Força Bruta chega ao Streaming depois de sucesso nos cinemas

Força Bruta chega ao Streaming depois de sucesso nos cinemas

BLOCKBUSTER COREANO, FORÇA BRUTA, CHEGA AO STREAMING DEPOIS DE SUCESSO NOS CINEMAS

Maior sucesso de bilheteria na Coreia, longa está disponível para compra e aluguel no Now

Fotos Trailer

Maior sucesso de bilheteria do cinema coreano, neste ano, em seu país, FORÇA BRUTA combina o gênero policial, comédia e ação, e já conquistou mais de 11,5 milhões de ingressos vendidos na Coreia, ficando mais de um mês no topo da bilheteria local, e ultrapassando a bilheteria de outros filmes de grande sucesso como Parasita e Invasão Zumbi. Além disso, foi o primeiro filme a vender mais de 10 milhões de ingressos, no país, desde a pandemia.

Ma Dong-seok, conhecido por filmes como “Os Eternos” (no qual interpretou Gilgamesh) e “Invasão Zumbi”, é o protagonista de FORÇA BRUTA, no qual interpreta um policial de métodos pouco ortodoxos, que consegue, ao final, realizar sua missão, embora acabe ganhando alguns inimigos dentro da corporação. Agora, está na pista de um assassino perigoso.

Além do enorme sucesso de bilheteria, ficando à frente inclusive de longas norte-americanos como “Jurassic World: Domínio” e “Lightyear”, o filme também foi bem recebido pela crítica. A revista Variety destaca a fusão de diferentes gêneros. “É um filme de ação alta voltagem, e que é valorizado pelo humor e cenas de ação bastante realistas.” O filme é dirigido por LeeSang-yong.

Sinopse

A Unidade Policial de Crimes de Geumcheon tem uma nova missão: repatriar um fugitivo que está no Vietnã. O policial Ma Seok-do (Ma Dong-seok) e o Capitão Jeon Il-man (Guy-hwa Choi) perecebem que há algo de estranho com o excesso de boa vontade do suspeito em se entregar e revelar crimes cometidos por um assustador assassino chamado Hae-sang (Sukku Son). Ma e sua equipe começam a investigação nos dois países seguindo a trilha sangrenta deixada por Sang. 

Ficha Técnica

Direção: LeeSang-yong

Roteiro: Kim Min-Seong

Elenco: Ma Dong-seok, Sukku Son, Gwi-hwa Choi, Ha-Jun

Direção de Fotografia: Ju Sung-Lim

Gênero: policial, comédia, suspense

País: Coreia do Sul

Ano: 2022 

Duração: 105 min.

Sobre a Sato Company

Fundada em 1985 como distribuidora de filmes para homevideo, a Sato Company com o decorrer do tempo, ampliou negócios, atuando nas áreas de cinema, televisão, OTT (SVOD/TVOD/AVOD), Licenciamento de produtos e Produção de conteúdos (filmes, séries, formatos. etc.), tornando-se uma empresa 360 graus no seguimento.

Como distribuidora, é pioneira e referência em animes e Tokusatsu, com produções japonesas como: Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, dentre muitos outros.

Primeira agregadora de conteúdo da Netflix na América Latina (desde 2011), a empresa se destaca por localizar conteúdos de interesse e relevância aos consumidores, tornando-se referência no mercado.

Por Anna Barros

Maratona Oscar: Wakanda Forever: Angela Bassett – Melhor Atriz Coadjuvante/Anna Barros

Maratona Oscar: Wakanda Forever: Angela Bassett – Melhor Atriz Coadjuvante/Anna Barros

Chadwick Boseman faz muita falta nessa sequência: Wakanda Forever. O filme teve seu roteiro modificado após a sua morte por câncer de cólon. E parece ter perdido alma e propósito.

Mas Angela Bassett como a Rainha Ramonda concorre ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 23 e já levou o Globo de Ouro e o Crítics Choice por esse papel. Seu desempenho é bom, mas a impressão que dá é que a indicação foi dada mais pela emoção que desperta ao demonstrar a falta que seu filho Tchalla faz ao filme e por conseguinte, Chadwick do que pelo papel em si.

Wakanda Fornecer não é tão bom quanto Pantera Negra mas é um bom divertimento e mantém a sequência da representatividade e diversidade. O roteiro é fraco mas Angela Bassett tem forca na peruca para não deixar a peteca cair. Vai ganhar? Saberemos na noite de 12 de março quando a Academia entregar os cobiçados Oscars. É favorita.

Disponível no Disney Plus.

Sinopse:


Não recomendado para menores de 12 anos

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é a continuação do longa Pantera Negra, da Marvel, dirigido por Ryan Coogler e produzido por Kevin Feige. No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de Wakanda Para Sempre são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).

3/5 poltronas

APCA aponta os melhores de 2022 nas artes

APCA aponta os melhores de 2022 nas artes

Em assembleia geral realizada no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo na noite desta segunda-feira (6), a APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes escolheu os melhores de 2022 nas seguintes categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infanto-Juvenil e Televisão.

Neste ano, os críticos da entidade retomaram a reunião presencial, após um intervalo de dois anos com eleições feitas no formato virtual por conta da pandemia da Covid-19.

“É importante destacar neste ano a retomada da valorização da Cultura no país, em todas as áreas de expressão artística. Enaltecer a Cultura é uma forma de preservar o que somos, nossa identidade, nossas características, nossa memória”, diz Maria Fernanda Teixeira, presidente da APCA.

A cerimônia de premiação com a respectiva entrega dos troféus, prevista para acontecer ainda neste primeiro semestre do ano, está em fase de viabilização, com a APCA em busca de apoios e patrocínios para sua realização.

Veja abaixo os vencedores de cada categoria:

ARQUITETURA
Melhor obra de arquitetura
Museu do Ipiranga, por H+F Arquitetos (Pablo Hereñu e Eduardo Ferroni)

Homenagem pelo conjunto da obra
Eduardo de Almeida

Investigação tecnológica
Helio Olga

Revelação
Casa dos Terraços Circulares, por Denis Joelsons

Urbanidade
Requalificação Urbana e Ambiental da Orla da Ilha Comprida, por Boldarini Arquitetos Associados (Marcos Boldarini e Lucas Nobre)

Votaram: Fernando Serapião, Francesco Perrotta-Bosch, Gabriel Kogan, Hugo Segawa, Luiz Recaman, Maria Isabel Villac, Monica Junqueira de Camargo, Renato Anelli

ARTES VISUAIS
Exposição Nacional
Liuba, Corpo Indomável – MUBE

Retrospectiva
Rubem Valentim – Sagrada Geometria – Pinakothek­e Cultural

Difusão de Arte Brasileira no exterior
Cynthia Garcia

Exposição Internacional
Rinoceronte: Cinco séculos de gravuras do Museu Albertina – Instituto Tomie Ohtake

Fotografia
Penna Prearo – Labirintos Revisitados – Sesc Bom Retiro

Percurso Visual
Judith Lauand – Masp

Grande Prêmio: Personalidade do ano
Emanoel Araujo (in memorian)

Votaram: Antonio Zago, Bob Sousa, Claudio Sitrângulo, Dalva de Abrantes, José Henrique Fabre Rolim, João J.Spinelli e Silvia Balady

CINEMA
Filme
Segredos do Putumayo, de Aurélio Michiles

Direção
Gabriel Martins, por Marte Um

Melhor ator
Gabriel Leone, por Eduardo e Mônica

Melhor atriz
Alice Braga, por Eduardo e Mônica

Fotografia
Bruno Gularte Barreto, Bruno Polidoro e Tiago Coelho, por 5 Casasa

Roteiro
Pedro Diógenes, por Pajeú

Grande Prêmio do Júri
Ana Carolina, pelo experimentalismo do filme Paixões Recorrentes

Votaram: Bruno Carmelo, Flávia Guerra, Luiz Carlos Merten, Orlando Margarido e Walter Cezar Addeo

DANÇA
Espetáculo/Estreia
Motriz, Balé da Cidade de São Paulo, Concepção e coreografia de Cassi Abranches

Espetáculo/Não Estreia
Iku – um dia a morte acolherá orí (videodança), Núcleo Ajeum

Coreografia/Criação
Lia Rodrigues, Leonardo Nunes, Carolina Repetto, Valentina Fittipaldi, Andrey da Silva, Larissa Lima, Ricardo Xavier, Joana Lima, David Abreu, Matheus Macena, Tiago Oliveira e Raquel Alexandre, pela Criação de Encantado, Companhia Lia Rodrigues de Danças

Interpretação
Irupé Sarmiento, por Mercúrio

Prêmio Técnico
Adriana Hitomi e Roberto Alencar, pelo figurino de O Olho da Agulha, do Laboratório Siameses

Projeto/Programa/Difusão/Memória
Múltipla Apresenta Cias de Dança de SP, projeto do Múltipla Cias de Dança SP

Prêmio Especial
Temporada de Dança do Teatro Alfa, em seus 19 anos, sob programação de Fernando Guimarães, por seu papel na formação de plateias e divulgação da dança brasileira e internacional em São Paulo

Votaram: Henrique Rochelle, Iara Biderman e Yaskara Manzini

LITERATURA
Romance
Via Ápia, de Geovani Martins (Companhia das Letras)

Contos
Eu Já Morri, de Edyr Augusto (Boitempo Editorial)

Poesia
Araras Vermelhas, de Cida Pedrosa (Companhia das Letras)

Tradução
Beowulf, por Elton Oliveira Souza de Medeiros (Editora 34)

Ciências Humanas
Adeus, Senhor Portugal, de Rafael Cariello e Thales Zamberlan Pereira (Companhia das Letras)

Ensaio
Do Transe à Vertigem, de Rodrigo Nunes (Ubu Editora)

Infantil
Silêncio, de Alexandre Rampazo (Rocco)

Votaram: Maria Fernanda Teixeira, Ruan de Sousa Gabriel e Ubiratan Brasil

MÚSICA POPULAR
Grande Prêmio da Crítica
Milton Nascimento

Artista Do Ano
Ratos de Porão

Disco Do Ano
“Alto da Maravilha”, de Russo Passapusso, Antonio Carlos e Jocafi

Show do Ano
Ana Cañas canta Belchior

Artista Revelação
Rachel Reis

Produção
Anelis Assumpção pelo álbum “Sal”

Projeto Especial
A Espetacular Charanga do França

Votaram: Adriana de Barros, Alexandre Matias, José Norberto Flesch, Marcelo Costa, Pedro Antunes, Roberta Martinelli e Tellé Cardim

RÁDIO
Grande Prêmio da Crítica
Silvio Di Nardo (in memorian)

Valorização do Rádio
USP FM. 100 Anos do Rádio – Cido Tavares (apresentação e produção sonora)

Melhor Programa
Quem Ama, não Esquece – Band FM

Apresentação
Paulo Galvão – Madrugada CBN

Produção
Silvania Alves – O Pulo do Gato / Rádio Bandeirantes

Podcast
Mano a Mano, com Mano Brown (Spotify)

Produção e apresentação musical:
Fabiane Pereira – Nova Brasil FM e site Papo de Música.

Votaram: Fausto Silva Neto, Marcelo Abud e Fabio Siqueira

TEATRO
Espetáculo
Brenda Lee e o Palácio das Princesas

Direção
Kleber Montanheiro por Tatuagem

Dramartugia
Dione Carlos, por Cárcere ou Porque As Mulheres Viram Búfalos

Ator
Clayton Nascimento por Macacos

Atriz
Inês Peixoto por Órfãs de Dinheiro

Prêmio Especial
Marina Tenório e Ruy Cortez – Díptico A Semente da Romã / As Três Irmãs, apresentadas de forma simultânea

Grande Prêmio da Crítica
Ana Lúcia Torre pela inestimável contribuição ao teatro evidenciada em sua atuação em Longa Jornada Noite Adentro

Votaram: Celso Curi, Edgar Olimpio de Souza, Evaristo Martins de Azevedo, Ferdinando Martins, Gabriela Melão, José Cetra, Kyra Piscitelli, Miguel Arcanjo Prado e Vinicio Angelici

TEATRO INFANTO-JUVENIL
Grande Prêmio da Crítica
Cia. Pequod, pelas inovações nas montagens de dois clássicos, Pluft e Pinóquio

Categoria Especial
O Musical da Passarinha, pela proposta de dramaturgia e encenação inclusivas, do grupo Agência Dramática, com direção de Emilio Rogê

Melhor Elenco
Momo e o Senhor do Tempo, com Camila Cohen, Eric Oliveira, Ernani Sanchez, Fabrício Licursi, Victor Mendes e Thiago Amaral (stand-in)

Melhor Palhaçaria
Detetives do Espavô, com os grupos Esparrama e Trupe du Navô

Melhor Livre Adaptação
Caro Kafka, da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, por Carla Kinzo e Marcos Gomes

Melhor Direção
Empate entre Thaís Medeiros (por Jogo de Imaginar e O Muro de Sam) e Kiko Marques (por Do Que São Feitas as Estrelas e O Monstro da Porta da Frente)

Votaram: Dib Carneiro Neto, Gabriela Romeu e Júlia Rodrigues

TELEVISÃO
Novela
Pantanal – Bruno Luperi (TV Globo)

Atriz
Isabel Teixeira – Pantanal (TV Globo)

Ator
Osmar Prado – Pantanal (TV Globo)

Série Drama
Manhãs de Setembro – Temp.2 (Prime Video)

Série Comédia
Encantados (Globoplay)

Documentário/Série Documental
Escola Base-Um Repórter Enfrenta o Passado (Globoplay)

Variedades
Altas Horas (TV Globo)

Votaram: Cristina Padiglione, Edianez Parente (exceto Documentário), Fabio Maksymczuk, Leão Lobo e Tony Goes

Fonte: TV Cultura/UOL

Maratona Oscar: A Baleia/ Cesar Augusto Mota

Maratona Oscar: A Baleia/ Cesar Augusto Mota

Existem terrores ou dramas psicológicos que mexem tanto com nossos sentimentos que são capazes de nos levantar ou até mesmo nos derrubar, seja por medo, aflição ou admiração. Esse ingrediente é bastante presente nos filmes de Darren Aronofsky, aclamado pela crítica e público nos últimos anos. A bola da vez é o filme “A Baleia” (The Whale), sucesso no Festival de Veneza, com aplausos de seis minutos para o ator Brendan Fraser (A Múmia), que volta aos holofotes após um breve tempo sumido. Nessa nova temporada de premiações, a nova produção de Aronofsky vem forte?

Acompanhamos a vida de Charlie (Fraser), um carismático e eficiente professor de inglês, mas com semblante triste e fadigado por sofrer de obesidade mórbida. Ele luta constantemente contra a compulsão alimentar e o sentimento de culpa por ter abandonado a filha Ellie (Sadie Sink), ainda criança e hoje com 17 anos. Ao longo dessa jornada, constatamos três visitas ao personagem central, como a própria Ellie, a enfermeira e melhor amiga Liz (Hong Chau) e Thomas (Ty Simpkins), fanático religioso que tenta converter Charlie a todo custo.

Como dito anteriormente, Fraser volta após ter ficado apagado e não engrenado bons trabalhos nos últimos anos, e o Charlie de ‘A Baleia’ foi um grande desafio para ele, de mostrar ao público que ele é ainda um profissional comprometido com o que faz e convencer com sua atuação. Charlie, apesar de sofrer preconceito por ser obeso e saber que as pessoas o olham com um certo pavor, é puro, de bom coração e acredita na bondade e generosidade do ser humano. Fraser consegue carregar o filme até o fim e sua expressão corporal é impressionante, passa verdade e sinceridade na pele de um homem de 270 quilos e prestes a sofrer enfarte, além de tomado pela culpa de ter deixado a filha para trás. Seu olhar e semblante derrubados causam aflição e ansiedade no espectador, que passa a se importar com o protagonista e acompanhar todos os seus desdobramentos.

Já a personagem de Hong Chau, Liz, funciona como dinâmica, é ela que procura ser o alívio do protagonista, e busca tirar o melhor dele, com incentivos psicológicos e muita injeção de ânimo, apesar de fazer algumas vontades dele. Liz é um misto de descontração e frieza, a enfermeira e melhor amiga de Charlie sabe ser engraçada em alguns momentos e fria quando é necessário, afinal está lidando com alguém de alta fragilidade psicológica. Hong Chau consegue entregar tudo o que sua personagem pede, e sua atuação é segura e transmite veracidade e muita empatia, sendo merecida sua indicação ao Oscar como atriz coadjuvante.

O cenário utilizado e a pouca luz no ambiente formam uma bela fotografia, de melancolia, de ambiente sombrio e de trevas, que ilustram o sentimento de devastação de Charlie, vítima de preconceito e com sérias dificuldades para se levantar e caminhar. E o professor apenas encontra conforto ao ler o trabalho de um aluno, intitulado ‘A Baleia’, mesmo título do filme, sobre a vingança de um homem contra uma baleia branca. O nível de obesidade do protagonista é bem capturado pelo diretor, que consegue fazer o espectador sentir a dor de Charlie, até mesmo antes de descobrir toda a verdade por trás do abandono de Ellie e o motivo que o faz comer compulsivamente. Um trabalho de direção também digna de elogios, assim como de maquiagem.

‘A Baleia’ não só merece atenção pelas indicações de melhor ator (Fraser), maquiagem e penteado e atriz coadjuvante (Hong Chau) para o Oscar 2023, mas também por ser um filme didático e carregado de forte carga dramática, que ilustra que a intolerância e o preconceito não só podem causar danos psicológicos, como também podem ser letais. Uma obra com chances reais de estatueta nas três categorias, e também de ficar na mente do público por muito tempo.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Lucasfilm | Indiana Jones e a Relíquia do Destino – Trailer dublado e legendado disponíveis

Lucasfilm | Indiana Jones e a Relíquia do Destino – Trailer dublado e legendado disponíveis

A produção traz Harrisson Ford novamente no papel do herói arqueólogo Indiana Jones

Homem sentado no barco

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Trailer legendado: https://youtu.be/R7zJ896KLSk

Trailer dublado: https://youtu.be/WzV-a6pK1zA

Já estão disponíveis o trailer dublado e legendado de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”nova produção da Lucasfilm com estreia prevista em junho nos cinemas.

Harrison Ford retorna ao papel do lendário herói arqueólogo para esta quinta aventura da icônica franquia. Ao lado de Ford estão Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Antonio Banderas (“Dor e Glória”), John Rhys-Davies (“Caçadores da Arca Perdida”), Shaunette Renee Wilson (“Pantera Negra”), Thomas Kretschmann (“O Barco: Inferno no Mar”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Boyd Holbrook (“Logan”), Oliver Richters (“Viúva Negra”), Ethann Isidore (“Mortel”) e Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”).

Dirigido por James Mangold (“Ford vs Ferrari” e “Logan”), o filme é produzido por Kathleen Kennedy, Frank Marshall e Simon Emanuel, com Steven Spielberg e George Lucas atuando como produtores executivos. John Williams, que marcou cada aventura de Indy desde o original “Os Caçadores da Arca Perdida” em 1981, está mais uma vez compondo a trilha.