Uma série inspirada em um romance policial está dando o que falar. Com um bom ar de suspense e uma trama principal bem chamativa, ‘Não Fale com Estranhos’ (The Stranger), da Netflix, vem para prender a atenção do espectador em oito eletrizantes episódios, com muitos mistérios, pistas e vários questionamentos.
Baseado na obra ‘The Stranger’, de Harlan Corben, a série apresenta uma família aparentemente perfeita. Adam Price (Richard Armitage) é um advogado bem-sucedido, Corine (Dervla Kirwan); sua esposa, uma professora popular e bastante admirada por todos em seu local de trabalho. Porém, tudo vira de pernas para o ar quando uma jovem estranha (Hannah John-Kamen) se aproxima de Adam e revela um segredo perturbador de Corine. Ele resolve investigar e vê que tudo o que lhe fora relatado batia, mas ao confrontar a esposa, esta admite a mentira e diz que precisa de tempo para se explicar. No dia seguinte, Corine desaparece e deixa Adam com seus dois filhos, e faz Adam ficar desesperado e em meio a diversas mentiras e segredos. Ele espera reencontrar a esposa e vai em busca da verdade em meio a um cenário atordoante.
Logo de início você se perguntará: como a estranha sabe de tanta coisa? Ela possui alguma relação com a família da Adam? Por que o interesse dela em revelar tantos segredos? Na medida em que os episódios passam, um enredo intrigante vai sendo construído, a personagem misteriosa vai aos poucos se revelando e mais coisas cabeludas vão aparecendo. E, de quebra, mais sobre a família de Adam, com seu pai que tem um passado questionável e o filho mais velo, Thomas, se envolvendo em um grande imbróglio. As tramas paralelas que são articuladas são todas bem amarradas e possuem uma ligação em comum: a jovem de boné de beisebol, que se apresentou para Adam e depois irá adotar as mesmas abordagens com outras vítimas, algumas sendo chantageadas em troca de dinheiro.
A boa construção do enredo faz o espectador esperar por muitas surpresas, e a cada episódio uma nova situação é evidenciada, com graves consequências. A personagem misteriosa se torna cada vez mais interessante e as investigações sobre o sumiço de Corine e um assassinato enriquecem ainda mais a trama. O que causa estranheza é que a polícia nunca suspeita de Adam, mas essa é uma das poucas falhas na articulação da série, que tenta seguir o livro The Stranger’ à risca.
As atuações são de alta qualidade, principalmente de Hannah John-Kamen, a estranha. Ela consegue manter o interesse do público até o momento derradeiro e constrói a personagem com diálogos enigmáticos e com uma expressão corporal que atordoa e deixa as vítimas bem acuadas. E destaque também para Siobhan Finneran na pele da delegada Johanna Griffin, que é inicialmente uma personagem secundária, mas cresce e ganha mais importância na trama na resolução dos conflitos, até levar ao verdadeiro paradeiro de Corine.
Misteriosa e instigante, ‘Não Fale com Estranhos’ é uma obra com méritos de oferecer ao público uma história com muito a dizer, personagens cheios de segredos e a importância da tecnologia, afinal muita coisa está na internet e estamos constantemente expostos.
Obras que envolvam deuses e mitologias podem ser atraentes, não é mesmo? E o que dizer da cultura nórdica, mais especificamente nos dias atuais, sobre o apocalipse e a guerra que envolve o deus Thor contra os gigantes? ‘Ragnarok’, produção norueguesa da Netflix, apresenta esse universo para ilustrar o fim dos tempos (significado de Ragnarok). Mas será que é tão boa como se imagina?
A história se passa na cidade de Edda, local que sofre com a poluição da água e do ar por conta das indústrias Yuttum, de propriedade de uma família rica e que guarda um grande segredo: o núcleo familiar representa os Gigantes, que duelaram com grandes deuses do apocalipse há milhares de anos. Os Yuttum tentam aparentar uma vida normal na Noruega e a o mesmo tempo se preocupa em manter o império construído com muito esforço. Mas não se dão conta de um grande perigo, a chegada do jovem Magne (David Stakston) e sua família. O adolescente é a reencarnação de Thor, todo-poderoso e praticamente imbatível.
O roteiro, que traz assuntos importantes como preservação ambiental, qualidade do ensino educacional e os dilemas da adolescência, esbarra na abordagem sobre a mitologia nórdica. Os personagens não esbanjam segurança, não existe um elo de ligação entre eles e as histórias apresentam pontas soltas. Os adolescentes se envolvem em tramas esquecíveis e tudo se dá de forma acelerada, alguns arcos poderiam ter ganho maior contorno, e uma narrativa com apenas seis episódios acabou não sendo o suficiente para a abordagem desses temas, além do universo dos gigantes e deuses que duelaram no fim dos tempos.
Sobre os deus e gigantes, nada de figurinos exuberantes, os cenários não são faraônicos, e há poucos efeitos especiais. Magne demora a se descobrir e também a se relacionar com os outros jovens, mas ele se mostra mais ativo no tocante à investigação sobre a morte de Isoldi, sua melhor amiga. Ele não crê em acidente, mas no envolvimento de alguém dos Yuttum e luta com todas as suas forças por justiça. Falta profundidade ao protagonista, uma grande oportunidade a série perde de mostrar outras facetas de Magne e uma narrativa vais sólida. E boa parte dos personagens secundários se perdem ao longo do caminho e só na reta final o espectador encontra novos motivos para voltar a ver a série.
Apesar de se tratar de uma produção que explora os arquétipos, ou seja, personagens com padrões definidos, o clássico herói e seus vilões, acaba por se perder e se esquece de inserir elementos mais intrigantes e ícones que sejam marcantes, alguém que marque presença e faça o espectador para sempre se lembrar, seja por seus objetivos e atitudes. ‘Ragnarok’ apresenta a cultura rica de um dos países mais bem desenvolvidos do mundo e demonstra potencial para se redimir, tendo em vista os bons ingredientes que tem, além do gancho que pode aproveitar do desfecho, bastante enigmático. Não é uma produção para se descartar, mas que decepciona em seu início.
Um país repleto de tradições e culturas milenares, também guarda belezas naturais únicas e a possibilidade de momentos incríveis. Esse documentário lhe mostrará todas as belezas, curiosidades históricas, gastronomias e aspectos sociais que valem muito a pena de serem conhecidos nesse país.
Depois que passar essa loucura de pandemia, quero conhecer o Perú: Lima e norte do país porque tenho problemas de altitude.
2. Feminists: What Were They Thinking?
Um documentário original Netflix que nos coloca por dentro do assunto Feminismo, um tema necessário, que aqui ganha inteligentes falas e pontos de vista.
Como as histórias do passado abriram caminho para o futuro – mais livre e longe das amarras que designavam certos “papéis” a serem seguidos pelas mulheres.
O documentário faz-se entender, opressões não são meras coincidências – são estruturas. E através de sinceras palavras de fascinantes mulheres como Jane Fonda, Lily Tomlin, Judy Chicago, Kate Millet, Phyllis Chesler e Laurie Anderson, nos envolvemos em um aprendizado de como as “mulheres foram, são e como devem ser tratadas”.
Abordando temas como identidade, aborto, raça, maternidade, influências na infância, somos apresentados a uma explicação do que é Feminismo, afinal de contas o que elas estavam pensando? Em suma, igualdade de gênero e a valorização do papel da mulher na sociedade, longe de “mimimis” está um movimento político e social importantíssimo.
3. Terra
O planeta terra, ou melhor, a destruição em massa que os seres humanos estão causando é tema para muitos documentários. Neste, intitulado Terra, de forma direta, somos tirados de nossa zona de conforto e levados a encarar o absurdo que causamos às outras espécies ao mesmo tempo em que condenamos a nossa própria.
Terra é um documentário de Yann Arthus-Bertrand e Michael Pitiot, produzido por Hope Production. Mostrando a vida na Terra em meio a um visual deslumbrante que explora a vida no planeta e a rica diversidade nele presente.
Premissa para uma viagem que te espera através da tela, com cenas grandiosas e realistas mostra as faces de uma planeta lindo, tal como devastado.
Um filme para repensar a vida na Terra, e entender que nos afastar da compaixão para com as outras espécies, é condenar a nossa própria, ao que somos totalmente dependentes da natureza, mas estamos destruindo ela, e não é aos poucos.
4. Malala
“Há um momento em que você tem de escolher entre silenciar e se rebelar”. Estas são palavras de Malala, uma jovem paquistanesa que, foi baleada ao defender a educação feminina em seu país.
Neste documentário, acompanhamos a história de uma jovem garota, que levou um tiro na cabeça por ousar em sugerir que meninas também deviam ir à escola.
Uma extraordinária história real, inspiradora e emocionante, sobre uma menina que fez de suas palavras mais poderosas que qualquer arma. Malala conquistou o título de mais jovem ganhadora do Nobel da Paz em 2014, não por menos, ela fala em nome de muitos, sua voz dá visibilidade e causa mudanças, fazendo com que a educação seja para todos.
Questões como educação, ativismo e igualdade de gênero, atrelado à perseverança e não se deixar abater quanto ao que se acredita, dão forma a um documentário inspirador e emocionante que vale muito a pena conferir na Netflix.
5. Minimalism: A Documentary About The Important Things
Dirigido por Matt D’Avella, o documentário Minimalism nos leva a conhecer o estilo de vida dos amigos Joshua Millburn e Ryan Nicodemus, onde a ideia central pode ser o conceito de “menos é mais”, no qual a vida atual deles se baseia.
No documentário Minimalism, é deixado claro que a ideia deles não foca em nada radical, o objetivo não está em se livrar de tudo quanto é bem material, e sim aqueles que excedem muito o necessário, coisas superficiais, que por vezes acabamos comprando apenas para suprir uma necessidade que criamos com o intuito de obter algo, que no fim não tinha realmente um propósito, e sim, somente por consumismo e materialismo.
Minimalism apresenta uma perspectiva superinteressante , enfatizando “o que eu sou não depende dos meus bens materiais” e as distorções sobre o que realmente precisamos e não o que a mídia e a publicidade em massa nos fazem acreditar que é importante comprar.
Assistir o documentário Minimalism: A Documentary About The Important Things pode tirar os mais consumistas da zona de conforto, tal como enfatizar a ideia de experienciar o que está ao nosso alcance, ao invés de buscar comprar e ter posse de tudo a nossa volta.
6. Explicando
Explicando é uma produção original da Netflix, a qual se encontra entre os títulos mais relevantes da plataforma. Em formato de documentário abrange aos mais variados assuntos, os episódios são curtos, com duração de no máximo 20 minutos.
Cada episódio trata de forma clara e objetiva sobre determinado assunto, temas que abrangem alguma lacuna social, assuntos complexos e por vezes até polêmicos.
Alguns dos assuntos já debatidos em Explicando falam sobre vida extraterrestre, influência de games, o mercado de ações, maconha. E ainda levanta e debate questões como Porque as Dietas dão errado? Astrologia é verdade, funciona? Porque as mulheres ganham menos? Podemos viver para sempre?
O documentário Explicando pode não ter a exata resposta para tudo, mas consegue passar muitas informações e esclarecer bastantes dúvidas que você possa ter sobre determinado assunto. Das duas uma, ou você esclarece pensamentos, ou em meio a tantas informações mais dúvidas podem surgir.
7. Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade
No documentário Cowspiracy, Kip Andersen e Keegan Kuhn mostram o porquê de a pecuária ser a indústria que mais destrói o planeta, tal como recursos naturais.
O processo todo de produção que leva ao consumo da carne é destrutivo, mas porque as organizações ambientais não contestam nem falam sobre o assunto? O documentário traz descobertas sobre o que está por trás da indústria pecuária.
O trabalho feito por Kip e Keegan é louvável , ao que são destemidos em ir em busca de soluções que, de fato, possam acarretar resultados para as questões ambientais e levar a uma vida sustentável, descartando “possíveis” soluções superficiais e palavras vazias.
Não precisamos ir muito longe para entender o real motivo por trás de grandes negócios realizados no planeta, o dinheiro, mesmo que este possa não ser capaz de salvar e desfazer a destruição que vem causando. Este é o ponto do documentário Cowspiracy, debater alternativas viáveis, para que a humanidade de fato prospere, sem arruinar tudo a sua volta.
8- La Casa de Papel, el fenómeno
O documentário fala do sucesso da série e contém spoilers da Quarta Temporada. Muito interessante. Super Recomendo,.
Se devoraste a nova temporada de La Casa de Papeltoda num dia, não desesperes. A espera por novos episódios pode ser longa, mas, se já estás com saudades dos criminosos mais famosos de Espanha, a Netflix disponibilizou El Fenómeno, que vai aos bastidores de uma das séries mais populares da atualidade.
Estreou no dia 3 de abril, no mesmo dia que os oito episódios da nova temporada. La Casa de Papel: El Fenómeno é um filme original Netflix que explora a onda de entusiasmo que a série teve e tem por tudo o mundo. A sua popularidade é incontestável e o número de máscaras de Dalí e de macacões vermelhos vendidos prova-o.
Ao longo de uma hora, o documentário mostra entrevistas exclusivas dos protagonistas da série, entre eles Álvaro Morte (Professor), Itziar Ituño (Lisboa), Alba Flores (Nairóbi) ou Úrsula Corberó (Tóquio). Também Álex Pina, criador da produção, explica o processo de elaborar um mundo como este.
O filme é leve e divertido. E acho o Gerard Butler mesmo sendo machista e misógino, é lindo! O que o Mike, seu personagem, não esperava, era que todas as suas teorias obre conquistas amorosas cairiam por terra ao conhecer a produtora de Tv, Abby.
Abby Richter é uma competente e conservadora produtora de um programa de televisão. Com a audiência caindo, seu chefe tem a ideia de contratar o concorrente Mike Chadway. Assim, a controladora e eterna romântica Abby se vê obrigada a aceitar como colaborador um cara machista, grosseiro e especialista em revelar o que realmente atrai os homens. Com as relações amorosas em baixa, ela recorre aos serviços do consultor para conquistar o vizinho e o resultado obtido acaba sendo além do esperado.
2- Maldição da sorte
Filme para maiores de 18 anos com Jessica Alba. Poderia ser melhor mas serve como passatempo.
Aos 10 anos Charlie Logan (Connor Price) recusou-se a beijar uma garota gótica durante o Jogo da Garrafa, o que fez com que ela jogasse um feitiço nele. Agora, 25 anos depois, Charlie (Dane Cook) é um bem-sucedido dentista mas continua amaldiçoado, já que não consegue encontrar a garota certa. Para piorar a situação, ele descobre no casamento de uma ex-namorada que toda mulher com quem transou acaba descobrindo o verdadeiro amor logo após deixá-lo. Isto faz com que diversas mulheres desejem ter com ele uma transa rápida, visando a felicidade posterior que encontrarão. Entretanto esta vida repleta de sexo e ausente de amor torna Charlie uma pessoa bastante solitária. Até conhecer Cam Wexler (Jessica Alba), uma especialista em pingüins que volta e meia se envolve em acidentes. Ele se apaixona por ela e agora precisa desesperadamente encontrar um meio de evitar que sua maldição faça com que ela fuja dos seus braços.
3- Ensina-me o Amor
Um filme com Pierce Brosnan e cenas de Cambridge só poderia ser bom. Além dele, Jessica Alba e Salma Hayek. Fala de casamento, divórcio, paternidade e a parte profissional com todas as suas dúvidas e agruras.
Richard Haig é um professor de poesia em Cambridge que encontra sua alma gêmea, mas só aceita repensar seu estilo de vida hedonista após engravidar a irmã da amada, a universitária Kate.
Uma das distribuidoras brasileiras mais antigas do mercado de audiovisual, a Califórnia Filmes possui mais de trezentos títulos de filmes que hoje se encontram nas mais diversas plataformas digitais. Por conta disso, a partir dessa semana, a distribuidora irá divulgar alguns dos seus títulos, recentes ou não, para ajudar o publico a escolher bons títulos para assistir em casa.
Nessa primeira lista, foram selecionados filmes que são baseados em fatos reais. Alguns deles foram sucesso no cinema, outros foram disponibilizados diretamente no streaming. Confira abaixo a lista, e boa diversão:
Eu, Tonya (2017) Estrelado por Margot Robbin, que recebeu uma indicação ao Oscar por esse filme. “Eu, Tonya” acompanha a vida da ex patinadora Tonya Harding. Durante a década de 1990, ela conseguiu superar sua infância pobre e emergir como campeã de patinação artística, Porem, ficou mundialmente conhecida quando seu marido, Jeff Gilloly, e dois ladrões tentaram incapacitar uma de suas concorrentes durante as Olimpíadas de 1994. O filme foi indicado a outros 3 Oscars, e recebeu o premio de Melhor Atriz Coadjuvante para Allison Janney.
Classificação 14 anos Disponível: Telecine Play e Apple TV (R$ 32,90).
Escobar: A Traição (2017) Estrelado por Javier Barden, como Pablo Escobar e Penelope Cruz, como a jornalistas Virginia Vallejo, o filme se passa no começo de dos anos 1980, quando a jornalista colombiana começa um tumultuado caso de amor com o mais poderoso e temido traficante de drogas do mundo: Pablo Escobar.
Classificação: 16 anos Disponível: Netflix, Looke, Google Play (R$ 3,90 e R$ 19,90), AppleTV (R$ 4,90 e R$ 9,90) e Youtbe (R$ 3,90).
Papillon (2017) O filme baseado em fatos reais conta a história de Papillon, um pequeno bandido do subúrbio de Paris da década de 30, que foi condenado à prisão perpétua por um crime que não cometeu. Enviado para a Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, ele conhece Louis Dega, homem que Papillon promete ajudar em troca de auxílio para escapar da prisão. Estrelado po Charlie Hunnam e Rami Malek .
Classificação: 16 anos Disponível: Looke, Google Play (R$ 6,90 e R$ 39,90), AppleTV (R$ 11,90 e R$ 17,90) e Youtbe (R$ 6,90).
A Espiã Vermelha (2018) Protagonizado por Judi Dench, o filme acompanha uma viúva aposentada que vive nos subúrbios de Londres. Ela é presa pelo Serviço Secreto Britânico por dividir informações científicas confidenciais. Durante o interrogatório, revive os eventos dramáticos que fizeram parte de sua vida.
Classificação: 14 anos Disponível: Telecine Play, Looke, Google Play (R$ 19,90), AppleTV (R$ 7,90 e R$ 14,90) e Youtbe (R$ 19,90).
Setembro Em Shiraz (2015) Durante a Revolução Islâmica no Irã, em 1979, uma família judia é pega. Eles terão de fugir do país para não serem mortos pelo governo que tomou o poder. Com Salma Hayek e Adrien Brody.
Classificação: 14 anos Disponível: Telecine Play e Amazon Prime Video
Tristeza e Alegria (2013) Baseado em uma historia real que aconteceu com a família do próprio diretor, esse filme que foi escolhido para representar a Dinamarca no Oscar 2014, acompanha um casal que passa por um momento de imensa dor. Mesmo com toda a tristeza pela perda de seu filho, buscam em seu amor a força necessária para seguir suas vidas.
Classificação: 14 anos Disponível: Telecine Play, Google Play (R$ 3,90 e R$12,90), AppleTV (R$ 4,90 e R$ 9,90)
Punhos de Sangue: A Verdadeira História de Rocky Balboa (2017) A história de Chuck Wepner, boxeador peso-pesado que serviu de inspiração para a saga “Rocky”. Antes de entrar no ringue e disputar lutas contra Muhammad Ali, Chuck era vendedor de bebidas na cidade de Nova Jersey.
Classificação: 16 anos Disponível: Telecine Play, Looke e Globo Play
O Homem de Gelo (2012) Com Michael Shannon, Chris Evans, Winona Ryder e Ray Liotta, o filme conta a verdadeira história de Richard Kuklinski, o notório assassino de aluguel e homem de família. Quando finalmente preso em 1986, nem sua esposa nem as filhas tinham qualquer pista sobre sua verdadeira profissão.
Classificação: 16 anos Disponível: Amazon Prime Video e Globo Play
O Jovem Karl Marx (2017) Aos 26 anos, Karl Marx embarca para o exílio junto com sua esposa, Jenny. Na Paris de 1844, ele conhece Friedrich Engels, filho de um industrialista que investigou o nascimento da classe trabalhadora britânica. Dândi, Engels oferece ao jovem Marx a peça que faltava para completar a sua nova visão demundo. Entre a censura e a repressão, os tumultos e as repressões políticas, eles lideram o movimento operário em meio a era moderna.
Classificação: 14 anos Disponível: Amazon Prime Video , Telecine Play e Globo Play
Trumbo: Lista Negra (2017)
Indicado ao Oscar de Melhor Ator, Bryan Cranston, interpreta o roteirista Dalton Trumbo. Com uma história singular em Hollywood, apesar de ter escrito alguns dos filmes de maior sucesso da época, como “A Princesa e o Plebeu” de 1953, ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do congresso e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.
Classificação: 12 anos Disponível: Amazon Prime Video , Telecine Play e Globo Play
Utøya, 22 De Julho (2018) No pior dia da história norueguesa moderna, Kaja se diverte com sua irmã mais nova Emilie, doze minutos antes da primeira bomba chegar ao acampamento de verão na ilha Utøya, no que seria o segundo ataque terrorista de Anders Behring Breivik em menos de duas horas, e que matou 69 pessoas. Kaja representa o pânico, medo e desespero dos 500 jovens enquanto busca sua irmã na floresta.
Classificação: 16anos Disponível: Telecine Play, Google Play (R$ 3,90 e R$19,90), AppleTV (R$ 7,90 e R$ 14,90) e Youtube (R$ 3,90)