldi, Guilherme Ferraz, Diego Francisco, Eduardo Tomaz, Juliana Schalch, Flávio Bauraqui, Paulo Reis, João Pydd, Claudia Assunção, Osvaldo Mil, Thelmo Fernandes
Roteiristas – Lucas Paraizo e Rita Gloria Curvo 
Diretor de Fotografia – Azul Serra 
Montadores – Lucas Gonzaga e Quito Ribeiro 
Diretora de Arte – Ula Schliemann 
Figurinista – Ana Avelar 
Trilha Sonora Original – Plínio Profeta 
Editor de Som – Tomás Alem e Bernardo Uzeda 

Sobre o Diretor

Marcos Prado é sócio fundador da ZAZEN PRODUÇÕES e diretor de MACABRO (2019), O MECANISMO (2018) – ORIGINAL NETFLIX SERIES, PARAÍSOS ARTIFICIAIS (2010) e dos documentários CURUMIM (2016) e ESTAMIRA (2004), ganhador de diversos prêmios nos principais festivais de cinema do mundo. Como produtor, Marcos produziu TROPA DE ELITE 2 – O INIMIGO AGORA É OUTRO (2010), filme que levou mais de 11 milhões de pessoas ao cinema e TROPA DE ELITE, ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlin in 2008. Marcos também produziu vários outros premiados documentários como ÔNIBUS 174, GARAPA e SEGREDOS DA TRIBO. Atualmente está trabalhando na biografia do rapper Sabotage. 

Sobre a Zazen Produções 

Uma das mais premiadas produtoras de cinema do Brasil e responsável por MACABRO, PARAÍSOS ARTIFICIAIS, TROPA DE ELITE 2, filme brasileiro de maior público na história do cinema nacional, TROPA DE ELITE, vencedor do Urso de Ouro em 2008. Criada em 1997, a Zazen também produziu os documentários CURUMIM, SEGREDOS DA TRIBO, GARAPA, ESTAMIRA, documentário de maior público nos cinemas em 2006, ÔNIBUS 174, vencedor do Emmy Awards e OS CARVOEIROS. Reconhecida mundialmente pela alta qualidade de suas produções, a Zazen tem seus filmes distribuídos em cinema e TV para diversos países por empresas como Netflix, Globo, IM Global, Universal Pictures, Paramount Pictures, HBO, National Geographic, Arte France, BBC, NHK, ThinkFilm, Rio Filme, SIC Portugal, GNT, Canal Brasil, entre outras.Além de ter recebido diversos prêmios nos principais festivais nacionais, seus filmes representaram o Brasil em festivais internacionais como Festival Internacional de Berlim, Emmy Award (EUA), Sundance Film Festival (EUA), Karlovy Vary (Rep. Tcheca), Havana (Cuba), Festival Internacional de Documentário de Marseille (França), Direitos Humanos de Nuremberg (Alemanha), Festival Internacional de Rotterdam (Holanda), Festival Internacional de Documentários de Chicago (EUA), entre outros.

Sobre a Querosene Filmes 

A Querosene Filmes é formada pela união das experiências complementares de João Queiroz e Justine Otondo, que combinam a capacidade de captação de recursos e gestão financeira com a habilidade em produção executiva de projetos nacionais e internacionais. A equipe participa ativamente de todos os processos que envolvem a realização de um produto audiovisual, sempre em estreita cooperação com os talentos associados.Através de parcerias estabelecidas com grandes players do mercado como a FOX, Warner, Universal, Paris Filmes, Globo Filmes, a Querosene realiza produtos competitivos no mercado e de alta qualidade artística, tendo sido premiados em grandes festivais nacionais e internacionais, como Mostra Internacional de Cinema de São Paulo,  Festival Internacional de Guadalajara, Festival de Havana,  entre muitos outros. Em 11 anos de existência a Querosene produziu ou co-produziu 14 longa-metragens nacionais e internacionais, com filmagens em SP, Rio, Buenos Aires, Montevidéu, Tóquio, Cidade do México, entre outros. 

Sobre a Globo Filmes  

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar e Bacurau que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais. 

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho. Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida. 

“ALVORADA”, de Anna Muylaert e Lô Politi, tem Teaser divulgado

“ALVORADA”, de Anna Muylaert e Lô Politi, tem Teaser divulgado

Filme é um retrato intimista da presidente Dilma Rousseff, durante o período de reclusão no Palácio da Alvorada para enfrentar o processo de impeachment, que a destituiu do cargo




Com estreia apontada para o primeiro semestre de 2021 e selecionado para estrear mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Havana “ALVORADA”, novo filme das diretoras Anna Muylaert e Lô Politi, narra, com uma proximidade e intimidade sem precedentes, o dia a dia de um chefe de estado em sua residência oficial – a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Alvorada – no período mais tenso e dramático da história recente do Brasil: O processo de impeachment que acabou por afastar a primeira mulher eleita presidente do Brasil. 

ALVORADA”, foi filmado durante o período de julgamento do impeachment de Dilma Roussef em 2016, feito no calor da hora, em tom de urgência e emergência.  Cientes de que outros filmes já estavam sendo feitos sobre os fatos que se desenrolavam  no Congresso e na sociedade civil  (a maioria deles dirigidos por mulheres), as diretoras e equipe de “ALVORADA”, optaram por abrir a câmera exclusivamente no espaço fechado do Palácio residencial da presidente.  “Nossa ideia era registrar o movimento de todos os andares, como num microcosmos que de alguma forma, refletisse as consequências do golpe em cada setor de nossa estrutura social. “, diz Anna Muylaert, que completa, “O resultado acabou sendo surpreendente também para nós. O que vimos ali, além do melancólico epílogo de um período de governo popular, também e paradoxalmente, o fortalecimento de uma mulher, que embora estivesse sendo o alvo de todo o tipo de violência, não esmoreceu, nem tomou os acontecimentos contra ela de forma pessoal, sempre mantendo uma visão lúcida da história e ciente da onda de retrocesso que estava por vir e veio.”.  

Embora o veredito final demore a chegar, o filme mostra a aproximação do impeachment através dos corredores do palácio desenhado por Oscar Niemeyer, acompanhando o vai de vem de reuniões políticas, o dia a dia da cozinha, a troca de guardas, os sussurros, os telefonemas sem fim, uma tensão crescente da Presidente, dos funcionários, assessores e ex-ministros, perplexos e quase sem ação. “O mais impressionante para mim era o silêncio do palácio, aqueles espaços enormes, claros e arejados desenhados por Niemeyer, preenchidos por um silêncio denso, pesado – parecia que a nuvem negra que envolveria o país a partir do impeachment estava se formando ali, naquele momento, na frente da nossa câmara.”, diz Lô Politi.

E durante esse período, conforme os dias vão passando, o filme vai revelando aspectos inéditos da personalidade de Dilma, na medida em que retrata a Presidente em conversas informais sobre política, história, literatura e, principalmente, sobre si mesma. “ALVORADA” não é um documentário que se propõe a explicar detalhadamente todo o processo de impeachment, mas sim um filme que observa o lado humano deste processo de dentro da residência oficial da sua personagem principal. Como diz Anna Muylaert, “ALVORADA” não é apenas um documento sobre o golpe de 2016, mas principalmente sobre como a presença de uma mulher valente no topo de um sistema patriarcal pode ser perigosa para suas estruturas.”



Sinopse:

O filme narra de um ponto de vista íntimo, o dia a dia da Presidente Dilma Rousseff na sua residência oficial, o Palácio do Alvorada, enquanto aguardava o veredito de impeachment que acabou afastando a primeira mulher presidenta do Brasil.  Retratando os corredores do palácio desenhado por Oscar Niemeyer, vemos o vai de vem de reuniões políticas, o dia a dia da cozinha, a troca de guardas, sussurros e telefonemas sem fim.  Sentimos a tensão crescente dos funcionários, assessores,  ex-ministros, perplexos e quase sem ação. Um grupo ou outro chega para dar apoio à presidente que cai.  Mas o naufrágio parece inevitável.

Ficha Técnica:

Direção: Anna Muylaert e Lô PolitiProdução Executiva: Ivan Melo e Aza Pinho Fotografia e Câmera: César Charlone, ABC e Lô Politi.Montagem: Vania Debs, Hélio Villela Nunes e Anna Muylaert.Som direto: Hudson Vasconcelos e Marta Suzana.Supervisão e edição de Som: Miriam Biderman, ABCDesenho de som e mixagem: Ricardo Reis, ABCCoordenação Musical: Patricia PortaroColorista: Luisa CavanhaghTrailer e Teasers: Marina KosaDesign Gráfico: Marcelo PallotaProdução: África Filmes, Dramática filmes e Cup FilmesProdutoras Associadas, Dandara Ferreira e Aza PinhoProdução Associada: Quanta, Hugo Gurgel, Guilherme Ramalho, Eduardo Shaal.Distribuição: Vitrine FilmesProdutores: Lô Politi, Anna Muylaert e Ivan MeloGênero: DocumentárioDuração: 80 min Classificação: a definir.

Sobre as Diretoras

Anna Muylaert nasceu em São Paulo e estudou Cinema e Artes na USP. Nas últimas décadas escreveu roteiros para programas de TV (MUNDO DA LUA, CASTELO RA-TIM-BUM, UM MENINO MUITO MALUQUINHO, FILHOS DO CARNAVAL, AS CANALHAS, entre outros) e cinema (O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS, XINGU, PRAIA DO FUTURO e outros). Anna dirigiu DURVAL DISCOS, É PROIBIDO FUMAR e 3 outros filmes, mas tornou-se internacionalmente conhecida com QUE HORAS ELA VOLTA? em 2015. O filme recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema de Sundance, e de público no Panorama do Festival de Berlin em 2015 e foi lançado em salas em 30 países, o que levou Anna a ser convidada a fazer parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (Oscar).  Atualmente está em preparação para filmar seu novo longa-metragem O CLUBE DAS MULHERES DE NEGOCIOS.  Ela é mãe de José e Joaquim.Lô Politi estudou cinema, televisão e jornalismo e trabalhou como produtora e assistente de direção por 10 anos e desde 1998 atua como diretora, roteirista e produtora. Seu primeiro filme, JONAS, onde assina direção e roteiro, recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival Internacional do Rio, participou de mais de 10 festivais internacionais e está atualmente disponível no catálogo da Netflix em 190 países. Seu segundo filme de ficção, SOL, onde também assina direção e roteiro, está agora em sua fase final de pós-produção e será lançado em 2021. Atualmente produz e dirige, em parceria com Dandara Ferreira, DIVINO MARAVILHOSO, um filme sobre a cantora brasileira Gal Costa. Lô é  produtora associada de 3%, primeira série brasileira produzida pela Netflix.

DISTRIBUIÇÃO / VITRINE FILMES:

Em 10 anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 150 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Aquarius”, “O Som ao Redor”, e “Bacurau” de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, longa que já alcançou mais de 750.000 espectadores, além de “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar 2020, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, e “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello. Entre os documentários, a distribuidora lançou “Divinas Divas”, dirigido por Leandra Leal e “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional. Em 2020, ano em que completou uma década, a Vitrine Filmes lançou no primeiro semestre “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia e “Você Não Estava Aqui”, novo longa de Ken Loach. Já no segundo semestre de 2020, lançou “Os Olhos de Cabul”; “Música para Morrer de Amor”; “Três Verões”; “Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu; “Cidade Pássaro”; “Pacarrete”; “A Febre”; “Guerra de Algodão”; “Todos os Mortos” e “Querência”.