Lançamento do cardápio do À La Carte

Lançamento do cardápio do À La Carte

Nesta quinta (21/01), o cardápio semanal do À La Carte dá uma volta ao mundo, explorando diversos gêneros do cinema: comédia, suspense, clássico, drama, além de um Super Lançamento.Veja o que o À La Carte apresenta a partir desta quinta-feira: a comédia britânica “As Oito Vítimas”, filme raríssimo de 1949, que conta com a antológica participação de Alec Guinness; a comédia italiana “Quanto Mais Frio Melhor”; o longa turco “A Árvore dos Frutos Selvagens”, que tem roteiro do diretor Nuri Bilge Ceylan, com citações da obra de grandes nomes da literatura, entre eles Anton Chekhov e Fyodor Dostoevsky; e por fim o grandioso crime dramático francês sobre a pena de morte, “Dois Homens Contra Uma Cidade”, longa de 1973 estrelado pela grande dupla Jean Gabin e Alain Delon.Completa a semana o Super Lançamento “Tel Aviv Em Chamas”, uma coprodução entre Israel, França, Bélgica e Luxemburgo, que recebeu os prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator na 75ª edição do Festival de Veneza.” Esta comédia imperdível, inédita no streaming brasileiro, estará disponível para aluguel a partir desta sexta-feira, 22 de janeiro, por R$ 12,90. Somente aqui, no streaming dos melhores filmes, o À LA CARTE!
“A Árvore dos Frutos Selvagens”: O roteiro escrito pelo diretor Nuri Bilge Ceylan, como de costume, traz citações da obra de grandes nomes da literatura, entre eles Anton Chekhov e Fyodor Dostoevsky. A cidade turca Çanakkale, onde a história se passa, é também onde o diretor Nuri Bilge Ceylan passou a infância. O filme recebeu 15 minutos de aplausos de pé no Festival de Cannes.
“Dois Homens Contra Uma Cidade”: Este filme fez parte de uma campanha contra a pena de morte na França ocorrida na década de 1970, sendo que o diretor José Giovanni foi condenado à morte em 1945, logo após a guerra, e foi perdoado pelo então presidente francês. Os atores Lino Ventura e Yves Montand recusaram o papel de Germain Cazeneuve antes que este fosse proposto (e aceito por) Jean Gabin. Christine Fabrega e Cecile Vassort representam mãe e filha no filme, mas na verdade elas têm apenas 10 anos de diferença na idade.
“As Oito Vítimas”: O negativo original do filme foi salvo do incêndio do Henderson’s Film Laboratories em 1993, pouco antes de uma grande explosão de nitrato destruir os negativos de muitos outros filmes, incluindo várias outras comédias de Ealing. O ator Alec Guinness afirmou ter tido convulsões de riso durante a leitura do roteiro, e imediatamente mandou uma mensagem para seu agente, confirmando que queria fazer o filme. Em 1984, foi anunciado que Ivan Reitman dirigiria outra adaptação do romance original, com Dustin Hoffman no elenco, e em 2000, Mike Nichols também planejava outra adaptação, com Robin Williams no papel que foi de Alec Guinness e Will Smith no personagem vivido por Dennis Price, mas ambos os projetos nunca se concretizaram.
“Quanto Mais Frio Melhor”: O título desta comédia faz referência ao clássico “Quanto Mais Quente Melhor”, filme de Billy Wilder.
SUPER LANÇAMENTO
“Tel Aviv em Chamas”: Filme selecionado na mostra Orizzonti do 75º Festival de Veneza, na qual recebeu os prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator. Coprodução entre Israel, França, Bélgica e Luxemburgo, “Tel Aviv em Chamas” foi a escolha de Luxemburgo para representar o País no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. O israelense Kais Nashif, ator principal de “Tel Aviv em Chamas”, ficou conhecido internacionalmente como um dos protagonistas de”Paradise Now”, filme que representou a Palestina no Oscar 2006 de Melhor Filme Estrangeiro.
 
Sinopses:AS OITO VÍTIMAS(Kind Hearts and Coronets)Reino Unido, 1949, PB, 106min, Crime, idioma: inglês (legendado)Diretor:  Robert HamerElenco: Dennis Price, Alec Guinness e Valerie Hobson. Um parente pobre distante do duque D’Ascoyne planeja herdar o título matando os outros oito herdeiros que estão à sua frente na linha de sucessão.QUANTO MAIS FRIO MELHOR
(A noi piace freddo…! (WE LIKE IT COLD) Itália, 1960, 110min, cor, Comédia, 110minDiretor:  StenoElenco: Ugo Tognazzi, Yvonne Furneaux e Raimondo Vianello. Um relato cômico dos acontecimentos em Roma em 1943, quando o exército aliado e os guerrilheiros lutaram contra os nazistas.A ÁRVORE DOS FRUTOS SELVAGENSAhlat Agaci Turquia, 2018, cor, 183 min, DramaDiretor:. Nuri Bilge CeylanElenco: Doğu Demirkol, Murat Cemcir e Hazar Ergüçlü. Sinan é um jovem apaixonado por literatura que sempre sonhou em se tornar um grande escritor. Ao retornar para o vilarejo em que nasceu, ele faz de tudo para conseguir juntar dinheiro e investir na sua primeira publicação. O problema é que seu pai deixou uma dívida que atrapalhará os seus planos.DOIS HOMENS CONTRA UMA CIDADE(Deux Hommes Dans La Ville)França-Itália, 1973, cor, Drama, 100minDiretor: José GiovanniElenco: Alain Delon, Jean Gabin, Mimsy FarmerUm ex-assaltante de banco é libertado após 10 anos de prisão. Ele recebe ajuda de uma assistente social, mas é assediado por um velho policial de seu passado.TEL AVIV EM CHAMAS(Tel Aviv on fire)Luxemburgo/ Israel/ França e Bélgica, cor, 2018, Comédia, 100 minDiretor: Sameh ZoabiElenco: Kais Nashif, Lubna Azabal, Yaniv Biton“Tel Aviv em Chamas” acompanha um jovem palestino chamado Salam (Kais Nashif), ambicioso e sonhador que torna-se um escritor de novela de maneira ocasional, após um encontro casual com um soldado de Israel. Sua carreira criativa começa a crescer cada vez mais, até que os patrocinadores do programa exigem que ele acabe de maneira inesperada.Link com fotos dos filmes em alta para download:https://we.tl/t-WRNEI1QU8N
 
Serviço:Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90Super Lançamentos: Com valores variados, a sessão ‘super lançamentos’ traz os filmes disponíveis no cardápio para aluguelPara se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.Ou vá direto para a página de cadastro: https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signupAplicativos disponíveis para Android, Android TV, IPhone e Apple TV. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play ou App Store.
Petra Belas Artes À LA CARTE:Com acervo com curadoria, pensado para quem ama uma programação de qualidade o Petra Belas Artes À LA CARTE é uma plataforma de streaming criada no final de 2019, e que ganhou muita força, em abril de 2020, quando após 5 meses do seu nascimento, passou a oferecer um mês de gratuidade aos cinéfilos, durante a Pandemia. Desde em então, a plataforma criada pelo Belas Artes Grupo passou a ter um crescimento de pelo menos 40% ao mês, ganhando cada vez mais espaço no dia a dia dos cinéfilos.A ideia inicial sempre foi poder levar para todo o Brasil aquilo que os cinéfilos de São Paulo tinham no Cine Petra Belas Artes, ou seja, uma programação de qualidade, com curadoria, e que tenha em seu catálogo de forma permanente, filmes que não são encontrados nas plataformas globais. Ou seja, filmes de grandes diretores, de vários países do mundo, e que fazem parte da história do cinema. Além disso, toda semana quatro novos filmes entram no “cardápio” do Petra Belas Artes À LA CARTE e não saem do ar, ou seja, eles ficam durante muito tempo disponíveis para que os assinantes possam ver e rever seus filmes preferidos. No Petra Belas Artes À LA CARTE o assinante encontra os filmes divididos em categorias singulares e criativas com classificações como: “cults incríveis”, “mulheres maravilhosas”, “hahaha”, “para roer as unhas”, “o que todo cinéfilo precisa ver antes de morrer” e “novo no cardápio”, entre várias outras. Além disso, a plataforma também lança filmes de forma inédita e exclusiva como foi o caso do lançamento de “Apocalypse Now – Final Cult”, “O Hotel às Margens do Rio” de Hong Sang Soo, o brasileiro “Partida”, de Caco Ciocler, entre outros.
Curta Carne está qualificado para o Oscar

Curta Carne está qualificado para o Oscar

Filme de estreia da diretora Camila Kater, o documentário animado de 12 minutos “CARNE”, está qualificado para concorrer ao Oscar® de 2021 na categoria de curta-metragem documental e também está na shortlist dos Prêmios Goya na categoria de curta de animação. O filme é uma co-produção Brasil/Espanha, produzido por Lívia Perez (Doctela) e Chelo Loureiro (Abano Producións).

Desde ontem, dia 12 de janeiro, CARNE está disponível em formato online e gratuito no New York Times Op-Docs, uma plataforma gratuita de alcance global do jornal estadunidense que reúne os melhores filmes de não ficção do mundo.

CARNE teve a sua estreia no Festival Internacional de Locarno em agosto de 2019, na Suíça, onde recebeu Menção Especial pelo Júri Jovem. Na sequência o filme foi  selecionado oficialmente em mais de 250 festivais pelo mundo, como Toronto International Film Festival, Annecy, IDFA, AFI, DOK Leipzig, entre outros, recebendo mais de 70 prêmios nacionais e internacionais, incluindo; Melhor Roteiro e Melhor Curta pelo Júri Popular e pela Crítica (ABRACCINE) no 52º Festival de Brasília, Melhor Curta-Metragem Europeu EFA (European Film Award) na 64a Seminci (Espanha), Melhor Curta de Animação no Festival de Havana (Cuba) e Melhor Curta Documentário no Festival de ZINEBI (qualificador do Oscar®). CARNE foi eleito o segundo melhor curta-metragem brasileiro de 2019 pela ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e foi um dos curtas finalistas para o European Film Awards de 2020.

Crua, Mal Passada, Ao Ponto, Passada e Bem Passada. Em CARNE, cinco mulheres compartilham relatos íntimos e pessoais, em relação ao corpo desde a infância até a terceira idade. Ao apresentar cinco segmentos para as diferentes fases da vida das mulheres narradas através de vozes femininas, CARNE recorre à representação de suas experiências em técnicas diversas de animação.

A partir da metáfora que relaciona o estado de cozimento da carne com o corpo da mulher, CARNE sugere uma relação entre carnivorismo e dominância masculina para expor os inúmeros tipos de violências dos quais as mulheres são vítimas mas também enfatizar as formas de resistência que essas mulheres encontram para libertar seus corpos dos padrões de beleza e comportamento impostos pela sociedade.

Em CARNE, a diversidade das experiências das mulheres com seus corpos decorre sobretudo das diferentes características das cinco personagens escolhidas. Rachel, Larissa, Raquel, Valquiria e Helena expõem vivências diversas determinadas de acordo com a faixa etária, orientação sexual, etnia e constituição corpórea. Como forma de incorporar essa diversidade à estética do filme e criar uma associação sensorial entre depoimento e a plástica do filme, cada fase e personagem foi criada com uma técnica de animação específica e por uma animadora diferente. O processo de escolha das personagens e das animadoras se preocupou com os critérios de representatividade na seleção das entrevistadas e animadoras.

Na infância, fase ‘crua’ da carne, Camila Kater utiliza stop-motion com objetos e pintura à óleo em cerâmica para expressar o relato de Rachel Patrício sobre gordofobia na infância.

A adolescência, fase ‘mal-passada’, é representada pela animação em aquarela criada por Giovana Affonso para dar conta da percepção de Larissa Rahal sobre o tabu da menstruação e a preocupação em ter um corpo adulto.

Na juventude, fase em que a sociedade entende o corpo feminino como ‘ao ponto’ para consumo, a animação digital 2D criada por Flávia Godoy dá forma às diferentes violências que a cantora Raquel Virgínia enfrenta com seu corpo de mulher transexual e negra no Brasil.

A meia-idade, fase ‘passada’, traz visibilidade às transformações corporais do climatério relatadas por Valquiria Rosa a partir de seu ponto de vista de mulher lésbica e materializadas através do stop-motion em argila criado por Cassandra Reis.

Na terceira idade, fase ‘bem passada’, a animação direta a partir da pintura e intervenções em película  35mm feita por Leila Monsegur, representa a consagração do corpo como lugar de libertação a partir da experiência da cineasta e atriz Helena Ignez, ícone da cinematografia brasileira.

A relevância de um filme como CARNE se torna ainda maior se levarmos em conta que as mulheres são minoria quando se trata de animações. Apenas 3% dos filmes do gênero foram dirigidos por mulheres nos últimos 12 anos – na televisão, o percentual sobe para 13%, mostra um estudo promovido pela Universidade do Sul da Califórnia em parceria com a ONG @wia_animation. Entre mulheres não caucasianas, a disparidade é ainda maior: apenas quatro dirigiram algum projeto no cinema ou na televisão, todas asiáticas.

Declaração da diretora:

“Acredito que a animação confere aos depoimentos uma dimensão sensorial muito rica e que pode ser uma linguagem maravilhosa para abordar temas sensíveis. Há uma conexão especial entre as histórias reais e as animadoras, e ela está, de alguma forma, impressa no filme. CARNE é um trabalho colaborativo, feito a partir de uma equipe de 95% de mulheres, que me trouxe confiança como diretora e animadora, mas também me deu a oportunidade de conhecer essas mulheres incríveis e aprender muito com elas. Não posso dizer que estou totalmente confortável com meu corpo hoje, mas certamente o respeito e o admiro mais.” Camila Kater

SINOPSE

Crua, Mal Passada, Ao Ponto, Passada e Bem Passada. Cinco mulheres compartilham experiências íntimas e pessoais sobre sua relação com o próprio corpo desde a infância até a terceira idade.

FUTURO DE CARNE

O curta CARNE dá origem à série homônima que será antológica, seguindo o mesmo formato de documentário animado. A partir do aprofundamento de temáticas ligadas ao corpo da mulher em diferentes fases da vida, 25 personagens compartilharão suas histórias desde 5 nacionalidades distintas: Brasil, Espanha, China, Palestina e Nigéria. A série está em fase de desenvolvimento para plataformas de streaming e será estruturada em 5 capítulos por temporada, com 20 minutos de duração cada.

FICHA TÉCNICA

Direção: Camila Kater

Roteiro: Camila Kater & Ana Julia Carvalheiro

Argumento: Camila Kater & Bruna Kater

Produção Executiva: Lívia Perez (Doctela) & Chelo Loureiro (Abano Producións)

Elenco: Rachel Patrício, Larissa Rahal, Raquel Virgínia, Valquiria Rosa & Helena Ignez

Animação: Camila Kater, Giovana Affonso, Flávia Godoy, Cassandra Reis & Leila Monsegur

Edição/Diretor de Fotografia: Samuel Mariani

Trilha-Sonora Original: Sofía Oriana Infante

Design de Som: Julia Teles

Distribuição: Agencia Freak

Classificação Indicativa: 12 anos

País: Brasil & Espanha

Ano: 2019

Duração: 12min

Língua: Português

Lista completa de Prêmios e festivais: https://camilakater.files.wordpress.com/2020/12/palmarecc81s-carne-1.pdf

PRINCIPAIS FESTIVAIS:

72º Festival International del Film Locarno, Suíça

44º Toronto International Film Festival, Canadá

44ª Annecy International Animation Film Festival, França

32º International Documentary Film Festival Amsterdam (IDFA). Netherlands

64. SEMINCI. Semana Internacional de Cine de Valladolid. Espanha

52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Brasil

35º Festival Internacional de Cine en Guadalajara, México

27º Hamptons International Film Festival. New York, EUA

62º Dok Leipzig – Leipzig International Festival For Documentary & Animated Films. Alemanha

50º Tampere Film Festival. Finlândia

33º AFI Fest – American Film Festival, EUA

PRINCIPAIS PRÊMIOS:

Internacionais:

Melhor Curta-metragem Europeu (qualificador para os European Film Awards)

64. SEMINCI. Semana Internacional de Cine de Valladolid. Spain

Mikeldi para o Melhor Curta Documental (qualificador para o Oscar)

61. ZINEBI. Festival Internacional de Cine Documental  Cortometraje de Bilbao (Vizcaya), Espanha

Menção Especial do Júri- Competição Internacional de Curtas de Animação

35º Festival Internacional de Cine en Guadalajara, FICG

Premio Coral de Cortometraje, Animación

41º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano La Habana, Cuba

Prêmio de Público – Best International Competition: Animated Documentaries

17º London International Animation Festival (LIAF). UK

Nacionais:

Prêmio Abraccine – Melhor Filme Curta-Metragem Melhor Roteiro

Melhor Curta-Metragem Júri Popular

Prêmio Edina Fujii Ciario

52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Brasil

Prêmio Canal Brasil 10+ Brasil

Destaque ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação para Melhor Animador(a) / Troféu O Kaiser

31º São Paulo International Short Film Festival – Curta Kinoforum, Brasil

Melhor Curta Voto Popular

21º Festival do Rio. Brazil

Prêmio de Público da mostra Competição Nacional

27º de Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, Brasil

BIOGRAFIA DIRETORA:

Camila Kater é animadora, roteirista e diretora de São Paulo.

Dirigiu, roteirizou e animou o documentário animado CARNE (2019), que está qualificado para o Oscar® 2021 e na shortlist para os Prêmios Goya de 2021. CARNE estreou no Festival Internacional de Locarno em 2019 e recebeu mais de 70 prêmios nacionais e internacionais.

Kater possui bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Midialogia pela Unicamp e graduação sanduíche em Film & Television Production na Anglia Ruskin University em Cambridge (Reino Unido), quando foi contemplada pelo programa federal Ciência sem Fronteiras.

Kater é membro do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, é atual secretária da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) e co-fundadora/ co-diretora da LESMA (La Extraordinária Semana de Mostras Animadas) que completou 4 edições na Unicamp, exibindo curadorias de festivais como MONSTRA (Lisbon Animated Film Festival), ANIMAGE (Festival Internacional de Animação de Pernambuco) e StopTrik International Festival (Estônia, Polônia).

CARNE recebeu o prêmio “Artist-in Residence Program of Q21” no festival Tricky Women / Tricky Realities, concedendo a Kater uma residência de três meses no Museumsquartier de Viena (Áustria), onde então animará o trailer da edição de 2022 do festival.

Kater recebeu recentemente a bolsa de estudos Erasmus Mundus 2020/2022 RE: ANIMA Animation para um mestrado em animação na Europa nos três países anfitriões, Bélgica, Portugal e Finlândia.

BIOGRAFIA PRODUTORA LÍVIA PEREZ:

Lívia Perez (1985) é cineasta, produtora, curadora, educadora e pesquisadora de audiovisual. Ela dirigiu diversos curtas-metragens dos quais se destaca “Quem Matou Eloá?” (2015) premiado como Melhor Curta Documentário no 57º Prêmio GENII da Alliance for Women in Media, 27º Festival Internacional de Curtas de São Paulo, Cachoeira Doc, ATLANTIDOC, Semana Paulistana do Curta-Metragem e exibido em festivais como HOTDOCS, IDFA, Cinélatino e DocsMX; e três longas-metragens entre eles “Lampião da Esquina” (2016) que estreou no É Tudo Verdade 2016 – Festival Internacional de Documentários, recebeu menção honrosa no Festival MIX Brasil de Diversidade, prêmio de melhor documentário e melhor edição no Festival For Rainbow e foi exibido no Canal Brasil e no circuito comercial de quatro regiões do paísl. Seu próximo filme “M” (em finalização) participou e foi premiado no DOCSP e no Festival Internacional de Cartagena.

É sócia fundadora da Doctela – Mídia e Comunicação através da qual atua como produtora de projetos audiovisuais com impacto social em direitos humanos. Entre os filmes que produziu destacam-se “Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui” dirigido por Érica Sarmet a ser lançado em 2021 e “Carne” dirigido por Camila Kater (2019) que teve estréia no Festival de Locarno, onde recebeu menção especial do Júri Jovem e ainda, foi premiado nos Festivais de Havana, Miradas DOC, El Gouna, Huesca, Festival do Rio, Curta Cinema, Festival de Brasília, SEMINCI, ZINEBI, além de ter sido exibido no TIFF, IDFA, DOK LEIPZIG, Festival de Animação de Annecy entre outros.

Por Anna Barros

Unidas pela esperança’, estreia nesta quinta, dia 14 de janeiro

Unidas pela esperança’, estreia nesta quinta, dia 14 de janeiro

Baseado em uma história real, o filme é dirigido por Peter Cattaneo, de ‘Ou Tudo ou Nada’ e ‘O Roqueiro’
Unidas Pela Esperança, chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 14 de janeiro, nas cidades de São Paulo, Fortaleza, São Luis, Natal, Recife, João Pessoa, Belém, Aracaju, Brasília, Porto Alegre, Alphaville, Guarulhos, São José dos Campos, Campinas, Jundiaí e Santos, com distribuição da Califórnia Filmes.

Sobre o filme

Estrelado por Kristin Scott Thomas e Sharon Horgan, Unidas Pela Esperança, de Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada), conta a história de um grupo de mulheres de diferentes origens, cujos parceiros estão servindo no Afeganistão. Diante das ausências de seus maridos, namorados e familiares, elas se reúnem para formar o primeiro coral de esposas militares, ajudando umas às outras neste que é um dos momentos mais difíceis de suas vidas. O projeto dá tão certo, que as levam rapidamente ao estrelato internacional. Mas as diferenças em suas personalidades podem colocar tudo a perder.

Há dez anos, um grupo de mulheres prometeu dar apoio umas às outras através da música – e assim foi formado o primeiro Coral de Esposas de Militares, na base do exército de Catterick, no norte de York – Reino Unido. Inspirado pela popularidade do Coral, o longa-metragem de Peter Cattaneo Unidas Pela Esperança (Military Wives) é baseado na história real desse pequeno grupo de mulheres que se uniram e provocaram um movimento mundial – que agora atende a mais de 2300 pessoas em todo o Reino Unido e em suas bases militares no exterior.

O produtor Rory Aitken foi apresentado a este fenômeno através do radialista Gareth Malone, com a popular série de televisão da BBC “The Choir: Military Wives”, que documentou a criação do segundo coro de esposas de militares, em 2011. “Isso me emocionou de uma forma totalmente  inesperada”, diz Aitken. “Causou em mim o que os melhores filmes causam. Foi um soco no estômago, o que eles fizeram naquele documentário foi descobrir uma pequena parte da sociedade sobre a qual nunca poderia imaginar, e que realmente passa por um período difícil de suas vidas. E elas aproveitam o poder da música para se erguer. É realmente extraordinário”.

O produtor Ben Pugh recebeu o documentário de Aitken e imediatamente sentiu que o material era perfeito para o cinema. “A combinação da vida real e da luta dessas esposas e namoradas, que ganham voz através do coro, é completamente universal, um pedaço do país que ressoa tanto de forma local como em outros países”, diz.

Peter Cattaneo, indicado ao Oscar® de Melhor Diretor em 1998, por Ou Tudo ou Nada (The Full Monty), admite que chegou ao projeto sem saber quase nada sobre as vidas das famílias dos militares em serviço. “Fiquei empolgado com um conceito que me permitia explorar um modo de vida que raramente foi visto na tela grande, além de fazer um filme com música e canto em sua essência”, lembra. Era essencial para os cineastas que o filme retratasse com precisão o cotidiano dessas mulheres, cujos parceiros estão no exterior arriscando suas vidas a serviço de seu país. “Nossa roteirista Rachel Tunnard se encontrou e conviveu com um grupo de esposas para obter detalhes e histórias sobre o mundo delas”, diz Cattaneo. “Ela teve algumas trocas bastante intensas e comoventes com elas e isso trouxe muita realidade ao roteiro”.

Quando Cattaneo começou a conhecer as verdadeiras esposas de militares, ele descobriu dois temas ricos no coração da narrativa: um grupo improvável de pessoas que se uniu através da música e a idéia que se espera de que essas mulheres “mantenham a calma e continuem” encontra ali suas vozes. “Nós conhecemos algumas esposas de militares muito corajosas e sinceras, que compartilharam histórias pessoais muito humildes, às vezes angustiantes e muitas vezes hilárias”, diz ele. “Fiquei impressionado com o seu humor honesto e ‘pé no chão’ e fiquei determinado a rechear o filme com esse tipo de comédia”.

Quando várias das mulheres reais pediram para fazer parte do filme como figurantes, a satisfação delas com o roteiro final ficou evidente. “Temos uma cena em que todos os soldados estão indo para a guerra, na qual nós usamos o maior número possível delas. Então, quando você assistir à essa cena, lembre-se de que são famílias reais de soldados dizendo adeus”. Embora os personagens e grande parte da história sejam ficcionalizados, foram feitos todos os esforços para honrar os enormes sacrifícios que as famílias reais de militares fazem todos os dias, diz o produtor Piers Tempest. “Eu acho que os melhores filmes têm uma verdade profunda neles e é isso que sentimos sobre essa história. Ninguém fala assim sobre elas, mas as esposas dos militares em serviço são as heroínas desconhecidas das Forças Armadas. ”

SINOPSE LONGA

A vida na Base Militar de Flitcroft muda drasticamente quando um grupo de soldados em serviço ativo é enviado para o Afeganistão, devastado pela guerra. Enfrentando seis meses de separação e incerteza, as mulheres que ficam em casa buscam procurar consolo e sororidade entre si.

Kate (Kristin Scott Thomas), esposa do comandante, propõe um calendário de atividades para distrair as mulheres, chamando a atenção de Lisa (Sharon Horgan), a nova diretora do Comitê Social da base, que é a favor de manhãs informais com café e noites regadas a vinho. Quando uma jovem recém-chegada sugere que elas iniciem um coral, Kate e Lisa imediatamente tomam as rédeas da ideia, desde a escolha do material (clássico ou pop) até suas idéias sobre os ensaios. Ainda assim, as mulheres de Flitcroft – incluindo uma jovem recém-casada, uma cabeleireira cuja voz desafia os padrões e uma mãe que traz uma voz inesperadamente doce – aprendem a apoiar uma à outra, à medida que gradualmente desenvolvem uma paixão por cantarem juntas.

Um convite surpresa para se apresentarem no famoso Royal Albert Hall de Londres é a chance de estender a vida do coral, mas à medida que a data se aproxima, uma tragédia inesperada e a inevitável colisão dos estilos de Kate e Lisa ameaçam inviabilizar todo o projeto. Uma celebração à vida do diretor Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada), Unidas Pela Esperança é inspirado na verdadeira história do primeiro Coro de Esposas de Militares.

O filme é estrelado por Kristin Scott Thomas (O Paciente Inglês, Quatro Casamentos e um Funeral), Sharon Horgan (“Catástrofe”, A Noite do Jogo). No elenco estão Jason Flemyng (“Jamestown”; Jogos, Trapaças e Dois Canos FumegantesO Curioso Caso de Benjamin Button) e Greg Wise (Razão e Sensibilidade, “The Crown”).A direção é de Peter Cattaneo, com roteiro de Rachel Tunnard (Adult Life SkillsEmotional Fusebox) e Rosanne Flynn (‘The Labyrinth’).


SINOPSE

Um grupo de mulheres casadas com oficiais militares decide se unir para formar um coral. À medida que a inesperada amizade entre elas se desenvolve, a música e o riso transformam suas vidas, enquanto elas ajudam uma a outra a superar o medo pelos entes queridos em combate.

FICHA TÉCNICA 

Direção: Peter Cattaneo
Elenco: Kristin Scott Thomas, Sharon Horgan, Lara Rossi
Gênero: Comédia
País: Reino Unido
Ano: 2020
Duração: 112 min
Classificação: 12 anos
Estrelado por Roberto Benigni, Pinóquio estreia dia 21 de janeiro

Estrelado por Roberto Benigni, Pinóquio estreia dia 21 de janeiro

Pinóquio: Conheça a verdade sombria por trás do clássico que marcou gerações
Estrelado pelo vencedor do Oscar Roberto Benigni, Pinóquio chega aos cinemas nacionais em 21 de janeiro de 2021.
A clássica história do boneco de madeira que se transformou em um garoto de verdade chega aos cinemas nacionais pela primeira vez em formato live-action. Dirigido por Matteo Garrone (‘Gomorra’, ‘Dogman’), cineasta vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, Pinóquio tem sua estreia nacional apontada para 21 de janeiro de 2021 e a Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento.O filme conta a história de Gepeto (Roberto Benigni), um solitário marceneiro que sonhava em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo. Conhecido em todos os países, o boneco de madeira fez sua primeira aparição em 1883, no romance As aventuras de Pinóquio, escrito por Carlo Collodi, e, desde então, ganhou adaptações em diversos formatos.O diretor Garrone promete fazer de seu Pinóquio uma adaptação mais fiel ao personagem original de Collodi, afastando-se da versão que se tornou popular com a clássica animação de 1940. Em uma trama mais sombria, que promete ser a melhor adaptação já vista até hoje do personagem, o diretor afirma que o projeto representou dois sonhos que se tornaram realidade: dirigir uma adaptação de Pinóquio e trabalhar com Benigni, que dá vida a Gepeto no longa. Reconhecido por sua atuação em ‘A Vida é Bela’, filme no qual conquistou o Oscar de Melhor Ator, Pinóquio marca o retorno de Roberto Benigni aos cinemas após um hiato de oito anos.
Assista ao Trailer
SinopseConheça a verdade sombria por trás do clássico que marcou gerações. Gepeto (Roberto Benigni) é um solitário marceneiro que sonha em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo.

Por Anna Barros
Série Espanhola Arde Madri estreia dia 12 de janeiro

Série Espanhola Arde Madri estreia dia 12 de janeiro

 

HBO anuncia a estreia da série espanhola ARDE MADRI nesta terça-feira, 12 de janeiro, às 23h, no canal HBO MUNDI e na HBO GO. Dividida em oito episódios, a produção é ambientada na Madri de 1961 e inspirada na vida da atriz norte-americana Ava Gardner.

A série acompanha a história de Ana Mari, uma mulher de 30 e poucos anos, solteira, portadora de uma deficiência física e franquista. Por ordem de Franco, ela é contratada para trabalhar como empregada doméstica na casa da atriz americana Ava Gardner com a missão de espioná-la. Para isso, precisa fingir ser casada com Manolo, um traficante que logo se torna motorista da artista. Ele tem seus próprios planos para tirar proveito da sua posição.

O elenco é formado por Inma Cuesta, Paco León, Debi Mazar, Anna Castillo, Julián Villagrán, Fabiana García Lago, Osmar Núñez, Ken Appledorn, Moreno Borja e Miren Ibarguren.

ARDE MADRI tem direção e produção executiva de Anna R. Costa e Paco León, que interpreta o personagem Manolo. Ambos assinam o roteiro com Fernando Pérez. A série conta ainda com produção executiva de Domingo Corral, Sandra Hermida – também diretora de produção, ao lado de Begoña Munhoz -, Felipe Pontón, Fran Araújo, Ismael Calleja, e Cristian Conti.

Acesse o site http://www.HBOLApress.com para ver novidades e baixar materiais da HBO.

Sobre HBO Latin America
HBO Latin America é a rede de televisão premium por assinatura, líder na região, respeitada pela qualidade e pela diversidade de sua programação, que inclui séries, filmes, documentários e especiais originais e exclusivos. A rede exibe também alguns dos mais recentes blockbusters de Hollywood, antes de qualquer outro canal premium. Os conteúdos são exibidos em HD em mais de 40 países da América Latina e do Caribe por meio dos canais HBO®, HBO2, HBO Signature, HBO Plus, HBO Family, HBO Mundi, HBO Pop, HBO Xtreme e o canal básico Cinemax®. A programação é oferecida também por meio de várias plataformas, como a HBO GO® e HBO On Demand®. HBO Latin America é uma joint venture entre Home Box Office, Inc. (subsidiária da Warner Media, LLC) e Ole Communications, Inc.