O canal MAX exibirá C.B. STRIKE, série de sete episódios baseada nos romances policiais da escritora J.K. Rowling – famosa pela saga Harry Potter -, publicados com o pseudônimo de Robert Galbraith. A estreia será na terça-feira, 7 de agosto, às 22h.
C.B. STRIKE acompanha Cormoran Strike (Tom Burke), um veterano de guerra que se tornou detetive particular e trabalha em um pequeno escritório na Denmark Street, em Londres. Strike usa seu instinto e sua experiência como membro do Departamento de Investigações Especiais do Exército para resolver casos complexos, não esclarecidos pela polícia.
A série C.B. STRIKE é uma adaptação para TV da saga “Cormoran Strike” composta por três romances: O Chamado do Cuco (3 episódios), O Bicho da Seda (2 episódios) e Vocação para o Mal (2 episódios), criados por J.K. Rowling. A adaptação é de Sarah Phelps e Ben Richard com direção de Michael Keillor, Kieron Hawkes e Charles Sturridge. Além de Tom Burke, os atores Holliday Grainger e Kerr Logan também protagonizam a série.
Motivado por razões pessoais, o ator e diretor Franck Dubosc colocou a mão na massa e resolveu dirigir o seu primeiro filme, “DE CARONA PARA O AMOR”, que estreia nesta quinta-feira, 02 de agosto no Rio de Janeiro. Na comédia, o diretor dá vida a Jocelyn, um empresário bem-sucedido e mentiroso que, cansado da mesmice, resolve se passar por um deficiente físico para conquistar a jovem Florence (Alexandra Lamy). O plano parecia perfeito até o dia em que a moça apresentou a sua irmã, também deficiente.
– Minha motivação foi duplamente pessoal: um dia, por causa da idade e porque ela não conseguia mais se mover, minha mãe começou a usar uma cadeira de rodas. A cadeira, símbolo da deficiência, se tornou uma solução porque, afinal, ela poderia se mover, sair de casa de novo. Mas ela protestou: ‘não vou poder fazer as compras de Natal porque não posso subir as escadas’. O que parecia ser uma oportunidade se transformou em obstáculo. Por outro lado, eu sempre quis contar uma história de amor fundada numa diferença, não cultural ou social, e sim física. É uma pergunta que sempre fiz a mim mesmo: e se eu me apaixonasse por uma pessoa deficiente? Seria uma visão do futuro certamente um pouco complicada. O amor seria mais forte que a razão? Acredito que sim, e por isso quis fazer este filme – explica o diretor e protagonista.
Além da história da mãe e eu interesse pela temática, Dubosc voltou ao passado e lembrou de uma paixão de infância com quem enfrentou os primeiros preconceitos. “Quando era criança, eu me apaixonei por uma garota fortemente estrábica. Todo mundo caçoava dela. Mas eu a via com outros olhos, se é que posso dizer assim. Sempre me pareceu que a diferença era uma vantagem, um charme. Mas sei que é preciso ser muito corajoso para aceitar, para construir uma vida com alguém diferente, para amá-la. Não sei se eu fui corajoso o suficiente”, confessa.
O diretor confessou ainda que, no começo do processo de escrita, ficou preocupado em tratar a deficiência com humor, mas que, assim como na vida, esqueceu ao longo do processo. “Quando encontramos alguém deficiente, no início prestamos bastante atenção a cada palavra que dizemos, mas quando a relação se aprofunda, não se presta mais atenção. Senão isso significaria não aceitar a diferença, colocar o outro à distância. Além disso, minha intenção nunca foi de debochar. Espero que as pessoas percebam isso”, completa.
SINOPSE
Jocelyn, empresário bem-sucedido, é um conquistador e mentiroso inveterado. Cansado de ser ele mesmo, acaba seduzindo uma bela e jovem mulher ao se passar por um deficiente físico. Até o dia em que ela lhe apresenta a irmã, também deficiente…
FICHA TÉCNICA
Direção: Franck Dubosc Roteiro: Franck Dubosc Gênero: comédia País: França e Bélgica Ano: 2018 Classificação: 12 anos
A indústria do cinema é composta por franquias de sucesso, principalmente no gênero ação. Uma saga de êxito é Missão Impossível, desde a série homônima de Bruce Geller, nos anos 60, com posterior lançamento de seu primeiro filme, em 1996, sob a direção do consagrado Brian de Palma. Agora temos a sexta aventura do agente secreto mais carismático, ágil e tresloucado da sétima arte, que promete ser a mais intensa e emocionante de toda a saga. Será que tem potencial para ser o melhor filme da série?
‘Missão Impossível-Efeito Fallout’, dirigido por Christopher McQuarrie, traz um plano diabólico arquitetado por membros do Sindicato, intitulados Apóstolos, cujo antigo líder é o terrorista Solomon Lane (Sean Harris). Ex-agentes, sob o comando do antigo mestre, roubam três núcleos de plutônio que poderiam encampar na construção de ogivas e, consequentemente, provocar um desastre nuclear. Para evitar uma possível catástrofe, o agente Ethan Hunt (Tom Cruise) retorna e se reúne com sua equipe, composta por Benji (Simon Pegg), Luther (Ving Rhanes) e a enigmática Ilsa Faust (Rebecca Ferguson). Porém, o grupo passa a contar com a participação de August Walker (Henry Cavill), um agente da CIA, enviado para vigiá-los. Hunt e sua turma deverão fazer de tudo para evitar uma possível catástrofe, mas enfrentarão mais novos desafios e perigos para saírem ilesos.
O roteiro mantém a essência da franquia, com muita ação, sequências de perseguições em grandes cenários, perfeitos enquadramentos e Tom Cruise realizando coisas mirabolantes, como também dá continuidade aos eventos do filme anterior, com Hunt sendo assombrado pelo passado, por não ter conseguido derrotar Sean Lane, o que vai por em risco também à vida de sua amada, Julia (Michelle Monaghan). A cena do casamento entre Hunt e Julia no início da história já dá o tom do que virá pela frente.
O trabalho de Christopher McQuirre mostra que sua experiência nos filmes anteriores lhe deu aprimoramento para entregar uma obra digna de um verdadeiro filme de ação, com a inserção de todos os elementos típicos de um longa do gênero, como uma premissa sólida, uma narrativa bem encaixada, eficiente montagem com cenários imponente e boa angulação de câmeras que valorize os movimentos e as expressões corporais do elenco. Não se trata de um filme que traga mais do mesmo, mas um autêntico thriller de espionagem, com trama envolvente, empolgante e um protagonista humanizado, com motivações claras e capaz de despertar empatia no público.
As atuações são acima da média, principalmente do protagonista. Tom Cruise, mesmo após interpretar o mesmo personagem seis vezes, mostra que não perdeu a mão. Ele não só consegue manter o carisma e conexão com o público, como também o realismo das ações de Ethan Hunt, boa parte delas feitas em ótimos planos-sequência, principalmente nas cenas mais fortes, como a do helicóptero, quando precisa pilotá-lo para capturar Walker e jogar a carga pendurada no veículo em cima do helicóptero pilotado pelo rival, Henry Cavill teve uma participação eficiente, apresenta um personagem sólido e sem ser canastrão, como muitos esperavam. No núcleo feminino, Rebecca Ferguson é o maior destaque, pois apresenta uma performance superior ao filme anterior, com sua personagem ganhando mais desenvolvimento e se tornando uma peça-chave no sucesso da missão que parecia ser impossível (perdoe esse trocadilho ridículo), principalmente na reta final da história.
Apesar do uso desnecessário do 3D, que pouco ou quase nada acrescenta, e do uso de alguns clichês, como a busca por plutônio, algo que parece bem batido, ‘Missão Impossível-Efeito Fallout’ entrega uma trama bem realista, com personagens capazes de atingir o público e tirar o fôlego, com coreografias bem elaboradas, uma trilha sonora vibrante e uma história com incríveis reviravoltas. Uma aventura épica que vale ser acompanhada, palmas para Tom Cruise, elenco e Christopher McQuarrie, um cineasta que mostra ter tato para o gênero ação!