Globo de Ouro 2026: Conheça todos os indicados

Globo de Ouro 2026: Conheça todos os indicados

O Globo de Ouro de 2026 acontece no dia 11 de janeiro, no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, na Califórnia.

O Globo de Ouro anunciou nesta segunda-feira (8) os indicados para sua edição de 2026. Os selecionados no campo do cinema e da TV são revelados pelos atores Marlon Wayans e Skye P. Marshall.

A premiação é uma das principais da temporada de prêmios. Neste ano, o longa brasileiro ‘Ainda Estou Aqui’, de Walter Salles, foi indicado em Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Atriz de Drama, com Fernanda Torres, que venceu.

Na edição de 2026, o Brasil será representado em três categorias com ‘O Agente Secreto’, disputando em Melhor Filme de Drama, Melhor Ator em Drama e Melhor Filme em Língua Não Inglesa.

A produção com mais indicações neste ano é ‘Uma Batalha após a outra’, com 9 nomeações. Depois vieram ‘Valor Sentimental’, com 8; ‘Pecadores, com 7; e Hamnet’, com 6.

O Globo de Ouro de 2026 acontece no dia 11 de janeiro, no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, na Califórnia.

Veja os indicados em todas as categorias:

Melhor Filme de Drama

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Foi Apenas um Acidente
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores

Melhor Ator em Filme de Drama

  • Joel Edgerton (Sonhos de Trem)
  • Jeremy Allen White (Springsteen)
  • Michael B. Jordan (Pecadores)
  • Dwayne Johnson (Smashing Machine)
  • Oscar Isaac (Frankenstein)
  • Wagner Moura (O Agente Secreto)

Melhor Atriz em Filme de Drama

  • Jessie Buckley (Hamnet)
  • Jennifer Lawrence (Morra, Amor)
  • Renate Reinsve (Valor Sentimental)
  • Julia Roberts (Depois da Caçada)
  • Tessa Thompson (Hedda)
  • Eva Victor (Desculpa Bebê)

Melhor Filme de Comédia ou Musical

  • Blue Moon
  • Bugonia
  • Marty Supreme
  • Sem Outra Chance
  • Nouvelle Vague
  • Uma Batalha Após a Outra

Melhor Ator em Comédia ou Musical

  • George Clooney (Jay Kelly)
  • Ethan Hawke (Blue Moon)
  • Jesse Plemons (Bugonia)
  • Timothée Chalamet (Marty Supreme)
  • Leonardo DiCaprio (Uma Batalha APós a Outra)
  • Lee Byung-Hun (Sem Outra Chance)

Melhor Atriz em Comédia ou Musical

  • Rose Byrne (Se eu tivesse pernas eu te chutava)
  • Cynthia Erivo (Wicked 2)
  • Kate Hudson (Song sang blue)
  • Chase Infiniti (Uma Batalha após a outra)
  • Amanda Seyfried (O Testamento de Ann Lee)
  • Emma Stone (Bugonia)

Melhor Direção

  • Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra)
  • Ryan Coogler (Pecadores)
  • Guillermo Del Toro (Frankenstein)
  • Jafar Panahi (Foi Apenas um Acidente)
  • Joachim Trier (Valor Sentimental)
  • Chloe Zhao (Hamnet)

Melhor Ator Coadjuvante em Filme

  • Benicio Del Toro (Uma Batalha Após a Outra)
  • Jacob Elordi (Frankenstein)
  • Paul Mescal (Hamnet)
  • Sean Penn (Uma Batalha Após a Outra)
  • Adam Sandler (Jay Kelly)
  • Stellan Skarsgard (Valor Sentimental)

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme

  • Emily Blunt (Smashing Machine)
  • Elle Fanning (Valor Sentimental)
  • Ariana Grande (Wicked 2)
  • Amy Madigan (A Hora do Mal)
  • Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)
  • Inga Ibsdotter Lilleaas (Valor Sentimental)

Melhor Roteiro

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Foi Apenas um Acidente
  • Valor Sentimental
  • Hamnet

Melhor Filme de Animação

  • Arco
  • Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba
  • Elio
  • Guerreiras do K-Pop
  • Zootopia 2
  • Little Amélie or the Character of Rain

Melhor Filme em Língua Não Inglesa

  • Foi Apenas um Acidente
  • Sem Outra Chance
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Sirat
  • A Voz de Hind Rajab

Melhor Trilha Sonora Original

  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Sirat
  • Hamnet
  • F1

Melhor Canção Original

  • Golden – Guerreiras do K-Pop
  • Train Dream – Sonhos de Trem
  • The Girl in the bubble – Wicked 2
  • No Place like home – Wicked 2
  • I Lied to you – Pecadores
  • Dream as One – Avatar

Maior Sucesso em Bilheteria

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • F1
  • Guerreiras do K-Pop
  • Missão: Impossível – O Acerto de Contas final
  • Pecadores
  • A Hora do Mal
  • Wicked 2
  • Zootopia 2

Melhor Série de Drama

  • The Pitt
  • A Diplomata
  • Ruptura
  • Slow Horsers
  • The White Lotus
  • Pluribus

Melhor Ator em Série de Drama

  • Sterling K. Brown (Paradise)
  • Diego Luna (Andor)
  • Gary Oldman (Slow Horses)
  • Mark Ruffalo (Task)
  • Adam Scott (Severance)
  • Noah Wyle (The Pitt)

Melhor Atriz em Série de Drama

  • Kathy Bates (Matlock)
  • Britt Lower (Ruptura)
  • Helen Mirren (Mobland)
  • Bella Ramsey (The Last Of Us)
  • Keri Russell (The Diplomat)
  • Rhea Seehorn (Pluribus)

Melhor Série de Comédia ou Musical

  • Abbott Elementary
  • O Urso
  • Hacks
  • Ninguém quer isso
  • Only Murders In The Building (Hulu)
  • O Estúdio

Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical

  • Adam Brody (Ninguém quer isso)
  • Steve Martin (Only Murders in the building)
  • Glen Powell (Chad Powers)
  • Seth Rogen (O Estúdio)
  • Martin Short (Only Murders in the building)
  • Jeremy Allen White (O Urso)

Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical

  • Kristen Bell (Ninguém quer isso)
  • Ayo Edebiri (O Urso)
  • Selena Homez (Only murders in the building)
  • Natasha Lyonne (Poker Face)
  • Jenna Ortega (Wandinha)
  • Jean Smart (Hacks)

Melhor Série de TV Limitada ou Telefilme

  • Adolescência
  • Black Mirror
  • Morrendo por sexo
  • The Girlfriend
  • The Beast in me
  • All Her Fault

Melhor Ator em Série de TV Limitada ou Telefilme

  • Jacob Elordi (The Narrow Road to the deep north)
  • Paul Giamatti (Black Mirror)
  • Stephen Graham (Adolescência)
  • Charlie Hunnam (Monster)
  • Jude Law (Black Rabbit)
  • Matthew Rhys (The Beast in me)

Melhor Atriz em Série de TV Limitada ou Telefilme

  • Claire Danes (The Beast In Me)
  • Rashida Jones (Black Mirror)
  • Amanda Seyfried (Long Bright River)
  • Sarah Snook (All Her Fault)
  • Michelle Williams (Morrendo por Sexo)
  • Robin Wright (The Girlfriend)

Melhor Ator Coadjuvante em Séries

  • Owen Cooper (Adolescência)
  • Billy Crudup (The Morning Show)
  • Walton Goggins (The White Lotus)
  • Jason Isaacs (The White Lotus)
  • Tramell Tillman (Ruptura)
  • Ashley Walters (Adolescência)

Melhor Atriz Coadjuvante em Séries

  • Carrie Coon (The White Lotus)
  • Erin Doherty (Adolescência)
  • Hannah Einbinder (Hacks)
  • Catherine O’Hara (O Estúdio)
  • Parker Posey (The White Lotus)
  • Aimee Lou Wood (The White Lotus)

Melhor stand-up

  • Bill Maher: Is Anyone else seeing this?
  • Brett Goldstein: The Second best night of your life
  • Kevin Hart: Acting my age
  • Kumail Nanjiani: Night Thoughts
  • Ricky Gervais: Mortality
  • Sarah Silverman: Postmortem

Podcast

  • Armchair expert with Dax Shepard
  • Call Her daddy
  • Good hang with Amy Poehler
  • The mel robbins podcast
  • Smartless
  • Up First

Fonte: cbn.globo.com

Poltrona Cabine: Abre Alas/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Abre Alas/Cesar Augusto Mota

Em uma sociedade predominantemente machista e opressora, a mulher enfrenta desafios diários não só para se reconhecer em meio a dificuldades, como também se firmar e fazer a diferença no meio social. Com direção de Ursula Rosele, o documentário “Abre Alas” compartilha histórias de sete mulheres em uma roda, com histórias de desafios e superações.

Ao longo da produção, Walkíria, Dora, Silvana, Sheila, Regina, Lorena e Heloisa refletem sobre suas escolhas e compartilham suas experiências, repletas de momentos felizes e tristes. Elas atestam que ser mulher requer força e muita resiliência. Não só palavras, mas também é possível ouvir o silêncio, tamanhos foram os traumas e angústias vividos pelas protagonistas.

Histórias envolvendo depressão, abandono, maus-tratos, violência doméstica são partilhadas e nos fazem refletir sobre questões como acolhimento, respeito, empatia e prazer, que foram anteriormente negados e mais tarde conquistados pelas personagens. É possível perceber que a mulher possui uma grande força interior e ela é capaz de transformar amor em força, conseguindo seguir em frente.

O espaço ilustrado no documentário, uma mesa com sete pessoas em volta, não só dignifica um ambiente de amizade e cumplicidade, como também de cura, com os infortúnios e tristezas relatados e todos os meios utilizados para se driblar tudo isso. Mulheres guerreiras e resilientes revelam suas experiências, mas também tornam suas lutas como exemplo para quem possa estar na mesma situação. Uma obra sensível e bastante inspiradora.

“Abre Alas” é sinônimo de renascimento da mulher, e das mais diversas formas. Quem acompanha não vai só simpatizar, como se identificar com as protagonistas. Uma obra honesta, sensível e vibrante.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Disney+ | Tudo é Justo – Anúncio segunda temporada

Disney+ | Tudo é Justo – Anúncio segunda temporada

O Disney+ anuncia que a série Tudo É Justo, de Ryan Murphy, seguirá com uma segunda temporada. A primeira temporada está disponível no Disney+, com lançamento de novos episódios todas as terças-feiras. O final da temporada, formado por dois episódios, estreia em 9 de dezembro no Disney+.

Em Tudo É Justo, um grupo de advogadas especialistas em divórcio deixa um escritório de advocacia dominado por homens para abrir seu próprio e poderoso escritório. Ferozes, brilhantes e emocionalmente complexas, elas lidam com separações de alto perfil, segredos escandalosos e mudanças de lealdade, tanto no tribunal quanto dentro de sua própria equipe. Em um mundo onde o dinheiro domina e o amor é um campo de batalha, essas mulheres não apenas jogam o jogo, elas o transformam.

A série é estrelada por Kim KardashianNaomi WattsNiecy Nash-BettsTeyana Taylor e Matthew Noszka, com Sarah Paulson e Glenn Close.

Tudo É Justo é produção da 20th Television em associação com a Ryan Murphy Television. O roteiro e a produção executiva são de Ryan Murphy, que também atua como diretor, Jon Robin Baitz, Joe Baken, Jamie Pachino, Lyn Greene e Richard Levine. Kim Kardashian, Glenn Close, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts e Sarah Paulson protagonizam e são produtoras executivas. Anthony Hemingway é produtor executivo e diretor. Kris Jenner, Alexis Martin Woodall, Eric Kovtun, Scott Robertson e Nissa Diederich também são produtores executivos.

Os controles parentais do Disney+ garantem que a plataforma continue sendo uma experiência de streaming adequada para todos os integrantes da família. Os assinantes podem criar perfis protegidos por PIN e definir limites de acesso para determinados perfis com base na classificação de conteúdo.

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Hulu é a nova marca de entretenimento geral dentro do Disney+. Por meio de sua seção na plataforma, o Hulu oferece aos seus assinantes os filmes e séries favoritos do público.

SOBRE O DISNEY+
Na América Latina, o Disney+ é o serviço de streaming que oferece acesso à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades, incluindo filmes, séries, eventos ao vivo e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, ESPN e Star. O Disney+ oferece um acervo de conteúdos originais exclusivos, incluindo longas-metragens, documentários, séries live-action e de animação, e curtas-metragens, além de transmissões ao vivo de eventos culturais e esportivos da ESPN, marca de esportes mais respeitada da região. Para mais informações, acesse disneyplus.com ou encontre o aplicativo Disney+ na maioria dos dispositivos móveis e Smart TVs. 

O Cravista ganha prêmio internacional

O Cravista ganha prêmio internacional

“O Cravista”, da OZ Filmes, ganha prêmio internacional de Melhor Documentário de Arte no 42.º Festival de Cine de Bogotá

Documentário sobre o cravista Roberto De Regina segue carreira no mercado latino, é selecionado para o Conecta, no Chile, e para o Ventana Sur, na Argentina.

Em sua estreia em um festival de cinema internacional, o documentário “O Cravista”, dirigido e roteirizado por Luiz Eduardo Ozório e produzido pela OZ Filmes, começou bem. O filme acaba de receber seu primeiro prêmio internacional: Melhor Documentário de Arte no 42.º Festival de Cine de Bogotá, um dos eventos mais tradicionais da América Latina dedicados ao cinema independente. A conquista marca um passo decisivo na trajetória internacional do filme.

O reconhecimento em Bogotá impulsiona a circulação de “O Cravista” na América Latina. O diretor embarca para Buenos Aires, no começo de dezembro para participar do Ventana Sur, principal mercado audiovisual latino, onde será apresentado a players internacionais. Depois, ele segue para Santiago, no Chile, onde o filme foi selecionado para o Conecta, importante encontro mundial de cinema, onde concorreu com mais de três mil inscritos.

A produção retrata a vida e o legado de Roberto De Regina, um dos mais importantes cravistas do Brasil, falecido em abril de 2025 aos 98 anos. Sua contribuição histórica para a música clássica inclui a reintrodução da música barroca no país e também a construção do primeiro cravo produzido em solo brasileiro.  O músico foi o primeiro a gravar um álbum solo de cravo no Brasil e foi convidado pelo presidente Juscelino Kubitscheck para realizar a trilha sonora da inauguração de Brasília. Em 1974 fundou a Camerata Antiqua de Curitiba, fazendo excursões ao redor do mundo, transformando a cidade no polo nacional da música antiga e deixou de legado 25 álbuns gravados pela antiga CBS. O documentário foi determinante para impulsionar o título de Doutor Honoris Causa concedido ao maestro em 21/02/25, pela UFRJ.

Com linguagem sensível e apuro estético, “O Cravista” reafirma a relevância de Roberto De Regina e se consolida como uma obra brasileira de destaque no cenário internacional.  

Sinopse: Após a sua aposentadoria, o médico-anestesista Roberto De Regina decide se dedicar integralmente ao estudo da música clássica antiga, tornando-se um dos maiores cravistas do Brasil. Primeiro brasileiro a construir o instrumento em solo nacional, ao longo de sua trajetória, ele lançou inúmeros discos e foi vencedor de muitos prêmios. Seus feitos acabaram por introduzir novamente a música barroca no país, influenciando toda uma nova geração de músicos.

Top 5 de filmes de Woody Allen pelos seus 90 anos/Anna Barros

Top 5 de filmes de Woody Allen pelos seus 90 anos/Anna Barros

Woody Allen fez 90 anos em 30 de novembro. Eis meu top 5 desse cineasta genial. O primeiro filme que vi dele foi Hannah e suas irmãs. Sou apaixonada por seus filmes. Difícil escolher cinco. Eu TB amo Manhattan, filme em preto e branco e uma declaração de amor à Nova York. O último que vi foi Roda Gigante.

1- A Rosa Púrpura do Cairo


Em “A Rosa Púrpura do Cairo”, Woody Allen brinca com a linha entre realidade e ficção. O filme narra a história de Cecilia, uma mulher infeliz que encontra consolo em um cinema local, até que um dos personagens dos filmes que ela assiste “salta” da tela para o mundo real. Com uma premissa simples e mágica, este filme aborda temas como escapismo e o poder do cinema.

Críticos aclamaram o filme por sua originalidade e sensibilidade, e ele recebeu várias indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. A química entre Mia Farrow e Jeff Daniels é um dos destaques da trama.

É meu filme preferido porque Woody Allen fala de violência doméstica e da idealização de uma dona de casa que acaba entrando na tela para viver um amor que não tem em casa, com o marido.

2- Hannah e suas irmãs

“Hannah e Suas Irmãs” é um dos maiores sucessos de bilheteria de Woody Allen e um filme aclamado pela crítica. A trama gira em torno de três irmãs e seus relacionamentos complicados com seus maridos e amantes. O filme é estruturado como uma série de vinhetas interligadas, com um tom cômico, mas que também aborda questões sérias sobre a vida e o amor.

Com um elenco estelar que inclui Mia Farrow, Dianne Wiest, e Michael Caine, o filme recebeu vários prêmios, incluindo Oscars de Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes para Caine e Wiest.

Foi o primeiro filme de Woody Allen que eu vi. Me toca muito o tema relacionamento entre irmãs. O filme tem nuances de comédia mas é um dramalhão.

3- Noivo neurótico e noiva nervosa

Também conhecido como “Annie Hall”, este é, sem dúvida, o filme mais icônico de Woody Allen. A história segue Alvy Singer, um comediante neurótico que reflete sobre seu relacionamento fracassado com Annie Hall, interpretada por Diane Keaton. O filme revolucionou o gênero de comédia romântica ao misturar humor, drama e uma estrutura narrativa não linear.

Vencedor de quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz, “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” é amplamente considerado o ponto alto da carreira de Woody Allen e um dos melhores filmes de todos os tempos.

Esses são os melhores filmes de Woody Allen, que não apenas conquistaram a crítica, mas também moldaram o cinema como o conhecemos.

Eu amo esse filme e a atuação de Diane Keaton como Annie Hall. A relação deles é conturbada e também mostra o amor de Woody Allen pelo tênis.

4- Meia-Noite em Paris


“Meia-Noite em Paris” é uma das obras mais encantadoras e imaginativas de Woody Allen. O filme segue Gil, um roteirista de Hollywood que, durante uma viagem a Paris, descobre que pode viajar no tempo para a década de 1920, onde encontra grandes figuras literárias e artísticas como Ernest Hemingway e Salvador Dalí.

Eu amo viagem do tempo e esse filme é um tipo clássico disso. E ainda é ambientado em Paris, a Cidade-Luz. O encontro de um escritor inseguro que vai a Paris com a noiva fútil e seus pais e numa viagem no tempo encontra Hemingway e pede para Gertrudes Stein ler sua obra, é simplesmente fantástico. O filme é maravilhoso e já vi umas cinco vezes e sempre descubro algo novo.

5- Matchpoint

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Imagem: Reprodução

“Ponto Final: Match Point” é um dos filmes mais sombrios de Woody Allen, explorando temas como ambição, culpa e a imprevisibilidade da vida. Ambientado em Londres, o filme acompanha a ascensão social de um ex-jogador de tênis que se envolve em um triângulo amoroso perigoso. Diferente do estilo mais cômico e leve pelo qual Allen era conhecido, “Ponto Final” é um thriller psicológico, lembrando obras de Alfred Hitchcock.

A crítica elogiou a mudança de tom e a complexidade moral dos personagens. Scarlett Johansson e Jonathan Rhys Meyers foram amplamente elogiados por suas atuações, e o filme foi considerado um retorno triunfal para Allen, ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original.

O filme é um Thriller de suspense e fala como a sorte ou a falta dela permeia a vida dos personagens. O professor de tênis assassinada amante e por um golpe do destino não consegue ser punido.