Star+ | A história real sobre Bem-Vindos ao Clube de Sedução

Star+ | A história real sobre Bem-Vindos ao Clube de Sedução

Estrelada por Kumail Nanjiani, a produção já está disponível na plataforma

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=sCajKBnhmxA

História real, poder, dinheiro e… strippers? A série “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” acaba de estrear com exclusividade no Star+. Do mesmo criador de “Pam & Tommy” (2022), Robert Siegel, a produção baseada em acontecimentos reais conta a chocante história de Somen “Steve” Banerjee (Kumail Nanjiani), um imigrante indiano que se tornou o fundador improvável do maior império de striptease masculino do mundo e não deixou ninguém impedir seu caminho para o sucesso.

A minissérie é estrelada por Kumail Nanjiani (Doentes de Amor) e conta com outros grandes nomes de Hollywood, como Murray Bartlett (The White Lotus), Juliette Lewis (Yellowjackets), Annaleigh Ashford (American Crime Story), Quentin Plair (The Good Lord Bird), Robin de Jesús (tick, tick…BOOM!), Andrew Rannells (Girls5eva) e Spencer Boldman (Cruise: Destino em Colisão), com a participação especial de Nicola Peltz Beckham (Amor com Data Marcada) e Dan Stevens (Gaslit).

Confira abaixo mais detalhes da história que baseou a minissérie.

Quem foi Steve Banerjee?

Somen “Steve” Banerjee nasceu em Bombaim, na Índia, mas mudou-se para o Canadá, onde adotou o apelido de “Steve” e morou por pouco tempo durante a década de 1970, antes de se mudar para o estado da Califórnia, nos Estados Unidos.

Nos EUA, Banerjee foi responsável por um posto de gasolina e administrava um clube de Gamão, mas ao perceber que seus negócios não estavam dando o resultado que esperava, decidiu comprar o Destiny II, um bar na Overland Avenue, em Los Angeles, que estava à beira da falência, e transformá-lo em uma boate, com atividades como luta feminina na lama – o que atraiu principalmente a população masculina local.

Durante o ano de 1979, ele decidiu que também precisava atrair o público feminino para seu clube e assim nasceram os Chippendales.

Somen “Steve” Banerjee

O que eram os Chippendales?

Os Chippendales eram uma trupe de dança masculina que dava atenção especial ao strip-tease durante suas apresentações, revolucionando a indústria do entretenimento. O grupo se apresentava para o público feminino, o que era inédito na época e, apesar de pouco convencional, o público comprou a ideia.

A jogada de Steve deu muito certo, e logo as apresentações viraram um fenômeno. Para manter a qualidade das danças, ele contratou o coreógrafo mundialmente famoso, Nick De Noia, e à medida que seu sucesso crescia, o então empresário decidiu abrir estabelecimentos em outras cidades como Nova York, Dallas e Denver, com a mesma temática. Como nem tudo são flores, o sucesso dos Chippendales foi tanto que outros clubes começaram a imitar a ideia revolucionária de Bannerjee, que não ficou nem um pouco contente.

Chippendales

Crimes

Quando alguns dos estabelecimentos concorrentes foram vítimas de um incêndio criminoso, Steve foi o principal suspeito, mas por falta de provas, nada foi comprovado na época. Em 1987, Nick De Noia foi encontrado morto a tiros e, durante a investigação, um informante do FBI obteve informações privilegiadas sobre o envolvimento de Steve em tentar matar dois ex-membros do Chippendales e um coreógrafo, o que levou à sua prisão. Quando apresentado ao tribunal, Steve se declarou culpado de uma infinidade de acusações, entre elas, o assassinato de aluguel de De Noia, tentativa de incêndio criminoso e extorsão.

Momentos finais

Steve Bannerjee morreu por conta de um suicídio em 24 de outubro de 1994, enquanto ainda estava encarcerado no Metropolitan Detention Center, no centro de Los Angeles, antes mesmo de ter sua sentença. No momento de sua morte, os Chippendales ainda estavam no auge de seu sucesso e eram considerados uma marca multimilionária, com um patrimônio líquido de cerca de 3 milhões de dólares.

Sobre Star +

Star+ é um serviço de streaming de entretenimento geral e esportes lançado em 31 de agosto de 2021 na América Latina, sendo complementar, mas independente, do serviço Disney+ nesta região. O serviço oferece estreia exclusiva de filmes de entretenimento em geral e séries de televisão dos estúdios de conteúdo da The Walt Disney Company, incluindo Disney Television Studios, FX, 20th Century Studios, Star Original Productions, National Geographic Original Productions e muito mais, bem como a transmissão de esporte ao vivo da ESPN, a marca mais respeitada e reconhecida para os fãs de esportes da região. De dramas a comédias (incluindo todas as temporadas de Os Simpsons) a thrillers adultos, Star+ também apresenta programação original exclusiva da marca de entretenimento geral Star, juntamente com uma coleção de produções regionais originais da América Latina. Visite www.starplus.com para obter mais informações sobre o serviço e sobre o Combo+, a oferta comercial permanente que disponibiliza a contratação de Star+ e Disney+, plataformas independentes, a um preço único e atrativo que dá acesso que à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades.

Poltrona Séries: The Crown-5ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: The Crown-5ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

"O começo do fim": trailer de "The Crown" antecipa funeral de Lady Di

Uma grande produção da Netflix desde 2017 e que deixou boas impressões, a série ‘The Crown’ vem para sua quinta temporada em 2022 com promessa de grande audiência e abordagem de novas polêmicas em torno da Família Real britânica. E os ânimos estarão ainda mais exaltados após a morte da rainha Elizabeth II no último dia 08 de setembro, mas será que essa nova sequência de 10 episódios vai agradar ao público?

O foco está na década de 1990, especialmente em acontecimentos como a separação da princesa Diana do príncipe Charles e as dificuldades da rainha Elizabeth, agora vivida por Imelda Staunton, em blindar a monarquia das críticas públicas de Diana e fortalecer a imagem da família, prestes a ruir com a separação do filho mais velho da monarca. Reforçar a importância da família real para o Reino Unido, além de transmitir a imagem de modelo ideal a ser seguido são os maiores desafios, sem dúvida, mas a abordagem política também se faz presente, principalmente no que tange a relação da família de Elizabeth II com os Romanov.

Um antigo recurso e de bastante eficácia se fez presente também nesta temporada, como o paralelo entre os dramas familiares e os compromissos da monarquia, realizados com perfeita sintonia. A relação entre Elizabeth e o príncipe Phillip se dá de maneira bem fluida, o que não vemos entre Charles e Diana. Mas a atuação de Elisabeth Debicki como Lady Di traz uma ilustração perfeita não só no aspecto físico, mas nos trejeitos e na personalidade de Diana, que não fazia questão de esconder nada e sempre mostrar quem era. Destaque para a entrevista polêmica que ela concede à BBC, em 1995.

Em termos gerais, a fotografia é muito bem retratada, como as roupas e adereços da época, mas as interações entre os personagens são mais contidas. Até a 4ª temporada, víamos personagens com mais energia e desdobramentos bombásticos. Apesar dos entreveros e da separação entre Charles e Diana, não houve o impacto que era esperado na série como se deu na vida real. Foi uma temporada com sabor de quero mais.

Apesar dos altos e baixos, ‘The Crown’ deixa importantes ganchos com possibilidades para o desfecho da última temporada, vale a maratona.

Cotação: 3,5/5 estrelas.

Por: Cesar Augusto Mota

Canal Brasil disponibiliza “Marte Um” nas principais operadoras de vídeo “On Demand”, a partir do dia 15 de novembro

Canal Brasil disponibiliza “Marte Um” nas principais operadoras de vídeo “On Demand”, a partir do dia 15 de novembro

O longa, coprodução do canal,foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2023
 

Cena de “Marte Um”. Crédito: Divulgação

O Canal Brasil disponibiliza “Marte Um”, de Gabriel Martins, para aluguel nas plataformas de streaming das operadoras a partir desta terça, dia 15. Coproduzido pelo Canal, o longa foi escolhido para representar o Brasil no tapete vermelho do Oscar 2023 na disputa pela categoria de Melhor Filme Internacional.

“Marte Um” traz a história do cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais. O garoto Deivid (Cícero Lucas) mora na periferia e sonha em ser astrofísico e participar de uma missão colonizadora de Marte, que acontecerá em 2023. Apesar das condições adversas e do sonho do pai do menino de que ele seja jogador de futebol, ele não desiste e passa grande parte dos seus dias estudando através de vídeos e palestras sobre astronomia na internet. A perseverança do menino e a superação dos dilemas familiares é o que inspira a história.

Marte Um (2022) (114’)

Direção: Gabriel Martins

Classificação: 16 Anos

Sinopse: Os Martins, família negra de classe média baixa, seguem a vida entre seus compromissos do dia a dia e seus desejos e expectativas, mesmo com a tensão de um governo conservador que acaba de assumir o poder no país. Em meio a esse cotidiano, Tércia cuida da casa enquanto passa por crises de angústia, Wellington quer ver o filho virar jogador de futebol profissional, Eunice tem um novo amor e o pequeno Deivinho sonha em colonizar Marte.

Disney+ | Pinóquio – Outros live-action no streaming

Disney+ | Pinóquio – Outros live-action no streaming

ALÉM DE “PINÓQUIO”, CONFIRA OUTRAS PRODUÇÕES LIVE-ACTION DOS CLÁSSICOS DISNEY DISPONÍVEIS EXCLUSIVAMENTE NO DISNEY+

O live-action de “Pinóquio” já está disponível no streaming e apresenta história do boneco de madeira que queria ser um menino de verdade

Pinóquio”, o mais novo live-action da Walt Disney Studios, estreou dia 8 de setembro durante o Disney+ Day – celebração global do streaming em preparação para o D23 Expo: The Ultimate Disney Fan Event. A produção é estrelada por Tom Hanks, Benjamin Evan Ainsworth, Cynthia Erivo, Joseph Gordon-Levitt, Keegan-Michael Key, Lorraine Bracco e Luke Evans.

O vencedor do Oscar® Robert Zemeckis dirige a versão em live-action e CGI que reconta a adorada história do boneco de madeira que embarca em uma aventura eletrizante para se tornar um menino de verdade. Tom Hanks interpreta Gepeto, o carpinteiro que constrói e trata Pinóquio (Benjamin Evan Ainsworth) como filho. Joseph Gordon-Levitt é Grilo Falante, que atua como guia e “consciência” de Pinóquio; Cynthia Erivo, indicada ao Oscar®, é a Fada Azul; Keegan-Michael Key é João Honesto; Lorraine Bracco, também indicada ao Oscar®, interpreta a nova personagem Sofia; e Luke Evans é o Cocheiro.

Além de “Pinóquio”, confira outras produções live-action também disponíveis no catálogo do Disney+:

CINDERELA (2015)

A história de “Cinderela” segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa.

MOGLI: O MENINO LOBO (2016)

Mogli: O Menino Lobo” apresenta uma aventura épica inédita sobre Mogli (Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos. Ele sente que não é mais bem-vindo na floresta quando o temido tigre Shere Khan, que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça. Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pela pantera e mentora Bagheera, e pelo alegre urso Balu.

A BELA E A FERA (2017)

A história e os personagens que o público conhece e adora ganham vida de forma espetacular na adaptação em live-action do clássico de animação da Disney. “A Bela e a Fera” mostra a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem corajosa, linda, brilhante e independente que é aprisionada pela Fera (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar de seus medos, ela se torna amiga dos serviçais encantados e aprende a enxergar além do exterior horrendo da Fera e percebe o coração gentil do verdadeiro príncipe que existe em seu interior.

DUMBO (2019)

Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante possui uma surpresa.

A DAMA E O VAGABUNDO (2019)

Nesta aventura romântica, que reconta o clássico animado de 1955, Lady – uma Cocker Spaniel Americana inquieta e mimada – e Vagabundo – um vira-lata durão, mas amável e cheio de lábia – embarcam em uma aventura inesperada e, apesar de suas diferenças, vão se aproximando e acabam entendendo o valor do lar.

O REI LEÃO (2019)

O Rei Leão” retrata uma jornada pela savana africana, onde nasce o futuro rei da Pedra do Reino, Simba. O pequeno leão é fiel ao seu destino de assumir o reinado. Mas Scar, irmão de Mufasa e ex-herdeiro do trono, tem seus próprios planos. Com a ajuda de dois novos e inusitados amigos, Simba terá que crescer e voltar para recuperar o que é seu por direito.

ALADDIN (2019)

Aladdin (Mena Massoud), um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora, ele quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que ela é a princesa Jasmine (Naomi Scott), que está prestes a noivar. Com a ajuda do Gênio (Will Smith), ele tenta se passar por um príncipe para conquistar o amor de Jasmine e a confiança do pai dela.

MULAN (2020)

No live-action “Mulan”, a aclamada cineasta Niki Caro dá vida ao conto épico chinês, e apresenta Hua Mulan (Liu Yifei), a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação, provando-se uma grande guerreira.

Sobre Disney +

Disney + é o serviço de streaming por assinatura para filmes, séries e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Como parte do segmento Disney Media and Entertainment Distribution (DMED), Disney + está disponível para dispositivos conectados à Internet e oferece a todos os públicos uma programação sem anúncios com uma variedade de filmes, documentários, séries animadas e live-action e curtas-metragens. Proporcionando acesso sem precedentes à incrível biblioteca de entretenimento de cinema e televisão da Disney, é também a plataforma de streaming para exibição exclusiva dos últimos lançamentos de filmes do The Walt Disney Studios. Visite DisneyPlus.com para obter mais informações sobre o serviço e sobre o Combo+, a oferta comercial permanente que disponibiliza a contratação do Disney+ e Star+, plataformas independentes entre si, a um preço único e atrativo que dá acesso à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades.

Filmes e séries sobre a trajetória da Rainha Elizabeth II

Filmes e séries sobre a trajetória da Rainha Elizabeth II

Rainha Elizabeth II faleceu nesta última quinta-feira (8) aos 96 anos, na Escócia. A monarca não era apenas a principal figura da Família Real Britânica, como também uma personalidade recorrente da cultura pop, seja pelo seu duradouro reinado ou então pelas intrigantes histórias dos bastidores de sua família.

Em homenagem ao falecimento de uma notável figura da política mundial, confira abaixo filmes e séries sobre a vida da Rainha Elizabeth II.

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The Crown

Disponível na Netflix

The Crown é, sem dúvidas, a obra definitiva sobre a vida da Rainha Elizabeth II. O ambicioso seriado da Netflix se inicia ainda na juventude da monarca, e se propõe a narrar toda a sua vida política entre guerras e crises familiares. É o retrato mais completo sobre Elizabeth II, e está longe de ser concluído.

Para retratar a Família Real ao longo das décadas, o programa costuma trocar de elenco entre temporadas, e todas as intérpretes de Elizabeth II – Claire Foy e Olivia Colman – se consagram na categoria de atuação do Emmy. Com a série chegando próximo dos dias de hoje, Imelda Stauton (Harry Potter) assumirá o papel para as temporadas 5 e 6.

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A Rainha (2006)

Disponível na Globoplay e Starzplay

Se há algo recorrente nas vezes que Elizabeth II foi retratada nos filmes ou na TV, é que o papel da monarca costuma render prêmios para suas intérpretes. A Rainha, que narra a crise de popularidade pública da rainha após a morte da princesa Diana, é a prova disso, tendo rendido um Oscar de Melhor Atriz para Helen Mirren.

Curiosamente, a atriz também já interpretou a rainha Elizabeth I no teatro e em uma minissérie.

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O Discurso do Rei (2010)

Disponível na HBO Max

Além de histórias centradas na vida de Elizabeth II, a rainha também aparece em diversas outras obras sobre os demais membros da Família Real. Um bom exemplo disso é O Discurso do Rei (2010), centrado no problema de gagueira do rei George VI – o pai de Elizabeth II.

A futura rainha aparece apenas como criança, mas pode ser interessante para entender mais sobre a Família Real e o antecessor da monarca. O filme também é bastante premiado, e levou quatro estatuetas do Oscar para casa.

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Spencer (2021)

Outra obra que não é focada em Elizabeth II mas que conta com grande participação da monarca é Spencer, longa focado na princesa Diana – aqui vivida por Kirsten Stewart.

Disponível no Amazon Prime Video

O filme retrata a princesa bastante deslocada com os costumes e tradições da Família Real, e Elizabeth II acaba servindo quase como uma vilã no longa, representando um nível de perfeição que Diana sente que não é capaz de alcançar sem abrir mão da própria personalidade.

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Uma Noite Fora do Palácio (2015)

Disponível no Amazon Prime Video

96 anos é uma vida bastante longa, e Elizabeth II viu todo tipo de situação. O filme Uma Noite Fora do Palácio coloca a jovem monarca em uma aventura mais leve, mostrando ela e sua irmã Margaret ainda como princesas, escapando do Palácio de Buckingham para celebrar a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.

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Elizabeth: A Portrait in Part(s) (2022)

Se você quiser saber mais sobre a vida de Elizabeth II sem ser pela ótica da ficção, o documentário Elizabeth: A Portrait in Part(s) pode ser uma boa pedida. A obra de Roger Michell é centrada na rainha, e é inteiramente construída a partir de imagens de arquivo, trazendo o máximo de autenticidade possível.

Fonte: Legião dos Heróis