
Por Luis Fernando Salles

Por Luis Fernando Salles
É um dos melhores filmes de 007 e talvez o último de Daniel Craig. O filme segue o rastro de Skyfall e explora o lado mais humanizado e James Bond. Tanto que é seu irmão postiço que quer se vingar dele e promova altas tramas para atrai-lo e se vingar da atenção que seu pai dava ao filho adotivo.
Bond se envolve com duas bond girls, uma cinquentona, protagonizada por Monica Belucci, e outra por Lea Sydoux, uma médica que se apaixona por ele e é correspondida.
O filme se passa no México, Itália e Áustria com paisagens deslumbrantes, como de hábito, e a trilha de Sam Smith, que levou o Oscar de Canção Original por Writing´s on the wall.
Não dá para recobrar o fôlego, é uma cena de aventura atrás da outra com direito a uma noite de amor de Bond num trem, à la Orient Express.
O vilão é Christopher Walz, um ator que quase sempre encarna vilões e que eu adoro!
Amo Daniel Craig e estou triste que ele vá abandonar a franquia.
James Bond relembra todas as pessoas que marcaram sua vida e é muito interessante essa perspectiva mais humana do personagem, que pode sentir medo, amar e lutar para salvar a sua amada.
Super recomendo!
4 poltronas em 5.
Sinopse: James Bond (Daniel Craig) vai à Cidade do México com a tarefa de eliminar Marco Sciarra (Alessandro Cremona), sem que seu chefe, M (Ralph Fiennes), tenha conhecimento. Isto faz com que Bond seja suspenso temporariamente de suas atividades e que Q (Ben Whishaw) instale em seu sangue um localizador, que permite que o governo britânico saiba sempre em que parte do planeta ele está. Apesar disto, Bond conta com a ajuda de seus colegas na organização para que possa prosseguir em sua investigação pessoal sobre a misteriosa organização chamada Spectre.
A Amazon venceu o leilão pelo direito de produzir o longa metragem sobre o nascimento da Ku Klux Klan. K Troop, como é chamado o filme, provavelmente terá a participação de Joseph Gordon-Levitt como protagonista. A informação é do Hollywood Reporter.
O filme é baseado em um artigo escrito por Matthew Pearl. K Troop fala sobre ascensão do grupo supremacista branco em 1865. O Major Lewis Merrill, na década seguinte, liderou as ações armadas e desenvolveu uma rede de informações compostas, inclusive, por afro-americanos. Gordon-Levitt deve interpretar o papel do Major.
A disputa pelos direitos de distribuição de K Troop, coincide com o leilão que envolveu a venda do novo O Nascimento de uma Nação. E os motivos envolvem a discussão sobre diversidade no Oscar, os problemas de imigração ( que é pauta nas eleições dos Estados Unidos) e os próprios atentados da Ku Klux Klan, que foi envolvida em acontecimentos violentos recentes no sul da Califórnia e apoia o candidato a presidência, Donald Trump.

Por Luis Fernando Salles
Alê Abreu, diretor e roteirista da animação O Menino e o Mundo, indicação brasileira ao Oscar 2016, criticou a escolha de personagens de Toy Story para entregar o prêmio de Melhor Animação da noite.
O diretor publicou em seu Facebook: “Na boa. Sem querer tirar o merecimento do Inside Out, e correndo o risco de parecer ressentimento meu: esse negócio dos personagens da Pixar apresentarem a entrega do Oscar de Melhor Longa de Animação, que eles próprios ganharam, foi, no mínimo, um tremendo engano. Fiquei constrangido por eles”.
A reclamação do brasileiro se dá pois tanto Toy Story, quanto Inside Out ( Divertidamente) são produzidos pelo estúdio de animação norte-americano Pixar. Para ele, faltou sensibilidade da Academia em relação aos outros concorrentes estrangeiros.
Alê Abreu ainda completou dizendo que seria o mesmo se Ennio Morricone tivesse recebido o prêmio de Trilha Sonora das mãos de um dos atores de Cinema Paradiso, filme do qual o italiano também foi compositor.

Por Luis Fernando Salles
