DOCUMENTÁRIO MAX ORIGINAL ´AND JUST LIKE THAT…´ ESTREIA EM 3 DE FEVEREIRO NA HBO MAX
Estreia do documentário coincide com a transmissão do último episódio da série AND JUST LIKE THAT… … na próxima quinta-feira, 3 de fevereiro.
– HBO Max anuncia a estreia deAND JUST LIKE THAT…O DOCUMENTÁRIO na próxima quinta-feira, 3 de fevereiro, com exclusividade na plataforma de streaming. O lançamento da produção Max Original coincide com a transmissão do último episódio da série AND JUST LIKE THAT…
No final dos anos 1990, SEX AND THE CITY chegou surpeendendo com sua retratação honesta e hilária do amor, sexo e amizades, conquistando milhares de fãs ao redor do mundo. Mais de 20 anos depois, este documentário exclusivo oferece um olhar inédito dos bastidores da série AND JUST LIKE THAT… celebrando o retorno de Carrie, Charlotte e Miranda conforme elas seguem lidando com questões da vida e dos relacionamentos em Nova York.
O documentário apresenta entrevistas com os novos membros do elenco e as icônicas Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, bem como a equipe de escritores, figurinistas e produtores, muitos dos quais voltaram aos seus papéis anteriores nesta nova temporada.
A produção também conta com depoimentos de Sara Ramirez, Mario Cantone, David Eigenberg, Evan Handler, Nicole Ari Parker, Karen Pittman, Sarita Choudhury e Michael Patrick King, assim como os figurinistas de AND JUST LIKE THAT… Molly Rogers e Danny Santiago.
O documentário Max Original AND JUST LIKE THAT… O DOCUMENTÁRIO é dirigido por Fabien Constant e produzido por Sarah Jessica Parker, Alison Benson, Lydia Tenaglia e Chris Collins.
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Sobre a HBO Max
HBO Max™ é a plataforma de streaming direta para o consumidor da WarnerMedia, que oferece a melhor qualidade em entretenimento. A HBO Max apresenta a mais ampla variedade de histórias para todas as audiências de marcas icônicas como HBO, Warner Bros., DC, Cartoon Network e muito mais. A plataforma foi lançada nos Estados Unidos em maio de 2020 e introduziu um nível de preço mais baixo, apoiado pela publicidade, em junho de 2021. A HBO Max começou seu lançamento global nos mercados da América Latina e do Caribe em junho, seguido por seus primeiros lançamentos europeus nos países Nórdicos e na Espanha, em outubro. Foi anunciado que a HBO Max continuará sua expansão européia para um alcance global de 67 países
A série tem uma protagonista que é a Fleabag, vivida por Phoebe Waller Bridge, uma mulher sexualmente compulsiva, que perdeu a mãe, vive um relacionamento confuso com seu namorado e perdeu a melhor amiga que aos poucos, na série, percebemos que se sente extremamente culpada. Ela tem um café em Londres, que nunca dá certo, sempre à beira da falência e uma irmã advogada, com quem tem um relacionamento profundo mas conturbado.
Fleabag é um monólogo e várias vezes temos a sensação que a protagonista conversa com a gente, rompendo a quarta parede. Tem apenas seis episódios e curtos, fazendo com que cada experiência valha a pena. Seu pai decide se casar e ela não se dá bem de jeito nenhum com a futura madrasta, vivida por Olivia Coleman, que é irônica e cruel muitas vezes com ela e com a irmã.
É uma série que fala de luto de forma profunda mas ao mesmo tempo, leve. Fleabag tem duas grandes perdas: a mãe por câncer de mama e a da amiga por suicídio, mas que é levantado como “acidental!. Boo aparece sempre em flashback nessa primeira temporada, principalmente quando Fleabag reencontra pessoas que conviveram com as duas.
Mas o que mais chama a atenção na série, é a solidão. E o telespectador acaba sendo cúmplice das frustrações de Flea, suas desilusões, luto, sensação de abandono e ele também acabaa participando de forma efetiva de sua vida, como se dividisse tudo com ela e fosse o único a penetrar em seus pensamentos e sentimentos.
A série é ótima e está escondida no Amazon Prime Vídeo.
Super recomendo porque trata de temas pesados e relevantes de uma forma leve e por vezes divertida carregada por zero filtro e uma série de palavrões que até cabem em todo o contexto. Interessante também perceber que o pai é o Pai, não tem nome, muito menos a Madrasta. Vale muito a pena assistir. Dá para maratonar num sábado ou num domingo rapidinho.
Diamond Films libera lista com cinco curiosidades sobre a superprodução
MOONFALL- AMEAÇA LUNAR, de Roland Emmerich (‘Independence Day’ e ‘2012’), chega aos cinemas nesta quinta, 3 de fevereiro. No filme-catástrofe, a Lua sai de órbita e ameaça se chocar com a Terra, extinguindo a humanidade. A ex-astronauta da NASA Jo Fowler (Halle Berry) está convencida de que tem a resposta para salvar o planeta, mas somente um colega do passado, o astronauta Brian Harper (Patrick Wilson), e o teorista K.C. Houseman (John Bradley) acreditam nela. Correndo contra o tempo para salvar o mundo, o trio embarca em uma missão espacial e descobre que a Lua não é o que parece!
Veja abaixo cinco curiosidades sobre o filme:
1 – Uma inspiração para Emmerich na criação de MOONFALL foi uma teoria que descrevia a Lua como algo bem diferente do que aprendemos nas aulas de ciências do ensino médio.
Segundo Emmerich, “há quem acredite que a Lua não é um objeto natural. Achei que era uma ideia intrigante para um filme. O que acontece se este objeto cair na Terra? Claro que teríamos que descobrir como impedi-lo, mas fiquei igualmente fascinado pelo desafio de criar personagens que embarcam em uma missão à Lua para salvar nosso planeta, assim como as famílias que ficam para trás e lutam para sobreviver às catástrofes que vêm com o curso de colisão da Lua com a Terra”.
2- O papel protagonista ia ser interpretado por um homem.
Halle Berry conta: “Crédito ao Roland por perceber que essa poderia ser uma personagem feminina e ainda ter o mesmo impacto. Ela é uma mulher que está sobrevivendo em um mundo masculino. Você não encontrará uma mulher nessa posição na NASA que não seja extremamente inteligente, forte”.
3 – A NASA, agência espacial dos EUA, entrou no projeto desde o seu início.
Roland Emmerich ficou mais do que satisfeito — e até mesmo um pouco surpreso — com o entusiasmo da agência. “Eles acharam uma ideia interessante, que retrata os astronautas de uma forma muito heróica”, ressalta. “Eles ficaram intrigados com nossa representação do espaço e das viagens espaciais e foram super legais em nos deixar usar seus foguetes para a primeira missão de reconhecimento. Também usamos o logotipo oficial da NASA, que dá ao filme uma certa autenticidade, e eles nos ajudaram quando compartilharam suas fotos em alta definição da Lua. A NASA tem câmeras muito sofisticadas lá em cima.”
4 – A produção contou com a ajuda de um astronauta aposentado.
Bjarni Tryggvason ajudou o elenco, ou seja, eles não estavam apenas apertando botões ou clicando em coisas aleatoriamente. Como consultor da produção, Tryggvason ajudou a garantir a precisão. “Consultei algumas das operações do ônibus espacial que eles estão usando e também sobre a linguagem que os personagens usariam e como eles se movem no espaço”, observa.
5 – Los Angeles foi recriada em Montreal para poder ser destruída.
“Tudo foi construído: a pista, as ruas, todos os prédios. Detalhes precisos como as roupas nas ruas tornavam a cidade autenticamente Los Angeles. A destruição foi algo e tanto, porque tivemos que preparar o cenário e depois entrar e destruí-lo nós mesmos para que as coisas caíssem onde naturalmente cairiam. Não se trata de jogar um monte de destruição por todo o lado. Você começa com o objeto real, imagina o evento catastrófico e depois o destrói, o que é divertido”, conta o desenhista de produção Kirk M. Petrucelli.
A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como ‘Os Oito Odiados’; ‘Lion – Uma Jornada para Casa’, ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Valerian e a Cidade dos Mil Planetas’ e ‘Green Book – O Guia’.
Na próxima quinta-feira, 3 de fevereiro, o Belas Artes À LA CARTE traz cinco estreias imperdíveis que passam a integrar o catálogo do streaming! Entre as obras selecionadas está “Os falsários“(2007), primeiro filme austríaco a ganhar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. O longa é baseado no livro de memórias de Adolf Burger, que conta a história dele como prisioneiro judeu num campo de concentração e de sua participação na Operação Bernhard, considerada a maior falsificação de dinheiro de todos os tempos
Completam a programação o drama político “O prefeito de ferro” (1977) dirigido por Pasquale Squitieri, com música de Ennio Morricone e participação de Claudia Cardinale; “Agora seremos felizes” (1944), filme com Judy Garland, grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais dinheiro do que qualquer outro lançamento da MGM até então, superando “… E o Vento Levou” (1939); “Eles lutaram pela pátria”,filme de guerra baseado no romance homônimo do vencedor do prêmio Nobel de literatura Mikhail Sholokhov e que representou a União Soviética no Oscar 1977 de Melhor Filme Estrangeiro. E, para fechar, o nacional “Cabeça a prêmio”. Estreiado ator Marco Ricca como diretor de longa-metragens, o filme conta com Alice Braga, Cássio Gabus Mendes e Eduardo Moscovis no elenco e teve seu roteiro adaptado do livro homônimo de Marçal Aquino, publicado em 2003.
Confira abaixo as sinopses dos filmes.
ILMES
Os falsários (Die Fälscher)Áustria | Alemanha, 2007, Drama, 99 min
Direção: Stefan Ruzowitzky Elenco: Karl Markovics, August Diehl, Devid Striesow Sinopse: 1944. Após ser preso e levado a um campo de concentração, Salomon Sorowitsch concorda em ajudar os nazistas em uma operação de falsificação criada para financiar os esforços de guerra. Neste processo mais de 130 milhões de libras esterlinas foram impressas. Como o Reich sabia que o fim da guerra estava próximo, ordenou que fossem impressas notas na moeda dos inimigos da Alemanha. A intenção era que esta atitude minasse a economia dos países e, ao mesmo tempo, ajudasse os cofres alemães. Tratava-se da Operação Bernhard, que contou com a participação de prisioneiros de diversos campos de concentração. Curiosidades: Este foi o primeiro filme austríaco a ganhar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A produção teve orçamento de 4,2 milhões de euros. Nos primeiros anos de sua carreira, o diretor Stefan Ruzowitzky realizou documentários, comerciais e videoclipes de artistas famosos como N’Sync, Scorpions ou Die Prinzen.
O Prefeito de Ferro (Il Prefetto Di Ferro)
Itália, 1977, Drama, 110 min
Direção: Pasquale Squitieri
Elenco: Giuliano Gemma, Claudia, Francisco Rabal e Satta Flores.
Sinopse: Em 1925, o prefeito «Cesare Mori é transferido de Bologna a Palermo onde, graças a poderes especiais, combate o braço violento da máfia com métodos de antiguerrilha. Mas ele não esperava enfrentar a oposição de um grande senador.
Curiosidades:Roteiro baseado no livro biográfico homônimo escrito por Arrigo Petacco. O protagonista, Giuliano Gemma (1938–2013), atuou em diversos westerns de sucesso, como “Una pistola per Ringo” (1965) e “O Dólar Furado” (1965), e sua última atuação no cinema foi em “Para Roma, com Amor” (2012), de Woody Allen. O diretor Pasquale Squitieri (1938–2017) foi companheiro de longa data da atriz Claudia Cardinale, com quem teve uma filha.
Agora Seremos Felizes (Meet Me in St. Louis)
EUA, 1944, Comédia, 113 min
Direção: Vincente Minnelli
Elenco: Judy Garland, Margaret O’Brien, Mary Astor e Leon Ames
Sinopse: St. Louis, 1903. A abastada família Smith tem quatro lindas filhas, incluindo Esther e a pequena Tootie. Esther, de 17 anos, se apaixonou por John, o garoto vizinho que acabou de se mudar. Ele, entretanto, mal a nota no início. Porém, a família fica chocada quando o Sr. Smith revela que foi transferido para um bom cargo em Nova York, o que significa que eles terão que se mudar de St. Louis, cidade localizada no estado americano do Missouri.
Curiosidades: Baseado em passagens da juventude de Sally Benson, autora do livro que originou o roteiro, “Agora Seremos Felizes” foi um grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais dinheiro do que qualquer outro lançamento da MGM até então, superando “… E o Vento Levou” (1939). Judy Garland gravou “The Trolley Song” em uma única tomada. O diretor Vincente Minnelli e Judy Garland se conheceram neste filme e se casaram logo depois, e posteriormente ela afirmou que se casou com ele porque se sentiu extremamente bonita na tela.
Eles lutaram pela pátria (Oni srazhalis za rodinu)
União Soviética, 1975, Drama, 137 min
Direção: Sergey Bondarchuk
Elenco: Vasiliy Shukshin, Vyacheslav Tikhonov e Sergey Bondarchuk
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, a retaguarda russa protege uma ponte contra o exército alemão. Enquanto o exército volta para a Rússia, os soldados mostram seu companheirismo e sentimentos para defender a pátria.
Curiosidades: Este foi o último filme do diretor Vasiliy Shukshin (1929–1974). Representante oficial da União Soviética para o Oscar 1977 de Melhor Filme Estrangeiro. O autor do livro no qual o filme é baseado, Mikhail Sholokhov, o diretor, Sergey Bondarchuk, e a maior parte do elenco principal eram verdadeiros veteranos da Segunda Guerra Mundial.
Cabeça a prêmioBrasil, 2009, Drama, 104 minDireção: Marco RiccaElenco: Alice Braga, Cássio Gabus Mendes, Eduardo MoscovisSinopse: A família Menezes é uma família poderosa de criadores de animais do Centro-Oeste e sempre estiveram à frente de todas as transações ilegais na região. Nos últimos tempos, eles têm observado como o sistema que os protegeu durante tantos anos se desintegra lentamente. Mirão Menezes vive à mercê da indústria do narcotráfico, das autoridades cada vez mais abusivas e da permanente e violenta luta pelo poder com seu irmão Abílio.Curiosidades: Estreia do ator Marco Ricca como diretor de longa-metragens. O roteiro foi adaptado do livro homônimo de Marçal Aquino, publicado em 2003. As filmagens de “Cabeça a Prêmio” ocorreram no final de 2008, nas cidades brasileiras de Bonito, Corumbá, Campo Grande, Sidrolândia e Paulínia, e também foram rodadas cenas na Bolívia.
Serviço:Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90Super Lançamentos: Com valores variados, a sessão ‘super lançamentos’ traz os filmes disponíveis no cardápio para aluguel por 72hs.Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.Ou vá direto para a página de cadastro:https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signupAplicativos disponíveis para Android, Android TV, IPhone, Apple TV e Roku. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play ou App Store.
Sobre o À LA CARTE O À LA CARTEé um streaming de filmes pensado para quem ama cinema de verdade. Seu catálogo, que já conta com cerca de 400 títulos,e inclui filmes de todos os cantos do mundo e de todas as épocas: contemporâneos, clássicos, cults, obras de grandes diretores, super premiados e principalmente aqueles que merecem ser revistos e que tocam o coração dos cinéfilos. Além de pelo menos quatro novos filmes que entram semanalmente no catálogo, há também a possibilidade do aluguel unitário, que são os Super Lançamentos: um espaço para filmes que estreiam antes dos cinemas; simultâneos ao cinema; filmes inéditos no Brasil, entre outras modalidades. Outro diferencial são as mostras de cinema, recentemente o À LA CARTEtrouxe especiais dedicados à cinematografia francesa, italiana, coreana e espanhola. O À LA CARTE foi criado no final de 2019 e integra o Belas Artes Grupo, que inclui também a Pandora Filmes e o Cine Petra Belas Artes, um dos mais tradicionais e queridos cinemas de rua de São Paulo.