Em filme, Glória Pires mostra humanidade de Nise da Silveira

Em filme, Glória Pires mostra humanidade de Nise da Silveira

O filme, baseado na história de Nise de Oliveira, aluna de Carl Jung, que revolucionou a forma de tratamento dos pacientes considerados loucos no Brasil, tem como protagonista Glória Pires, que interpreta a própria Nise.

No trailer, é possível ver pacientes violentos e agressivos com esquizofrenia, sendo tratados com terapias mais agressivas ainda, como o eletrochoque e a lobotomia, em um hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro. Nise, em contrapartida, quer tentar inserir um tratamento mais humano na vida desses pacientes e na experiência de outros médicos.

Rechaçada por seus colegas de trabalho pela nova forma de olhar, Nise é isolada, e fica responsável, sozinha, pelo Setor de Terapia Ocupacional e tenta aplicar a nova técnica com os pacientes, por meio do amor e da arte.

O filme é dirigido por Roberto Berliner, que já ganhou prêmio de melhor documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. O filme tem estreia prevista para 21 de abril.

Por Lívia Lima

Atores de “Ave, César!” falam sobre o filme

Atores de “Ave, César!” falam sobre o filme

O longa “Ave, Cesar! ” dirigido pelos irmãos Coen, chega aos cinema dia 16 de abril e conta a história de Edward Mannix (Josh Brolin) que tem a missão de proteger as estrelas do Estúdio Capitol Pictures de escândalos e polêmicas, quando seu principal astro, Baird Whitlock (George Clooney), é sequestrado por uma organização chamada “Futuro”.

Nessa comédia, com características típicas do cinema hollywoodiano dos anos 1950, os atores Josh Brolin, Channing Tatum, Scarlett Johansson, Ralph Finnes e Tilda Swinton falam sobre seus personagens no filme.

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Reprodução Internet

 

Confira o vídeo com a entrevista dos atores:

http://video17.mais.uol.com.br/15801542.mp4?ver=2&r=http://mais.uol.com.br

Por: Luis Fernando Salles

Octavia Spencer em negociações para novo filme de Guillermo Del Toro

Octavia Spencer em negociações para novo filme de Guillermo Del Toro

O mestre de filmes misteriosos e talvez até assustadores, como O Labirinto Do Fauna e A Colina Escarlate, está dirigindo, escrevendo e produzindo uma obra sobre a Guerra Fria. E a incrível Octavia Spencer (Histórias Cruzadas) está em negociações para participar do longa.

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O filme, ainda sem título, se passará na América em 1963 e conta a história de um romance em um cenário totalmente impróprio.

Spencer tem trabalhado em seu papel coadjuvante na saga “Divergente”, além de ter sido definida para interpretar Deus na adaptação do best seller “A cabana”, que deve ser lançado ainda esse ano. Recentemente a atriz trabalhou nas gravações de “Gifted”, de Marc Webb, ao lado de Chris Evans.

O diretor trabalhou, mais recentemente, em “A Colina Escarlate”, filme com Mia Wasikowska, Tom Hiddleston e Jessica Chastain. E tem trabalhado desde 2008 em um projeto de Stop Motion do clássico “Pinnochio”.

O diretor esta trabalhando em Scary Stories to Tell in the Dark, sobre um dos seus livros favoritos, mas parece que este filme não entitulado vai “furar a fila” e ser gravado antes. A atriz Sally Hawkins irá protagonizar.

As filmagens do filme começaram neste verão estaduniense.

Por Lívia Lima

Clube da Luta terá uma sequência nos quadrinhos

Clube da Luta terá uma sequência nos quadrinhos

Clube da Luta terá uma sequência. Mas não será nos cinemas como o longa de David Fincher. Na verdade será uma série de HQ´s limitadas da editora Dark Horse. A história terá dez edições e a última será lançada no próximo dia 30 de março nos Estados Unidos.

Na sinopse oficial, a última HQ “termina da maior forma possível – com o mundo inteiro queimando, de acordo com o plano de Tyler (papel interpretado Brad Pitt ), além de uma ideia nova e imprevisível. Os passivos herdarão a terra e um confronto final prova, finalmente, que Roland Barthes está certo!”

Com as artes de Cameron Stewart, a nova trama terá Tyler como narrador e se passa anos após a primeira história mostrando o protagonista (Edward Norton) e Marla (Helena Bonham Carter) casados e presos em uma rotina.

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Reprodução Internet

Por Luis Fernando Salles

Em ‘Zootopia’, Disney discute machismo e questões sociais e raciais

Em ‘Zootopia’, Disney discute machismo e questões sociais e raciais

Em seu novo sucesso de animação ‘Zootopia – Essa Cidade é o Bicho’, a Disney conseguiu transpor questões das sociedades humanas e seus nichos para o mundo animal, criando o questionamento: podemos ser o que quisermos ou estamos condicionados a um só caminho de acordo com a nossa origem ou situação social?

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“Estávamos determinados a fazer uma comédia animal, mas ao realizar as pesquisas, descobrimos que tínhamos uma oportunidade de abordar uma questão importante, sob o pretexto de uma certa leveza de tom”, explica Byron Howard (“Rapunzel”, “Volt”), que co-dirigiu com Rich Moore (“Os Simpsons”), o filme.

Para alcançar esse objetivo, é utilizado como instrumento, o antropomorfismo, onde os animais ganham caracteristas, vozes e expressões humanas.

A trama se passa na cidade de Zootopia, uma cidade bem estruturada onde os animais vivem como nós: trabalham, falam ao celular, usam roupas e andam como nós. Apesar de moderna, a cidade tem seus bairros nobres e bairros mais pobre, e todos os animais vivem em harmonia. A historia se desenrola com a coelhinha Judy Hopps, que sonha em fazer parte da corporação policial. Em contrapartida, Judy é tratada como coadjuvante pelo chefe da academia; ym rinoceronte misogino (uma das poucas raças que podem cumprir a função) mesmo se mostrando bem capaz. Para atingir seu objetivo, Judy conta com a ajuda da raposa Nick Wilde em uma investigação perigosa.

Nesta metáfora sobre a sociedade humana, o machismo, a discriminação, o preconceito racial e social são denunciados de forma sutil e cômica, utilizando os estereótipos animais para consolidar a idéia. Os criadores passaram mais de 18 meses estudando o comportamento animal para que tudo fosse baseado na natureza real.

Mônica Iozzi e Rodrigo Lombardi irão dublar na versão em português, a coelho e a raposa, respectivamente. Além disso, Ricardo Boechat esta tendo a oportunidade de fazer a dublagem da onça pintada que é âncora de jornal, Boi Chá.

O filme estreou nesta quinta (17), aqui no Brasil.

Por Lívia Lima