Após revelar o lançamento de ‘Dois Irmãos’, seu novo filme, para o início de 2020, a Disney Pictures, por meio de em seu perfil no Twitter, anunciou que, junto à Pixar, está trabalhando em ‘Soul’, com previsão para o mesmo período.
Segundo o Deadline, uma curta sinopse recém-divulgada, nos dá a dica do que vem por aí: “Você já se perguntou de onde vêm as suas paixões, os seus sonhos e seus interesses? Tudo aquilo que faz de você… você?”.
Dirigido por Pete Docter (Divertida Mente), Soul segue um caminho semelhante com o longa premiado de 2015, com uma abordagem intimista sobre a dualidade de sentimentos em nossa formação pessoal.
“Em um ano a partir de hoje, a Pixar Animation Studios irá levá-lo em uma viagem das ruas da cidade de Nova York até os reinos cósmicos para descobrir as respostas para as questões mais importantes. “Soul” da Disney & Pixar chega nos cinemas em 19 de junho de 2020″, diz o comunicado oficial, em tradução livre.
Filme que narra movimento de resistência e mobilização popular liderado por Leonel Brizola recebeu os premios de Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Ator para Leonardo Machado
“LEGALIDADE”, dirigido por Zeca Brito, recebeu quatro prêmios do júri, liderado pelo cineasta Aly Muritiba, no 42º Festival Guarnicê de Cinema: Melhor Direção – Zeca Brito, Melhor Direção de Arte – Adriana Borba, Melhor Fotografia – Bruno Polidoro e Melhor Ator – Leonardo Machado por seu papel como Leonel Brizola, o ator foi homenageado por toda a equipe, que subiu ao palco para receber o prêmio, já que o ator, faleceu no final de 2018 vitima de um câncer.
“O Guarnicê é um dos mais antigos e prestigiados Festivais de Cinema do país, por onde já passaram grandes realizadores de nossa história. Organizado por uma universidade pública, para muito além de um evento, é uma força de transformação cultural e social. Para nosso filme, esse reconhecimento nos torna mais brasileiros, nos deixa mais próximos de um projeto de país onde se valorize a história e a memória, sem medo de versar sobre nossas feridas e cicatrizes. A seleção e premiação de nosso filme é um ato de coragem de um Festival de resistência.” , agradece o diretor Zeca Brito.
Com Leonardo Machado, Cleo Pires, Fernando Alves Pinto, Letícia Sabatella e José Henrique Ligabue, o filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.
Presente na sessão, durante o Festival, o secretario de Estado de Políticas Publicas, Marcos Pacheco, que representou o governador Flávio Dino na sessão, escreveu: “O filme LEGALIDADE tem uma atualidade radical, expõe nosso passado recente, reflete sobre nosso futuro, mas, sobretudo, escancara o nosso presente. Um clássico, uma ode `a resistência.”.
O filme mostra um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.
Sexto longa de Zeca Brito, LEGALIDADE foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul, é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi e tem distribuição Boulevard Filmes.
SINOPSE
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.
FICHA TÉCNICA
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro
TRAILER
SOBRE O DIRETOR
Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
SOBRE A PRANA FILMES
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.
Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.
Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”, de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.
Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.
SOBRE A BOULEVARD FILMES
A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.
Esta semana chega às principais plataformas de streaming VINGANÇA A SANGUE FRIO, estrelado por Liam Neesom. Quando um tranquilo pai de família tem seu filho assassinado por um poderoso traficante de drogas, ele vê seu tranquilo mundo virar de ponta cabeça. Movido por um desejo de vingança, ele vai até as últimas consequências para destruir aqueles que arruinaram sua vida.
Já para quem gosta de terror, a pedida é A SEREIA: LAGO DOS MORTOS. No filme, uma sereia do mal quer levar um jovem para seu reino da morte debaixo d’água e apenas sua noiva pode salvá-lo, mas para isso ela precisa superar seu medo da água escura e lutar para permanecer humana enquanto tenta resgatá-lo.
Vingança a Sangue Frio
(Cold Pursuit)
Disponível a partir de 19 de junho
Engraçado(?), original e surpreendente. Um pai de família vê seu mundo desabar quando o filho é executado por um traficante local. Impulsionado por um extraordinário talento para vingança, ele fará tudo o que for preciso para destruir o cartel.
Distribuição: Paris Filmes
Classificação indicativa: 16 anos
A Sereia: Lago dos Mortos
(The Mermaid: Lake of Dead)
Disponível a partir de 19 de junho
Um jovem casal viverá seu pior pesadelo quando uma Sereia malévola se apaixona pelo noivo. Para se reunir, o casal terá que lutar não apenas contra os monstros, mas contra seus maiores medos.
Longa com Omar Sy é uma fábula sobre amizade e reencontro com suas próprias raízes
Dirigido e escrito por Philippe Godeau, em parceria com Agnès de Sacy, e estrelado por Omar Sy, JORNADA DA VIDA é uma história do encontro e do reencontro de um homem com suas raízes e reconhecimento de seu lugar no mundo, por meio de uma amizade inusitada entre um garoto de 13 anos e seu ídolo. Distribuído pela Califórnia Filmes, o filme estreia no Brasil em 18 de julho.
“Eu tive a ideia deste filme faz tempo. Conversei com Omar porque tinha a intuição de que ele seria sensível a esta história e que compartilharia a intimidade e os valores veiculados por ela. Para além da beleza estética e exótica do Senegal, são principalmente os valores inerentes à cultura do país que me comovem e que eu queria transmitir no filme: a força da família, da transmissão, da empatia, da fé que se percebe fortemente por lá”, explica o diretor.
Quando Seydou Tall (Sy), um famoso ator francês retorna pela primeira vez ao seu país natal para um compromisso profissional, não poderia prever o que essa viagem representaria em sua vida. Ao chegar em Dakar, conhece o jovem Yao (Lionel Louis Basse), um grande fã de seu trabalho que atravessou o país sozinho para conhecer o seu herói. Envolvido pela admiração e coragem do garoto, Tall resolve partir numa viagem pelo Senegal para levá-lo de volta à casa. O que ele não imaginava é o quanto se sentiria em casa também.
Godeau comenta sobre o processo de construção do roteiro e seleção do elenco: “[eu e Agnès] fizemos duas viagens ao Senegal, realizamos as pesquisas de locação juntos e encontramos pessoas que deram corpo aos nossos personagens”. “Era essencial encontrar ali a criança que interpretaria Yao. Eu queria que ele tivesse um sotaque autêntico, onze ou doze anos e, portanto, uma certa maturidade. Nós tivemos a sorte de encontrá-lo entre seiscentas crianças testadas para o filme. Lionel é uma criança muito esperta, inteligente, trabalhadora. Omar e ele se tornaram muito próximos.”
“Eu queria me dedicar completamente a este filme e acompanhar Philippe. É a primeira vez que me envolvo tanto num projeto, do início ao fim da concepção”, comenta Omar Sy, que também é coprodutor do filme. “Fazia oito anos que eu não ia ao Senegal. É um país que mudou bastante, como o continente africano em geral. Nós queríamos apresentar o olhar novo do meu personagem a este país. Este reencontro, para mim, foi como uma redescoberta, pois muitas coisas se transformaram em relação à época que eu tinha conhecido”, completa.
“Eu acredito no poder do cinema de expandir as consciências e adoro quando o romanesco e o realismo se encontram. O contato entre um e outro me parece virtuoso – principalmente em uma sociedade como a nossa, onde cada um deve permanecer em seu lugar, onde temos medo da diferença. Quando o cinema permite ao espectador se confrontar com seus medos e torná-los menos assustadores, atinge-se algo extraordinário. Eu adoraria que JORNADA DA VIDA permitisse aos espectadores se confrontarem sobre as noções de diferença”, finaliza o diretor.
SINOPSE
Em seu vilarejo no norte do Senegal, Yao é um garoto de 13 anos de idade disposto a tudo para encontrar o seu herói: Seydou Tall, um famoso ator francês. Convidado a promover o seu novo livro em Dakar, Tall retorna ao país de origem pela primeira vez. Para realizar o seu sonho, o jovem Yao prepara uma fuga e atravessa 387 quilômetros sozinho até a capital. Comovido com este jovem, o ator decide fugir às obrigações e acompanhá-lo de volta à sua casa. No entanto, pelas estradas empoeiradas e incertas do Senegal, Tall compreende que ao se dirigir ao vilarejo do garoto, ele também parte ao encontro de suas raízes.
FICHA TÉCNICA
Direção: Philippe Godeau
Elenco: Omar Sy, Lionel Louis Basse, Fatoumata Diawara
Gênero: Comédia, Drama
País: França, Senegal
Ano: 2018
Duração: 103 min
O crítico de cinema Rubens Ewald Filho faleceu nesta quarta-feira (19), aos 74 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano, em Higienópolis, região central de São Paulo, desde maio, quando sofreu um desmaio num shopping da capital e caiu na escada rolante.
Ele atuou como crítico em diversos veículos de comunicação do país, dentre eles Rede Globo, SBT, Grupo Record, RedeTV!, TV Cultura, revista Veja , Jovem Pan e Folha de S. Paulo. Na década de 70, escreveu Dicionário de Cineastas, que virou referência aos críticos da sétima arte. Escreveu roteiros de dois filmes, “A árvore dos sexos” (1977), em parceria com Carlos Alberto Soffredini, Eugênia de Domênico e Mauricio Rittner; e “Elas são do baralho” (1977), com Roberto Silveira e Adriano Stuart, dirigidos por Silvio de Abreu. Com ele, assinou a novela “Éramos seis”, adaptação do livro de Maria José Dupré, exibida no SBT, em 1994.
O último trabalho de Rubens se deu no Oscar 2019, pelas plataformas digitais do canal TNT, após ser afastado dos comentários na transmissão pela TV, posto que ocupava há quase 40 anos.