SAIU! Trailer e cartaz de ‘Brincando com Fogo’, da Paramount Pictures

SAIU! Trailer e cartaz de ‘Brincando com Fogo’, da Paramount Pictures

Trailer de ‘Brincando com Fogo’ traz John Cena apagando muito incêndio quando precisa ser babá de três crianças
Já pensou ser convidado para passar uns dias num posto de bombeiros? E se esses convidados forem três crianças que definitivamente não acreditam na expressão “quem brinca com fogo faz xixi na cama”?! O time de elite de bombeiros comandado por Jake Carson nunca mais será o mesmo depois de terem um treinamento prático e intensivo como babás de três irmãos. Confira no TRAILER de ‘Brincando com Fogo’, filme que tem estreia prevista para 23 de janeiro de 2020.
Brincando com Fogo’ (PLAYING WITH FIRE), escrito por Dan Ewen, tem direção de Andy Fickman (Ela é o Cara), produção de Todd Garner e Sean Robins, e produção executiva de Mark Moran. O elenco principal é composto por John Cena (Bumblebee), além de Keegan-Michael Key (O Rei Leão), John Leguizamo (A Era do Gelo), Brianna Hildebrand (Deadpool), Dennis Haysbert (Série 24 Horas) e Judy Greer (De Repente 30).
O longa é uma distribuição do selo Paramount Players, divisão da Paramount Pictures que produzirá conteúdo destinado a audiências mais jovens em conjunto com outras marcas emblemáticas do Grupo Viacom.
Sinopse:
Quando o disciplinado superintendente bombeiro, Jake Carson (John Cena), e seu time de bombeiros experientes (Keegan-Michael Key, John Leguizamo e Tyler Mane) chegam para resgatar três irmãos (Brianna Hildebrand, Christian Convery e Finley Rose Slater) de um incêndio violento, eles percebem que o treinamento correto pode prepará-los para um desafio maior: como ser babás. Incapazes de localizar os pais das crianças, os bombeiros têm suas vidas, rotina e até seu posto de trabalho virados de cabeça para baixo e eles aprendem rápido que crianças, assim como o fogo, são indomáveis e imprevisíveis.
Sobre a Paramount Pictures Corporation
A Paramount Pictures Corporation (PPC), uma importante produtora e distribuidora global de entretenimento filmado, é uma unidade da Viacom (NASDAQ: VIAB, VIA), casa de marcas globais famosas que cria emocionantes programas de televisão, filmes de longa-metragem, conteúdo de curta-metragem, apps, jogos, produtos de consumo, experiências nas mídias sociais e outros conteúdos de entretenimento para audiências de mais de 180 países.
‘Filhas do Sol’, exibido em Cannes, tem nova data de estreia

‘Filhas do Sol’, exibido em Cannes, tem nova data de estreia

Longa de Eva Husson retrata o grupo de resistência formado por mulheres curdas, que lutam por sua liberdade numa sociedade machista e violenta

Exibido na competição oficial do último Festival de Cannes, onde concorreu à Palma de Ouro, o filme “FILHAS DO SOL”, escrito e dirigido por Eva Husson (Uma História de Amor Moderna), estreia em circuito comercial dia 26 de setembro, com distribuição da Califórnia Filmes.

O longa acompanha Bahar, a comandante do batalhão “Filhas do Sol”, que se prepara para libertar sua cidade das mãos dos extremistas, esperando encontrar seu filho, mantido refém. Para acompanhar a jornada e fazer a cobertura do ataque, se junta ao grupo a jornalista francesa Mathilde, que é testemunha da história dessas guerreiras. Desde que tiveram suas vidas viradas de ponta cabeça, todas elas estão lutando pela mesma causa: mulheres, vida, liberdade.

A diretora explica o porquê de introduzir a personagem da jornalista na trama curda: “Ela é nossa janela para o mundo, a porta-voz da capitã do batalhão feminino, e pode expressar certas coisas que seria impossível ilustrar através da narrativa nesse contexto. Ela também me permite refletir sobre a noção das mulheres na guerra. Como uma repórter de guerra feminina, ela representa uma antes oculta perspectiva da identidade das mulheres dentro da zona de guerra. Ela é como um prisma que nos permite navegar entre os contextos coletivo e individual. É a ferramenta da narrativa testemunhal.”

Baseado em situações reais, “FILHAS DO SOL” é inspirado na unidade de resistência Yazidi homônima, formada apenas por mulheres iraquianas, que lutam para retomar sua dignidade numa sociedade patriarcal e permeada por lutas políticas internas. Esse grupo se formou como uma reação à guerra civil e um caminho de sobrevivência para essas mulheres, após serem vítimas de perseguição e massacres por anos.

E 2014, o ISIS (Estado Islâmico no Iraque e na Síria, em inglês) realizou um ataque nas montanhas de Sinjar, território do povo Yazidi, estrategicamente importante por estar entre o Iraque e a Síria. Os 300 mil habitantes do local foram pegos de surpresa e o massacre foi violento. Meninos foram enviados para escolas jihadistas, que os ensinam a matar aos três anos de idade, mulheres e meninas foram vendidas como escravas ou mercadoria sexual, obrigadas a se casar e torturadas.

Anos depois, mesmo com as tentativas das parlamentares Yazidi em conseguir ajuda internacional, as mulheres continuam presas e perseguidas. Paralelamente aos grupos masculinos de resistência contra o ISIS, as mulheres começam pouco a pouco a pegar em armas para se defender, até o surgimento de uma força Yazidi totalmente feminina: as “Filhas do Sol”.

As “Filhas do Sol” não têm nada a perder. O seu grito de guerra é “eles nos estupram, nós os matamos”. E contam com a crença dos soldados do ISIS a seu favor: eles acreditam que se morrerem pelas mãos de uma mulher, não irão para o céu. Por isso, as combatentes femininas os aterrorizam. São essas mulheres, guerreiras e revolucionárias, que o longa “FILHAS DO SOL” retrata.

“Quando uma mulher consegue te contar que ela foi sequestrada e vendida quatorze vezes, e conta isso com extrema serenidade e força, você automaticamente questiona suas ideias e convicções sobre a tragédia do sofrimento. Desconstrói sua imagem de guerra. Eu queria essa experiência em meu roteiro.”, explica a diretora Eva Husson.
Sobre o filme ser colocado como “filme de mulher”, por contar histórias sob a ótica feminina, Husson é taxativa: “Não usamos a expressão ‘filme de homem’, simplesmente porque a proporção nesse momento é muito abundante. A história do cinema é 95% composta de uma perspectiva masculina do mundo. Se usamos essa expressão é porque ainda estamos com falta de perspectivas femininas no cinema para acabar com essa universalidade. Então mãos à obra!”

SINOPSE
Bahar (Golshifteh Farahani) é a comandante das Filhas do Sol, um batalhão composto apenas por mulheres curdas que atua ofensivamente na guerra do país. Ela e as suas soldadas estão prestes a entrar na cidade de Gordyene, local onde Bahar foi capturada uma vez no passado. Mathilde (Emmanuelle Bercot) é uma jornalista francesa que está acompanhando o batalhão durante o ataque. O encontro entre as duas mulheres, dentro do cenário caótico que as cercam, irá mudar a vida de ambas permanentemente.

FICHA TÉCNICA 
Direção:  Eva Husson
Elenco: Golshifteh Farahani, Emmanuelle Bercot, Zübeyde Bulut
Gênero: Drama
País: França
Ano: 2018
Duração: 111 min

TRAILER

‘Pacarrete’, de Allan Deberton, será o filme de encerramento do 29º Cine Ceará

‘Pacarrete’, de Allan Deberton, será o filme de encerramento do 29º Cine Ceará

Longa estrelado por Marcélia Cartaxo, aborda questões como a loucura, a permanência do sonho e o drama da velhice de uma bailarina clássica

Filmado na cidade de Russas (CE), PACARRETE, de Allan Deberton, foi o longa escolhido para encerrar o 29º Cine Ceara – Festival Ibero-americano de Cinema, que acontece de 30 de agosto a 6 de setembro, em Fortaleza. O filme, inspirado numa história real, teve sua estreia internacional no 22th Shanghai International Film Festival (SIFF), Golden Goblet Awards.

Estreia de Deberton na direção, o longa aborda questões como a loucura, a permanência do sonho e o drama da velhice de uma bailarina clássica, que gostava de ser chamada de Pacarrete – margarida em francês. “O filme é inspirado na minha vizinha. Esperei 10 anos para fazê-lo e tentei colocar na tela todas as lembranças da época, do lugar, de quando ouvi falar dela pela primeira vez. Tornou-se um filme movido por uma locomotiva de sensações”, explica o diretor.

Para dar mais realismo à produção, a filmagem foi feita em Russas, cidade natal do diretor e de Pacarrete. “As pessoas espreitavam pelos cantos das ruas o que estávamos fazendo ali, o motivo de toda aquela movimentação… Era cinema feito no interior! Queriam ver a Pacarrete e foi emocionante perceber a reação das pessoas. Quando a viam, parecia que estava viva”, lembra Deberton.

Nascida e criada na cidade cearense de Russas, Pacarrete alimentou desde criança o sonho de ser artista e viver a vida na ponta da sapatilha, mesmo sendo de uma cidade conservadora onde mulher nasceu para casar e ter filhos. Mas é em Fortaleza que ela consegue estar nos centros dos palcos como bailarina clássica e se tornar professora de ballet. Com a aposentadoria, retorna para sua cidade natal onde pretende dar continuidade ao seu trabalho artístico, mas só se depara com desrespeito à sua arte: em vez de plateias de admiradores e aplausos, ela se defronta com o despeito daqueles que cruzam seu caminho. A bailarina de outrora, que acredita ainda ser, transformou-se na “louca da cidade”.

Segundo Deberton, PACARRETE é uma jornada pela mente de sua protagonista e “estabelece um diálogo entre o presente e o passado, a realidade e a utopia. O tom biográfico é atravessado pelo universo fantasioso da personagem que mescla instantes de lucidez e loucura”. Para viver essa mulher que fez da aspiração de ser uma bailarina clássica o objetivo de sua vida, Deberton convidou a premiada atriz paraibana Marcélia Cartaxo (“A História da Eternidade”, “A Hora da Estrela”), sua amiga e colaboradora.

O convite à Marcélia surgiu em 2010, quando a atriz atuou e fez preparação de elenco do primeiro curta-metragem de Allan Deberton, “Doce de Coco”. Para viver a personagem, Marcélia teve aulas de voz e canto, aprendeu francês e fez aulas de ballet, com a supervisão do coreógrafo Fauller e da bailarina cearense Wilemara Barros.

O elenco principal ainda conta com as atrizes paraibanas Zezita Matos (“Onde Nascem os Fortes”) e Soia Lira (“Central do Brasil”, “Abril Despedaçado”), o ator baiano João Miguel (“3%”, “Estômago”), os cearenses Débora Ingrid (A História da Eternidade), Samya de Lavor (“Inferninho”, “O Último Trago””), Edneia Tutti (Os Olhos de Arthur) e Rodger Rogério (Bacurau), além da participação de atores e atrizes da própria cidade. A preparação do elenco é de Christian Duurvoort.

“Quem ouviu falar da bailarina poderá revisitar a nossa protagonista em tela e quem nunca ouviu falar dela irá se emocionar com a história desta senhora que, de louca, só se for por sua arte. Pacarrete lutou pela sua arte no mundo. Hoje, muitos anos depois, infelizmente ainda precisamos resistir e explicar sobre a necessidade da arte”, finaliza o diretor.

O filme foi aprovado no Edital Longa BO 2016 do extinto Ministério da Cultura, é incentivado pela ANCINE, BRDE/FSA. O Edital Longa BO Ficção já contemplou 38 filmes de baixo orçamento com recursos financeiros para que estas produções pudessem ser realizadas. A distribuição é da Arthouse.

SINOPSE  
Pacarrete é uma bailarina incomum que vive em Russas, no interior do Ceará. Na véspera da festa de 200 anos da cidade, ela decide fazer uma apresentação de dança, como presente, “para o povo”. Mas parece que ninguém se importa…

FICHA TÉCNICA  
Elenco: Marcélia Cartaxo, Zezita Matos, Soia Lira, João Miguel, Samya de Lavor, Débora Ingrid, Edneia Tutti Quinto e Rodger Rogério
Direção: Allan Deberton
Roteiro: Allan Deberton, André Araújo, Samuel Brasileiro e Natália Maia
Produção Executiva: Allan Deberton e Ariadne Mazzetti
Co-produção: MISTIKA e MIX ESTÚDIOS
Produção: César Teixeira e Clara Bastos
Fotografia: Beto Martins
Som Direto: Márcio Câmara
Direção de Arte: Rodrigo Frota
Figurino: Chris Garrido
Maquiagem: Tayce Vale
Preparação de elenco: Christian Duurvoort
Coreografia: Fauller e Wilemara Barros
Edição de Imagem: Joana Collier
Trilha Sonora: Fred Silveira
Edição de Som: Cauê Custódio e Rodrigo Ferrante
Mixagem: Rodrigo Ferrante

SOBRE O DIRETOR  
Allan Deberton é produtor, diretor e roteirista, formado em Cinema na Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Dirigiu os premiados “Doce de Coco” (2010), “O Melhor Amigo” (2013), “Os Olhos de Arthur” (2016), que juntos participaram de mais de 100 festivais nacionais e internacionais e conquistaram 49 prêmios. Em 2015, produziu o longa documentário “Do Outro Lado do Atlântico”, de Márcio Câmara e Daniele Ellery, com estreia no Festival de Havana. Em 2017, co-produziu para a EBC a série de TV  “Lana & Carol”, de Samuel Brasileiro e Natalia Maia (PRODAV 9/15); o longa “Se Arrependimento Matasse”, de Lília Moema (PRODECINE 1/15). Co-produziu com a Globo Filmes o telefilme “Baião de Dois”. Em 2019, lança seu primeiro longa, “Pacarrete”, contemplado no edital FSA/Minc e desenvolve, com seu sócio André Araújo, os longas “O Melhor Amigo”, “Doce de Coco”, “Feito Pipa” e “Marcélia”.

SOBRE MARCÉLIA CARTAXO  
Marcélia Cartaxo é atriz consagrada nacional e internacionalmente. Recebeu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim, com o longa-metragem “A Hora da Estrela” (1985), de Susana Amaral. Atuou em diversos outros filmes, com destaque para “Madame Satã” (2002) e “O Céu de Suely” (2006), de Karim Ainouz, “Baixio das Bestas” (2006), de Claudio Assis, “A História da Eternidade (2014), de Camilo Cavalcante, e em várias novelas e programas de televisão. Além disso, também tem realizado filmes de curta metragem como diretora e roteirista. Em 2015, levou o troféu de Melhor Atriz no Festival de Brasília pelo filme “Big Jato” (2015) , de Cláudio Assis.

SOBRE A DISTRIBUIDORA   
A ArtHouse é uma distribuidora dedicada ao cinema de autor que traz em seu catálogo filmes como A Erva do Rato e Educação Sentimental, de Julio Bressane; A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante; Big Jato, de Cláudio Assis; Futuro Junho, de Maria Augusta Ramos; A Família Dionti, de Alan Minas, vencedor do prêmio de público no Festival de Brasília; Introdução à Música do Sangue, de Luiz Carlos Lacerda; Love Film Festival, de Manuela Dias e muitos outros longas-metragens que se destacaram no circuito de festivais dentro e fora do país, como os Festivais de Rotterdam, Locarno, Roma, Festival do Rio e Festival de Brasília.

Os mais recentes lançamentos incluem: O premiado documentário Um Filme de Cinema, de Walter Carvalho; O Beijo no Asfalto, longa de estreia de Murilo Benício; Fevereiros, documentário de Marcio Debellian, estrelado pela cantora Maria Bethânia; Vergel, De Kris Niklison com Camila Morgado, uma coprodução Brasile e Argentina; e Pastor Cláudio, importante documentário sobre as atrocidades da ditadura militar no Brasil, dirigido por Beth Formaggini.

Sai o novo pôster de Raia 4

Sai o novo pôster de Raia 4

RAIA 4, escrito e dirigido por Emiliano Cunha (“A Benção”), acaba de ganhar novo poster. O longa, selecionado para a mostra competitiva da 47a edição do Festival de Cinema de Gramado, que acontece de 16 a 24 de agosto na cidade gaúcha, já foi exibido nos festivais do Panamá, Cartagena das Índias (Colômbia) e Uruguai, além de ter participado da mostra competitiva do 22º Festival de Shanghai.

O longa é um drama, com elementos de suspense ambientado no universo da natação competitiva, e traz no elenco as estreantes Brídia Moni e Kethelen Guadagnini, Fernanda Chicolet (“Demônia”) e José Henrique Ligabue (“Legalidade”), entre outros. Na trama, duas adolescentes de temperamentos distintos são unidas pelos conflitos da idade e, principalmente, pelo amor pela natação. As inquietações de Amanda (Brídia Moni) se intensificam e ela acaba buscando refúgio no único local em que se sente plena e segura: embaixo d’água, onde segredos não podem ser ouvidos. “Fui atleta de natação da infância à vida adulta e o filme une minhas duas paixões: o cinema e a natação”, resume o diretor Emiliano Cunha, que também assina o roteiro. “É a chance de mostrar ao público um universo fascinante e que me é precioso, e explorar um cinema que é de sensações, trazendo à tela a experiência da natação como é para os esportistas”, completa o cineasta porto-alegrense.

RAIA 4 foi rodado entre janeiro e fevereiro de 2018 em locações em Porto Alegre e arredores. As gravações duraram 27 diárias, com um elenco de 40 atores e 200 figurantes. Cunha divide a produção com Davi de Oliveira Pinheiro (“Porto dos Mortos”) e Pedro Guindani (“Desvios”), e na equipe técnica estão Valeria Verba e Sheila Marafon (que dividem a direção de arte), Edu Rabin (diretor de fotografia), Vicente Moreno (montagem) e Beto Picasso (diretor de produção).

“A temática esportiva serve de pano de fundo para a história, em paralelo a conflitos humanos, como a relação da protagonista e seu próprio mundo”, explica o diretor. O cineasta buscou entre não atores suas protagonistas e parte do elenco de apoio. O núcleo jovem da trama é egresso de clubes de natação da capital gaúcha. “Eu precisava ter o realismo que o filme pede. E, como é um filme de natação competitiva, a técnica é bem diferente da natação recreativa e era muito importante que isso imprimisse na tela”. A trama aborda temas pertinentes à protagonista de 12 anos, como a transição entre a infância e adolescência, nas relações com seus pais, afetivas e as descobertas da idade. O argumento do filme surgiu em 2013 e passou por diversos laboratórios (Sesc/Senac Novas Histórias, Curitiba Lab, Plataforma Lab, e a Mostra Futuro Brasil do Festival de Brasília) até a sua forma final.

RAIA 4 é produzido pela Ausgang e tem financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (Ancine/BRDE), por meio do edital Prodecine 05/2015. A distribuição é da Boulevard Filmes, com previsão de lançamento para 2020.

SINOPSE 
Amanda é uma nadadora pré-adolescente. Quieta e reservada, encontra, embaixo d’água, um refúgio – lugar onde os segredos não podem ser ouvidos. O conflito com os pais, as pressões do esporte e da fase da vida, tudo parece se acumular no entorno de Amanda. Priscila, uma colega de equipe, acaba se tornando sua rival.

FICHA TÉCNICA 
Elenco: Brídia Moni, Kethelen Guadagnini, Arlete Cunha, Fernanda Carvalho Leite, José Henrique Ligabue, Fernanda Chicolet e Rafael Sieg
Roteiro e direção: Emiliano Cunha
Diretor Assistente: Richard Tavares
1º Assistente de Direção: Daniela Strack
Direção de Fotografia: Edu Rabin
Direção de Arte: Sheila Marafon e Valeria Verba
Direção de Produção: Beto Picasso
Produção Executiva: Pedro Guindani
Figurino: Francine Mendes
Maquiagem e Caracterização: Baby Marques
Montagem: Vicente Moreno
Supervisão de Pós-Produção: Daniel Dode
Design Gráfico: Leo Lage
Desenho de Som: Marcos Lopes e Tiago Belo
Trilha Musical Original: Felipe Puperi e Rita Zart
Produção: Davi de Oliveira Pinheiro, Emiliano Cunha e Pedro Guindani

SOBRE O DIRETOR 
Formado em Cinema e Mestre em Comunicação, Emiliano Cunha é professor de audiovisual, produtor, roteirista, diretor e sócio na Ausgang. Dirigiu os premiados curtas “O Cão” (2011), “Lobos” (2012), “Tomou café e esperou” (2013), “Sob águas claras e inocentes” (2016), além da série “Horizonte B” (2015) e “A Benção” (em pós-produção). Seu primeiro longa-metragem, “Raia 4” (2019), estreou no FICCI 2019.

 

Por Anna Barros

Mãe luta por espaço no mercado de trabalho no trailer de Não Mexa Com Ela

Mãe luta por espaço no mercado de trabalho no trailer de Não Mexa Com Ela

 

Mãe luta por espaço no mercado de trabalho em trailer do israelense ‘Não Mexa com Ela’

NO LONGA QUE A PAGU PICTURES LANÇA EM 8 DE AGOSTO, JOVEM MULHER ENCARA ASSÉDIO EM SEU NOVO EMPREGO

Além do desafio de voltar ao mercado de trabalho, a mãe de família Orna precisará conciliar a vida profissional e a pessoal no longa israelense “Não Mexa com Ela”. Após conseguir um emprego e ser promovida rapidamente, ela passa a ser a principal provedora da casa. No entanto, como mostra o trailer recém-divulgado, ao mesmo tempo em que cresce dentro da empresa, Orna começa a ser assediada pelo próprio chefe – clique aqui para assistir.

Com direção da cineasta Michal Aviad, “Não Mexa com Ela” foi aclamado na edição 2018 do Festival de Toronto. A atuação de Liron Ben Shlush, como Orna, também recebeu elogios da crítica especializada internacional. O longa chega aos cinemas brasileiros em 8 de agosto, com distribuição da Pagu Pictures.

Sinopse

Orna (Liron Ben Shlush) é mãe de três crianças pequenas que, ao perceber a dificuldade do marido em ganhar dinheiro com o restaurante recém-inaugurado, resolve voltar ao mercado de trabalho para ajudar a sustentar a família. Apesar de gostar de seu novo emprego e ser promovida rapidamente por suas competências, tentando conciliar a vida profissional com a pessoal, Orna começa a vivenciar o assédio sexual crescente de seu chefe. Quando seu mundo vem por água abaixo, ela deve se esforçar para lutar, sozinha e à sua própria maneira, para recuperar o trabalho e a autoestima.

Ficha Técnica

País: Israel

Gênero: Drama

Duração: 93min

Direção: Michal Aviad

Produção: Amir Harel, Ayelet Kait

Roteiro: Sharon Azulay Eyal, Michal Vinik, Michal Aviad

Elenco: Liron Ben Shlush, Menashe Noy, Oshri Cohen, Irit Sheleg, Dorit Lev-Ari, Gilles Ben-David, Corinne Hayat

Direção de Fotografia: Daniel Miller

Produção Executiva: Moshe Edery, Leon Edery

Assistente de Direção: Jonathan Rozenbaum

Edição: Nili Feller

Designer de Som: Aviv Aldema

 

Por Anna Barros