À LA CARTE da próxima semana traz longa com Valeria Golino premiado em Cannes
Catálogo também exibe longa de Lauro Escorel que completa 35 anos e dois clássicos norte-americanos: “O grande motim” e a comédia “O palhaço do batalhão”
Chegam ao À LA CARTE na próxima quinta-feira, 1º de abril, quatro novos filmes que passam a integrar o catálogo do streaming. Entre os destaques está o belíssimo drama italiano “Respiro” (2002), dirigido porEmanuele Crialese, com Valeria Golino no papel principal. Os outros três filmes são“Sonho sem fim”, filme de estreia de Lauro Escorel como diretor e que narra a história de um dos pioneiros do cinema brasileiro, Eduardo Abelim; o clássico “O grande motim” (1935), filme de Frank Lloyd com Charles Laughton, Clark Gable e Franchot Tone, indicado ao Oscar 1936 em oito categorias; e, para fechar, a comédia “O palhaço do batalhão” (1950), de Hal Walker, terceiro filme estrelado por Jerry Lewis e Dean Martin.Mãe de três filhos, Grazia (Valeria Golino) mora com o marido em uma ilha na Itália. Como todas as demais mulheres, trabalha na limpeza dos peixes que os homens trazem diariamente. Sonha em viajar, mas apenas se permite tomar banhos de mar nua. O que gera muito falatório na ilha. Poderia ser só mais um tema sobre o mesmo assunto: a clássica história da mulher diferente das demais e que desafia o conservadorismo da comunidade, mas o diretor e roteirista Emanuele Crialese não cai na mesmice, tornando “Respiro”(2002) um clássico libertário do início do milênio.
“Respiro” é um filme delicado e surpreendente com belíssimas imagens do mediterrâneo e vencedor do Grande Prêmio da Semana da Crítica no Festival de Cannes 2002. Pelo papel de protagonista, Valeria Golino foi reconhecida pela crítica. Apesar de ter despontado para o estrelato mundial no final dos anos 1980, ao aparecer como a namorada de Tom Cruise em “Rain Man” (1988), foi em “Respiro”, e em sua terra natal, que a atriz conseguiu seu papel mais premiado. Ela foi escolhida melhor atriz pelo Nastro d’argento (prêmio de cinema italiano mais antigo, concedido desde 1946 pelo Sindicato Nacional dos Jornalistas do Cinema Italiano) e no Festival de Mons, na Bélgica, além de ter recebido uma indicação nesta categoria ao David di Donatello, o Oscar italiano.Confira abaixo as sinopses dos filmes:
Respiro (Respiro) Itália, 2002, Drama, 95min, 14 anos Direção: Emanuele Crialese Elenco: Valeria Golino, Vincenzo Amato, Francesco Casisa Sinopse: Grazia vive em uma Ilha na Itália com seu marido e seus três filhos. A pequena população da vila de pescadores a consideram louca e pressionam seu marido para que o mesmo a interne em uma instituição. Ele se recusa, mas mesmo assim Grazia foge.
Curiosidades: Vencedor do Grande Prêmio da Semana da Crítica no Festival de Cannes 2002. A atriz italiana Valeria Golino despontou para o estrelato mundial ao aparecer como a namorada de Tom Cruise em “Rain Man” (1988), mas em sua filmografia, com mais de 100 títulos e quase 70 prêmios, constam grandes atuações em trabalhos realizados dentro e fora da Itália. Para o elenco deste filme, o diretor Emanuele Crialese escalou somente atores amadores, com exceção de Valeria Golino.
Sonho sem fim Brasil, 1986, Biografia, 93min, 14 anos Direção: Lauro Escorel Elenco: Carlos Alberto Riccelli, Luiz Carlos Arutin, Vicente Barcellos, Débora Bloch Sinopse: A história de um dos pioneiros do cinema brasileiro, Eduardo Abelim, desde o início da carreira, no Rio de Janeiro, até as filmagens da Revolução de 1930. Para divulgar seus filmes, Abelim até fazia acrobacias de carros, dava aulas de ocultismo e dava orientações sobre assuntos místicos.
Curiosidades: Filme de estreia do fotógrafo de cinema Lauro Escorel como diretor. A história biográfica do gaúcho Eduardo Abelim, um dos pioneiros do cinema brasileiro. “Sonho Sem Fim” levou o troféu Kikito em 5 categorias no Festival de Gramado 1985: Prêmio Especial do Júri, Melhor Figurino, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Atriz para Marieta Severo e Melhor Atriz Coadjuvante para Imara Reis. “Sonho sem fim” também recebeu o prêmio de melhor filme do ano de 1986 da crítica cinematográfica do Rio de Janeiro.
O grande motim (Mutiny on the bounty) EUA, 1935, Aventura, 132min, 14 anos Direção: Frank Lloyd Elenco: Charles Laughton, Clark Gable, Franchot Tone Sinopse: O primeiro imediato Fletcher Christian lidera uma revolta contra seu comandante sádico, Capitão Bligh, nesta clássica aventura marítima, baseada no motim de 1788 da vida real.
Curiosidades: Indicado ao Oscar 1936 em oito categorias, venceu apenas como Melhor Filme. Este foi o único filme a receber três indicações ao Oscar de Melhor Ator (Clark Gable, Charles Laughton e Franchot Tone), e, por causa disso, logo depois a Academia criou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, para garantir que essa situação não se repetisse. O ator James Cagney estava de férias navegando em seu barco no largo de Catalina Island, Califórnia, quando passou pela área onde a equipe de “O Grande Motim” estava filmando, ele então ligou para o diretor Frank Lloyd, um velho amigo seu, pedindo um papel em troca de alguns dólares, e acabou ganhando uma figuração de destaque, vestido de marinheiro, podendo ser reconhecido perto do início do filme, a bordo do Bounty.
O palhaço do batalhão (At war with the army) EUA, 1950, Comédia, 93min, 12 anos Direção: Hal Walker Elenco: Dean Martin, Jerry Lewis, Mike Kellin Sinopse: Alvin Corwin é o homem inferior no totem e vai de um acidente a outro em um campo de treinamento do exército na Segunda Guerra Mundial.
Curiosidades: Terceiro filme estrelado por Jerry Lewis e Dean Martin. Comédia de Hal Walker, que dirigiu Jerry Lewis e Dean Martin em outros sucessos, entre eles “O Marujo Foi na Onda”. Polly Bergen, que interpreta Helen Palmer em “O Palhaço do Batalhão”, foi premiada com o Emmy 1958, por seu trabalho na série “Playhouse 90”, e fez sucesso em filmes como “Círculo do Medo” (1962) – refilmado por Martin Scorsese –, e “Almas nas Trevas” (1963).
Serviço:Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente. Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.Ou vá direto para a página de cadastro: https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signupAplicativos disponíveis para Android, Android TV, IOS, Apple TV e Roku. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play , App Store e dispositivos Roku.
Petra Belas Artes À LA CARTE:O À LA CARTE é um streaming de filmes pensado para quem ama cinema de verdade. Seu catálogo, que já conta com cerca de 400 títulos,e inclui filmes de todos os cantos do mundo e de todas as épocas: contemporâneos, clássicos, cults, obras de grandes diretores, super premiados e principalmente aqueles que merecem ser revistos e que tocam o coração dos cinéfilos. Além de pelo menos quatro novos filmes que entram semanalmente no catálogo, há também a possibilidade do aluguel unitário, que são os Super Lançamentos: um espaço para filmes que estreiam antes dos cinemas; simultâneos ao cinema; filmes inéditos no Brasil, entre outras modalidades. Outro diferencial são as mostras de cinema, recentemente o À LA CARTE trouxe especiais dedicados à cinematografia francesa, italiana, coreana e espanhola. O À LA CARTE foi criado no final de 2019 e integra o Belas Artes Grupo, que inclui também a Pandora Filmes e o Cine Petra Belas Artes, um dos mais tradicionais e queridos cinemas de rua de São Paulo.
O Animal Cordial, Verão 1993 e Slam-Voz do Levante, na semana que antecede oDia Internacional da Mulher, CineSesc estreia produções recentes dirigidas pormulheres, na série Cinema #EmCasaComSescOs filmes ficam disponíveis gratuitamente na plataforma do Sesc Digital em sescsp.org.br/cinemaemcasaStreaming segue com estreias do Festival Futuros Presentes: Cinemas Europeus erecebe, esta semana, uma seleção de títulos premiados do1º DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos
Do terror ao drama, da ficção ao documentário, na semana que antecede o Dia Internacional da Mulher (comemorado em 8 de março), o CineSesc estreia na plataforma do Sesc Digital uma seleção de filmes, nacionais e estrangeiros, todos eles dirigidos por mulheres. A partir de 4 de março, quinta-feira, o público tem acesso gratuito às ficções O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida, Verão 1993, de Carla Simón, e ao documentário Slam – Voz do Levante, de Roberta Estrela D?Alva e Tatiana Lohmann, na série Cinema#EmCasaComSesc. Pelo CineClubinho, estreiam o curta-metragem O Véu de Amani, de Renata Diniz, e a animação Vivi Lobo e O Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo. A plataforma gratuita de streaming do Sesc também recebe essa semana dois novos títulos da mostra Futuros Presentes Cinemas Europeus, na quarta, 3 de Março, e uma programação especial de filmes que integra o 1º DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos, que acontece de 7 a 14 de Março.
Na quinta-feira, 4 de Março, entre os destaques está O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida, terror nacional que rendeu diversos prêmios em festivais, como Festival do Rio, Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre, além de ser nomeado em seis categorias do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Na trama, Murilo Benício interpreta o rígido dono de um restaurante que, junto a seus funcionários, tem de lidar com um assalto violento em seu estabelecimento, na presença de clientes. O filme propõe uma reflexão sobre a moral e funções sociais tão evidentes no Brasil.
Outra estreia na plataforma é o drama espanhol Verão 1993, de Carla Simón, que mergulha no luto e nas relações familiares sob o olhar de uma criança, que busca com ingenuidade entender as consequências da morte da mãe em sua vida. O filme de estreia da diretora foi representante da Espanha no Oscar 2018 e recebeu o prêmio Best First Feature no Festival de Berlim 2017.
Já o documentário brasileiro Slam – Voz do Levante, de Roberta Estrela D?Alva e Tatiana Lohmann, registra o crescimento na cena dos campeonatos de poesia falada, conhecido como Slam. O longa foi vencedor do Prêmio Especial do Júri e do prêmio de Melhor Documentário no 19º Festival do Rio, em 2017, e do prêmio de Melhor Filme Nacional no FIM CINE (Festival Internacional de Mulheres no Cinema), em 2018.
O #CineClubinho recebe em sua programação de filmes para a família o curta-metragem O Véu de Amani, de Renata Diniz, vencedor do Kikito de Melhor Roteiro no Festival de Cinema de Gramado, Best Young Filmmaker no Los Angeles Brazilian Film Festival e Melhor Filme de Ficção pelo júri adulto na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. A produção de 2019 conta a história de uma garota mulçumana que se muda para o interior do Brasil. Lá, faz amizade com uma menina brasileira e juntas aprendem sobre convivência com as diferentes culturas e religiões. A animação Vivi Lobo e O Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo, acompanha a vida de Vivi, uma garota que enfrenta desafios típicos da infância, como os apelidos maldosos vindo de seus colegas de escola, a dificuldade em fazer amigos e a solidão. O curta é baseado no livro homônimo, escrito por Isabelle dos Santos.
Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, no próximo domingo, 7 de Março, chega na plataforma do Sesc Digital o 1º DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos. Disponível até dia 14 de Março, o evento virtual apresenta 11 filmes com temáticas ligadas aos Direitos Humanos. A curadoria da mostra é assinada por Leandro Pardí, Francisco Cesar Filho e pelo Instituto Vladimir Herzog, em parceria com o Sesc São Paulo. Entre os destaques estão Kunhangue Arandu – A Sabedoria das Mulheres, de Alberto Alvares e Cristina Flória; A Cordilheira dos Sonhos, de Patricio Guzmán, vencedor do prêmio de melhor documentário no Festival de Cannes; e Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, vencedor do Festival Queer Porto 6, de Portugal, como melhor filme. Os filmes estarão disponíveis gratuitamente no SITE.
PROGRAMAÇÃO STREAMING – 04 DE MARÇO
VERÃO 1993 Dir.: Carla Simón | Espanha | 2017 | 98 min | Ficção | 12 anos
IMAGENS A pequena Frida é uma criança em crise. Depois de perder o pai, ela sofre também com a morte da mãe, devido a uma doença que ela ainda não é capaz de compreender. A garota é obrigada a se mudar para a casa dos tios, em outra cidade. Apesar do afeto e compreensão da família, Frida manifesta um comportamento agressivo, especialmente com a prima mais nova.
O ANIMAL CORDIAL Dir.: Gabriela Amaral Almeida | Brasil | 2017 | 98 min | Ficção | 18 anos
IMAGENS São Paulo. Inácio (Murilo Benício) é o dono de um restaurante de classe média, por ele gerenciado com mão de ferro. Tal postura gera atritos com os funcionários, em especial com o cozinheiro Djair (Irandhir Santos). Quando o estabelecimento é assaltado por Magno (Humberto Carrão) e Nuno (Ariclenes Barroso), Inácio e a garçonete Sara (Luciana Paes) precisam encontrar meios para controlar a situação e lidar com os clientes que ainda estão na casa: o solitário Amadeu (Ernani Moraes) e o casal endinheirado Bruno (Jiddu Pinheiro) e Verônica (Camila Morgado).
SLAM – VOZ DE LEVANTE
Dir.: Roberta Estrela D?Alva, Tatiana Lohmann | Brasil | 2017 | 82 min | Documentário | Livre
Platéia, poetas, poemas próprios e jogo de cintura: essa é a fórmula dos Poetry Slams, campeonatos performáticos de poesia falada que vem se espalhando pelo mundo. O filme testemunha o crescimento da cena brasileira desde 2008, inaugurada pela poeta e MC Roberta Estrela D?Alva, que nos leva em viajem às origens, nos EUA, e acompanha a campeã brasileira de 2016, Luz Ribeiro, até a Copa do Mundo de Slam em Paris, representando uma nova onda feminista e negra que tem se firmado pela virulência poética do verbo politizado.
#CINECLUBINHO
O VÉU DE AMANI
Dir.: Renata Diniz | Brasil | 2019 | 14 min | Ficção | Livre
Amani é uma garotinha paquistanesa que mora no Brasil. Ao mudar de casa, a menina muçulmana recebe um presente inesperado da sua nova amiga brasileira: um biquíni.
VIVI LOBO E O QUARTO MÁGICO
Dir.: Isabelle Santos e Edu M. Z. Camargo| Brasil | 2019 | 13 min | Animação | Livre
[Disponível por 7 dias] O Prêmio Nobel de Química de 2017 transforma a vida de Jacques Dubochet. Passando das sombras para a luz ele é solicitado de todos os lados. O que ele pode fazer com essa voz, que agora está sendo ouvida por todos? Como definir as lutas a serem travadas? Como se tornar um Cidadão Nobel com o objetivo de assumir responsabilidades como pesquisador e membro da comunidade humana? Um discurso de Greta Thunberg vira tudo de cabeça para baixo.
ANTÁRTICA: UMA MENSAGEM DE OUTRO MUNDO Antártida: Un Mensage de Otro Planeta | Dir.: Mario Cuesta Hernando | Espanha | 2019 | 85 minutos | Documentário | 12 anos
[Disponível por 30 dias] Podemos salvar a Antártida sem nos salvar primeiro? A Antártida é o único território do mundo onde todos os países concordaram em promover a paz, a ciência e o meio ambiente. Esse espírito é real ou é hipocrisia? E se é real, por que não podemos extrapolar para o resto do planeta?Este documentário nos torna parceiros de uma aventura emocionante na Antártida onde, com uma mistura de humor, sensibilidade e realismo, conhecemos a região e as características que a tornam um lugar tão particular. Um olhar crítico do nosso mundo para a Antártida.
PROGRAMAÇÃO DH FEST – FESTIVAL DE CULTURA EM DIREITOS HUMANOS
De 7 a 14/3
KUNHANGUE ARANDU – A SABEDORIA DAS MULHERES Dir.: Cristina Flória, Alberto Alvares | Brasil | 2021 | 73 min | Documentário | Livre
IMAGENS As nuances do universo feminino das mulheres Guarani para manter a transmissão e perpetuação de sua cultura, e as formas de resistência para manter o nhandereko, o modo de ser da etnia. Documentário realizado na Terra Indígena Jaraguá, no município de São Paulo, nas aldeias Tekoa Ytu, Tekoa Pyau, Tekoa Itakupe, Tekoa Yvy Porã e Tekoa Ita Endy.
PARA ONDE VOAM AS FEITICEIRAS Dir.: Eliane Caffé, Carla Caffé, Beto Amaral | Brasil | 2020 | 89 min | Documentário | 14 anos
IMAGENS As encenações e improvisos de sete artistas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo em uma experiência que torna visível a persistência de preconceitos arcaicos de gênero e raça no imaginário comum. No centro desta narrativa polifônica está a importância da resistência política através das alianças de luta comum entre coletivos LGBTQIA+, negritude, indígenas e trabalhadores sem teto.
ATRAVESSA A VIDA Dir.: João Jardim | Brasil | 2020 | 84 min | Documentário | 12 anos
Somente dias 13 e 14/3. Enquanto alunos do 3º ano do ensino público no interior do Sergipe se preparam para a prova que pode determinar o resto de suas vidas, o documentário retrata as angústias e os prazeres da adolescência através de seus gestos, inquietações e conquistas.
A CORDILHEIRA DOS SONHOS Dir.: Patricio Guzmán | Chile, França | 2019 | 104 min | Documentário | 14 anos
IMAGENS No Chile, quando o Sol nasce, precisa escalar muros, colinas e cumes até atingir a última rocha no topo dos Andes. A cordilheira está em todo lugar, mas, para os chilenos, é muitas vezes um território desconhecido. Depois de explorar o norte e o sul do país em outros documentários, o diretor Patricio Guzmán se viu tentado a filmar essa imensa construção para explorar seus mistérios, poderosos segredos do passado e do presente chilenos.
VLADO – 30 ANOS DEPOIS Dir.: João Batista de Andrade | Brasil | 2005 | 85 min | Documentário | 14 anos
IMAGENS No dia 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog acorda de manhã e se despede da mulher, Clarice: ele deve se apresentar ao DOI-Codi, órgão de repressão política do regime militar brasileiro, para prestar depoimento. Clarice questiona se ele deve se apresentar: vários amigos estão presos e sabe-se que são torturados. Mas Vlado se recusa a fugir; pondera que é um homem transparente, alheio à clandestinidade. No fim da tarde do mesmo dia, sua família e amigos recebem a terrível notícia: o jornalista está morto e, segundo fonte oficial, suicidou-se na prisão. O filme revela a trajetória de Herzog, desde a infância na Iugoslávia até sua posse como diretor de jornalismo da TV Cultura de São Paulo. A reação de Clarice, dos amigos e da sociedade, recusando a farsa montada para justificar a morte do jornalista, tornou o fato um marco na luta pela redemocratização do país.
RUIVALDO, O HOMEM QUE SALVOU A TERRA Dir.: Jorge Bodanzky | Brasil | 2019 | 45 min | Documentário | 12 anos
IMAGENS Fazendeiro no Pantanal do Mato Grosso, Ruivaldo Nery de Andrade ganhou destaque como um soldado na linha de frente da batalha pela proteção do meio ambiente. Acompanhando o dia a dia de esforços para sobreviver de Ruivaldo, o documentário aborda as consequências do assoreamento do Rio Taquari.
MINHA HISTÓRIA É OUTRA Dir.: Mariana Campos | Brasil | 2019 | 20 min | Documentário | 16 anos
IMAGENS O amor entre mulheres negras é mais que uma história de amor? Niázia, moradora do Morro da Otto, em Niterói (RJ), abre a sua casa para compartilhar as camadas mais importantes na busca por essa resposta. Já a estudante de direito Leilane nos apresenta os desafios e possibilidades de construir uma jornada de afeto com Camila.
MÃTÃNÃG, A ENCANTADA Dir.: Shawara Maxakali, Charles Bicalho | Brasil | 2019 | 14 min | Animação | Livre
IMAGENS A índia Mãtãnãg segue o espírito de seu marido, morto picado por uma cobra, até a aldeia dos mortos. Juntos eles superam os obstáculos que separam o mundo terreno do mundo espiritual. Falado em língua Maxakali e legendado, o filme se baseia em uma história tradicional do povo Maxakali.
MARIMBÁS Dir.: Vladimir Herzog | Brasil | 1962 | 10 min | Documentário | Livre
Produzido no estilo do cinéma vérité (cinema verdade), o filme mostra a presença dos marimbás, intermediários entre a pesca e as sobras do produto, em oposição aos pescadores e aos banhistas carioca do Posto 6, na praia de Copacabana.
EGUM Dir.: Yuri Costa | Brasil | 2020 | 23 min | Ficção | 14 anos
IMAGENS Após anos afastado devido à violenta morte do irmão, um renomado jornalista retorna para a casa de sua família para cuidar de sua mãe, que sofre uma grave e desconhecida doença. Numa noite, ele recebe a visita de dois estranhos, que têm negócios desconhecidos com seu pai. Esse encontro, juntamente com acontecimentos que o levam a desconfiar que algo sobrenatural se abateu sobre sua mãe, fazem-no temer uma nova tragédia.
BONDE Dir.: Asaph Luccas | Brasil | 2019 | 18 min | Ficção | 14 anos
IMAGENS Três jovens amigos negros da favela de Heliópolis partiram em busca de refúgio na vida noturna LGBT + do centro da cidade de São Paulo.
CINESESC
Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o CineSesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.
Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.
Fase Beta
As versões da plataforma do Sesc Digital encontram-se em fase beta, ou seja, novidades e melhorias serão implementadas a partir das interações que se desenvolverem entre o público e os recursos. Além disso, o catálogo será expandido periodicamente, englobando novas temáticas e linguagens.
+ SESC NA QUARENTENA
Desde o final de agosto de 2020, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional, Práticas Corporais e Corrida, além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades estão sendo previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Em outubro, a instituição anunciou nova etapa da retomada gradual dos serviços, desta vez de Exposições inicialmente nas unidades da capital, Grande São Paulo, Santos e Taubaté , das Bibliotecas alocadas nas unidades e a exibição de filmes no CineSesc, tudo mediante agendamento prévio pelo sistema de bilheteria online em sescsp.org.br. Todas as 40 unidades do estado deram início a essa retomada gradual, à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.
Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.
+ SESC DIGITAL
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. Por essa razão, o Sesc apresenta o Sesc Digital, sua plataforma de conteúdo!
Produções estrangeiras têm tido grande destaque na Netflix, em diferentes gêneros. Seja em ação, terror ou suspense, o espectador experimenta diferentes coisas, e consequentemente, vive grandes sensações. E com produções japonesas não seria diferente, com cultura nipônica misturada com a ocidental, bem como a chegada de um mundo totalmente paralelo ao que se vive. ‘Alice in Borderland’ possui oito episódios em sua primeira temporada e tem muito a oferecer.
A obra é inspirada em um mangá de mesmo nome, adaptado livremente da versão de ‘Alice no País das Maravilhas’, de Lewis Carroll. A história traz três jovens bastante desmotivados, Arizu (Kento Yamazaki), Chota (Yûki Morinaga) e Karube (Keita Machida). Após alguns incidentes, eles acabam por se deparar com uma Tóquio completamente vazia. Ao explorarem a cidade deserta, os amigos são forçados a entrar em uma série de desafios que precisam ser completados, e, caso contrário, acabam por se tornarem mortais. Eles podem ter seus vistos renovados se sobreviverem e caso abandonem o jogo ou não consigam créditos suficientes, serão eliminados.
A estrutura narrativa é atraente, com jogos bem elaborados e que abusam do sadismo, nos fazendo lembrar de ‘Jogos Mortais’. A diferença é que na produção estadunidense, sabemos logo de início quem está por traz dos desafios e ouvimos mensagens perturbadoras e ameaçadoras do autor, já na obra japonesa nós não sabemos quem é o mestre dos jogos, e só passamos a conhecê-lo a partir do quinto episódio, em uma nova ambientação.
O universo vai se expandindo na medida em que os personagens vão se aventurando, e a violência utilizada não é gratuita, ela movimenta a trama. Os efeitos especiais empregados, com muito sangue jorrando e membros decepados, são no estilo anime, e as lutas bem coreografadas e com elementos de desenhos japoneses, com os oponentes conversando durante o combate e apresentando as armas que cada um possui de melhor. Vemos também novos personagens sendo apresentados com o auxílio de flashbacks, e o público não perde o interesse pela história após alguns serem executados.
Com potencial para um mundo ainda mais amplo e desafios ainda mais insanos nas próximas temporadas, ‘Alice in Borderland’ traz interessantes referências americanas da obra de Carroll, mas sem perder a essência nipônica. Uma grande novidade para quem curte ação e gosta de ver muito sangue na tela.
Premiado no Festival de Veneza, longa ambientado na Palestina, acompanha o jovem Salam, que trabalha como assistente na produção de uma telenovela
TEL AVIV EM CHAMAS, de Sameh Zoabi, estreia nas plataformas Net Now, VivoPlay, Looke e SkyPlay no dia 21 de janeiro, e no Belas A La Carte a partir de 22 de janeiro.
Sobre o Filme
Longa exibido na seleção oficial do Festival de Toronto e premiado no Festival de Veneza com o Interfilm Award de Melhor Filme e o prêmio de Melhor Ator na mostra Horizonte para Kais Nashif (Rede de Mentiras, Paradise Now), que interpreta o protagonista Salam. Além disso, foi a escolha de Luxemburgo para o Oscar 2020.
Ambientado na Palestina, essa comédia acompanha o jovem Salam, que trabalha como assistente na produção de uma telenovela palestina. Para o diretor, a ideia de um filme que aborda novelas foi natural, pois esses programas de TV são muito rentáveis e populares no Oriente Médio. “O que acho interessante é que as pessoas que assistem novelas consideram esse estilo de diálogo mais convincente que o diálogo e atuação sutil do cinema”.
“Ao utilizar o meio da novela, consegui explorar temas que nunca seria capaz de fazer de outra maneira no cinema. Por exemplo, a cena de abertura, que considero bastante política, quando os personagens palestinos expressam como se sentem em relação à guerra árabe-israelense de 1967 que se aproxima. Eles falam sobre suas esperanças, história e medo da ocupação israelense de Jerusalém”, comenta Zoabi.
Na história, Salam cruza o posto de controle entre as cidades de Jerusalém e Ramala diariamente, para ir trabalhar. Ali, conhece o oficial do exército israelense Assi (Yaniv Biton), que acompanha a novela ‘Tel Aviv em Chamas’ com sua mulher, Tala (Lubna Azabal, de Incêndios e Rede de Mentiras) e que tem suas próprias opiniões sobre o desenrolar da trama. Para crescer profissionalmente, Salam começa a se apropriar das ideias de Assi, ganha a confiança da equipe da novela e vira roteirista. Mas, o final esperado pelo oficial é bem diferente do que pretendem os investidores palestinos do programa e o roteirista árabe precisará encontrar uma saída de mestre para agradar a todos.
“É um grande desafio fazer comédia lidando com a realidade palestina e israelense, pois as pessoas levam a região e o conflito muito a sério”, diz Zoabi. “Mas acredito que a comédia permite a liberdade de discutir assuntos sérios de uma maneira sutil. Nos meus filmes, tento entreter, mas também falar sinceramente sobre a condição humana de onde meus personagens estão inseridos”, completa.
SINOPSE
O palestino Salam trabalha como assistente de produção de uma popular novela árabe, “Tel Aviv em Chamas”. Todos os dias, após o trabalho, ele tem que passar pelo posto de controle na fronteira entre Israel e Palestina. Nesse trajeto, ele conhece o General israelense Assi, cuja esposa é muito fã da novela. Para impressioná-la, Assi acaba chantageando Salam para alterar o roteiro do programa, o que acaba garantindo ao jovem palestino uma inesperada promoção como roteirista. A carreira de Salam como escritor acaba decolando, mas seu maior desafio será elaborar o final da trama.
FICHA TÉCNICA TEL AVIV EM CHAMAS (Tel Aviv on Fire) Direção: Sameh Zoabi Elenco: Kais Nashif, Lubna Azabal Producão: Amir Harel – Lama Films / Film From There (Israel), Miléna Poylo & Gilles Sacuto – TS Productions (França), Bernard Michaux – Samsa Film (Luxemburgo), Patrick Quinet – Artémis Productions (Bélgica) Ano: 2018 Duração: 100 min. Países: Luxemburgo, França, Israel, Bélgica
SOBRE O DIRETOR
Sameh Zoabi nasceu e foi criado em Iksal, uma vila palestina próxima a Nazaré. Ele se formou na Universidade de Tel Aviv em Estudos de Cinema e Literatura Inglesa, depois recebeu a bolsa Fullbright para cursar mestrado em Direção de Filmes na Escola de Artes da Universidade de Columbia. Ele também cursou residências de prestígio na Cinefondation do Festival de Cannes e no Laboratório de Roteiristas em Sundance. A voz única de Zoabi foi reconhecida pela Filmmaker Magazine e ele foi nomeado uma das “25 novas faces do cinema independente”. Seu trabalho foi exibido e premiado em diversos festivais internacionais, incluindo Cannes, Toronto, Locarno, Sundance, Karlovy Varu, Novos Diretores/Novos Filmes e Festival de Nova York.
Direção
Tel Aviv em Chamas (segundo longa) – Sameh Zoabi (2018) Under the Same Sun (filme para TV) – Sameh Zoabi (2013) Mawsem Hisad – (documentário) – Nassim Amaouch, Mais Darwazah, Erige Sehiri and Sameh Zoabi (2012) Man Without a Cell Phone – Sameh Zoabi (2010) Be Quiet (curta) – Sameh Zoabi (2005)
Roteirista The Idol – Hany Abu-Assad (2015)
SOBRE A PANDORA FILMES
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.
Sinopse: Ugo e Raimondo, dois atores sem dinheiro, mostram a um produtor a cena de um filme fingindo matar Marcella, a esposa de Ugo. Os dois, no entanto, são vistos por Arturo, que os considera dois autênticos assassinos e os contrata para matar sua esposa Annalisa. Annalisa, por sua vez, trama a morte de seu marido. Além disso, Marcella está com inveja da viúva Scarponi, que também está apaixonada por seu marido, Ugo, e quer matar o suposto amante de Ugo. Alguém será capaz de completar seus planos diabólicos e escapar da polícia?
Curiosidades: Esta comédia policial é uma paródia de “Psicose”, de Alfred Hitchcock. O diretor italiano Stefano Vanzina (1917–1988), que assinava com o pseudônimo Steno, realizou uma série de comédias populares, muitas vezes estreladas por Toto ou Bud Spencer. Além de diretor e roteirista, Steno também foi um talentoso cartunista.
Charada (Charade)
EUA, 1963, 113min, 14 anos
Direção: Stanley Donen
Elenco: Cary Grant, Audrey Hepburn, Walter Matthau
Sinopse: Romance e suspense acontecem em Paris, quando uma mulher é perseguida por vários homens que querem uma fortuna que seu marido assassinado roubou. Em quem ela pode confiar?Curiosidades: Indicado ao Oscar 1964 de Melhor Canção Original (Henry Mancini e Johnny Mercer). Devido ao suspense, à presença de Cary Grant, à estrutura do roteiro e às frequentes reviravoltas da trama, muitas pessoas acreditam se tratar de um filme de Alfred Hitchcock, uma confusão que levou muitos fãs a chamá-lo de “o melhor filme de Hitchcock, que Hitchcock jamais fez”. Segundo Audrey Hepburn, a cena em que ela derrama sorvete no terno de Cary Grant foi inspirada em um acidente real, quando ela derramou vinho tinto no terno dele em um jantar.
Sinopse: Baseado na história verídica do aclamado ícone da música “Dalida”, nascida no Cairo, que ganhou fama nos anos 50, cantando em francês, espanhol, árabe, hebraico, alemão, italiano, tocando no premiado filme de Youssef Chahine “Le Sixième Jour”, e que mais tarde cometeu suicídio em 1987 em Paris, depois de vender mais de 130 milhões de discos em todo o mundo.
As quatro irmãs (Little Woman)
EUA, 1933, 115min
Direção: George Cukor
Elenco: Katharine Hepburn, Joan Bennett, Paul Lukas
Sinopse: Durante a Guerra Civil Americana, um painel da vida de quatro irmãs que tem como chefe da família a mãe, pois o pai está lutando com as tropas. A situação financeira da família é precária. Elas são ajudadas por um rico vizinho e seu tutor, mas mesmo assim existem limites nestes tempos difíceis. O tutor se casa com uma das irmãs, mas o jovem e rico vizinho é rejeitado por outra, que decide partir sozinha para Nova York mas retorna quando sua irmã, que já tinha estado gravemente enferma, volta a piorar de maneira assustadora.
ESTREIAS 14 DE JANEIRO
Festival – MY FRENCH FILM FESTIVAL
De 15 de janeiro a 15 de fevereiro
ESTREIAS 21 DE JANEIRO
As oito vítimas (Kind hearts and Coronets)
Reino Unido, 1949, 106min
Direção: Robert HamerElenco: Dennis Price, Alec Guinness, Valerie Hobson
Sinopse: Na véspera de sua execução, Louis (Dennis Price), condenado à morte, começa a recordar toda sua vida. Tudo começou quando sua mãe, uma bela jovem que pertencia à aristocracia, decidiu fugir de casa e se casar com um cantor de ópera. Ela logo ficou viúva, mas continuou sendo rejeitada pela família, que sequer permitiu que ela fosse enterrada no mausoléu da família anos mais tarde. Revoltado, Louis jurou vingar-se de todo o clã e recuperar seu título de nobreza.
Sinopse: Um relato cômico dos acontecimentos em Roma em 1943, quando o exército aliado e os guerrilheiros lutaram contra os nazistas.
A árvore dos frutos selvagens (Ahlat Agaci)
Turquia, 2018, 188min, 14 anos
Direção: Nuri Bilge CeylanElenco: Dogu Demirkol, Murat Cemcir, Bennu Yildirimlar
Sinopse: Sinan é um jovem apaixonado por literatura que sempre sonhou em se tornar um grande escritor. Ao retornar para o vilarejo em que nasceu, ele faz de tudo para conseguir juntar dinheiro e investir na sua primeira publicação. O problema é que seu pai deixou uma dívida que atrapalhará os seus planos.
Curiosidades: O roteiro escrito pelo diretor Nuri Bilge Ceylan, como de costume, traz citações da obra de grandes nomes da literatura, entre eles Anton Chekhov e Fyodor Dostoevsky. A cidade turca Çanakkale, onde a história se passa, é também onde o diretor Nuri Bilge Ceylan passou a infância. O filme recebeu 15 minutos de aplausos de pé no Festival de Cannes.
Dois homens contra uma cidade (Deux Hommes Dans La Ville)
França | Itália, 1973, 100min
Direção: Jose GiovanniElenco: Alain Delon, Jean Gabin, Mimsy Farmer
Sinopse: Um ex-assaltante de banco é libertado após 10 anos de prisão. Ele recebe ajuda de uma assistente social, mas é assediado por um velho policial de seu passado.
ESTREIAS 28 DE JANEIRO
O Hotel às margens do rio (Gangbyeon Hotel)
Coréia do Sul, 2018, 96minDireção: Hong Sang-Soo
Elenco: Ju-bong Gi, Min-hee Kim e Hae-hyo Kwon
Sinopse: Um poeta de idade avançada está convencido de que vai morrer. No que podem ser seus últimos dias de vida ele arruma estadia de graça em um hotel e chama seus filhos para visitá-lo. Traída pelo homem com quem vivia, uma jovem mulher busca estadia no mesmo hotel, tendo sua vida casualmente entrelaçada nessa história.
Curiosidades: Filme inédito nos cinemas brasileiros. Ju-bong Gi ganhou melhor ator no Festival Internacional de Locarno. Sexto filme do diretor Hong Sang-soo com a atriz Kim Min-hee.
Sonho de uma noite de verão (Midsummer Nights Dream)
Reino Unido | EUA, 1968, 124min, 14 anosDireção: Peter Hall
Elenco: Derek Godfrey, Barbara Jefford, Nicholas Selby
Sinopse: As aventuras de quatro jovens amantes, um grupo de atores amadores e suas interações com fadas vêm à tona em uma floresta iluminada pela luz da lua.
Uma cama para três (Gazon Maudit)
França, 1994, 104minDireção: Josiane Balasko
Elenco: Victoria Abril, Josiane Balasko, Alain ChabatSinopse: Depois de saber das infidelidades do marido, uma dona de casa convida uma lésbica itinerante para morar com eles. Nenhuma de suas vidas será a mesma novamente.
Cavadoras de Ouro (Gold Diggers of 1933)
EUA, 1933, 97minDireção: Mervyn LeRoy
Elenco: Warren William, Joan Blondell, Aline MacMahonSinopse: Um grupo de dançarinas da Broadway perde o emprego durante a Grande Depressão nos EUA. Um rico compositor resolve financiar um novo espetáculo, mas quando seu irmão ameaça o projeto, as garotas precisam dar um jeito de arrecadar dinheiro.
Serviço:Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90Super Lançamentos: Com valores variados, a sessão ‘super lançamentos’ traz os filmes disponíveis no cardápio para aluguel por 72hs.Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.Ou vá direto para a página de cadastro: https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signupAplicativos disponíveis para Android, Android TV, IPhone e Apple TV. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play ou App Store.
Petra Belas Artes À LA CARTE:
Com acervo com curadoria, pensado para quem ama uma programação de qualidade o Petra Belas Artes À LA CARTE é uma plataforma de streaming criada no final de 2019, e que ganhou muita força, em abril de 2020, quando após 5 meses do seu nascimento, passou a oferecer um mês de gratuidade aos cinéfilos, durante a Pandemia. Desde em então, a plataforma criada pelo Belas Artes Grupo passou a ter um crescimento de pelo menos 40% ao mês, ganhando cada vez mais espaço no dia a dia dos cinéfilos.
A ideia inicial sempre foi poder levar para todo o Brasil aquilo que os cinéfilos de São Paulo tinham no Cine Petra Belas Artes, ou seja, uma programação de qualidade, com curadoria, e que tenha em seu catálogo de forma permanente, filmes que não são encontrados nas plataformas globais. Ou seja, filmes de grandes diretores, de vários países do mundo, e que fazem parte da história do cinema. Além disso, toda semana quatro novos filmes entram no “cardápio” do Petra Belas Artes À LA CARTE e não saem do ar, ou seja, eles ficam durante muito tempo disponíveis para que os assinantes possam ver e rever seus filmes preferidos.
No Petra Belas Artes À LA CARTE o assinante encontra os filmes divididos em categorias singulares e criativas com classificações como: “cults incríveis”, “mulheres maravilhosas”, “hahaha”, “para roer as unhas”, “o que todo cinéfilo precisa ver antes de morrer” e “novo no cardápio”, entre várias outras. Além disso, a plataforma também lança filmes de forma inédita e exclusiva como foi o caso do lançamento de “Apocalypse Now – Final Cult”, “O Hotel às Margens do Rio” de Hong Sang Soo, o brasileiro “Partida”, de Caco Ciocler, entre outros.